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	<title>Wagner Aneas, Autor em Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<title>Wagner Aneas, Autor em Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>Quando redes sociais não atuam como redes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wagner Aneas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2014 15:59:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente Gerencial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atuação das redes sociais e o limite ético profissional de seus usuários</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="ConteudoTexto">Sinceramente? Alguns sites de relacionamento, principalmente aqueles com foco na dimensão profissional, estão ficando chatos! Esta é minha opinião. Já não me chamam tanto a atenção e venho acessando-os cada vez menos. Por força de ofício continuo visitando-os. E, certas vezes, após o “log out” (ao desconectar-me), desponta aquele sentimento de perda de tempo. Cada vez mais, as vinte e quatro horas do dia estão se tornando insuficientes para tantos papéis e tarefas que devemos dar conta: somos filho(a), pai/mãe, marido/esposa, amigo(a), colega, parceiro(a), fornecedor&#8230; Precisamos continuar competitivos, produzir cada vez mais (e melhor), participar de reuniões, visitar clientes e parceiros, atender o celular, ler (e responder) e-mails, preparar relatórios, preencher planilhas, construir diferenciais, inovar, gerar resultados cada vez mais expressivos, manter os números atualizados e na ponta da língua, informar-se sobre o que anda acontecendo na atualidade, ler o livro do momento e/ou as revistas que seus pares também leem (ou dizem que leem), visitar feiras de negócios, aprender coisas novas, consolidar e divulgar nossas competências, compartilhar experiências, investir no networking, aprender mais uma língua estrangeira, conhecer novos aplicativos para nossos gadgets, entender de bites, megas, gigas, hd’s, ram’s, fazer trabalho comunitário, participar das atividades de nossa associação de classe e defender nossos interesses. Além de malhar, cuidar da saúde, abastecer a dispensa, reparar quando a companheira cortou um dedo do cabelo (e verbalizar o quanto ficou linda!), levar o carro para manutenção, fugir do trânsito, pagar prestações, levar o cachorro para passear, pensar no futuro, dormir! &#8211; será que dá? E queremos (e necessitamos) passar momentos agradáveis com nossa família! E, se conseguirmos a proeza de ser feliz, com toda esta lista, ao menos ficaria o sentimento de que nem tudo foi em vão! Creio que, em grande medida, esta é uma agenda comum a muitos (mesmo que nem todos tenham cachorro, por exemplo). Então por que, diante de tantas coisas à nossa espera, vamos “perder” nossos preciosos minutos lendo “anúncios” na página inicial da rede social, postados por nossos “amigos”?</p>
<p class="ConteudoTexto">Sabemos que quando os negócios não andam bem precisamos sair a campo, prospectando novos clientes e resgatando os inativos. Investir na divulgação de seu empreendimento é uma alternativa válida e muito importante – nos dias de hoje, algo imprescindível! Mas, sair publicando a todo instante, em sua timeline, posts divulgando seus produtos e serviços é uma estratégia equivocada. Eu sei que a tentação é muito grande. Além de uma tarefa relativamente simples, a postagem é gratuita (e tem muita gente fazendo isto). Aqui se aplica aquele ditado popular que “o barato sai caro”. Eu diria que ficar publicando anúncios, indiscriminada e ostensivamente, é um tiro no pé. O efeito será o contrário, ou seja, outros usuários que estão ali em busca de conteúdo irão se distanciar de você. Afinal, o que você agrega a ele? O que faz alguém investir seu precioso tempo – como apontamos, no início deste artigo – lendo aquilo que você inseriu? Ou façamos a pergunta de outra maneira: qual o estímulo que você tem em abrir seu jornal, ao menos uma vez por dia, para ver a seção de classificados, caso você não tenha interesse em adquirir nada? Quer um exemplo? Pegue um grupo de discussão aberto. A maioria dos posts inseridos como “discussão” consiste em propaganda de um serviço ou de um produto (do tipo: “faço tal coisa” ou “vendo tal coisa, consulte-me”). Às vezes é pura divulgação da existência de outro grupo de discussão ou de um blog. O indivíduo ingressa dentro de um grupo e fica a todo instante convidando os demais membros para o grupo dele. Eventualmente, alguns nem percebem que estão ultrapassando o limite ético. Sem contar que o camarada que teve o trabalho de abrir o grupo, aglutinar pessoas e mantê-lo interessante, não ganha nada com isso. Em uma revista, a princípio, ou o fato é relevante ou não tem espaço como matéria. Ou então, é preciso pagar para publicar um anúncio. Em um evento, é preciso ser patrocinador para aparecer e se dirigir àquele público. Por que a internet tem que ser o lugar da esperteza? É grátis, não paga nada para inserir a nota, mas, como dizem, “queima o filme” totalmente. Qual a eficácia desta ação? Não seria mais inteligente levantar realmente um tema para o debate a partir de uma pergunta técnica, por exemplo? Se a pergunta ou as várias perguntas possíveis de postar forem boas vai despertar a atenção para um contato. O nome disso é contribuição. Quem encontrar afinidade com sua ideias, quem enxergar valor em suas considerações, vai acabar distinguindo você dentre outros elementos do grupo. Possivelmente, vai visitar seu perfil e ver o que você faz para ganhar o pão. Sua formação, outras de suas postagens. Os grupos a que pertence, seus contatos, o conteúdo de sua “timeline” diz muito mais do que aquilo que você inseriu na sua apresentação, na plataforma. Algo do tipo: “diga-me com quem andas que direi quem és”.</p>
<p class="ConteudoTexto">A web 2.0 é viva, dinâmica! Não pode se tornar um ambiente onde todos falam e ninguém ouve. Não faz sentido. Onde fica a interação, o compartilhamento e, sobretudo, a colaboração? Existem colegas que explicitam, de tal maneira, que sua participação é tão pontual &#8211; direcionada a divulgação de seu negócio ou blog &#8211; que deixa claro ser este seu único propósito. Dentro deste raciocínio eu passo a ser interessante a estas pessoas apenas, caso eu seja, um potencial cliente. É quase uma relação monetária. Networking funciona se houver fluidez, se houver diálogo permanente. Procurar por alguém quando a água já subiu até a altura da cintura não é eficaz. É trabalhoso, porém, a vida é assim. Por que dentro de um site de relacionamento seria diferente? Entender que são ferramentas &#8211; para entre outras possibilidades &#8211; favorece a aproximação, unindo os pontos e viabilizando o trânsito da informação, é imperativo. Consolidar o vínculo para que ele esteja amadurecido no momento em que surgir uma demanda depende da inteligência ao longo do percurso. A colaboração será natural. Particularmente, procuro ser flexível. Entretanto, quando os posts de divulgação passam a ser ostensivos, é preciso tomar medidas mais efetivas e o “unfollow” (deixar de seguir) passa a ser considerado como alternativa válida. Tem alguns que “falam” (postam) demais. Eu nem bem faço o login e só dá ele na tela. É chato! Posso estar interessado no livro que a pessoa está lendo ou mesmo em algo mais lúdico, como na música que está ouvindo ou nos lugares que possa indicar &#8211; já descobri coisas excelentes por este caminho. Como em um bate-papo, em um happy hour. Gosto quando compartilham notícias &#8211; já soube de algo relevante primeiro por uma rede social, que consegue ser mais rápida que a TV. Geralmente, assuntos muito segmentados não têm muito espaço na grande mídia. Gosto de seguir/adicionar pessoas de diferentes áreas &#8211; suas considerações me ajudam a “pensar fora da caixa”. Possuem perspectivas diferentes e podem trazer soluções, portanto, diferentes e melhores que as minhas. Sim, gosto de ficar a par de seminários e workshops. Já fui a vários a partir de um post e foram ótimos. Vejo como oportuno quando as pessoas expressam opiniões sobre temas polêmicos. Desta forma, passo a conhecê-lo melhor e saber se nossa visão de mundo está alinhada (o que pode ser arriscado, é verdade, já que é possível explicitar uma preferência justamente oposta ao de seu cliente).</p>
