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	<title>Alisson Duarte da Silva, Autor em Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Alisson Duarte da Silva, Autor em Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>“Se não vier de cima&#8230;”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alisson Duarte da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2016 16:05:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quantas vezes, durante atividades de estabelecimento de projetos com empresas, já se ouviu ou, simplesmente, pensou na afirmativa: “se a decisão não vier de cima, não acontece”?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Quantas vezes, durante atividades de estabelecimento de projetos com empresas, já se ouviu ou, simplesmente, pensou na afirmativa: “se a decisão não vier de cima, não acontece”?</h3>
<p>Quantas vezes, durante atividades de estabelecimento de projetos com empresas, já se ouviu ou, simplesmente, pensou na afirmativa: “se a decisão não vier de cima, não acontece”? Um fator complicador, mas natural, pois qualquer estrutura organizacional efetiva deve respeitar a hierarquia. Por essa razão, lideranças industriais, seja no nível da direção, da superintendência ou mesmo da gerência, necessitam possuir embasamento técnico ou se cercar de consultores capacitados tecnicamente e dotados de visão estratégica.</p>
<p>Em duas experiências recentes buscou-se estabelecer projetos de desenvolvimento aplicados à indústria da transformação, utilizando-se programas de Iniciação Científica ou mesmo de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), ou seja, não haveria investimento direto por parte das empresas. Em um dos casos o contato se iniciou com o engenheiro responsável pelo controle do processo, o qual enxergou a necessidade de aprimoramento da linha de produção. No outro, o contato se deu diretamente com a superintendência, a qual já possuía como frente estratégica a interação com universidades. Enquanto no primeiro caso a proposta demorou a ser analisada pelos diretores e não foi sequer iniciada, no segundo foram definidos engenheiros tutores para o auxílio às atividades inclusas no plano de trabalho.</p>
<p>A parceria estabelecida com sucesso se viabilizou em função da percepção e da consequente ação por parte de um gestor com qualificações técnicas e visão a médio e a longo prazo. O sucesso do projeto foi mensurado a partir de indicadores de custo, qualidade e participação no mercado. Além disso, os resultados do trabalho em conjunto geraram know-how, tecnologia e valor agregado para a empresa, além de monografias, relatórios técnicos, artigos e qualificação técnica e comportamental para a universidade e seus estudantes.</p>
<p>No entanto, por que um gestor decide interagir com a universidade em detrimento de conferir 100% da responsabilidade de um projeto aos funcionários da empresa? Existem várias razões para isso. Primeiramente, a universidade possui um potencial criativo muito grande, além de grande conhecimento técnico. Uma outra vantagem seria o fato de o meio acadêmico dispor de ferramentas de pesquisa e acesso a informações de maneira mais ampla que o chão de fábrica. Mas, principalmente, a empresa passa a ter uma visão ampliada frente à incorporação de metodologias de trabalho e pesquisa inerentes aos profissionais acadêmicos, estabelecendo metas e condutas, além da viabilização do uso de laboratórios equipados.</p>
<p>Algumas vezes, as lideranças industriais optam pela capacitação interna, estabelecendo um tipo diferente de interação com a universidade: a modalidade de prestação de serviços via treinamento. Assim, em um terceiro exemplo, foi estabelecido um convênio entre universidade e empresa para um curso teórico acerca do processo produtivo. Na ocasião, o setor de suprimentos questionou o diretor sobre o valor empenhado no treinamento. Esse fato mostrou que, à exceção do diretor, os demais departamentos da organização possuíam desconhecimento sobre os reais ganhos com o treinamento. Prontamente, o diretor justificou que o valor era irrisório frente aos benefícios advindos da capacitação adequada de seus colaboradores.</p>
<p>Concluindo, o desconhecimento gera muito mais perdas e custos à empresa quando comparado aos valores e tempo investidos em projetos de parceria. Treinamentos específicos, interações com grupos de pesquisa sem investimentos diretos e até mesmo contratos de pesquisa são algumas das opções viáveis.</p>
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		<title>Entraves entre empresa e universidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alisson Duarte da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2016 13:49:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa-Universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É comum que propostas desenvolvidas pelas universidades desagradem ao setor industrial, o qual, por vezes, nem mesmo apresenta contraproposta </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: left;">É comum que propostas desenvolvidas pelas universidades desagradem ao setor industrial, o qual, por vezes, nem mesmo apresenta contraproposta</h3>
