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	<title>Dale T. Praznik, Autor em Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Dale T. Praznik, Autor em Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>AMS 2750E: O que isto significa para os seus sensores de temperatura?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dale T. Praznik]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2014 11:29:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos - Artigos Técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Originalmente publicada em abril de 1980, a AMS 2750 se tornou um dos primeiros documentos do governo americano relacionados às muitas aplicações industriais</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/ams-2750e-o-que-isto-significa-para-os-seus-sensores/">AMS 2750E: O que isto significa para os seus sensores de temperatura?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="ConteudoTexto">Originalmente publicada em Abril de 1980, a AMS 2750 se tornou um dos primeiros documentos do governo americano relacionados às muitas aplicações industriais</h3>
<p class="ConteudoTexto">Mais de 30 anos depois, a AMS 2750 continua sendo uma norma crítica relacionada aos, nas palavras precisas do documento, “requisitos pirométricos para equipamentos de processamento térmico utilizados para tratamento térmico”. E, enquanto a especificação é em muitos aspectos semelhante à revisão lançada anteriormente, AMS 2750D publicada em 2005, há algumas mudanças muito importantes relacionadas com a aplicação de sensores de temperatura.</p>
<p class="ConteudoTexto">Em Julho de 2012 , a SAE Aerospacial lançou a Revisão E da Especificação para Material Aeroespacial (AMS &#8211; Aerospace Material Specification) 2750 entitulada “Pirometria”. Esta especificação continua sendo a “bíblia” para todos os processos pirométricos relacionados com a indústria aeroespacial e, muitas vezes, é reconhecida como o padrão em muitas outras indústrias.</p>
<p class="ConteudoTexto">Na sua última revisão, a SAE inclui inúmeras mudanças técnicas para resolver problemas encontrados em uso. No entanto, um dos desafios especificamente observado nesta última revisão é que as “mudanças são extensas e não marcadas”. Por isso, aqueles sujeitos ao cumprimento da AMS 2750E devem tirar um tempo para rever completamente a revisão mais recente.</p>
<p class="ConteudoTexto">Dito isto, pretendemos contribuir para realçar algumas das mudanças mais significativas na AMS 2750E relacionadas com os sensores de temperatura. Referências entre parênteses referem-se aos parágrafos na AMS 2750E.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>1.</strong> Os certificados de calibração agora podem apresentar desvios como um método alternativo para relatar os fatores de correção (ver 3.1.2.2.6). Nas edições anteriores somente era permitido relatar valores de correção. O método utilizado deve ser claramente indicado no certificado. Caso contrário, o usuário final pode aplicar os valores erroneamente.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>1.1</strong> O fator de correção é definido como o número de graus que devem ser adicionados ou subtraídos do valor da temperatura de um sensor de temperatura para se obter a temperatura verdadeira.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>1.2</strong> O desvio, por outro lado, é definido como a diferença entre a temperatura incorreta indicada e a temperatura real. Também é referido como saída ou erro.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>1.3</strong> Lembre-se de sempre deixar claro seus requisitos para informações específicas, se você as deseja na forma de correção ou de desvio, diretamente para o laboratório credenciado pela ISO 17025 responsável pela sua documentação de calibração.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>2.</strong> “A extrapolação dos fatores de correção de calibração acima da temperatura mais alta de calibração e abaixo da temperatura mais baixa de calibração é proibida por qualquer fonte de calibração exceto pela NIST (National Institute of Standards and Technology &#8211; Instituto Nacional de Padrões e Tecnologias americano) ou outra agência americana de normas” (veja 3.1.2.5.2). A Revisão D não permite nenhuma extrapolação. Agora, isto é permitido pela AMS 2750E, mas somente com uma interação direta com a NIST ou outra agência nacional de normas. Ao mesmo tempo em que esta extrapolação é permitida, você deve considerar cuidadosamente se isto é praticável ao seu negócio.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>3.