<p class="ConteudoTexto">Tenho certeza que por vezes também cometo pecados e me policio bastante. Claro que eu poderia pensar: “me segue quem quiser e lê quem quer”, mas e meu desejo, meu propósito de compartilhar informações e ideias interessantes que agreguem? Vamos refletir duas vezes (ou mais) acerca daquilo que compartilhamos. Grandes empresas do varejo estão investindo pesado em ações inteligentes para capturar o interesse e a aceitação do internauta. Já perceberam que a web é um canal que possui especificidades, completamente diferentes dos outros (tv, rádio, jornal, revista etc.). Principalmente se for uma plataforma com foco profissional, o que você tem compartilhado agrega ou satura e polui? Vale registrar novamente: cada vez mais companhias pesquisam a atitude (e não apenas confirmam dados) dos candidatos às suas vagas nas redes sociais. Penso que talvez haja uma luz no fim do túnel. Como os sites de relacionamento são ferramentas novas, ainda estamos aprendendo a utilizá-las. Tal qual o e-mail no passado recente, que era utilizado para passar correntes com aquelas apresentações (power point) intermináveis sobre algum assunto de almanaque. Hoje, parece que isso já não é mais tão comum. Não sei ao certo se foi devido a uma postura crítica ou se porque esta prática acabou migrando para a timeline, dentro das redes. Contudo, acredito que o amadurecimento pode ser alcançado com o passar de algumas primaveras. Para minha alegria, como vivemos na era da velocidade, certamente não será com o passar dos séculos.</p>
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		<title>Quem vai cuidar da criança?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wagner Aneas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2014 12:26:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual imagem que sua empresa transmite para seus clientes na web?  Acompanhe de perto o trabalho feito por sua equipe</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="ConteudoTexto">Digo cuidar no sentido de zelar, de acompanhar, de tratar, de sustentar, de nutrir, de ocupar-se. Afinal, dar à luz é coisa séria. Creio ao menos que a porção mais sensata da humanidade pensa assim. Cuidar demanda recursos. Tempo e dinheiro, talvez, sejam os mais expressivos e fáceis de enumerar e reconhecer (e como esta não é uma revista voltada para pais e filhos, não vamos nem falar de sentimentos). Guardada as devidas proporções, no mundo corporativo muitos empreendedores e líderes concebem planos, produtos, estratégias e depois não cuidam.</p>
<p class="ConteudoTexto">Há alguns anos trabalhei em uma empresa onde o proprietário dizia a todo instante aos seus colaboradores, em relação aos pedidos: “têm que cuidar!”. E, em grande medida, ele estava certo. Ele queria dizer que não bastava tirar o pedido, mas era necessário estar comprometido com o sucesso daquela venda, o que implicaria estar comprometido com o próprio cliente. Era preciso acompanhar, ser o gestor. Claro que muitas vezes a solução de um problema de processo não está ao alcance do colaborador. Contudo, com o devido acompanhamento, ao menos será possível resolver ou mesmo evitar reclamações e desapontamentos.</p>
<p class="ConteudoTexto">Se alguém quer ver se a coisa é realmente importante dentro da organização, veja como a liderança trata o assunto. Qualidade, por exemplo. O “CEO” leva isso a sério? Ou é só para “inglês ver”? Outro exemplo são os quadros de “missão, visão e valores”, pendurados na recepção. Se a liderança não considerar como importantes aquelas linhas e não acreditar naquilo que estiver escrito, tudo não passará de “preenchimento de linguiça”, porque aquelas belas frases quase poéticas, decoradas por traças e teias de aranha, em nada terão valor ou pautarão as ações da equipe. Melhor pendurar um quadro com a imagem do Chaplin ou do Gandhi, ao menos seria mais inspirador.</p>
<p class="ConteudoTexto">Quer outro exemplo bem mais fácil? A limpeza. Você já viu uma indústria limpa, organizada e arrumada se a limpeza não for de fato um valor para seu líder? Esqueça! Conheço ferramentarias tão limpas que seria possível fazer um piquenique no chão da fábrica. Conheci uma que a parede era pintada de branco.</p>
