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	<title>Andre Gobi, Autor em Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Andre Gobi, Autor em Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<item>
		<title>Atlas Copco adquire empresa de locação de caldeiras a vapor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Feb 2018 11:32:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Atlas Copco]]></category>
		<category><![CDATA[Caldeiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aquisição deve ser concluída ainda no primeiro trimestre de 2018. A LTS será incorporada à divisão Specialty Rental, na área de negócios Power Technique da Atlas Copco</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A aquisição deverá ser concluída no primeiro trimestre de 2018. O preço de compra não é relevante em relação à capitalização de mercado da Atlas Copco e não é divulgado.</em><br />
<span id="more-18005"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[dropcap font=&#8221;&#8221; size=&#8221;1&#8243; background=&#8221;&#8221; color=&#8221;&#8221; circle=&#8221;0&#8243; transparent=&#8221;0&#8243;]A[/dropcap] Location Thermique Service SAS, conhecida como LTS, tem sede em Carvin na região de Haut-de-France, na França. A empresa aluga as caldeiras de vapor, que tipicamente são críticas no processo de produção, para clientes nos setores de indústria, energia, química, petróleo e gás. Os clientes são principalmente da França e países vizinhos. A LTS tem 13 funcionários e teve receitas de cerca de MEUR 7.3 (MSEK 70) em 2016.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[blockquote author=&#8221;Andrew Walker, presidente da área de negócios Power Technique da Atlas Copco&#8221; link=&#8221;&#8221; target=&#8221;_blank&#8221;]A LTS é bem conhecida por seus produtos de alta qualidade, foco ambiental forte e experiência em aplicativos[/blockquote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;A LTS é bem conhecida por seus produtos de alta qualidade, foco ambiental forte e experiência em aplicativos&#8221;, disse Andrew Walker, presidente da área de negócios Power Technique da Atlas Copco. &#8220;Esta aquisição fortalecerá e expandirá nossa oferta de locação de produtos para clientes em todos os segmentos&#8221;.</p>
<p>A aquisição deverá ser concluída no primeiro trimestre de 2018. O preço de compra não é relevante em relação à capitalização de mercado da Atlas Copco e não é divulgado. A LTS será incorporada à divisão Specialty Rental, na área de negócios Power Technique da Atlas Copco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong><span style="color: #99261f;">Sugestão de leitura</span></strong></h3>
<p>http://aquecimento.webcontent-dev.com.br/com-apoio-da-investe-sp-montadora-de-bicicletas-eletricas-instala-fabrica-em-sao-bernardo/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>CNI: Indústria brasileira precisa urgentemente migrar para o conceito 4.0</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/industria-brasileira-precisa-urgentemente-migrar-para-o-conceito-4-0-para-ser-competitiva-mostra-estudo-da-cni/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=industria-brasileira-precisa-urgentemente-migrar-para-o-conceito-4-0-para-ser-competitiva-mostra-estudo-da-cni</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2018 19:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#indústria]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[Digitalização]]></category>
		<category><![CDATA[indústria 4.0]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo da CNI cruzou dados de produtividade, exportação e taxa de inovação de diversos setores industriais brasileiros.</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/industria-brasileira-precisa-urgentemente-migrar-para-o-conceito-4-0-para-ser-competitiva-mostra-estudo-da-cni/">CNI: Indústria brasileira precisa urgentemente migrar para o conceito 4.0</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo da CNI cruzou dados de produtividade, exportação e taxa de inovação de diversos setores industriais brasileiros.</em><span id="more-18015"></span></p>
<p>De 24 setores da indústria brasileira, 14 precisam adotar com urgência estratégias de digitalização para se tornarem internacionalmente competitivos, mostra estudo inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI) <em>Oportunidades para Indústria 4.0: aspectos da demanda e oferta no Brasil</em>. O documento cruzou dados de produtividade, exportação e taxa de inovação de diversos setores industriais brasileiros e os comparou ao desempenho dos mesmos segmentos nas 30 maiores economias do mundo, que, juntas, representam 86% do PIB mundial. O objetivo é identificar quais atividades poderiam ser mais beneficiadas pela adoção de tecnologias digitais voltadas ao aumento da eficiência, quais correm o maior risco diante do avanço da nova onda tecnológica em países que concorrem com o Brasil e qual a capacidade de absorção e desenvolvimento de tecnologias pela indústria nacional.</p>
<p>[ihc-hide-content ihc_mb_type=&#8221;show&#8221; ihc_mb_who=&#8221;reg&#8221; ihc_mb_template=&#8221;3&#8243; ]</p>
