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	<title>David Pye, Autor em Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>David Pye, Autor em Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>Solução de problemas para o processo de nitretação &#8211; Parte II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[David Pye]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 17:29:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos - Artigos Técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O processo de nitretação talvez seja um dos processos termoquímicos de tratamento de superfície mais mal compreendidos praticados atualmente.</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/solucao-de-problemas-para-o-processo-de-nitretacao-parte-ii/">Solução de problemas para o processo de nitretação &#8211; Parte II</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>O processo de nitretação talvez seja um dos processos termoquímicos de tratamento de superfície mais mal compreendidos praticados atualmente</h3>
<p>Na primeira parte deste artigo (publicado na edição de Março da IH Brasil), nós falamos sobre dois processos de nitretação: a gás e em banho de sal. Olhamos para os problemas resultantes destas duas técnicas. Este artigo irá focar na nitretação por íon/plasma e na solução de seus problemas. Também discutiremos alguns problemas gerais sobre nitretação.</p>
<p>A camada de nitretos formada ocorre normalmente como mostrado na Fig. 1. A verdadeira construção da camada depende da composição do aço a ser tratado. Por exemplo, a concentração de carbono do aço irá contribuir para a maneira como a camada composta (camada branca) irá se formar.</p>
<p>De forma geral, a camada composta deveria formar aproximadamente 50% do nitreto épsilon e aproximadamente 50% dos nitretos gama primários. Os nitretos estáveis irão se formar com os elementos formadores de nitretos abaixo da camada composta. O verdadeiro sucesso do processo de nitretação é o tratamento de pré-aquecimento anterior ao acabamento por usinagem e nitretação subsequente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Nitretação Iônica</h4>
<p>Nitretação iônica é também conhecida como nitretação de descarga brilhante ou nitretação a plasma (Fig. 2). O processo está ganhando muita popularidade na América do Norte devido à legislação para efluentes de processo, especificações de engenharia europeia e uma crescente preocupação com a reprodutibilidade e a consistência metalúrgica devido ao controle computacional (Fig. 3). É necessário compreender que existem dois tipos de sistemas de energia: fonte em corrente contínua e fonte em corrente pulsada. Também existem dois tipos de fornos de nitretação iônica/a plasma, por parede fria e parede quente  (Fig. 4).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Superaquecimento da Peça</h4>
<p>Superaquecimento é normalmente resultado das peças estarem muito próximas entre si e é conhecido como “efeito do catodo oco”. Este efeito pode ser geralmente visto durante o processo ao olhar através de um visor de vidro. A área específica que é sujeita ao efeito do catodo oco pode ser vista às vezes brilhando em temperatura visível. Após o processo ser completado e a peça for retirada da câmara, pode ser identificado como partes escuras na peça. Também pode ser medido em termos de dureza. A área afetada da peça terá menor dureza superficial do que o resto do componente.</p>
<p>A peça pode também ser superaquecida pelas variações de corrente e tensão do processo. Isto pode ser causado simplesmente por valores incorretos usados tanto no controlador do processo ou no computador (caso o processo seja controlado por computador). O superaquecimento pode também ser resultado de um valor incorreto de temperatura utilizado.</p>
<p>Qual é a temperatura correta de processo a ser usada? Isso vai depender de:</p>
<p>&#8211; A composição do aço que será usado para a produção da peça;<br />
&#8211; A temperatura de revenimento do tratamento de pré-aquecimento;<br />
&#8211; A superfície requerida pela metalurgia.</p>
<p>Um aspecto muito importante de uma temperatura não uniforme de processo durante o procedimento de nitretação e no procedimento da câmara é que irá causar grandes variações no componente. Assim sendo, o carregamento da câmara de processo é extremamente importante para assegurar que o efeito do catodo oco não ocorra. Além disso, é importante que os termopares do processo sejam posicionados na área de carregamento que irá melhor representar a temperatura de processo na superfície da peça. É igualmente crucial que os valores de controle de processo sejam conhecidos como “bons valores” de testes anteriores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Perda de Nitretação</h4>
