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	<title>Fred Woods de Lacerda, Autor em Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Fred Woods de Lacerda, Autor em Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>Uma nova perspectiva sobre a história da siderurgia brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fred Woods de Lacerda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2014 16:42:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[História da Siderurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A siderurgia Brasileira tem sido bastante objetiva ao cumprir sua pauta diária em relação às informações que envia para as redações ou fazendo um contato direto com os jornalistas</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/uma-nova-perspectiva-sobre-a-historia-da-siderurgia-brasileira/">Uma nova perspectiva sobre a história da siderurgia brasileira</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="ConteudoTexto">A partir desta edição da Industrial Heating, estaremos voltados para estudar a ligação do elevado grau de desenvolvimento de tecnologias pela siderurgia brasileira, no início do período em que o mundo até então dito civilizado foi seguido, com mais evidência na Europa e Japão, após a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Isso enobrecerá, nos dias de hoje, pesquisar a história da siderurgia brasileira na terceira fase da industrialização brasileira, aclarando, assim, estes quadros históricos após a Segunda Guerra Mundial, a qual atingiu naqueles dias um ápice sem precedentes. A metalurgia, em particular, girou os famosos 180o que simbolizam crescimentos circunstanciais em face das revoluções que o homem desenvolve oportunamente.</p>
<p>De fato, as matérias hoje apresentadas pela revista Industrial Heating deixam ver o notável aumento do conhecimento da história das ciências, das tecnologias e epistemologias (teoria/filosofia do conhecimento/o ramo da filosofia que trata da natureza, das origens e da validade do conhecimento), por parte deste setor, hoje manifestando também um grande desenvolvimento relativo aos processos mecânicos/físico/químicos que, atualmente, estão presentes, com possibilidades de avanços ainda maiores no futuro próximo.</p>
<p>Face ao grande crescimento que a Industrial Heating vem revelando, estas epistemologias, em particular, já mereciam, então, uma pesquisa mais dedicada a esta questão, ou seja, sua história.</p>
<p>Antecedentes sempre serão necessários. Uma história das ciências mais vigorosa é encontrada na Encyclopaedia Britannica, fundada em 1768, durante a Revolução Científica. É inacreditável o valor histórico desta Encyclopaedia. Sua edição de 1912 abriu o assunto referente à Revolução Científica, assim como as edições de 1956 e 1972, etapas desta história sempre em movimento.</p>
<p>O exemplo sempre vem de cima, ou, neste caso, de acontecimentos históricos, desde quando a direção da Encyclopaedia renovou a maneira de examinar estas questões, de forma científica, ou seja, uma Encyclopaedia inquisitiva, enumerando tudo que dissesse respeito ao avanço das ciências e das tecnologias. Em suma, a eterna procura do “porquê” e da “inovação” que cresciam a olhos vistos. Cada edição dava um passo à frente.</p>
<p>Indo ao fundo do poço, o leitor mesmo pode entrar nesta pesquisa e verá como a história das ciências em escala mundial já estava em grande ascensão na Inglaterra nos séculos XVII e XVIII.</p>
<p>Como chegar à história da siderurgia brasileira? Neste terreno científico, a metalurgia surgiu daquela revolução, com grande ímpeto, ao ser criada uma tecnologia de fabricação do aço por sopro, de Henry Bessemer, em 1856. Adquiri as duas primeiras edições quando estudava metalurgia, desde 1957, com ênfase no uso dos refratários, e em particular as histórias das ciências, em Rutgers, The State University of New Jersey, fundada em 1766, em New Brunswick, no estado americano de New Jersey, no quadrilátero que envolvia o MIT (Massachusetts Institute of Technology) e as universidades de Harvard e Princeton. Visitei então os “moderníssimos” centros de pesquisa destas universidades. Nosso colega, meu grande amigo, Georges Leonardos, já falecido neste ano que corre, estudou também metalurgia no MIT nesta década de 50 no Massachusetts Institute of Technology, e nos encontramos diversas vezes em busca de informação. Ao voltar criou o Centro de Pesquisas da CSN, que depois passou às mãos de Carlos Alberto Nolasco e seu assistente, Pascoal José Peixoto Bordignon, outro amigo que vai dar um depoimento sobre estas articulações, pesquisa na Usiminas, CSN, Belgo Mineira, Acesita, as siderúrgicas novas, e depois algumas empresas, como Villares fabricando cilindros de laminação e um grande grupo que começou a fornecer aço para os fabricantes de peças em São Paulo. Este último conjunto de fatos e episódios envolvendo os fabricantes de peças é muito interessante, todos verão isso adiante.</p>
<p>Fico imaginando o programa avançadíssimo deste centro, nas usinas das nossas grandes empresas siderúrgicas.</p>
<p>A British Society for the History of Science (BSHS), no exterior, fundada em 1947, é digna de maior atenção, lembrando que as chamadas revoluções filosóficas, científicas e industriais tiveram início naquele país.</p>
<p>Na linha do tempo da ascensão das ciências e da metalurgia no Brasil, pode causar algum espanto, mas D. João VI também teve um lugar de grande proeminência nesta questão. Veremos isso logo adiante, o efeito hoje observado no Brasil, muitas vezes tem emergido destes longos episódios. Não vamos esquecer D. João VI e Barão de Mauá, eles fizeram tudo que podiam, tal como nenhuma parede fica de pé sem o alicerce e as colunas de fortalecimento.<br />
Getúlio Vargas, deixando de lado outras considerações em sua presidência, também deu o empurrão para que Macedo Soares impulsionasse a siderurgia pesada.</p>
<p>Nunca esquecida foi a vinda da Belgo Mineira, coroando os episódios dos guseiros do Brasil colonial e das pequenas aciarias, que começaram a funcionar no princípio do século XX, logo após a Proclamação da República.<br />
Minha geração, digamos de 44/45 em diante, no fim da Segunda Guerra Mundial até 1960, teve a sorte de passar pelo conhecimento do que restava do passado &#8211; Bessemer, etc. &#8211; para o LD (conversor ou processo LD &#8211; Linz Donawitz, nome das duas cidades da Áustria onde foram utilizados primeiramente em 1952/3), daí talvez minha grande curiosidade em destrinchar toda esta história.</p>
<p>Nesta história, a ser desenvolvida em alguns capítulos, a grande questão será encaminhar o trabalho de tal forma que tenhamos vivo a nossa frente o panorama do crescimento da siderurgia, no mundo e no Brasil, o passado explicando o presente.</p>
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		<title>Uma nova perspectiva sobre a história da siderurgia brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fred Woods de Lacerda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2014 14:10:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[História da Siderurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O passado mais uma vez explica o presente&#8230; “A História de um grupo humano é sua memória coletiva, e a seu respeito, cumpre a mesma função que a memória pessoal em relação a um indivíduo: Dar-lhe um sentido de identidade que o faz ser ele mesmo, e não outro.” &#8211; A História do Homem &#8211; Josep</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O passado mais uma vez explica o presente&#8230;</p>
<p>“A História de um grupo humano é sua memória coletiva, e a seu respeito, cumpre a mesma função que a memória pessoal em relação a um indivíduo: Dar-lhe um sentido de identidade que o faz ser ele mesmo, e não outro.” &#8211; A História do Homem &#8211; Josep Fontana</p>