<p>Os 14 setores em situação mais vulnerável são impressão e reprodução; farmoquímicos e farmacêuticos; químicos; minerais não-metálicos; couro e calçados; vestuário e assessórios; têxteis; máquinas e aparelhos elétricos; outros equipamentos de transporte; produtos de metal; máquinas e equipamentos; móveis; artigos de borracha e plástico; e produtos diversos. A nomenclatura segue a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).</p>
<p>Em geral, os segmentos apresentam produtividade inferior à média internacional e baixa inserção no comércio exterior. O grau de inovação, por sua vez, é bastante heterogêneo. &#8220;A migração para a Indústria 4.0 exigirá um esforço maior principalmente para empresas menos inovadoras, menos familiarizadas com a adoção de novas tecnologias, o que demonstra a necessidade de estabelecer iniciativas direcionadas. Além disso, dado o gap de produtividade, os setores sofrerão cada vez mais com a concorrência internacional, tornando a urgência muito elevada&#8221;, avalia o gerente-executivo de Política Industrial da CNI, João Emílio Gonçalves.</p>
<p>No gráfico abaixo, é possível visualizar a posição dos setores, os três indicadores. Valores acima de 1 representam que, nos respectivos indicadores, os setores estão acima da média da amostra dos países:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18016 size-full" src="http://aquecimento.webcontent-dev.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Gráfico-CNI-1.png" alt="" width="718" height="566" /></p>
<h6>Nota: 1. Valores da Produtividade do Trabalho Relativa à Média da Amostra ao lado da nomenclatura dos setores. 2. Os valores da Taxa de Inovação são os anos de 2012 a 2014.</h6>
<h6>Fonte: Elaborado com base em estatísticas do IBGE/Pintec, Eurostat/CIS, UNIDO, WIOD e OCDE.</h6>
<h6><em>*Média internacional elaborada a partir de dados dos seguintes países: EUA, China, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Brasil, Itália, Índia, Rússia, Canadá, Austrália, Coreia do Sul, Espanha, México, Indonésia, Holanda, Turquia, Arábia Saudita, Suíça, Nigéria, Suécia, Polônia, Argentina, Bélgica, Taiwan, Noruega, Áustria, Irã e Tailândia.</em></h6>
<p><strong>Azul</strong>: setores industriais com maior potencial para serem os líderes na adoção das tecnologias, com maior proporção relativa de maior produtividade e alto coeficiente de exportação. Esses setores tendem a ter maior capacidade para adoção e precisarão migrar para a Indústria 4.0 para se manterem competitivos.</p>
<p><strong>Verde</strong>: setores com elevado potencial de digitalização, com alta taxa de produtividade, mas com baixos coeficientes de exportação. Sustentam a posição no mercado interno devido à alta produtividade, mas isso não se reflete em competitividade no mercado internacional.</p>
<p><strong>Amarelo</strong>: setores com baixa produtividade relativa e alto coeficiente de exportação. A competitividade nas exportações é dada por outras vantagens competitivas, como a disponibilidade de recursos naturais. É possível traçar estratégias graduais, com menor urgência relativa aos outros grupos em função das vantagens comparativas naturais do país.</p>
<p><strong>Vermelho</strong>: setores mais vulneráveis em função da produtividade e do coeficiente de exportação relativamente baixos. São setores que têm na adoção urgente das tecnologias da Indústria 4.0 uma oportunidade para recuperarem sua competitividade. São, por outro lado, os setores mais vulneráveis caso a migração para a indústria 4.0 ocorra de forma mais lenta no Brasil do que nos nossos principais concorrentes.<br />
Os dados se referem à media dos setores e é preciso ter em conta que o nível de agregação pode mascarar a existência de segmentos bastante heterogêneos e empresas com níveis muito distintos de produtividade e até mesmo de inserção internacional.</p>
<p><strong>Oportunidades</strong></p>
<p>Gonçalves vê a grande concentração de setores no grupo vermelho como uma grande oportunidade, pois, se o país conseguir criar políticas adequadas para promover o desenvolvimento e acelerar a adoção de tecnologias digitais, será possível dar um salto de competitividade significativo. &#8220;Temos de ver a Indústria 4.0 como uma chance de recuperarmos rapidamente o tempo que perdemos nas últimas duas décadas, quando a nossa produtividade cresceu muito lentamente”, afirma o gerente-executivo de Política Industrial da confederação.</p>
<p>Para a CNI, a Indústria 4.0 vai se impor como uma necessidade para todos os setores. Mesmo em áreas onde hoje o Brasil se encontra em situação relativamente confortável em função das suas vantagens comparativas, o avanço tecnológico em outros países poderá provocar pressões competitivas no futuro.</p>
<p><strong>Plano Empresarial</strong></p>
<p>A CNI prepara um conjunto de propostas e ações que serão apresentadas para os candidatos à presidência da República nas eleições deste ano para estimular e apoiar a adoção de tecnologias digitais pela indústria. Entre elas, destaca-se a criação de um programa nacional que reúna instituições capazes de apoiar a indústria na elaboração de planos empresariais de digitalização. &#8220;Cada empresa terá necessidades e objetivos diferentes com a adoção de novas tecnologias. Por isso, as soluções muito provavelmente, serão customizadas&#8221;, avalia o gerente-executivo da CNI.</p>
<p>Outra proposta é sobre o financiamento da implementação dos planos de digitalização. &#8220;Será preciso mobilizar recursos para a modernização das empresas, pois o grau de investimento também vai variar de caso em caso&#8221;, completa Gonçalves.</p>