<p class="ConteudoTexto">Com a participação da corporação nas redes sociais, o processo é semelhante. Liderança que despreza a relevância da web 2.0, seja por ignorância, seja por falta de interesse ou por qualquer outro motivo, presenteia a companhia com uma página medonha. Além do perfil na web esfera não ser capaz de ajudar, ainda atrapalha. É aí que mora o perigo. O problema é que o mundo está ficando complicado. Hardwares, softwares e potes de utilidades domésticas invadiram as nossas vidas. Como internet e videogame algumas vezes se confundem, geralmente nas pequenas e médias empresas o serviço ficará por conta do Júnior, o filho ou sobrinho do dono. Aquele “garoto esperto” que “manja” tudo de informática. Aí você visita a página da empresa e vê ações fantásticas. Vou relacionar algumas que já testemunhei:</p>
<p class="ConteudoTexto">&#8211; Uma página que segue umas “mina da hora” e não se relaciona com mais ninguém relevante (profissionais do segmento, formadores de opinião e outras organizações), porque é lógico, o “garoto esperto” não conhece o contexto no qual o negócio está inserido, não sabe a diferença entre uma furadeira e uma torradeira e o interesse dele é naturalmente outro;</p>
<p class="ConteudoTexto">&#8211; O perfil corporativo segue e/ou acompanha perfis de celebridades. Bem, eu falei que o interesse era outro;</p>
<p class="ConteudoTexto">&#8211; O garotão insere um post do tipo “gostei do vídeo xyz” (pode ser do grupo momento: funk, sertanejo, metal ou um vídeo engraçado, uma pegadinha ou qualquer outra coisa) &#8211; mais um, digamos, conflito de interesse;</p>
<p class="ConteudoTexto">&#8211; Insere um post reverenciando as qualidades de seu time do coração após a vitória do domingo e até faz algumas gozações com a torcida adversária &#8211; difícil não despertar a ira de alguns potenciais compradores;</p>
<p class="ConteudoTexto">&#8211; Têm aqueles que mandam um recado: “Mano, o churras tava 10, mas a breja tava quente, tá ligado?” &#8211; dispensa comentários;</p>
<p class="ConteudoTexto">&#8211; Perspectivas preconceituosas e palavras desapropriadas também são frequentes;</p>
<p class="ConteudoTexto">&#8211; Opiniões políticas acompanhadas por expressões desbocadas, esbravejando contra o partido que está no poder &#8211; tudo na escuridão do abismo do senso comum. Doem os olhos e dá desespero quando vemos estas pérolas estampando a página da organização. Nada disso irá contribuir para seu posicionamento positivo no mercado junto a seus clientes, fornecedores, colaboradores, parceiros e comunidade. E porque não houve um cuidado básico, ou seja, a separação do perfil corporativo do perfil pessoal. Os serviços do Júnior saíram caros.</p>
<p class="ConteudoTexto">Nas páginas das empresas maiores é comum vermos erros de estratégia. Transformá-la em portal de classificados, “bater boca” com aquele que faz uma reclamação, não se relacionar com seus seguidores/fãs, ou seja, continuar agindo da mesma forma antiga &#8211; o fornecedor fala e o consumidor ouve passivamente, isso acabou. E infelizmente só é descoberto na primeira crise. O ambiente web 2.0 é um espaço incrível e pronto para ser utilizado a seu favor. Entretanto, sua utilização requer cuidados. Se você, gestor, começar elencando objetivos bem definidos do tipo: “o que eu pretendo alcançar ingressando em um site de relacionamento?”, já será um bom começo.</p>
<p class="ConteudoTexto">Faça um benchmarking, invista um pouco do seu tempo para conhecer melhor a ferramenta. Veja o que seu concorrente está fazendo. Ele ainda não entrou? Ótimo, você sairá na frente. Não precisa se tornar um especialista, apenas seria oportuno conhecer como as coisas acontecem por lá. E você poderá observar que uma maneira de construir uma boa impressão consiste em transmitir informação valiosa por meio de suas postagens.</p>