</strong> Em relação à calibração de rolos, as amostras precisam ser retiradas de ambas as extremidades do rolo, considerando o comprimento (veja 3.1.2.6.2).</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>3.1</strong> Na Revisão D era necessária a calibração de somente uma amostra de um rolo de fio que tivesse menos de 300 m de comprimento. A calibração das duas extremidades assegura que um lote específico de fio (ou termopares montados a partir daquele lote) esteja em conformidade com as relações de temperatura padronizadas dentro das tolerâncias especificadas.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>3.2</strong> O usuário talvez tenha que aplicar um fator de correção calculado para ambas as extremidades da amostra, assegurando-se de que os valores de correção individuais estejam dentro dos limites aceitáveis definidos pela especificação e pelas necessidades individuais.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>4.</strong> Talvez uma das maiores mudanças que afetarão a calibração do sensor de temperatura é em relação ao “arredondamento”. A Revisão E afirma que o número arredondado deve estar de acordo com a ASTM E29 ou outra norma nacional (veja 3.8). Antes da Revisão E, o arredondamento dos dados de calibração não eram especificamente citados na AMS 2750.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>4.1</strong> O método que a maioria de nós conhece e trabalha em relação ao número arredondado é conhecido como “Round Half Up”. Se o último número for menor que cinco, você arredonda para baixo e se for maior ou igual a cinco, você arredonda para cima. Por exemplo, 2,44 se tornaria 2,4, enquanto que 2,46 se tornaria 2,5.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>4.2</strong> Entretanto, a AMS 2750E prescreveu um método específico e alternado para o arredondamento relacionado às calibrações. Este método é descrito pela norma ASTM E29-08 e é conhecido como “Round Half to Even”. Este método é o mais utilizado pelos estatísticos e é o método de arredondamento utilizado pelo setor bancário.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>4.3</strong> Aqui está como isto funciona. Assumindo que você quer arredondar para a primeira casa decimal:</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>4.3.1</strong> Se o último número for menor que cinco, arredonde para baixo (1,24 torna-se 1,2).</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>4.3.2</strong> Se o último número for maior que cinco, arredonde para cima (2,37 se torna 2,4).</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>4.3.3</strong> Se o último número for exatamente cinco e o número que o precede for ímpar, então o arredondamento é para cima (3,75 se torna 3,8).</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>4.3.4</strong> Se o último número for exatamente cinco e o número que o precede for par, então o número permanece o mesmo (2,45 se torna 2,4).</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>4.4</strong> Embora isto pareça simples, talvez não seja tão simples. O desafio é que os softwares mais convencionais e comercialmente disponíveis (por exemplo, o Excel da Microsoft) utilizam o método “Round Half Up”, os quais resultarão em valores arredondados incorretos que não obedecem à ASTM E29-08.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>4.4.1</strong> Curiosamente, a própria norma faz a seguinte declaração na seção 6.4.3: “NOTA 1:. Este método de arredondamento não é usado universalmente por pacotes de software”.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>4.5</strong> Dito isto, seria preciso arredondar manualmente os valores de correção de acordo com as regras ou criar um pacote de software personalizado. Tenha um cuidado específico com essa nova exigência.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.</strong> Sensores e Calibração do Sensor &#8211; A Tabela 1 (pag. 34 da AMS 2750E) é mencionada em diversos lugares nesta especificação (Fig. 3). Esta tabela é uma referência visual muito útil para se determinar como os diferentes tipos de sensores são utilizados, quando eles precisam ser calibrados (período), o tipo de norma (referência, primária ou secundária) que precisam para serem calibrados e quais as tolerâncias aceitáveis (máximo erro permitido).</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.1.</strong> Pela AMS 2750E, o erro máximo permitido para “Padrão Secundário de Metais Nobres” e termopares da série SAT (System Accuracy Test – Teste de Precisão de Sistema) mudou.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.1.1</strong> A Revisão D afirmava que o erro máximo permitido para padrões secundários dos termopares SAT dos tipos S e R era de no máximo ±0,6ºC ou 0,1% da leitura e ±0,6ºC ou 0,25% para leitores do tipo B.