<p><strong>O que é a Indústria 4.0</strong></p>
<p>A Indústria 4.0 é a nova fronteira da produção industrial e tornará a forma como se produz hoje obsoleta. Neste modelo, tecnologias ganham maior integração e há uma fusão entre os mundos físico e virtual, criando sistemas chamados ciberfísicos. A principal diferença em relação às demais revoluções industriais está na velocidade das transformações produzidas pela digitalização. As principais tecnologias envolvidas são: internet das coisas, robótica avançada, impressão 3D, manufatura híbrida, big data, computação em nuvem, inteligência artificial e sistemas de simulação virtual. A combinação entre as tecnologias abre um leque inédito de possibilidades, novos negócios e solução de antigos problemas, como acesso remoto à saúde, cidades inteligentes, mobilidade urbana, geração de energia a partir de novas fontes, entre outros.</p>
<p><strong>Fonte: CNI</strong></p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:</strong></span></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/industria-4-0-pode-economizar-r-73-bilhoes-para-o-brasil/">-&gt; Indústria 4.0 pode economizar R$ 73 bilhões para o Brasil</a></p>
<p>[/ihc-hide-content]</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ArcelorMittal Brasil se posiciona sobre aquisição da Votorantim Siderurgia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2018 13:59:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#ArcelorMittal]]></category>
		<category><![CDATA[Cade]]></category>
		<category><![CDATA[econômia]]></category>
		<category><![CDATA[siderurgia]]></category>
		<category><![CDATA[Votorantim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ArcelorMittal divulgou um comunicado nesta semana no qual se posiciona a respeito da aquisição da Votorantim Siderurgia.</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/arcelormittal-brasil-se-posiciona-sobre-aquisicao-da-votorantim-siderurgia/">ArcelorMittal Brasil se posiciona sobre aquisição da Votorantim Siderurgia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A <strong>ArcelorMittal</strong> divulgou um comunicado nesta semana no qual se posiciona a respeito da aquisição da Votorantim Siderurgia.</em><span id="more-18010"></span></p>
<p>A <strong>ArcelorMittal</strong> divulgou um comunicado nesta semana no qual se posiciona a respeito da aquisição da Votorantim Siderurgia, operação que ainda está em fase de conclusão.</p>
<p>Abaixo, o comunicado emitido:</p>
<p><em>A ArcelorMittal informa que a decisão proferida hoje (07/02) pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), aprovando a aquisição da Votorantim Siderurgia, trará significativas oportunidades operacionais, industriais e logísticas, que poderão melhorar sua posição competitiva.   </em></p>
<p><em>A aquisição dos ativos da Votorantim Siderurgia demonstra a confiança da ArcelorMittal no país e na recuperação da economia brasileira, trazendo ganhos de escala, maior eficiência para o negócio e um portfólio ainda mais completo para os clientes. Esta operação é estratégica para a ArcelorMittal, reforçando o papel do Brasil como importante vetor de crescimento do grupo na América Latina.</em></p>
<p><em>Importante ressaltar que a aquisição não foi totalmente concluída e as empresas operam de forma independente até o fechamento da operação.</em></p>
<p><strong><span style="color: #993300;">Sugestão de leitura:</span></strong></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/anglo-american-vai-iniciar-obras-e-preve-elevar-em-56-producao-de-minerio-no-brasil/">-&gt; Anglo American vai iniciar obras e prevê elevar em 56% produção de minério no Brasil</a></p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/arcelormittal-brasil-se-posiciona-sobre-aquisicao-da-votorantim-siderurgia/">ArcelorMittal Brasil se posiciona sobre aquisição da Votorantim Siderurgia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Com implantação de tecnologia 4.0, GM quadruplica tamanho de fábrica</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/com-implantacao-de-tecnologia-4-0-gm-quadruplica-tamanho-da-fabrica-em-joinville/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=com-implantacao-de-tecnologia-4-0-gm-quadruplica-tamanho-da-fabrica-em-joinville</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2018 12:28:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#GM]]></category>
		<category><![CDATA[Chevrolet]]></category>
		<category><![CDATA[indústria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Joinville]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a ampliação, a fábrica de Joinville (SC) quadruplica de tamanho, passando dos atuais 15 mil m² para 61,8 mil m².</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/com-implantacao-de-tecnologia-4-0-gm-quadruplica-tamanho-da-fabrica-em-joinville/">Com implantação de tecnologia 4.0, GM quadruplica tamanho de fábrica</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com a ampliação, a fábrica de Joinville (SC) quadruplica de tamanho, passando dos atuais 15 mil m² para 61,8 mil m².</em><span id="more-17997"></span></p>