<p style="text-align: left;">Não raramente, atividades de parceria ou convênio entre instituições privadas e instituições públicas de ensino e pesquisa são interrompidas antes mesmo da celebração de um contrato. É comum que propostas desenvolvidas pelas universidades desagradem ao setor industrial, o qual, por vezes, nem mesmo apresenta contraproposta. Por outro lado, setores da indústria que já compreenderam os benefícios desse tipo de colaboração, ao sugerir e elaborar pré-propostas, podem ter dificuldades para convergir seus objetivos com institutos de pesquisa.</p>
<p style="text-align: left;">Todo país desenvolvido tem a ciência e a tecnologia como alguns dos pilares fundamentais para a geração de oportunidades às empresas e aos seus cidadãos, culminando com a alta competitividade no comércio internacional. Ao se estudar essas relações de sucesso, é fácil compreender que esses países já possuem um enorme aprendizado organizacional, buscando um fortalecimento efetivo das suas parcerias via incentivos governamentais, centrados na concepção de um projeto de desenvolvimento organizacional.</p>
<p style="text-align: left;">Na coluna da última edição, descrevi as principais vantagens para o desenvolvimento organizacional com referência ao novo Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação. O setor legislativo percebeu que a forma como as pesquisas são incentivadas e financiadas no Brasil, alicerçada em instituições públicas de fomento, não é sustentável. Nesse caso, a sustentabilidade está diretamente relacionada à transferência de tecnologia para todo o parque industrial.</p>
<p style="text-align: left;">A pesquisa e a inovação acadêmica, em sua maioria, não geram aplicação direta ou mesmo são trabalhada para se tornarem comerciais, sendo necessário modificar essa rota com fins ao crescimento econômico. Logo, novas medidas de incentivos, como a redução de impostos e a possibilidade de retenção da propriedade intelectual por parte da empresa, a partir de contratos de convênio com centros de pesquisa, foram estabelecidas com o objetivo de alavancar as relações de parceria.</p>
<blockquote><p>“Todo país desenvolvido tem a ciência e a tecnologia como alguns dos pilares fundamentais para a geração de oportunidades às empresas e aos seus cidadãos, culminando com a alta competitividade no comércio internacional”</p></blockquote>
<p style="text-align: left;">Ainda hoje, várias discordâncias dificultam a criação e a manutenção da aliança entre empresa e universidade. Fatores como as diferenças de cultura, a natureza dos objetivos ou dos produtos gerados pelo relacionamento e os choques inesperados no ambiente das relações podem constituir fontes para essas discordâncias. Em geral, uma parte possui dificuldades para compreender como o trabalho é desenvolvido na outra parte, não sendo familiarizada com as metodologias e as fontes de investimento dessa outra parte.</p>
<p style="text-align: left;">As diferenças culturais são, normalmente, manifestadas com relação ao horizonte de planejamento, à diferença de linguagem a até mesmo de ambiente de trabalho. As universidades têm por referência um período de longo prazo e não muito bem definido. Já as empresas se estabelecem em cronogramas e cumprimento de metas, necessitando de atividades em curto prazo, sempre voltadas para um contexto de ambiente competitivo.</p>
<p style="text-align: left;">Com relação ao tipo de linguagem, uma se preocupa com a codificação do conhecimento, enquanto a outra está focada no conhecimento direcionado à geração de produtos.</p>
<p style="text-align: left;">Finalmente, quanto ao ambiente de trabalho, além da estrutura física, as diferenças se baseiam na fonte de força motivacional. Na universidade não há a compreensão do mercado e suas demandas, sendo a reputação no meio intelectual o fator de maior importância. No ambiente industrial, a motivação é pautada por avaliações de desempenho e o referencial crítico é o superior hierárquico.</p>
<p style="text-align: left;">Enfim, a boa notícia é que cada vez mais profissionais de ambas as partes têm compreendido a maneira de trabalho em uma parceria. Universidades têm contratado professores com experiência industrial e profissionais do setor privado têm se dedicado cada vez mais ao desenvolvimento acadêmico. Os incentivos públicos e a mudança no comportamento dos colaboradores vêm proporcionando um aprendizado organizacional no Brasil, ou seja, aprimorando ações de comunicação entre setores, geração de conhecimento técnico e uma consequente disponibilização de tecnologias aplicáveis.</p>
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