<p>Se pararmos para pensar, ainda não terminaram os anos em que a imprensa tem mais a ver com as notícias quentes do dia. Aliás, existia um gracejo bem conhecido na área do jornalismo dos EUA dizendo que se que um cachorro mordesse um homem isso não era notícia, mas um homem morder um cachorro, isso sim era notícia.</p>
<p>Indo ao ponto, por exemplo, a Siderurgia Brasileira tem sido bastante objetiva ao cumprir sua pauta diária em relação às informações que envia para as redações ou fazendo um contato direto com os jornalistas.</p>
<p>Mas as notícias &#8211; nos dias que passam &#8211; estão mais voltadas para falar sobre uma preocupação com a queda de produção na Siderurgia Brasileira, ou mau desempenho na sua área comercial etc.<br />
Ora, todos sabem que não se pode inventar o mercado, o que se pode é aproveitar o momento em que o mercado é comprador, e na atual situação que o País atravessa, um tanto abaixo do normal, é certo que os pedidos caiam, não porque hoje a Siderurgia não possa entregar seus produtos ou outra razão qualquer.</p>
<p>É o homem mordendo o cachorro.</p>
<p>O que se pode redarguir é que a Siderurgia Brasileira, melhor dizendo, suas empresas, têm suas identidades próprias, muito conhecidas, e nesta área nada temos a fazer. Cabe a cada uma delas ter respondido bem à altura dos problemas de mercado do aço em um ambiente geral de razoável recessão em nível dos clientes locais e dos que estão no exterior.</p>
<p>Então, não estamos errados se dissermos que ela não pode inventar que tudo vai bem. Aliás, dizia um famoso membro do senado americano &#8211; não lhe dou a honra de citá-lo &#8211; que se você quer explicar, já mostra um sinal de culpa.</p>
<p>Isso nos lembra o noticiário sobre a atual conjuntura, espantosamente complicado, que a imprensa &#8211; vamos falar então somente da nossa imprensa &#8211; tenta dissecar. Aproveito o ensejo para dizer que a Siderurgia foi uma das primeiras entidades a publicar suas estatísticas. Nenhum jornal encontrará falha nestas coisas e sua associação sempre manteve um serviço impecável de apoio à imprensa.</p>
<p>E por aí vem outra vez a historieta do cachorro (então, quem é que está mordendo?) na atual conjuntura. Os problemas de hoje se juntam a uma longa cadeia da história do nosso mercado de aço, ora para cima ora para baixo, o que é mais do que natural. Vamos nos fixar nesta última fase: uma situação mundial complexa, que afeta as indústrias na sua programação.</p>
<p>A questão, então, pode ser entender as peripécias do mercado e o que a indústria pode fazer, pois ela não controla os governos, que cuidam da economia, nem pode obrigar o mercado a comprar.<br />
Então qualquer coisa está errada. Um fato conhecido é que indícios de recessão são sempre estressantes. A imprensa tem acesso a tudo que a Siderurgia fez e faz, e devia estar anunciando o que vai fazer se buscar com ela a informação. Estes, sim, não são comportamentos inconsequentes.</p>
<p>Por exemplo, os planos do governo são uma coisa. Lemos na imprensa uma farta publicação de planos de crescimento. No outro dia, lemos um elevado número de projetos ainda em curso, os quais são de repente classificados como projetos a terminar, e nada mais do que isso, alegando que só passaram um pouco do prazo.</p>
<p>No dia seguinte, a imprensa ataca o governo porque as obras estouraram o calendário, e isso agora virou moda no país. O único setor que não está anunciando planos de crescimento é a Siderurgia.</p>
<p>Mas fatos são fatos. A revista Industrial Heating é uma revista com bom trânsito em diversas áreas técnicas, mas não políticas, nem tem assuntos a tratar com o governo. Em particular, a revista tem muito contato com um bravo e lutador setor de peças para a indústria automobilística, abrigado no Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores), área importantíssima para o ramo automobilístico.</p>
<p>A Industrial Heating publica também artigos técnicos desenvolvidos por profissionais do ramo, sejam da Indústria, da Academia ou de ambos. Enfim, ela é um arauto inteligente, com livre trânsito em diversas áreas técnicas, mas repito, não políticas.</p>
<p>Na próxima edição terminaremos estas considerações, quando os leitores entenderão melhor estas questões, uma vez que hoje quase não existem mais aquelas empresas siderúrgicas do nosso passado, agindo cada uma a seu modo nos momentos de crise de mercado.</p>
<p>O que hoje existe no mundo são conglomerados de produção de aço, alguns com sede no exterior, e as antigas empresas brasileiras fazem parte destes conglomerados.</p>
<p>No outro extremo, uma grande empresa brasileira fabricante de aço foi lá fora e adquiriu usinas de aço em vários países, o que mostra que estes movimentos têm sido a razão de que estes conglomerados estão a par de todas as situações de mercado, mundo afora, portanto sabem acertar muito mais suas estratégias de mercado na atual conjuntura mundial.</p>
<p>Na próxima edição, para não misturarmos os assuntos, traremos a esta coluna um relato sobre a marcha da Siderurgia Brasileira, uma curva sempre ascendente, no que diz respeito a um bom acompanhamento de mercado, nacional e internacional, e muita pesquisa. O uso de novas técnicas e tecnologias pelas empresas é, hoje, um grande fator de respeito por parte de seus pares no exterior.</p>
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		<title>Uma síntese da história da pesquisa industrial na siderurgia brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fred Woods de Lacerda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2014 12:49:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[História da Siderurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Laboratórios de PI (Pesquisa Industrial) estão, hoje, atuando em todas as áreas tecnológicas e, em particular, na siderurgia brasileira</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/uma-sintese-da-historia-da-pesquisa-industrial-na-siderurgia-brasileira/">Uma síntese da história da pesquisa industrial na siderurgia brasileira</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="ConteudoTexto">A partir do século XVI, a Revolução Filosófica estabeleceu uma etapa definitiva para descerrar as cortinas que ainda ofuscavam o conhecimento da verdade. Estes primeiros passos abriram o caminho para logo estabelecer as raízes primárias da Revolução Científica e, em particular, o assunto que nos interessa: a discussão do papel da física e da química.</p>
<p class="ConteudoTexto">Com o conhecimento destas ciências, e outras, nasceria a Revolução Industrial, cujo braço forte seria a PI (Pesquisa Industrial). Com este passo à frente, laboratórios de PI estão, hoje, atuando em todas as áreas tecnológicas e, em particular, na siderurgia brasileira.</p>
<p class="ConteudoTexto">Com uma lente de aumento poderosa, podemos fixar nossa atenção em uma das artes do conhecimento, das mais importantes que surgiram, como acima já foi dito, em função da PI, durante a Revolução Industrial. Isso ocorreu quando Henry Bessemer obteve, em 1855, a patente para a produção de aço em seu “Convertedor Bessemer”.</p>
<p class="ConteudoTexto">Operávamos na ACESITA (Companhia Aços Especiais Itabira) um equipamento “moderno” tal como este Convertedor Bessemer, o qual estava em serviço na sua usina desde a década de 40.</p>
<p class="ConteudoTexto">Nosso alto forno de 200 mt/dia de gusa usava carvão vegetal para a redução do minério de ferro. O ideal para a fabricação de aços especiais.</p>
<p class="ConteudoTexto">A combinação do aço soprado e a finalização do processo em fornos elétricos de 7 e 30m já haviam conseguido uma grande escala de produção de chapas de aço silício. Estas, ao passar pelo forno Newiges, seriam transformadas em chapas de grão orientado, o que mudou bastante o quadro de produção de artefatos elétricos no país.</p>