<p>A General Motors Mercosul apresentou em 02 de fevereiro suas novas instalações em Joinville (SC). Com presença do Governador João Raimundo Colombo, do Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima e do prefeito de Joinville, Udo Döhler, Marcos Munhoz, vice-presidente da GM Mercosul (presentes na imagem), inaugurou um novo prédio de 46.800 m², que vai abrigar seis novas linhas: duas de usinagem de blocos, duas de cabeçotes, uma linha de sub-montagem de cabeçotes e uma linha de montagem de motores.</p>
<p>Com a ampliação, a fábrica quadruplica de tamanho, passando dos atuais 15 mil m² para 61,8 mil m². A capacidade anual será ampliada de 120 mil para mais de 420 mil motores, além dos blocos e cabeçotes produzidos. Serão criados em torno de 400 novos empregos diretos e indiretos.<img decoding="async" class="aligncenter wp-image-17998 size-full" src="http://aquecimento.webcontent-dev.com.br/wp-content/uploads/2018/02/02022018-REP_6698-1-1.jpg" alt="" width="700" height="500" /></p>
<p>A nova fábrica vai receber novas tecnologias de manufatura inteligente (4.0), incluindo estações robotizadas, sistema autônomo de movimentação de materiais, sistema de monitoramento de processo através de câmeras, testes elétricos dos motores, gerenciamento de estoque e programação através de software conectado com a cadeia de suprimentos, entre outros. Com a introdução dessas novas tecnologias, a produção será monitorada em tempo real, através de sistemas de gerenciamento dos processos acessíveis através de “tablets” e “smartphones”.</p>
<p>Para isso, a GM está investindo R$ 1,9 bilhão na fábrica. O montante faz parte do maior plano de investimentos da empresa nos 93 anos de história no Brasil, com um total de R$ 13 bilhões que estão sendo aplicados no país entre 2014 e 2020.</p>
<p>“A GM entende que o mercado brasileiro iniciou um novo ciclo de crescimento. Queremos continuar expandindo a presença de nossa marca Chevrolet, que é líder de mercado no país há dois anos consecutivos. Com os novos investimentos estamos desenvolvendo novas tecnologias inovadoras e vamos ampliar a linha de produtos Chevrolet. A fábrica de Joinville, além de ser a mais sustentável da empresa no mundo, também será uma das mais inovadoras”, disse Carlos Zarlenga, Presidente da GM Mercosul.</p>
<p>Marcos Munhoz, vice-presidente da General Motors Mercosul, destaca a importância da parceria com o Sindicato dos Metalúrgicos de Joinville nas negociações que viabilizaram os investimentos na fábrica. “O apoio do sindicato foi fundamental para nossa decisão, que vai transformar a fábrica de Joinville em uma de nossas maiores e mais competitivas fábricas na região”.</p>
<p>O novo investimento vai preparar a GM Mercosul para se tornar uma plataforma de exportação global.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:</strong></span></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/toyota-se-prepara-para-operar-em-tres-turnos-no-brasil/">-&gt; Toyota se prepara para operar em três turnos no Brasil</a></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/montadoras-globais-investiram-ao-menos-us90-bi-em-veiculos-eletricos/">-&gt; Montadoras globais investiram ao menos US$90 bi em veículos elétricos</a></p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/com-implantacao-de-tecnologia-4-0-gm-quadruplica-tamanho-da-fabrica-em-joinville/">Com implantação de tecnologia 4.0, GM quadruplica tamanho de fábrica</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Com apoio da Investe SP, montadora de bicicletas elétricas instala fábrica em São Bernardo</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/com-apoio-da-investe-sp-montadora-de-bicicletas-eletricas-instala-fabrica-em-sao-bernardo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=com-apoio-da-investe-sp-montadora-de-bicicletas-eletricas-instala-fabrica-em-sao-bernardo</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2018 13:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Investe SP]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As bicicletas elétricas chegam a 25 km/h, velocidade máxima permitida pelo Código de Trânsito Brasileiro. As baterias pesam de 2 a 3 kg, com autonomia de 30 a 60 Km, dependendo do modelo</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/com-apoio-da-investe-sp-montadora-de-bicicletas-eletricas-instala-fabrica-em-sao-bernardo/">Com apoio da Investe SP, montadora de bicicletas elétricas instala fábrica em São Bernardo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Empresa Brasileira de Mobilidade Sustentável – EBMS – lançou em novembro de 2017 cinco modelos de bicicletas elétricas da marca Pedalla fabricadas na planta recém-instalada em São Bernardo do Campo (SP). A implantação desse projeto tem apoio da Investe São Paulo, agência de promoção de investimentos do Governo do Estado, que tem assessorado a EBMS principalmente em questões de infraestrutura e tributação.</p>
<p>Com o início das vendas no varejo, a empresa pretende aumentar gradativamente a produção das bikes, chegando a 30 mil por ano. A fabricação será feita por uma equipe de cerca de 100 funcionários.</p>
<p>Para capacitar os profissionais de revenda e manutenção das bicicletas, a EBMS investiu também R$ 250 mil no projeto Van Oficina. A ação leva sessões itinerantes de treinamento e certificação para mecânicos, assistências técnicas e lojas, garantindo uma formação específica em e-bikes.</p>