<p>Durante a observação das condições de processo através de um visor de vidro no forno, se existirem áreas da peça sendo tratadas sem uniformidade no brilho do plasma, significa apenas que a pressão selecionada do processo está incorreta e que o valor é muito elevado. Se esta condição ocorrer, é mais importante corrigir isso porque nenhuma nitretação acontecerá onde não houver brilho. Isso significa que não haverá camada ou será extremamente rasa. A maneira em que essa condição é corrigida será para verificar que não existem vazamentos no vaso (lembre-se, o processo está acontecendo em condições de pressões parciais). Se não existirem vazamentos, a pressão de operação deve ser reduzida até que o brilho reapareça na área em que não foi havia aparecido ainda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Descarga de Arco</h4>
<p>É encontrada normalmente em sistemas de corrente contínua, mas pode ocorrer também nos sistemas de corrente pulsada (embora com menor frequência). A causa é de uma tensão de processo muito elevada, então a solução seria a de simplesmente reduzir a tensão até que a descarga pare. A descarga de arco é vista como uma descarga de relâmpago em miniatura dentro da câmara e irá ser atraído para cantos vivos no componente, o que irá resultar em um superaquecimento localizado e provavelmente em queimadura superficial/fusão localizada. A correção é reduzir a tensão de processo ou alterar a pressão do processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Lascamento da Peça</h4>
<p>É encontrada com mais frequência em cantos vivos. O motivo mais provável é a “rede de nitretos”. Isso significa que o canto que lascou foi supersaturado com nitrogênio. Esta condição pode aparecer também em nitretação a gás e em banho de sal. Isso acontece porque há muito nitrogênio presente no canto devido ao “efeito de borda”. Nitrogênio é solúvel em ferro até aproximadamente 7% em volume (máximo). Quando ocorre a supersaturação, o nitrogênio precipita da solução durante o resfriamento do processo e se estabiliza nos contornos de grão localizados nos cantos do componente (Fig. 5). A solução neste caso é reduzir o nitrogênio do processo ou arredondar os cantos do componente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Outros Problemas em Nitretação</h4>
<p>Como lascamento da peça, alguns problemas de nitretação podem ocorrer; independentes do processo utilizado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>Baixa Dureza de Superfície</h5>
<p>O motivo provável é a baixa disponibilidade de nitrogênio com nitrogênio inadequado na solução com o aço para formar nitretos suficientemente estáveis na superfície. Outra condição que pode ocasionar a baixa dureza de superfície é se o aço for muito pobre em elementos de liga formadores de nitrogênio. A solução é alterar o aço usado para produzir a peça ou aumentar o nitrogênio e assim aumentar o potencial de nitrato no gás de processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>Escamação da Superfície</h5>
<p>A razão desta condição é frequentemente um contaminante de superfície que foi carregado para o processo pela peça. Simplesmente verificar o método de produção para o tipo de líquido refrigerante ou fluido de corte utilizado durante a pré-usinagem e então checar o método de pré-limpeza anterior ao procedimento de nitretação.</p>
<p>Alguns contaminantes podem ser removidos por limpeza via pulverização no começo do processo de nitretação a plasma utilizando hidrogênio como o gás de limpeza. Se o hidrogênio não for suficientemente agressivo, uma mistura de hidrogênio/argônio pode ser usada. Seja cauteloso com o uso de argônio porque este gás possui um peso atômico que pode causar gravuras na superfície. O volume máximo de argônio sugerido seria 10% com 90% de hidrogênio. Geralmente a razão da mistura é de 5% de argônio e de 95% de hidrogênio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Conclusão</h4>
<p>Nitretação é um processo muito útil para desenvolver propriedades para determinadas operações. Não pode substituir outros métodos de endurecimento da superfície, e não é um processo sem desafios. Esperamos que este artigo em duas partes tenha mostrado diferentes técnicas e que as sugestões de soluções para os problemas possam te ajudar a produzir peças nitretadas com maior qualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Para mais informações: David Pye, Pye Metallurgical International Consulting; Saint Anne’s on Sea, Lancashire &#8211; Reino Unido; e-mail: pye_d@ymail.com; web: www.heat-treatment-metallurgy.com.</h4>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Referências</h4>
<h6>[1] Some Practical Aspects of the Nitriding Process, McQuaid H.W. and Ketcham W. J., Transactions American Society of Steel Treaters, 1928;<br />
[2] Adolph Fry. US Patent 1,487,554 18 March 1924;<br />
[3] Practical Nitriding and Ferritic Nitrocarburizing, Chapter 17 Troubleshooting. Pye D., ASM International, 2003.</h6>
<p>&nbsp;</p>

<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/solucao-de-problemas-para-o-processo-de-nitretacao-parte-ii/">Solução de problemas para o processo de nitretação &#8211; Parte II</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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		<item>