<p class="ConteudoTexto">Com uma vasta gama de especificações de aços especiais, o mercado nacional passou a usar outros tipos de aços especiais, destacando-se as primeiras aplicações do inox.</p>
<p class="ConteudoTexto">Estes foram bom ventos, e assim, naturalmente, isso trouxe esta prática &#8211; a PI &#8211; para nosso país, ao nível da PI exercida no exterior.</p>
<p class="ConteudoTexto">Uma dissertação de mestrado [1] sobre esta fase pode ser consultada nos arquivos desta revista, dessa forma ganhamos mais espaço para discutir o que hoje se passa no setor.</p>
<p class="ConteudoTexto">Foi dado início então à fabricação de chapas, pela CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), fundada pelo Presidente Vargas, que designou Macedo Soares para dirigir o projeto. Iniciam-se, então, suas operações em 1946.</p>
<p class="ConteudoTexto">Como primeira produtora integrada de aços planos no Brasil, a CSN é um marco no processo brasileiro de industrialização. Após a década de 50 do século passado, com a movimentação do governo em face do salto da industrialização no “pós-guerra”, ficou bem claro o fato de que as preocupações do governo estavam voltadas para o plano de montagem do setor automobilístico, além também da indústria de construção naval e demais utilizadores de chapas.</p>
<p class="ConteudoTexto">Obviamente, esta realidade global deu lugar em primeira instância a várias instalações de usinas fabricantes de aços planos, como a USIMINAS (Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S. A.), CST (Companhia Siderúrgica de Tubarão) e COSIPA (Companhia Siderúrgica Paulista). A jusante nasceu a produção de aços especiais, em grande parte para peças a serem consumidas pela indústria automobilística. Fechando este quadro cresceu em paralelo outra área de consumo de aço, formada por uma miríade de produtores e consumidores de vergalhão.</p>
<p class="ConteudoTexto">Indo ao ponto, visando principalmente atender à indústria automobilística, esta área expressivamente diversificada, com algumas centenas de empresas, deve e pode, programaticamente, ser estudada com naturalidade e objetividade, hoje representada com muita profundidade por sua conhecida e dinâmica associação. Já é conhecido o fato de que muitos trabalhos técnicos das empresas deste setor estão sendo publicados na Revista IH, cada vez mais atestando esta faceta de atividades na área da PI, o que fica apontado para ser abordado em uma próxima coluna.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 class="ConteudoTitulo">Nada Vem do Nada</h4>
<p class="ConteudoTexto">Sem a Pesquisa Industrial não teríamos obtido algum sucesso, nem de longe, neste longo período acima ressaltado, e isso foi minuciosamente estudado na dissertação acima apontada. A fundação da POLI (Escola Politécnica) em São Paulo, em 1893, pelo grande educador Paulo Souza, foi dotada de um Gabinete de Materiais, por ele mesmo, pois como seu fundador criou a frase “Aulas pela manhã, laboratórios à tarde”. Desligando-se da POLI em 1899, o Gabinete mais tarde foi a semente do IPT, criado por Ary Torres, em 1934.</p>
<p class="ConteudoTexto">Este episódio do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) e suas raízes foi muito importante. Seu antigo laboratório já estava equipado com uma bancada metalográfica, instalada em 1907. Seus técnicos realizavam todos os estudos metalográficos necessários, uma réplica de comportamento semelhante ao que existia a serviço das indústrias siderúrgicas estrangeiras.</p>
<p class="ConteudoTexto">Assim foi que, há mais de um século, surgiu a Pesquisa Industrial no país, lembrando ainda que a criação da Belgo Mineira, fundada em 1921, subsidiária da ARBED (Siderurgias Reunidas de Burbach-Eich-Dudelange, do francês Aciéries Réunies de Burbach-Eich-Dudelange) luxemburguesa, trouxe consigo “experts” nesta área.</p>
<p class="ConteudoTexto">A pedido, o autor enviará aos interessados cópia em pdf da dissertação acima apontada, para que se divulguem estas raízes da PI na siderurgia brasileira e que se dê nome aos centros de pesquisas criados, com sua atividade pioneira, pelas usinas siderúrgicas, desde a década de 70. Para fechar este círculo de informação no Brasil, uma tese de doutorado está a caminho, na UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto), para consignar a História da PI, implementada pelo nosso setor siderúrgico, ou seja, as suas usinas, fábricas e universidades que atuam na área, de 1950 até hoje.</p>
<h4 class="ConteudoTitulo">O Presente</h4>
<p class="ConteudoTexto">Já não se pode mais dizer que isso seja uma surpresa, mas de qualquer forma os fatos ficam cada vez mais visíveis e seus resultados crescem em importância. Refiro-me aos colegas que a cada ano estão agindo na maratona do aumento do conhecimento nas áreas de metalurgia, materiais e mineração, e estes setores, com isso, vêm alcançando níveis de desempenho de grande valor.</p>
<p class="ConteudoTexto">A ponta do iceberg foi o 68º Congresso da ABM Internacional, realizado em Belo Horizonte, de 30 de julho a 02 de agosto de 2013. Durante o encontro pudemos observar um variado conteúdo nos trabalhos técnicos, aliás, mais do que 500 apresentações. Além disso, alguns painéis tiveram seu lugar garantido e foram muito movimentados. Tudo somado, graças aos debatedores, que foram muito felizes com suas colocações e, portanto, temos muita lição de casa pela frente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 class="ConteudoTitulo">Este Iceberg Tecnológico Está Crescendo Como Nunca na Siderurgia Brasileira</h4>
<p class="ConteudoTexto">Extraordinário mesmo foi o número de inscritos no Congresso da ABM, que aliás nunca deixaram de ser crescentes. Desta feita se somaram mais do que 800 congressistas, com uma novidade muito feliz, qual seja, pela enésima vez houve uma presença maciça de estudantes das mais diversificadas universidades &#8211; em torno de 350 &#8211; , os quais brilharam numa seção de pôsteres, editados por estes estudantes, com grande objetividade, por seus brilhantes professores e orientadores.</p>
<p class="ConteudoTexto">Acumulado durante anos, este imenso repositório de conhecimento encontra-se disponível na internet.</p>
<p class="ConteudoTexto">As visitas técnicas não ficaram por menos, optei então por uma visita ao especialíssimo Centro Técnico da Vale, localizado no antigo local onde funcionava o Miguelão, Centro Técnico da CAEMI (Caemi Mineração e Metalurgia S.A.), a poucos quilômetros de Belo Horizonte, quando trabalhei na mesma na década de 80, pois estávamos conquistando o fornecimento de minério de ferro para a China.</p>
<p class="ConteudoTexto">Somado a isso tudo, que já tem contornos de grande profundidade, é digno de nota também que vínhamos de um encontro recente da ABM (Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração) em Araxá, MG, com visitas às instalações de um moderníssimo Centro de Pesquisas da CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração), onde a presença marcante de uma numerosa delegação chinesa chamou nossa atenção.</p>
<p class="ConteudoTexto">É desnecessário dizer que estávamos todos interessados em aprofundar nossos conhecimentos sobre o uso do aço nióbio.</p>
<p class="ConteudoTexto">Inserindo então o valor da PI realizada pelas fornecedoras de peças e pelas montadoras, isso em parte já está presente neste iceberg, com o exemplo da Revista IH, chamando a atenção de todos pelos trabalhos que têm alimentado o crescimento e os desafios impostos a uma miríade de empresas voltadas para o avanço de um setor gigantesco, o setor automobilístico.</p>
<p class="ConteudoTexto">Parcerias inusitadas estão se formando entre universidades, empresas siderúrgicas e montadoras. As empresas de aços especiais estão neste caso e sua interação com os setores de autopeças está buscando avançar com atenção crescente nas exigências do mercado.</p>
