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	<title>Renata Leal Figueira, Autor em Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Renata Leal Figueira, Autor em Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>Polímero não pegajoso para aplicações em sistemas robotizados de resfriamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Leal Figueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2014 12:57:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos - Artigos Técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente, os meios de resfriamento que promovem melhor controle de distorção e eliminação de trincas em processos de têmpera por indução são as soluções aquosas de polímeros</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="ConteudoTexto">Os polímeros, comparados aos óleos minerais largamente utilizados em tratamento térmico, normalmente oferecem resistência ao fogo e sua biodegradabilidade promove uma redução dos riscos ambientais</h3>
<p class="ConteudoTexto">Atualmente, os meios de resfriamento que promovem melhor controle de distorção e eliminação de trincas em processos de têmpera por indução são as soluções aquosas de polímeros [1]. Esses fluidos, comparados aos óleos minerais largamente utilizados em tratamento térmico, normalmente oferecem resistência ao fogo e sua biodegradabilidade promove uma redução dos riscos ambientais [2].</p>
<p class="ConteudoTexto">Uma propriedade única desses polímeros é a “solubilidade inversa” [3]. Há uma temperatura crítica, geralmente em torno de 70°C, acima da qual o polímero se separa da solução aquosa, mas é um processo reversível. Assim, durante o resfriamento, ao redor da peça quente, forma-se uma camada rica em polímero e, à medida em que a temperatura do metal se aproxima da temperatura do banho, esta camada se dissolve fornecendo novamente uma concentração uniforme do banho de têmpera.</p>
<p class="ConteudoTexto">As soluções de polímeros deixam um resíduo na superfície da peça resfriada devido a formação de filme [4]. Uma vantagem do polímero PAG (polialquilenoglicol) é que são queimados, “limpando” a peça durante o revenimento posterior, oposto do que acontece quando ocorre a formação de um filme não dúctil [5], parecido com um verniz, que demanda grande trabalho para ser removido. Entretanto, esse resíduo vaporizável do polímero PAG pode ser transferido para os sistemas automáticos, robôs e sistemas transportadores, causando interferências no processo de manipulação. Esse é um problema bastante comum nos sistemas de têmpera por indução. Nessas situações, um polímero que forme um filme não pegajoso (NP) deve ser preferido.</p>
<p class="ConteudoTexto">Dois dos primeiros desenvolvimentos de polímeros NP para uso nesses sistemas foram derivados dos polímeros PVP (polivinilpirrolidona) [4] e PEOX (polietil oxazoline) [6]. Entretanto, em alguns casos, o resíduo “não pegajoso” (NP), mas duro, produzido por esses polímeros, acabou provocando necessidade de se adicionar etapas na produção relativas à sua remoção. Adicionalmente, existe uma contínua necessidade do desenvolvimento de polímeros NP, que poderiam ser facilmente removidos numa operação de revenido posterior.</p>
<p class="ConteudoTexto">O novo polímero NP desenvolvido a partir do HEC [7] (hidroxietil celulose) convencionalmente tem sido usado para outras aplicações, como indústrias de agricultura, cosméticos, detergentes, polimerização de látex, produção de óleo, indústrias de papel e têxtil. Entretanto, em função de não formar película pegajosa, foi escolhido como base para a formulação do novo fluido.</p>
<p class="ConteudoTexto">As variáveis, concentração da solução, temperatura do banho e grau de agitação, têm forte influência nas características de resfriamento.</p>