		<title>Resolução de problemas no processo de nitretação &#8211; Parte I</title>
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		<dc:creator><![CDATA[David Pye]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2017 13:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos - Artigos Técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O processo de nitretação é talvez um dos mais mal compreendidos processos de tratamento termoquímico de superfície realizados atualmente</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/resolucao-de-problemas-no-processo-de-nitretacao-parte/">Resolução de problemas no processo de nitretação &#8211; Parte I</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>O processo de nitretação é talvez um dos mais mal compreendidos processos de tratamento termoquímico de superfície realizados atualmente</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>O processo de nitretação completou 100 anos em 2003. A patente para nitretação foi primeiro dada a Adolph Machlet de Elizabeth, Nova Jersey &#8211; EUA (veja U.S. Patent 1.092.925, datado de 24 de Junho de 1913), seguido por Adolph Fry da Alemanha no começo da década de 1920. Então, não é um processo tão antigo quanto a cementação. No entanto, do ponto de vista químico, esse processo seja talvez um dos mais simples tratamentos de superfície.</p>
<p>Neste artigo iremos descrever alguns dos problemas que podem ocorrer como resultado de um processo de nitretação. Será necessário avaliar as técnicas do processo, que são: nitretação por gás, diluição, banho de sal ou plasma. A Tabela 1 ilustra as técnicas básicas do processo, assim como o meio do processo e a variação da temperatura de operação.</p>
<p>Baseando-se nas informações fornecidas pela Tabela 1, pode ser dito que a resolução de problemas pode ser dividida em três categorias muito distintas que são mostradas na Fig. 1.</p>
<p>Nossa discussão direcionará as questões normalmente associadas com os problemas do processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Nitretação a gás</h4>
<p>Um dos maiores problemas com a nitretação a gás (Fig. 2) é o entendimento de preparação da superfície em termos de limpeza de superfície. Nunca é demais enfatizar a importância da limpeza de superfície no pré-tratamento do aço antes de realizar a nitretação, sendo que esta etapa é essencial para garantir o sucesso do procedimento (Fig. 3). Uma vez que a superfície esteja livre de contaminações, podemos lidar com os problemas no procedimento do processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>Dissociação do gás</h5>
<p>Se não há dissociação de gases na temperatura do processo, é necessário checar o teor de amônia no sistema de armazenamento e alterar para o máximo permitido. Se parecer que a dissociação está acontecendo, mas não nos requisitos apropriados, algo está acontecendo para reduzir o fluxo dentro do sistema. Pode ser apenas uma limitação no escoamento. No entanto, a limitação pode ser causada por oxidação interna se a tubulação utilizada for de aço comum. Outra possível causa é oxidação interna ocorrendo dentro da câmara, significando que o recipiente do processo esteja oxidando ou contaminado.</p>
<p>Outro item geralmente negligenciado é a fixação do suporte de carga como cestas, bandejas e equipamentos de suporte. Uma solução simples é limpar com jato de granalha ou com vidro. É recomendável não utilizar aços baixa liga ou aços comuns para esse tipo de serviço. Esse material irá interagir como uma esponja e irá retirar a amônia do processo. O grau de dissociação do gás irá determinar a qualidade metalúrgica da superfície nitretada, então é importante assegurar que a dissociação desejada foi alcançada de maneira a produzir a superfície requerida (Fig.4).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>Descoloração da superfície</h5>
<p>Descoloração da superfície é normalmente atribuída à entrada de oxigênio, entrada de ar ou contaminante da superfície sendo carregado pelo processo pela peça de trabalho ou pelos equipamentos de suporte de carga. Se o oxigênio estiver presente na câmara de processo, normalmente ocorrerá na porção de resfriamento do ciclo do processo. Portanto, a disposição da vedação do recipiente do processo será suspeita. Se a peça estiver descolorida, não haverá outro efeito adverso na superfície. Pelo contrário, haverá uma melhoria na resistência à corrosão do aço no ponto de contaminação.</p>
<p>Alguns procedimentos de nitretação são denominados por essa capacidade de oxidação da superfície e formação de uma camada nitretada resistente à corrosão. Alguns dos nomes comerciais são oxinitretação, nitrox, niox, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>Esfoliação de revestimento</h5>
<p>Se parecer que o revestimento começou a descascar, é um indicativo comum da presença de descarbonetação na superfície do componente. A descarbonetação é um resultado direto da:</p>