<p class="ConteudoTexto">É impossível também ignorar o crescimento das linhas de produção de equipamentos, principalmente fornos de tratamento térmico, atuando neste gigantesco cenário.</p>
<p class="ConteudoTexto">Isso está claro como nunca, vamos ampliar com mais informação as atividades deste setor, ao folhear a IH, com a PI que tem sido o baluarte de todo este crescimento.</p>
<p class="ConteudoTitulo">[our_team image=&#8221;&#8221; title=&#8221;Referências&#8221; subtitle=&#8221;&#8221; email=&#8221;&#8221; phone=&#8221;&#8221; facebook=&#8221;&#8221; twitter=&#8221;&#8221; linkedin=&#8221;&#8221; vcard=&#8221;&#8221; blockquote=&#8221;&#8221; style=&#8221;vertical&#8221; link=&#8221;&#8221; target=&#8221;&#8221; animate=&#8221;&#8221;] [/our_team]</p>
<h6 class="ConteudoTexto">[1] UFRJ &#8211; Fred Woods de Lacerda, M. Sci. ”A evolução da fabricação do ferro no Brasil, desde 1550, e a importância da PI Pesquisa Industrial para a produção do aço, após 1922.”</h6>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Um atrativo a mais para auxiliar o crescimento da P&#038;D</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fred Woods de Lacerda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2014 13:38:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As estatísticas podem traduzir ganhos de produtividade e de retorno de capitais envolvidos no processo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="ConteudoTexto">Conversando alguns dias atrás com nosso prezado editor nos intervalos de um congresso recente, analisávamos suas observações, ele recordando como foram surgindo matérias específicas na IH, obviamente sempre ligadas às áreas de interesse dos seus leitores, mas tentando agora ingressar numa reconhecidíssima atividade, abaixo discutida, que pudesse agregar mais uma área de real importância, a ser coberta pela revista. Pensando bem, estávamos voando dentro do conhecido “brainstorm”, coisas assim que ocorrem nos intervalos dos trabalhos do congresso, que podem gerar resultados. Indo direto aos fatos, de um lado a revista já atingiu um grande espaço no território de informações a respeito da soma de esforços, de um lado por parte dos fabricantes de equipamentos especiais, e de outro lado, as empresas que produzem autopeças. Visando a agregar algo a mais a esta massa de informações, com o espírito da inovação, sempre pode surgir uma nova ação positiva com diversas tentativas para identificar outras áreas de divulgação de atividades produtivas.</p>
<p class="ConteudoTexto">Comentando sempre o assunto no cafezinho, chegamos a um tema reconhecidamente importante, uma ferramenta a mais para medir fielmente o desempenho de qualquer atividade, ou seja, as estatísticas dos dois setores, as quais bem conduzidas espelharão e esclarecerão com profundidade o valor das ações de qualquer setor industrial, seja ele qual for, em qualquer âmbito da indústria. Em princípio, surge uma nova área para ser abordada e com ela estabelecer apropriadamente uma nova ferramenta de análise de desempenho de um setor industrial. Então, as estatísticas teriam boa aceitação? Provavelmente sim, mas logo definimos estas especulações como um projeto que precisa ser amadurecido e, desta vez, como sempre, recebendo críticas iniciais e propostas que façam com que o assunto possa avançar. Como orgulhoso colaborador desta revista, estarei atento aos rumos destas cogitações, as quais devem ser guiadas pelo editor, mas neste caso acho que posso opinar que não seria muito pedir uma opinião dos leitores. A pensar então, eis a questão. Mas não posso evitar, sinto-me capaz de contribuir neste quadro com um depoimento. Em 1973, passei a ocupar o cargo de secretário-geral do antigo IBS (Instituto Brasileiro de Siderurgia), hoje IABr (Instituto Aço Brasil).</p>
<p class="ConteudoTexto">Indo direto ao ponto, estávamos enfrentando sérios problemas com o CIP (Conselho Ministerial de Preços) e ao mesmo tempo com o setor das montadoras, e estas uma hora dizendo que o preço do aço local era absurdo, já havia sido aumentado, e no dia seguinte pedindo então autorização para importações. Em sete meses organizamos a edição das estatísticas do setor e isso eliminou o problema. Parecem sintomáticos estes ângulos de observação, lembrando que na última edição da IH esta coluna empregou um título que encaminhou bem um breve discurso sobre “O estado da arte da pesquisa industrial na área dos fabricantes de autopeças”.</p>
<p class="ConteudoTexto">O fato é que constatei com real interesse que nas últimas edições passadas da IH alguns trabalhos de altíssimo valor em torno da PI (Pesquisa Industrial) foram divulgados. Então algo novo como produzir estatísticas já poderia também espelhar o custo e o retorno destas atividades, que sabiamente concorrem para o aumento do conhecimento, ampliando as vantagens que passam a ser oferecidas por um setor a seus clientes. As estatísticas podem traduzir estes ganhos de produtividade e de retorno de capitais envolvidos no processo, o que certamente criaria também uma sorte de emulação para um uso mais generalizado da PI, auxiliados ainda mais por órgãos governamentais que estariam ávidos para partilhar deste mutirão.</p>
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		<item>
		<title>A história das ciências, das tecnologias e das técnicas no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fred Woods de Lacerda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Dec 2013 13:27:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[História da Siderurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As universidades brasileiras seguem realizando grandes avanços no ensino superior. Vamos em busca das raízes destes tempos que estamos vivendo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="ConteudoTexto">As universidades brasileiras seguem realizando grandes avanços no ensino superior. Vamos em busca das raízes destes tempos que estamos vivendo</h3>
<p class="ConteudoTexto">Dá para pensar, e nada tem de muita novidade, que por milênios todas as gerações passadas sempre estavam conscientemente estabelecendo as bases do crescimento futuro, sem maiores preocupações. A atual geração, neste mesmo compasso, em seu pleno vigor, sonha subir até às nuvens. São fatos que sempre se repetirão.</p>
<p class="ConteudoTexto">Em 1973, minha geração aprendeu algo inesquecível. O Brasil estava quebrando recordes, os planos de nosso governo, para variar, não tinham limites precisos. A verdade era, indo a estes fatos, saber que eram extremamente ambiciosos. Inesperadamente a crise do Petróleo varreu da mesa todos aqueles projetos faraônicos. Os céticos diziam que amanhã o sol pode não nascer. Hoje, sabemos que estavam certos, o sol tem seus milênios contados. Não foi em vão também que Jean-Paul Sartre se envolveu em seus pensamentos sobre o “Minuto”. O que está sendo vivido agora é o fugaz minuto presente. Logo a seguir, como um raio, será o passado. Em cima de nosso espanto, com a velocidade do movimento que está sendo apreciado, logo logo o próximo minuto, que ainda está no futuro, por sua vez estará se tornando o presente.</p>
<p class="ConteudoTexto">As universidades brasileiras seguem realizando grandes avanços no ensino superior. Vamos em busca das raízes destes tempos que estamos vivendo. Sem preocupação de traçar novas conjunturas, as quais, sem mais críticas sobre elas, necessariamente precisam fazer seus planos, mas que sejam factíveis e sob uma atenção constante. Em suma, isso não cabe ser sonhado, nem prometido.</p>