<p class="ConteudoTexto">Em relação à agitação, como era de se esperar, à medida em que ela aumenta tem-se uma troca de calor mais efetiva, refletindo em aumento da taxa de resfriamento. Como esperado, a agitação promove aumento da taxa máxima de resfriamento (2º estágio), praticamente não havendo alteração no 3º estágio quando a transformação martensítica ocorre. Essa é uma característica apresentada também pelas soluções de polímero PAG, sendo uma das vantagens do uso das soluções de polímeros, pois a agitação pode ser aumentada, melhorando a uniformidade do resfriamento, sem que a faixa de transformação martensítica sofra aumentos de velocidade, o que potencializaria o risco de trincas e distorções.</p>
<p class="ConteudoTexto">Quando a temperatura do banho é aumentada, o comportamento do banho a 25°C apresentou maior taxa de resfriamento, seguido pela temperatura de 35°C. No terceiro estágio (± a 300°C), as variações das taxas com a temperatura são menos significativas para essas condições de ensaio.</p>
<p class="ConteudoTexto">Variando-se as concentrações de 3% a 30%, mantendo-se a temperatura de 25°C e 1000 rpm, verificamos que as maiores concentrações são responsáveis por taxas máximas de resfriamento menores (2º estágio), como observado nas concentrações de 25% e 30%. Assim, observa-se uma drástica redução da taxa máxima de resfriamento quando a concentração é aumentada de 3% para 30%. À medida em que se aumenta a concentração da solução, aumenta-se a viscosidade, diminui-se o molhamento e a espessura do filme formado é maior, desencadeando um atraso no esfriamento.</p>
<p class="ConteudoTexto">Não se observa formação do 1º estágio de resfriamento mesmo para as maiores concentrações, pois a temperatura do banho é baixa (25°C) e agitação de 1000 rpm está presente. Para essa faixa de concentração (3% &#8211; 30%), as taxas a 300°C, correspondentes ao 3º estágio, sofrem maiores variações. Na Figura 1 são apresentadas as taxas de resfriamento dos polímeros à base de PAG e HEC para 5% de concentração, 25°C a uma agitação de 1000 rpm. O que se observa é que os comportamentos são similares para as mesmas condições de ensaio, fato esse observado também para outros ensaios com diferentes condições do banho. Isso, a princípio, poderia induzir, no caso de substituição de soluções PAG por HEC, a se fazer essa substituição de maneira direta, ou seja, se no processo é usado uma solução de PAG 5%, seria substituída por outra HEC de mesma concentração.</p>
<h4 class="ConteudoTitulo">Conclusão</h4>
<p class="ConteudoTexto">Como conclusão principal podemos dizer que, usando como base o HEC, polímero não tradicionalmente usado para tratamento térmico, foi possível formular um fluido de têmpera com características de resfriamento compatíveis com a aplicação sugerida e apresentando a propriedade de não deixar como resíduo superficial à formação de filme pegajoso.</p>
<p class="ConteudoTexto">Este novo produto apresenta ainda custos de produção similares aos polímeros à base de PAG.</p>
<p class="ConteudoTitulo">[our_team image=&#8221;&#8221; title=&#8221;Referências&#8221; subtitle=&#8221;&#8221; email=&#8221;&#8221; phone=&#8221;&#8221; facebook=&#8221;&#8221; twitter=&#8221;&#8221; linkedin=&#8221;&#8221; vcard=&#8221;&#8221; blockquote=&#8221;&#8221; style=&#8221;vertical&#8221; link=&#8221;&#8221; target=&#8221;&#8221; animate=&#8221;&#8221;][/our_team]</p>
<h6 class="ConteudoTexto">[1] D.J. Williams, “Quench Systems for Induction Hardening”, Metal Heat Treating, 1995, July/August, p. 33-37.</h6>
<h6 class="ConteudoTexto">[2] D.R. Stovicek, “An Update on Polymer Quenchant”, Metal Heat Treating, 1994, March/April, p.49-51.</h6>
<h6 class="ConteudoTexto">[3] H.M. Tensi, A. Stich and G.E. Totten, “Fundamentals of Quenching”, Metal Heat Treating, 1995, March/April, p. 20-28.</h6>
<h6 class="ConteudoTexto">[4] G.E. Totten, C.E. Bates, and N.A. Clinton, Handbook of Quenchants and Quenching Technology, ASM International, Materials Park, OH, 1993.</h6>
<h6 class="ConteudoTexto">[5] G.E. Totten, “Polymer Quenchants: The Basics”, Adv. Mat. &amp; Proc., 1990, March, p. 51-53.</h6>
<h6 class="ConteudoTexto">[6] J. Hasson, “Guidelines for Selecting Polymer Quenchants”, Metal Heat Treating, 1996, July/August, p. 27-30.</h6>
<h6 class="ConteudoTexto">[7] Corning Down. Literatura Técnica do Hydroxyethyl Cellulose. Brasil, 2002.</h6>
<p>&nbsp;</p>

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