<p>&#8211; Remoção não eficiente de pedaços de metais nas etapas de usinagem pré-nitretação;<br />
&#8211; Descarbonetação ocorreu na etapa de pré-aquecimento durante tratamento.</p>
<p>O componente é então considerado sucata e não é recomendada sua reutilização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>Descamação laranja</h5>
<p>A superfície é aleatoriamente ondulada. Este defeito também pode ser atribuído à descarbonetação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>Formação de lascas da superfície nitretada</h5>
<p>Se a superfície aparentar formação de lascas, especialmente nos cantos, é normalmente indicativo do que é conhecido como rede de nitretos (Fig. 5). É uma área muito enriquecida em nitrogênio, onde existem precipitados muito duros e muito frágeis compostos de nitreto e elementos já presentes no aço. Este problema ocorrerá quando o potencial de nitretação do gás de processo for muito elevado. A solução é verificar o fluxo de gás e a dissociação para tentar reduzir o fluxo de acordo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>Descamação do revestimento</h5>
<p>Isso pode ocorrer como resultado direto da presença de contaminante da superfície no componente. Investigar a etapa de limpeza antes da nitretação, assim também como as de usinagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>Esmagamento do revestimento</h5>
<p>Isso se deve a um núcleo de dureza que está falhando ao suportar o revestimento nitretado. Outra probabilidade é o revestimento formado ser um pouco raso e a solução pode aumentar sua profundidade, o que deve ser feito com cautela. A aplicação da peça de trabalho e o tipo de carga que irá suportar também devem ser checados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Nitretação em banho de sal</h4>
<p>Esse processo pode ser econômico contanto que a limpeza e a química do banho de sal permaneçam (Fig. 6). É obrigatório que o banho de sal seja verificado no começo de cada transferência e que adições apropriadas ao banho de sal sejam feitas para manter suas propriedades. O banho deve ser regularmente deslocado para remoção dos óxidos que se formam na superfície devido a cestas de trabalho e fios de suspensão da carga.</p>
<p>A etapa de limpeza antes do processo também é obrigatória da mesma forma que ocorre com o processo a gás, e é muito importante que após a nitretação seja feita limpeza também para remover qualquer traço do sal em furos ou cavidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Nitretação por diluição</h4>
<p>Nitretação por diluição é um processo que existe desde o desenvolvimento inicial da nitretação a gás de Machlet. O processo foi aperfeiçoado e desenvolvido na América do Norte para uma ciência muito precisa, sendo ainda um processo que utiliza amônia como fonte de nitrogênio. Controla-se a metalurgia da superfície durante o processo utilizando diluição de gás nitrogênio ou hidrogênio. A próxima área a ser seguida pelo controle de projeto e de reprodutibilidade é entregar um tipo de processo a gás com um sistema de medição muito preciso.</p>
<p>Os problemas que podem ocorrer são de natureza principalmente metalúrgica e estão descritos na seção de nitretação a gás. Os problemas incomuns estão relacionados a hardware e programas, embora não existam dúvidas de que possam ocorrer.</p>
<p>Na parte II discutiremos o processo remanescente de nitretação a plasma e alguns problemas de nitretação que ainda não foram abordados. Discussões sobre nitretação e metalurgia podem ser encontradas no blog (<a href="http://www.industrialheating.com/pyeblogs" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.industrialheating.com/pyeblogs</a>), o qual tem sido executado pelo website da revista Industrial Heating EUA desde 2008.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Para mais informações: David Pye, Consultoria Metalúrgica Internacional Pye; Saint Anne’s on Sea, Lancashire &#8211; Reino Unido; E-mail: pye_d@ymail.com; web: www.heat-treatment-metallurgy.com.</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>[our_team image=&#8221;&#8221; title=&#8221;Referências&#8221; subtitle=&#8221;&#8221; email=&#8221;&#8221; phone=&#8221;&#8221; facebook=&#8221;&#8221; twitter=&#8221;&#8221; linkedin=&#8221;&#8221; vcard=&#8221;&#8221; blockquote=&#8221;&#8221; style=&#8221;vertical&#8221; link=&#8221;&#8221; target=&#8221;&#8221; animate=&#8221;&#8221;][/our_team]</p>
<h6>[1] Some Practical Aspects of the Nitriding Process, McQuaid H.W. and Ketcham W.J., Transactions American Society of Steel Treaters,1928;</h6>
<h6>[2] Adolph Fry. US Patent 1,487,554 18 March 1924;</h6>
<h6>[3] Practical Nitriding and Ferritic Nitrocarburizing, Chapter 17 Troubleshooting. Pye D., ASM International, 2003.</h6>
<p>&nbsp;</p>

<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/resolucao-de-problemas-no-processo-de-nitretacao-parte/">Resolução de problemas no processo de nitretação &#8211; Parte I</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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