<p class="ConteudoTexto">Bem longe, amadurecendo muito no passado, a partir dos séculos XVII e XVIII, a História das Ciências assumia sua identidade desde que começou a ser escrita após as Revoluções Filosóficas e Científicas. Este conhecimento crescente gerou as Pesquisas Indus(triais, as Médicas, as Biológicas, criando em seguida os conhecidos avanços na Física, na Química, e convivendo com as teorias de Galileu Galilei e de Isaac Newton, coisas bastante profundas, Ad infinitum. O exame do DNA em tempos modernos foi a prova final das teorias de Charles Darwin. Daí Alfred Russel Wallace, filósofo, ter perdido muito da sua razão com relação aos seus incômodos desafios a Darwin.</p>
<p class="ConteudoTexto">Indo direto aos fatos, não esqueçamos que os membros de minha geração já podemos e até devemos atuar mais como Historiadores, Sociólogos etc. em relação a estes métodos científico-pioneiros, abrindo então variações clonadas desses caminhos, sem perder originalidade e apoiados em fundações sólidas, relativamente aos estudos e pesquisas na História.</p>
<p class="ConteudoTexto">Indo mais a fundo nesta questão, em particular, surgiram imediatamente apoios ao espírito renovador de nossos novos Historiadores, tal como agiu Roberto Simonsen, grande admirador de um historiador, que dizia ser seu mentor, Pandia Calógeras, engenheiro de Minas e Metalurgia, autor da “Formação Histórica do Brasil” [1], o único Civil, até hoje, na posição de Ministro da Guerra.</p>
<p class="ConteudoTexto">Calcado em seus estudos econômicos, Simonsen demonstrou como eram obsoletas as velhas “Histórias do Brasil” regidas por um excesso de “achismos”, episódios “torcidos”, supostamente ocorridos nos tempos coloniais até a volta de D. João VI para Portugal.</p>
<p class="ConteudoTexto">Assim pensando, todos nós podemos também nos ambientar com as verdades. De fato, com esta virada nos compêndios econômicos, deste então, nos idos de 46/50, tudo aquilo para mim tornou-se um paradigma quanto à regra de obter a explicação total dos fatos que geraram episódios mal explicados. E pesquisando sempre o porquê, quanto certas coisas progrediram ou não. Mais ainda, para saber como vingaram certos projetos. E esmiuçar episódios para checar se aquilo foi possível, quem tornou possível. Esta era a ideia.</p>
<p class="ConteudoTexto">Dando um exemplo de uma pesquisa positiva, poucos sabem, ou talvez porque não ligaram os fatos, que em 1931 Getúlio Vargas falou à nação pelo rádio, e por alto, sobre seus planos de industrialização. No fundo, queria falar mais objetivamente, pregando a implantação da Siderurgia pesada no Brasil.</p>
<p class="ConteudoTexto">Macedo Soares deu seu depoimento a respeito disso a pesquisadores da FGV (Fundação Getúlio Vargas): como ouviu o discurso, à noite, em casa, acercou-se de Getúlio e dele obteve total apoio para estudar um projeto, que em si foi mudando de patrono, aliás, com a queda do próprio Getúlio. Neste ponto, Macedo Soares e todos nós já estávamos numa época avançada, a ideia da CSN já estava acontecendo fisicamente. A obra e a Montagem da Usina de Volta Redonda, começaram ainda em tempos da 2ª Guerra Mundial, quando navios com equipamentos fabricados pela USSteel foram a pique.</p>
<p class="ConteudoTexto">Macedo Soares driblou todos estes erros de percurso. Finalmente, a CSN foi inaugurada em 1946. Lanço então duas perguntas ao leitor: (a) Era uma verdade dizer que Getúlio manobrava com a Alemanha para criar uma usina siderúrgica? ; (b) Por que Macedo Soares, mentor e criador de toda a obra relativa à CSN, não era o presidente da mesma quando ocorreu a inauguração?</p>
<p class="ConteudoTexto">Esta coluna espera ser sempre uma referência para os leitores interessados neste passado, e também, logicamente, para aventar os pesquisadores de hoje que agem na Siderurgia com suas pesquisas, que tudo advém do esforço para criarmos os primeiros Centros de Pesquisa, já na década de 50/60, lutando por equipamentos e formação de pesquisadores no exterior.</p>
<p class="ConteudoTexto">O fato é que “ad hoc” cada empresa siderúrgica organizou o funcionamento desta atividade, a seu modo, atendendo ao grande interesse por parte de candidatos para pertencerem aos laboratórios que assim surgiram, dos quais trataremos futuramente, como será visto adiante. Podemos contar também com um braço paralelo que dinamizou estas atividades, a SBHC (Sociedade Brasileira da História das Ciências &#8211; http:/www.sbhc.org.br/), da qual sou sócio. Cumpre ao SBHC seu relacionamento com outras entidades congêneres, situadas no exterior.</p>
<p class="ConteudoTexto">Objetivamente, tenho realizado muitos estudos nesta área, com a aplicação de métodos científicos para historiar a evolução da Siderurgia Brasileira. Como resultado inicial obtive neste ano de 2013 um Título de Mestrado em História das Ciências [2] oferecido pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).</p>
<p class="ConteudoTexto">Dando um passo à frente, já no início de 2014 estarei estudando em Ouro Preto, na UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto [3]), trilhando o mesmo caminho pelo qual caminhei na UFRJ, desta vez para obter um título de doutorado, segundo uma linha de pesquisa que será descrita proximamente nesta coluna.</p>
<p class="ConteudoTexto">Convido então os leitores desta revista para um aprofundamento que julgo interessante fazer sobre este tema, analisando apenas três casos nesta coluna de hoje, e concluindo, no final da mesma, com algo a respeito do conteúdo da tese do doutorado que tenho em vista realizar.</p>
<p class="ConteudoTexto">Apresso-me então a dizer, com a oportunidade que esta revista me concede, que analisando o conjunto de setores que cimentaram os passos da siderurgia brasileira, entre muitos episódios, ali estará sempre presente um dos baluartes na indústria brasileira, ou seja, o setor de autopeças, sem o qual as montadoras, na hora certa, não teriam sucesso. Guardo tudo isso na memória, observando o problema como um todo.</p>
<p class="ConteudoTexto">É interessante então anotar que, além da UFRJ, a qual é hoje a descendente da primeira universidade criada no Brasil [4], mais dois casos semelhantes neste particular emergem. Em primeiro lugar, a POLI (Escola Politécnica de São Paulo) e, em seguida, a universidade que frequentei nos Estados Unidos na década de 50/60.</p>
<p class="ConteudoTexto">Pretendo realçar a importância que estas experiências “ao vivo” nos prepararam para que chegássemos aos novos tempos com todo o gás que seria necessário.</p>
<p class="ConteudoTexto">
<h4 class="ConteudoTitulo">A POLI</h4>
<p class="ConteudoTexto">Nossa memória nos traz a lume e revela bem como foram criadas, num passado bem remoto, outras universidades, com grande tirocínio por parte de seus fundadores. Tomei como exemplo, com especial destaque a antiga POLI [5], fundada em 1893, em São Paulo, por seu emérito criador, Professor Antônio Francisco de Paula Souza, notável educador que estudou na Áustria.</p>
<p class="ConteudoTexto">Como aluno que conviveu com modernos desenvolvimentos no ensino, clonou os métodos que observou e assim desenvolveu esta iniciativa brilhante que foi a famosa POLI.</p>
<p class="ConteudoTexto">
<h4 class="ConteudoTitulo">O IPT</h4>
<p class="ConteudoTexto">Ao delinear o padrão de ensino a ser oferecido, Paula Souza criou na POLI um Gabinete de Materiais, cujos primeiros pesquisadores saíram da mesma em 1899, instalando um laboratório de pesquisas nas suas imediações. Em 1934, o Laboratório de Ensaios de Materiais foi transformando em IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), por Ary Torres, hoje administrado por meu especial amigo, Fernando José Gomes Landgraf, Diretor Presidente do IPT [6].</p>
<p class="ConteudoTexto">Milton Vargas, nosso saudoso colega, ex-aluno da POLI, e durante sua vida um dos expoentes do IPT, lembrou-se sempre da frase de Paula Souza: “&#8230;pela manhã aulas, pela tarde laboratórios”.</p>