<p>“A EBMS é uma empresa criada com a ideia de melhorar a mobilidade urbana e oferecer um produto que ajude as pessoas a terem um estilo de vida não só mais saudável, mas também favorável ao meio ambiente. É fundamental que projetos como esse utilizem nossos serviços e estejam cada vez mais perto do poder público”, explica o diretor da Investe SP, Sérgio Costa.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-17993 alignleft" src="http://aquecimento.webcontent-dev.com.br/wp-content/uploads/2018/02/ebms_pedalla_foto_sote-1-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" />As bicicletas elétricas têm preços de tabela que variam entre R$ 4.490 e R$ 8.790. Nos 3 primeiros meses de operação, a Pedalla trabalhará com valores promocionais, entre R$ 3.490 e R$ 6.890. “O objetivo da EBMS é tornar a e-bike cada vez mais acessível. A mobilidade é um compromisso que deve ser assumido por todos”, afirma o diretor geral da marca, José Eugênio Pinheiro.</p>
<p>A Pedalla tem o maior portfólio de e-bikes do Brasil, com modelos desenvolvidos para os diversos tipos de uso. “O que diferencia um modelo do outro são os componentes. De acordo com cada um escolhido, mudam a potência do motor, câmbio, bateria, freios, painel e as suas funções. Existe a opção do modelo mais básico ao mais premium”, completa Pinheiro.</p>
<p>Todas as bicicletas elétricas funcionam com o chamado pedal assistido. O sistema é acionado por meio de um display no guidão a partir da primeira pedalada. O motor elétrico entra em funcionamento e permanece assim enquanto a pessoa estiver pedalando. Dessa forma, o usuário economiza fôlego, minimizando o desgaste físico.</p>
<p>Quando o movimento dos pedais é interrompido ou o freio é acionado, o motor desliga. Se o ciclista não ligar o sistema elétrico por meio do display, ele pode utilizar a e-bike de forma convencional, sem auxílio do motor.</p>
<p>A estratégia da EBMS é garantir um serviço de pós-venda de alto nível para seus clientes. Por isso está investindo na qualificação de profissionais que possam oferecer assistência técnica especializada aos ciclistas. Nessa mesma linha, ela garante o envio de peças e acessórios de reposição em até 24 horas após os pedidos chegarem à empresa, colocando à disposição de usuários e assistências técnicas um serviço diferenciado e de qualidade.</p>
<p><strong>Segurança</strong></p>
<p>As bicicletas elétricas Pedalla chegam a 25 km/h, a velocidade máxima permitida pelo Código de Trânsito Brasileiro, sendo extremamente seguras. As e-bikes já vêm equipadas com refletores, farol dianteiro, lanterna traseira, buzina, velocímetro e retrovisor.</p>
<p>As baterias, que pesam de 2 a 3 kg, são de Íons de Lítio com células da Samsung. A autonomia é de 30 a 60 Km, dependendo do modelo, do tipo e condições de uso. Os modelos básicos e intermediários têm motor com 250 W e os demais são de 350 W.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Embraer e Skytech assinam carta de intenção para até 6 cargueiros KC-390</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2018 11:37:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Boeing]]></category>
		<category><![CDATA[Embraer]]></category>
		<category><![CDATA[KC-390]]></category>
		<category><![CDATA[Skytech]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O KC-390, maior avião já desenvolvido no Brasil, contou com investimentos de quase 2 bilhões de reais pela Força Aérea Brasileira. O acordo ocorre durante negociações para uma aliança entre Embraer e Boeing</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Embraer assinou nesta segunda-feira, 05, carta de intenção para venda de até seis aeronaves cargueiros KC-390 para o grupo luso-australiano Skytech, afirmou a fabricante brasileira de aviões ao mercado.</p>
<p>O acordo foi assinado durante a feira de aviação de Cingapura e ocorre durante negociações da Embraer para uma aliança com a norte-americana Boeing.</p>
<p>O KC-390, maior avião já desenvolvido no Brasil, contou com investimentos de quase 2 bilhões de reais pela Força Aérea Brasileira. A criação da aeronave veio como oportunidade para substituição de frota de cargueiros C-130 Hércules. O valor incluiu a fabricação pela Embraer de dois protótipos. A Embraer não revela o valor unitário de cada KC-390.</p>
<p>A Embraer informou que as aeronaves no acordo com a Skytech estão destinadas a “diversos projetos de defesa e ambas as empresas também concordaram em avaliar uma potencial colaboração estratégica com o objetivo de explorar conjuntamente novas oportunidades de negócios nas áreas de treinamento e serviços”.</p>
<p><strong>Fonte: Reuters, por Alberto Alerigi Jr.</strong></p>
<p><span style="color: #993300;">Sugestão de leitura:</span></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/embraer-entrega-210-jatos-em-2017-e-encerra-ano-com-carteira-de-us183-bi-em-pedidos-firmes/">-&gt; Embraer entrega 210 jatos em 2017 e encerra ano com carteira de US$18,3 bi em pedidos firmes</a></p>
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		<item>
		<title>BNDES e Finep financiam R$ 1,4 bi em inovação na mineração e transformação mineral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2018 14:18:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#indústria]]></category>
		<category><![CDATA[#máquinas]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Mineração]]></category>