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.1.1.1</strong> Nota: Estes limites são similares aos da ASTM E230 para tolerâncias especiais (no máximo ±0,6ºC ou 0,1% para tipos S e R e ±0,25% para leitores tipo B).</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.1.1.2</strong> As tolerâncias pela norma ASTM E230 para os tipos S e R são de no máximo ±1,5ºC ou 0,25% de leitura e ±0,5% de leitura para o tipo B (AMS 2750C utilizava estes limites para os termopares dos tipos S e R).</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.1.2</strong> A Revisão E fez o que pode ser chamado de uma aproximação híbrida e veio com um novo erro máximo permitido, o que parece ser uma combinação dos limites de erro padrão e especial.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.1.2.1</strong> O máximo de ±1,0ºC ou 0,25% de leitura para ambos os padrões secundários e para os termopares SAT dos tipos S e R.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.1.2.2</strong> O máximo de ±0,6ºC ou 0,5% de leitura para ambos os padrões secundários dos termopares tipo B e ±0,5% de leitura para os termopares SAT tipo B.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.2</strong> Outra mudança notável na Tabela 1 trata da recalibração do metal base para os termopares padrão secundário TUS (Temperature Uniformity Surveys &#8211; Pesquisas de Uniformidades de Temperaturas) e SAT.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.2.1</strong> A Revisão E permite a recalibração do metal base dos termopares, mas proíbe a recalibração dos termopares TUS tipo K e tipo E e dos SAT.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.2.1.1</strong> Os termopares de padrão secundário tipo E e tipo K podem ser recalibrados somente se utilizados abaixo de 260ºC ou se montados com uma nova junção formada de acordo com as provisões da seção 3.1.3.1.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.2.2</strong> A Revisão D permite somente a recalibração do metal base dos termopares do tipo J e do tipo N.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.3</strong> Uma omissão notável nas notas de rodapé da Tabela 1, que foi listada na Revisão D, é a tolerância para os termopares do tipo T utilizadas abaixo de 0ºC.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.3.1</strong> Tolerâncias especiais abaixo de 0ºC são difíceis de serem justificadas devido à limitada informação disponível.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.3.1.1</strong> Na Revisão D, a nota de rodapé 3 afirmava que a tolerância era de ±0,6ºC ou ±0,8%, o que fosse maior.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.3.1.2</strong> Isto era baseado na tolerância especial para os termopares do tipo T utilizados abaixo de 0ºC sugerida pela ASTM E230, Tabela 1.</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.3.1.2.1</strong> -200 a 0ºC, ±0,5ºC ou ±0,8ºC (o que for maior).</p>
<p class="ConteudoTexto"><strong>5.3.2</strong> Como os valores listados na Revisão D foram baseados em uma sugestão e não em um valor publicado como definitivo, esta nota de rodapé foi deletada porque esta afirmação não podia ser suportada.</p>
<p class="ConteudoTexto">
<h4 class="ConteudoTitulo">Conclusão</h4>
<p class="ConteudoTexto">A linha base é que agora a AMS 2750E é a especificação atual governando a pirometria nos processos térmicos mundiais. Ao se destacar as diversas alterações feitas à AMS 2750E sobre os sensores de temperatura, você pode escolher entre modificar suas práticas atuais ou garantir que a documentação de seu processo esteja em conformidade com a revisão mais recente (Rev. E). O conhecimento e a compreensão da especificação são essenciais.</p>
<p class="ConteudoTexto">Embora tenhamos falado somente sobre as mudanças relacionadas com os sensores de temperatura, a AMS 2750E, é claro, cobre uma ampla gama de requisitos em relação à pirometria. A revisão mais atual se destina a resolver problemas técnicos que surgiram com as versões anteriores da especificação e tem como objetivo esclarecer vários elementos ambíguos de edições anteriores.</p>
<h4 class="ConteudoTexto">Para mais informações, você pode obter uma cópia da AMS 2750E entrando em contato com a SAE International pelo tel: +1 724-776-4970; e-mail: CustomerService@sae.org; web: www.sae.org. Contate o autor: John Popovich, presidente, Furnace Parts LLC; tel: +1 216-916-9604; e-mail: jbpopovich@furnacepartsllc.com.</h4>
<p>&nbsp;</p>

<p class="ConteudoTexto">
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