<p class="ConteudoTexto">Torna-se oportuno recordar que como engenheiro da Acesita, durante um Mestrado, obtido em 1958, na Universidade “Rutgers”, The State University of New Jersey, em Nova Jérsei, EUA, na cidade de New Brunswick, NJ, fundada em 1876, ali já cursávamos a História das Ciências, independentemente das aulas de metalurgia, cristalografia, refratários, uso do raio X para estudar espécimes polidas de aço etc.</p>
<p class="ConteudoTexto">Desta forma, mantínhamos uma fonte de informação que nos explicava os primeiros passos das tecnologias que chegaram até nós. Cabe a nós lembrarmos aos colegas de hoje onde estão as raízes deste HOJE na siderurgia brasileira.</p>
<p class="ConteudoTexto">Podíamos escolher as aulas que mais conviessem a nossos estudos, e assim fiquei conhecendo Robert B. Sosman, o 1º PhD do conhecido MIT (Massachussets Institute of Technology), sediado em Boston, MA, EUA. Ele atingiu seu doutorado em química no ano de 1906. E estava firme em suas aulas, com a mesma idade que tenho hoje, como professor de História das Ciências.</p>
<p class="ConteudoTexto">
<h5 class="ConteudoTitulo">O Bessemer</h5>
<p class="ConteudoTexto">Sosman operou um Bessemer (nota do editor: forno conversor Bessemer para produção de aço. O processo foi criado por Henry Bessemer em 1855) trabalhando na USS (United States Steel Co.). Após a 2ª Guerra Mundial, o Bessemer foi substituído pelos BOF Blast Oxygen Furnace americanos, projetados, construídos e patenteados pela USS. Mas, os BOF, que eram a mesma coisa que os LD (Conversor LD), com nome diferente, frente a alguns avanços do LD, o nome então, BOF sumiu do palco.</p>
<p class="ConteudoTexto">Sosmam me proporcionou inúmeras “dicas” para trabalhar com o Bessemer, o que transmiti a meus colegas na Acesita.</p>
<p class="ConteudoTexto">Foi ele também quem me apresentou aos pesquisadores da Bethlehem Steel Co., situada em Bethlehem, PA, USA, com quem mantive contato durante muitos anos. Com minha interferência, vendi como representante da Bethlehem o processo Galvalume, para a CSN, na década de 80, o que será visto adiante.</p>
<p class="ConteudoTexto">
<h5 class="ConteudoTitulo">O LD</h5>
<p class="ConteudoTexto">Quem se firmou neste quadro de progressos na área dos equipamentos siderúrgicos foram os novos convertedores LD, uma junção das iniciais das cidades Austríacas Linz e Donnawitz, cidades-sede da usina Vöest Alpine, a qual projetou, construiu e operou um LD, que ainda esta lá, em um museu.</p>
<p class="ConteudoTexto">O LD se espalhou rapidamente, mas na Acesita Aços Especiais (hoje APERAM) operávamos um Bessemer e dois fornos elétricos, até bem mais tarde, fazendo as pesquisas com uma bancada metalográfica e usando o laboratório de química como invasores.</p>
<p class="ConteudoTexto">Muito longe estão estes tempos. Na ABM (Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração), apresentei muitos trabalhos, e hoje me dedico a historiar, como isso evoluiu, até o ponto em que hoje estão em serviço jovens que provavelmente gostariam de conhecer estas trajetórias, lembrando a velha frase de que “O passado nos explica o presente”, mostrando que esta marcha contínua está desafiando hoje o que o mercado quer que seja produzido.</p>
<p class="ConteudoTexto">
<h5 class="ConteudoTitulo">Galvalume</h5>
<p class="ConteudoTexto">Nos Estados Unidos, após Rutgers, sempre estive perto do desenvolvimento do “Galvalume”, uma liga de 55% Alumínio e Zinco desenvolvida pela Bethlehem Steel Corporation (1857), hoje APERAM, onde existia um laboratório de pesquisas (“The Holmes Laboratory”) com cerca de 1200 membros, entre os quais cerca de 300 PhD’s e outro tanto de M.Sc’s</p>
<p class="ConteudoTexto">Mais tarde eu conhecia tanto este processo o que me permitiu negociar pessoalmente, representando a Bethlehem, na década de 80, com os Engenheiros da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional).</p>
<p class="ConteudoTexto">Vendemos o processo com exclusividade para a empresa. Hoje, são perto de 80 empresas siderúrgicas, mundo afora, e a Bethlehem planejou isso de tal forma que todos os que adquiriram o uso da patente fazem pesquisas que são divididas entre todas as usinas. Dificilmente alguém poderá investir em uma pesquisa solitária nesta área para produzir novas chapas anticorrosivas, que, aliás, assumiram definitivamente o papel das chapas zincadas, que ainda atendem uma parte do mercado.</p>
<p class="ConteudoTexto">Tenho uma grande satisfação, a de ter meu nome incluído no livro da BIEC (Bethlehem International Engineering Company), a qual se desmembrou da Antiga Bethlehem e manteve os direitos referentes ao Galvalume, hoje em suas mãos, com os pesquisadores iniciais que idealizaram a ideia de criar o Galvalume.</p>
<p class="ConteudoTexto">A cada seis meses todos os usuários do Galvalume se reúnem para trocar novos conhecimentos e avanços da tecnologia aplicada ao processo, até hoje em grande progresso.</p>
<p class="ConteudoTexto">Finalizando, hoje esta coluna apenas preparou o terreno para que façamos mais comentários na próxima edição, algo assim na linha do Doutorado, porém simplificadamente, onde tratarei dos primórdios da preparação para esta nova atividade.</p>
<p class="ConteudoTexto">Desde já anuncio que num caso especial, dirigir-me-ei a todas as fontes de informações possíveis, e, nesta minha colaboração com esta revista, com todos os técnicos das empresas de autopeças, aos quais solicitarei ajuda para completar minha tese.</p>
<p class="ConteudoTexto">
<p class="ConteudoTitulo">[our_team image=&#8221;&#8221; title=&#8221;Referências&#8221; subtitle=&#8221;&#8221; email=&#8221;&#8221; phone=&#8221;&#8221; facebook=&#8221;&#8221; twitter=&#8221;&#8221; linkedin=&#8221;&#8221; vcard=&#8221;&#8221; blockquote=&#8221;&#8221; style=&#8221;vertical&#8221; link=&#8221;&#8221; target=&#8221;&#8221; animate=&#8221;&#8221;] [/our_team]</p>
<h6 class="ConteudoTexto">[1] Formação Histórica do Brasil, publicada pela Companhia Editora do Brasil na prestigiada coleção” Brasiliana”.</h6>
<h6 class="ConteudoTexto">[2] UFRJ &#8211; Fred Woods de Lacerda, M. Sci. ”A evolução da fabricação do ferro no Brasil, desde 1850, e a importância da PI Pesquisa Industrial para a produção do aço, após 1922.”</h6>
<h6 class="ConteudoTexto">[3] A Escola de Minas de Ouro Preto foi uma das iniciativas foi fundada em 12 de outubro de 1876, pelo cientista francês Claude Henri Gorceix, apoiado pelo então imperador Dom Pedro II. A escola foi pioneira na formação de geólogos nacionais.</h6>
<h6 class="ConteudoTexto">[4] Em 1792, o vice-rei D. José Luís de Castro, Conde de Resende, assinou os estatutos aprovando a criação da Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho do Rio de Janeiro, segundo o modelo da Academia Real de Fortificação, Artilharia e Desenho de Lisboa, iniciando o ensino de disciplinas que seriam a base da engenharia no Brasil. Mais tarde, já em 4 de dezembro de 1810, o Príncipe Regente D. João VI assinou uma lei criando a Academia Real Militar, que veio suceder e substituir a Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho, e de onde descendem, em linha direta, o conhecido IME (Instituto Militar de Engenharia), e a Escola Central, em 1858, e esta logo em seguida com o título de Escola Polytechnica do Rio de Janeiro. Continuando, esta mesma escola foi posteriormente mudada para Escola Nacional de Engenharia, alterada em seguida para Escola de Engenharia. Esta última, em outubro de 2004, tornou-se vinculada à UFRJ.</h6>
<h6 class="ConteudoTexto">[5] Hoje é a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.</h6>
<h6 class="ConteudoTexto">[6] Abrir na Internet com a seguinte frase para uma busca na Internet: “IPT Linha do tempo”.</h6>
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			</item>
		<item>