		<category><![CDATA[Minério]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos destaques diz respeito aos minerais estratégicos, os chamados "Portadores de Futuro”, como terras raras, grafita, lítio, silício e titânio. A linha foi a segunda mais concorrida, com 11 projetos enviados</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) aprovaram investimento de mais de R$ 1,4 bilhão em pesquisa, desenvolvimento e inovação na área de mineração e transformação mineral. Os projetos foram selecionados no âmbito do edital Inova Mineral – segunda rodada. Ao todo, foram escolhidas 19 propostas, de um total de 50 inscritas.</p>
<p>A demanda superou a primeira etapa da chamada, quando foram recebidas 42 propostas — das quais 24 foram aprovadas, com R$ 737 milhões em investimentos previstos.</p>
<p>O maior número de projetos aprovados é voltado para tecnologias e processos para redução e mitigação de riscos e impactos ambientais, como a recuperação e aproveitamento de resíduos: sete projetos (cerca de 37% dos selecionados), totalizando pouco mais de R$ 1 bilhão. A linha, inclusive, foi a que mais recebeu propostas (15 no total).</p>
<p>De acordo com Maurício Syrio, superintendente de Inovação em Indústria, Engenharia e Serviços da Finep, após o rompimento, em novembro de 2015, da barragem da Samarco, em Mariana (MG), era esperado que viessem em maior número os projetos com foco na preservação do meio ambiente. “Alguns propõem o reaproveitamento de rejeitos e evitam, assim, a necessidade de barragens”, afirma Syrio.</p>
<p>Outro destaque diz respeito aos minerais estratégicos, os chamados &#8220;Portadores de Futuro”, como terras raras, grafita, lítio, silício e titânio. As 5 propostas aprovadas, com valor total de R$ 290 milhões, representam aproximadamente 26% do total selecionado. A linha foi a segunda mais concorrida, com 11 projetos enviados.</p>
<p>As outras linhas são: Tecnologias de Mineração (3 projetos); Desenvolvimento e Produção Pioneira  de Máquinas, Equipamentos, Softwares e Sistemas (3); e Minerais Estratégicos com Elevado Déficit Comercial: Fosfato e Potássio (1). Segundo Pedro Paulo Dias, gerente do Departamento de Mineração e Metais do BNDES, as empresas selecionadas com propostas mais maduras devem começar a receber desembolsos ainda em 2018.</p>
<p><strong>Sobre o programa</strong></p>
<p>O Inova Mineral tem como objetivo estimular o desenvolvimento de novas tecnologias no setor de mineração e transformação mineral. O programa, que prevê investimentos até 2023, já fomentou um total de 90 planos de investimentos em inovação e sustentabilidade no setor, que representam uma demanda por recursos da ordem de R$ 2 bilhões. Os investimentos aprovados contemplam um conjunto de cerca de 60 empresas e 30 instituições de ciência e tecnologia.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:</strong></span></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/embrapii-financia-projetos-de-pdi-com-valor-nao-reembolsavel/">-&gt; EMBRAPII financia projetos de PD&amp;I com valor não-reembolsável</a></p>
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		<item>
		<title>Indústria do Brasil cresce 2,5% em 2017</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/industria-do-brasil-cresce-25-em-2017/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=industria-do-brasil-cresce-25-em-2017</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2018 14:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#indústria]]></category>
		<category><![CDATA[#produção]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção encerrou o ano passado com alta de 2,5 por cento, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/industria-do-brasil-cresce-25-em-2017/">Indústria do Brasil cresce 2,5% em 2017</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção industrial do Brasil cresceu mais do que o esperado em dezembro e fechou 2017 no azul após três anos de perdas, com destaque para a recuperação dos investimentos, ajudando a economia a dar prosseguimento à recuperação gradual após a forte recessão.</p>
<p>A produção encerrou o ano passado com alta de 2,5 por cento, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, após encolher em 2014 (-3 por cento), 2015 (-8,3 por cento) e 2016 (-6,4 por cento), somando queda de 16,7 por cento no período.</p>
<p>O ganho, o mais alto desde o recorde de 10,2 por cento de 2010, mostra que a indústria vem imprimindo ritmo de retomada gradual, mas muito distante de recuperar as perdas no período em que o país mergulhou em recessão.</p>
<p>&#8220;O ano de 2017 rompe um período de queda na indústria brasileira, mas ainda está longe de uma mudança ideal”, disse em nota o gerente da pesquisa no IBGE, André Macedo.</p>
<p>Somente em dezembro, a produção teve alta de 2,8 por cento na comparação com novembro, melhor resultado desde junho de 2013 (3,5 por cento) e bem melhor do que a expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 1,3 por cento.</p>
<p>Na comparação com o mesmo período de 2016, a atividade avançou de 4,3 por cento, acima da expectativa de 3,5 por cento.</p>
<p>Com isso, a produção terminou o quarto trimestre com aumento de 4,9 por cento sobre o mesmo período de 2016, acelerando ante o ritmo de 3,2 por cento visto no segundo trimestre.</p>
<p>Segundo os dados do IBGE, entre as categorias econômicas, a de Bens de Capital, uma medida de investimento, mostraram alta na produção de 6 por cento em 2017, impulsionada pelos equipamentos de transporte.</p>
<p>Já os Bens de Consumo tiveram ganho de 3,2 por cento, sendo que a fabricação dos bens duráveis aumentou 13,3 por cento devido principalmente aos automóveis.</p>
<p>No ano passado, entre os 26 ramos pesquisados, 19 tiveram resultados positivos, sendo a maior influência positiva a produção de Veículos automotores, reboques e carrocerias (17,2 por cento).</p>
<p>“Praticamente todos os setores tiveram crescimento, mas o setor automobilístico, principalmente a fabricação de veículos pequenos, foi o que mais influenciou. Grande parte disso se deve à melhora no nível de estoques e ao aumento das exportações”, explicou Macedo.</p>
<p>Em dezembro sobre o mês anterior, foram os Bens de Consumo que tiveram o maior aumento de produção, de 2,7 por cento, sendo os que especificamente os Bens duráveis subiram 5,9 por cento. Entretanto, no último mês do ano, a fabricação de bens de capital ficou estagnada.</p>
<p>A inflação e os juros baixos favorecem a indústria brasileira, uma vez que estimulam o consumo. A velocidade da recuperação, entretanto, ainda provoca incertezas, o que levou a confiança do setor a ficar estável em janeiro, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).</p>
<p><strong>Fonte: Reuters, por Camila Moreira.</strong></p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:</strong></span></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/toyota-se-prepara-para-operar-em-tres-turnos-no-brasil/">-&gt; Toyota se prepara para operar em três turnos no Brasil.</a></p>
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		<item>
		<title>Avibras lucra com aumento das exportações de armas brasileiras</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/avibras-lucra-com-aumento-das-exportacoes-de-armas-brasileiras/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=avibras-lucra-com-aumento-das-exportacoes-de-armas-brasileiras</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2018 10:22:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#MDIC]]></category>
		<category><![CDATA[Arma]]></category>
		<category><![CDATA[Avibras]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Exército]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maior fabricante e exportador de armamento e sistemas de defesa do país, começou o ano novo comemorando os resultados de 2017, os melhores de sua história</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/avibras-lucra-com-aumento-das-exportacoes-de-armas-brasileiras/">Avibras lucra com aumento das exportações de armas brasileiras</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio a mais um embate com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, por conta da demissão de 134 trabalhadores na última terça-feira, a Avibras Indústria Aeroespacial, maior fabricante e exportador de armamento e sistemas de defesa do país, começou o ano novo comemorando os resultados de 2017, os melhores de sua história.</p>
<p>Não fosse a grande ociosidade nas linhas de produção, típica da sazonalidade imposta pelo modelo de negócio cujas encomendas costumam levar de três a cinco anos para serem efetivadas, a festa seria completa. Pelos cálculos dos próprios sindicalistas, que negociaram benefícios financeiros para os demitidos, somente em abril a fábrica deve voltar a produzir para atender a três novos contratos. Mais à frente, as recontratações deverão acontecer de forma natural.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-17921 size-medium" src="http://aquecimento.webcontent-dev.com.br/wp-content/uploads/2018/01/lancadora-02-1-1-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" />Até lá, segundo Sérgio Henrique Machado, diretor do sindicato, os dois contratos de exportação de armamento e outro de revitalização de viaturas para o Exército Brasileiro vão garantir o emprego de 1.176 trabalhadores. A capacidade de produção da Avibras ainda está bem acima para o volume que será utilizado com as novas encomendas que começam a ser produzidas entre março e abril. “Esses contratos são insuficientes para atender a capacidade da fábrica hoje. Vai ficar muita gente ociosa ainda”, diz Machado.</p>
<p>De acordo com fontes próximas à empresa, além das duas encomendas internacionais e do Exército brasileiro, outros contratos de exportação ainda se encontram dependentes de garantias bancárias para serem liberados para a produção.</p>
<p>Com sede em São José dos Campos e fábrica na vizinha Jacareí (ambas em São Paulo), a Avibras deve fechar o balanço do exercício de 2017 com receitas de R$ 1,7 bilhão, resultado 25% superior ao de 2016, quando atingiu a marca também recorde de R$ 1,4 bilhão, e crescimento de 26% ante 2015.</p>
<p>O bom momento da Avibras coincide com o aumento das exportações brasileiras de armas, munições e projéteis para atender o crescimento da demanda devido aos riscos cada vez maiores de terrorismo e atritos regionais. Segundo dados do Ministério da Indústria e Comércio (Mdic), as venda de armamentos produzidos no país saltaram de US$ 316,5 milhões (R$ 996 milhões) em 2014 para US$ 475 milhões (R$1,5 bilhão) no ano passado.</p>
<p><strong>Recuperação</strong></p>