		<title>Um iceberg tecnológico está crescendo como nunca na indústria brasileira</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/um-iceberg-tecnologico-esta-crescendo-como-nunca-na-industria-brasileira/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=um-iceberg-tecnologico-esta-crescendo-como-nunca-na-industria-brasileira</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fred Woods de Lacerda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2013 16:54:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parcerias inusitadas estão se formando entre universidades e empresas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="ConteudoTexto">Já não se pode mais dizer que isso seja uma surpresa, mas de qualquer forma os fatos ficam cada vez mais visíveis e seus resultados crescem de importância. Refiro-me aos colegas que a cada ano estão agindo na maratona do aumento do conhecimento nas áreas de metalurgia, materiais e mineração, e estes setores, com isso, vêm alcançando níveis de desempenho de grande valor. A ponta do Iceberg neste ano, de 30 de Julho a 02 de Agosto, foi o 68º Congresso da ABM Internacional, realizado em Belo Horizonte/MG. Durante o encontro pudemos observar um variado conteúdo nos trabalhos técnicos, aliás, mais do que 500 apresentações. Além disso, alguns painéis tiveram seu lugar garantido e foram muito movimentados. Tudo somado, graças aos debatedores que foram muito felizes com suas colocações, temos muito trabalho de casa pela frente.</p>
<p class="ConteudoTexto">Extraordinário mesmo foi o número de inscritos, que aliás nunca deixou de ser crescente. Desta feita se somaram mais do que 800 congressistas, com uma novidade muito feliz, qual seja, pela terceira vez houve uma presença maciça de estudantes das mais diversificadas universidades, os quais brilharam numa seção de pôsteres dirigidos por eles com grande objetividade por seus brilhantes professores e orientadores. Acumulado durante anos este imenso repositório de conhecimento encontra-se disponível na Internet. As visitas técnicas não ficaram por menos, optei então por uma visita ao especialíssimo Centro Técnico da Vale, localizado no antigo local onde funcionava o Miguelão, Centro Técnico da CAEMI, a poucos kilômetros de Belo Horizonte/MG, quando trabalhei na mesma na década de 1980, pois estávamos conquistando o fornecimento de minério de ferro para a China.</p>
<p class="ConteudoTexto">Somado a isso tudo, que já tem contornos de grande profundidade, é digno de nota também que estávamos vindo de um encontro recente da ABM em Araxá/MG, com visitas às instalações de um moderníssimo Centro de Pesquisas da CBMM, onde a presença marcante de uma numerosa delegação chinesa chamou nossa atenção. É desnecessário dizer que estávamos todos interessados em aprofundar nossos conhecimentos sobre o uso do nióbio na siderurgia. Voltando ao ponto, se somarmos a estas regiões do conhecimento acima apontados os trabalhos de mestrado e doutorado anualmente apresentados nas diversas universidades brasileiras, constataremos que são conhecidas por sua excelência de conhecimento na área metalúrgica. Já está presente neste iceberg o exemplo da revista IH chamando a atenção de todos pelos trabalhos que têm alimentado o crescimento e os desafios impostos a uma miríade de empresas voltadas para o avanço de setores gigantescos, entre eles o setor automobilístico. Parcerias inusitadas estão se formando entre universidades, empresas siderúrgicas e montadoras. As empresas de aços especiais estão neste caso, e sua interação com os setores de autopeças está buscando crescer com atenção predominante nas exigências do mercado. É impossível também ignorar o crescimento de linhas de produção de equipamentos, principalmente fornos de tratamento térmico, atuando neste gigantesco cenário. Isso está claro como nunca ao folhear a IH, fechando o anel de atividades que crescem com o tempo, o qual têm sido o baluarte de todo este crescimento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O estado da arte da pesquisa industrial na área dos fabricantes de autopeças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fred Woods de Lacerda]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 14:12:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o lema "Quem conhece o passado, entende melhor os problemas do presente", trazemos a importância da PI</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="ConteudoTexto">Udo Fiorini, editor desta revista, convidou-me para criar uma coluna nesta conceituada publicação, aliás, para todos nós Siderurgistas, portadora de um sugestivo título “Industrial Heating”. Para que eu pudesse me entrosar com as diretrizes da revista, nosso editor teve a gentileza de me enviar as três últimas edições da mesma. Após uma imediata leitura geral, em primeiro lugar constatei que já existem cerca de nove colunistas colaborando com a revista, tal como foram apontados no índice dos assuntos que desenvolveram, como se pode ver na página 8 da edição Jul a Set 2012. Foi bom ler primeiro estas páginas. Terei o maior prazer para somar meu trabalho a esta iniciativa da revista.</p>
<p class="ConteudoTexto">Vejo então este convite como mais um passo julgado oportuno por seu editor. A revista, pelo que pude assimilar, tem um conteúdo sempre diversificado, assim constatei nos três exemplares que recebi. Pretendo então observar o pulsar da PI (Pesquisa Industrial) no setor siderúrgico como um todo, e em particular no setor de Autopeças, pois os artigos técnicos que têm sido publicados demonstram um grande avanço neste terreno. Para seus leitores isso já é conhecido, mas é interessante observar como o conteúdo da revista é oxigenado de forma permanente, noticioso e cheio de informações. Passarei então a ser um deles, um observador analisando o crescimento da PI no setor, não apenas espacialmente, mas principalmente, qualitativamente, tendo em vista o interesse que isso desperta, pois demonstra ao setor comprador de autopeças a excelência do estado da arte da PI nas empresas que as produzem.</p>
<p class="ConteudoTexto">Empolgado aos poucos com este dinamismo desta publicação, e conversando ainda mais recentemente com Udo Fiorini, informei que o assunto que eu gostaria de abordar seria então em torno da história da siderurgia brasileira, com ênfase na PI. Assim estarei me inserindo nos objetivos da revista, sem destoar do excelente tom com o qual contribuem os profissionais do setor, com um nível técnico muito avançado.</p>
<p class="ConteudoTexto">Vale ressaltar que todas as revistas, de uma forma ou outra, exibem anúncios. Foi interessante observar os anúncios publicados na Industrial Heating e concluir que são fruto do trabalho de quem realmente entende do que está vendendo, seja na PI ou na condução e pesquisa sobre os processos que darão o tratamento final às autopeças. Ao folhear a revista, os anúncios revelaram que a PI foi de fato usada para projetar e construir estes equipamentos, entrosadas com as pesquisas que geraram tecnologias e técnicas nas fábricas de autopeças. Apreciei muito, em particular, dois artigos técnicos; um sobre refratários e outro dissertando sobre a siderurgia, porque foram ao encontro da experiência de minha formação.</p>
<p class="ConteudoTexto">Com sua coluna em uma das suas edições, Udo Fiorini informou aos seus leitores que um novo Pioneiro colaboraria com a revista, e ele mesmo mencionou que eu pendia mais para tratar desta minha predileção, pela PI. A propósito, ofereci à biblioteca da revista um exemplar de minha dissertação de mestrado no HCTE/UFRJ (História das ciências e das técnicas e epistemologia, na Universidade Federal do Rio de Janeiro), sobre a história da pesquisa na siderurgia, registrada no final da coluna [1], bem como uma cópia digital do documento. Aliás, esta colaboração com a revista será para mim uma nova fonte de saberes e um grande apoio intelectual para ser uma das alavancas de um doutorado em andamento. Este ambiente da revista trará consigo uma adicional oxigenação de ideias, e assim agradecer ao seu editor e dizer que a oportunidade de colaborar com esta publicação veio em boa hora.</p>