<p>Quinze anos atrás, a Avibras faturava R$ 154,6 milhões, ou seja, dez vezes menos que o valor das vendas em 2017. O caminho para chegar a esse nível de desenvolvimento foi repleto de dificuldades. Em 2011, recém-saída de um doloroso processo de recuperação judicial, a empresa acumulava dívidas totais estimadas em R$ 500 milhões (cerca de R$ 170 milhões só com o governo federal).</p>
<p>A situação era tão grave que muitos especialistas debatiam até mesmo a possibilidade de desaparecimento definitivo da empresa. Demissões em massa, atrasos de salário e incapacidade de inovar eram situações que pareciam incontornáveis para garantir alguma sobrevida à empresa.</p>
<p>Para reverter o quadro, a empresa foi à procura de novos sócios (entre eles, a própria União). Ajuda providencial veio de um contrato orçado em R$ 1 bilhão para o chamado programa Astros 2020, um sistema voltado ao lançamento de foguetes para equipar as tropas do Exército.</p>
<p>Atualmente, a Avibras é controlada por um único sócio: João Brasil Carvalho Leite, filho do fundador, o engenheiro João Verdi de Carvalho Leite, morto em acidente, em 2008. Ele tem 94,7% das ações. O restante está pulverizado entre mais de 500 acionistas, como funcionários da própria companhia.</p>
<p>No último balanço divulgado, de 2016, a empresa reportou um passivo total de R$ 1,135 bilhão. Desse total, R$ 128,6 milhões correspondem a empréstimos e financiamentos e R$ 484,3 milhões dizem respeito a dívidas com impostos e encargos sociais. Ao contrário de 2011, os débitos com o governo estão equalizados e parcelados por meio de programas de Refis.</p>
<p><strong>Fonte: Defesanet</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Toyota se prepara para operar em três turnos no Brasil</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/toyota-se-prepara-para-operar-em-tres-turnos-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=toyota-se-prepara-para-operar-em-tres-turnos-no-brasil</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2018 12:19:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Automotivo]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Feliz]]></category>
		<category><![CDATA[Sorocaba]]></category>
		<category><![CDATA[Toyota]]></category>
		<category><![CDATA[Três Turnos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As fábricas de Sorocaba e Porto Feliz passarão a operar em três turnos a partir do segundo semestre. Será a primeira vez em 60 anos de Brasil que a fabricante japonesa recorrerá a esse tipo de expediente</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Duas das quatro fábricas brasileiras da <strong>Toyota</strong> &#8211; Sorocaba e Porto Feliz, ambas no Interior de São Paulo &#8211; irão passar a operar em três turnos a partir do segundo semestre. Será a primeira vez em 60 anos de Brasil que a fabricante japonesa recorrerá a esse tipo de expediente.</p>
<p>Pouco antes, em junho, a montadora deve iniciar a produção do Yaris, novo sedã compacto premium da marca japonesa, que será produzido em Sorocaba. A unidade &#8211; que hoje produz os modelos da linha Etios e que tem capacidade para 108 mil carros &#8211; opera em dois turnos com horas extras.</p>
<p>“O aumento da produção e o número de trabalhadores a serem contratados serão definidos de acordo com o comportamento do mercado nos próximos meses”, disse Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil ao jornal “O Estado de São Paulo”.</p>
<p>Para Chang, a recuperação da economia está indo mais rápido do que o esperado. “Os resultados de 2017 superaram as expectativas do setor automotivo em diferentes aspectos. No caso da Toyota, registramos o segundo melhor desempenho de produção em 60 anos”, disse à revista IstoÉ dinheiro. “O ano de 2018 já começou dando sinais positivos, o que nos leva a manter as boas perspectivas, considerando, inclusive, crescimento em relação a 2017.”</p>
<p><strong>60 anos no Brasil</strong></p>
<p>Em 2018, a Toyota comemora 60 anos de atividades no Brasil. A empresa iniciou suas operações em 23 de janeiro de 1958, com a instalação de um escritório no centro da cidade de São Paulo. Em dezembro desse mesmo ano, também em São Paulo, inaugurou sua primeira linha de montagem, começando desta maneira suas atividades como fabricante de veículos no País. Em 1961, a Toyota adquiriu um terreno em São Bernardo do Campo (SP), onde instalou a primeira unidade industrial da Toyota fora do Japão. E, a partir de 1962, passou a fabricar o utilitário Bandeirante.</p>
<p>Além desta da unidade de São Bernardo, que hoje abriga um Centro de Pesquisa Aplicada e um Centro de Design, além de ser a sede da empresa e produzir peças para as demais unidades, a Toyota mantém fábricas em Indaiatuba, onde é fabricado o Corolla; em Sorocaba, que produz o Etios; e Porto Feliz, voltada à produção de motores. Mantém ainda três centros de distribuição de veículos em Guaíba (RS), Vitória (ES) e Suape (PE), um centro de distribuição de peças em Votorantim (SP), um escritório de representação em Brasília (DF) e emprega mais de 5.800 colaboradores.</p>
<p><strong>Fonte: Usinagem Brasil.</strong></p>
<p><strong><span style="color: #993300;">Sugestão de leitura:</span></strong></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/venda-de-veiculos-novos-no-brasil-cresce-9-em-2017/">-&gt; Venda de veículos novos no Brasil cresce 9% em 2017 </a></p>
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