<p class="ConteudoTexto">Com muita satisfação estudarei em particular a história da PI na área de produção de Autopeças, um trabalho à parte, que posteriormente buscará um ninho apropriado, de forma a uni-la com a memória da PI na Acesita (Companhia de Aços Especiais Itabira), onde ingressei na década de 50. Além de produzir o aço especial para o setor de Autopeças, a empresa também supria os fabricantes de motores elétricos, com as chapas de aço silício de grão orientado, e em muitos casos esboços de peças de aço, como virabrequins, produzidos em sua forjaria. O aço inox foi produzido fora de hora, a demanda só viria mais adiante. Tendo em vista que a IH tem como principal objetivo expor a pujança do setor de autopeças, lutar por ele quando necessário e sempre divulgar os os avanços tecnológicos e técnicos por parte de seus membros. Udo Fiorini disse muito bem algo assim nesta linha, na coluna Tecnologia, assunto que também me é muito caro, na página 12 (edição Abr a Jun 2012). Enfim, as colunas já provaram que em si são necessárias, e cada uma busca um nicho próprio. Tal como em meu caso, que se baseia no fato de que se não conhecemos a nossa história da PI, então, como falar das qualidades do produto final pelo uso da mesma. Aliás, as empresas do setor já devem estar conscientizadas de que já estão escrevendo a história de amanhã.</p>
<p class="ConteudoTexto">Agradeço a Udo Fiorini por sua confiança, já amigavelmente demonstrada. Espero que os leitores se acostumem um pouco com quem já pegou este trem do progresso crescendo razoavelmente, nos idos da década de 50 do século passado, em um país ainda pouco industrializado. Passando a outro ponto, vamos deixar prudentemente o início mesmo das discussões que a coluna apresentará na próxima edição, mas uma previsão do tempo sempre ajuda. Como peixes de um cardume, os engenheiros sempre procuram a verdade. O engenheiro deve antes de tudo ter a noção do que uma coisa é falar afirmativamente, consciente sobre o que aprendeu a fazer, como se isso bastasse. Mas isso é somente uma base, então ele deve preferir progredir com suas pesquisas, para ser categórico, cada vez mais, em sua carreira profissional. Além disso, não esquecer que no meio de nossas atividades, as tempestades econômicas surgem sem maiores previsões. As manobras no mercado mundial de aço estão cheias de correntes competidoras que se digladiam duramente. No nosso próprio país estas refregas locais existem, e acho que nisso sou doutor. Entre outros confrontos, lembro bem o que era o tempo “em que todos gritavam e ninguém tinha razão”, um pensamento que descreve fielmente a época em que o detestável CIP (Controle Interministerial de Preços) funcionava a todo vapor. De qualquer maneira assim é que finalmente cheguei aqui, são e salvo, para colaborar com a IH. Meu lema agora é “Quem conhece o passado entende melhor como resolver os problemas do presente. Então ele visualiza o futuro com mais lucidez, sem exageros”. Finalizando, neste primeiro ensaio nesta coluna, não esqueci as coisas boas, e os exemplos seriam muitos, então por aí vão três que merecem ser para sempre lembradas.</p>
<p class="ConteudoTexto">A POLI, Escola Polytechnica, foi fundada em São Paulo, em 1893. Paula Souza [2], seu idealizador e fundador, criou nela um Gabinete de Materiais. Nele trabalharam os pesquisadores da POLI, evolucionando sempre, então, desligaram-se da mesma em 1899 e ali perto fundaram o futuro IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo), ainda com o nome de Gabinete de Materiais. Ali na POLI também teve início um centro de pesquisas de fundição, por muitos anos. Sabe-se também que Paula Souza preconizava desde então o que aprendera na Europa, e quem relatou isso foi o grande pesquisador de Mecânica dos Solos, Milton Vargas, formado na POLI, que era “Aulas pela manhã, e laboratório à tarde” [1].</p>
<p class="ConteudoTexto">Assim é bom divulgar que na década de 50 não estávamos mais numa ilha cercada intelectualmente por nuvens cinzentas. O IPT tornou-se um ícone para nós siderurgistas. A Pesquisa Industrial tevê suas raízes pelas mãos dos engenheiros ingleses que vieram com Mauá, para trabalhar na construção das suas ferrovias, conhecendo a PI que vigia na Inglaterra, desde que Henry Bessemer patenteou seu processo de fabricação de aço, em 1856. Outro fator de progresso foi a atitude de membros do IPT que saíram do Instituto para criar a ABM (Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração), entidade à qual pertenço, com muito orgulho de ser sócio da mesma, desde 1956. Falarei muito mais sobre a Acesita, na próxima coluna, minha alma mater, porquê ali sosseguei com o direcionamento de minha carreira, operávamos um conversor Bessemer, e isso traz muitas histórias à tona. Só depois do fim da 2ª Guerra Mundial veio o LD (conversor ou processo LD &#8211; Linz Donawitz, nome das duas cidades da Áustria onde foram utilizados primeiramente em 1952/3). Este primeiro contato com os leitores, logo se pode ver, está divulgando pequenos esclarecimentos, pois sou da velha guarda, com os pés ainda fincados no setor, como consultor, e assim pude conhecer exatamente a mais velha guarda, quando a Belgo Mineira trouxe oxigênio à siderurgia que nascia, fabricando aço no Brasil. Amaro Lanari Júnior foi mais tarde presidente da Acesita, quando nela ingressei, por isso passei pela escola dele, que preconizava o uso da PI, para crescer e formar raízes.</p>
<p class="ConteudoTexto">Permitam então que me apresente melhor. Fiz um Mestrado entre 56 e 58, em Metalurgia, com ênfase na área de Refratários, pela falta quase absoluta de especialistas em refratários no Brasil. Isso se passou em Rutgers, Universidade Americana fundada em 1776, cujo titulo é “The State University of New Jersey”, em New Brunswick, na Pensilvania, EUA. No centro de pesquisa que ali existia na época, foi desenvolvida a ogiva refratária com alta-alumina, permeável aos sinais eletrônicos dos aparelhos de navegação dos foguetes terrestres de longo alcance. Recentemente estive lá e encontrei tudo mudado. No edifício de química e de seus laboratórios, onde estudei, hoje só se pensa em nanotecnologia. Falarei também sobre como começaram, na década de 50, a São Caetano, a Magnesita e a Togni, que eram três jovens empresas desabrochando, e a AREMINA, que trabalhava mais para fornecer refratários às fábricas de vidro. Estamos no século XXI e tudo isso pode produzir muita história. Mas a que queremos contar é positiva, criada pelos que construíram os alicerces da PI. Na realidade sempre falo em nome de uma dobradinha, firmada pelos engenheiros de produção e os engenheiros de Pesquisa Industrial. Embora simplificadamente, o problema de quem produz o aço é o campo de ação do pesquisador. O acerto deste último, preferencialmente com muita inovação, será a solução de quem produz, e com isso ganhar e manter mercados. E assim temos um perene processo de trabalho com a PI, que em si sempre será circular. IH</p>
<p class="ConteudoTexto">
<h4 class="ConteudoTitulo">Referência</h4>
<h6 class="ConteudoTexto">1. “A História da fabricação do ferro no Brasil, desde 1550, e a importância da pesquisa industrial para a produção de aço, após 1922” &#8211; HCTE/UFRJ (História das Ciências e das Tecnologias, e Epistemologia &#8211; UFRJ);<br />
2. Professor, Doutor, Antônio Francisco de Paula Souza (1843-1917). Ler a Fonte “Escola Politécnica &#8211; Cem anos de Tecnologia Brasileira”, existente na Biblioteca da USP, São Paulo, SP.</h6>
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