<p class="ConteudoTexto">Quem vai desejar viver em sua companhia só para ver sua autopromoção? Aqueles que necessitam de seus produtos e serviços? Mas isso é muito pouco perto do universo de possibilidades que as redes sociais oferecem. O destino dos spams não é a lixeira? Pois irá acontecer a mesma coisa e quem será deletado será você, com um simples clique. Não caia nesta tentação. A disputa pela atenção dos navegantes é grande, tem muita coisa interessante na internet. Pense quais os alvos que pretende atingir e o que estas pessoas demandam? Qual tipo de postagem (informação) seria capaz de ter um significado relevante para estas pessoas? No final haverá interação. Relacionamentos serão construídos e assim você acabará tendo a oportunidade de divulgar seu diferencial e de se consolidar junto ao seu público.</p>
<p class="ConteudoTexto">Tudo isso é novo e todos nós estamos aprendendo, esta é a grande verdade. Desconfie daquele que chegar dizendo ser o expert no assunto e que vai fazer sua página “bombar”. Trabalhar com B2B é bem diferente que B2C. Falar (e conquistar) a confiança de profissionais da indústria é diferente de falar com jovens que estão conectados por motivos lúdicos.</p>
<p class="ConteudoTexto">Trabalhar com redes sociais digitais não é a mesma coisa que conhecer redes de computadores e programas. É necessário o conhecimento de estratégias de comunicação e das características e especificidades do segmento em que a organização está inserida. Então, o recado que fica é: cuide bem da apresentação de sua empresa na web. Seja um líder zeloso. Portanto, ocupe-se o quanto puder acompanhando o que está sendo feito por sua equipe ou por terceiros.</p>
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		<title>Plataformas de compartilhamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wagner Aneas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2013 18:40:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A web nos oferece ferramentas interessantes e sem custos diretos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="ConteudoTexto">Geralmente, quando falamos em internet e web 2.0, uma das primeiras coisas que nos vêm à cabeça &#8211; além dos games &#8211; são as redes sociais e, hoje seu grande expoente, o Facebook (posição que outrora foi desempenhada pelo Orkut). E quando ouvimos falar destas coisas já as relacionamos diretamente com os mais jovens. Muitas vezes com nossos próprios filhos e, consequentemente, com nossas broncas: &#8220;Larga este computador e vai estudar, menino!&#8221;. Quem sabe por este motivo acabamos por deduzir que tudo que habita este universo seja lúdico e algo sem importância para os negócios. Apenas um passatempo dos mais jovens ou desocupados. Grande engano! A web nos oferece ferramentas interessantes e, muitas vezes, sem custos diretos, que vieram para ficar. Sem medo de ser feliz: para transformar o planeta. É sobre isso que pretendemos tratar a seguir.</p>
<p class="ConteudoTexto">Já mencionamos anteriormente que no início a internet era &#8220;quase&#8221; um ambiente contemplativo. Os primeiros sites (e muitos até hoje) são exemplos disso. Você acessava uma página com uma série de informações e pronto. Era a reprodução do velho esquema onde &#8220;um&#8221; fala para &#8220;muitos&#8221;, que apenas ouvem. Aos poucos, foram surgindo novas possibilidades, uma vez que passávamos a interagir com um determinado conteúdo, deixando comentários, críticas e sugestões (nem sempre, muito elogiosas ou polidas). Os blogs exerceram importante papel para consolidar este início. A verdade, resumindo a história, é que a turma tomou gosto pela coisa e o ser humano encontrou novas formas de interagir, de compartilhar e de colaborar. Aproximando pessoas com os mesmos interesses e afinidades. E com os avanços da tecnologia focada na mobilidade, vai tomando imensas proporções.</p>
<p class="ConteudoTexto">A discussão teórica não cabe aqui, mas o que chamamos de redes sociais generaliza sobremaneira este tema. Preferimos nos referir a &#8220;plataformas de compartilhamento&#8221; e/ou &#8220;sites de relacionamento&#8221; e, a partir daí, as conexões possíveis de se efetuar com estas ferramentas digitais. Particularmente, gosto bastante desta ideia do conceito de &#8220;ferramenta&#8221;. Afinal, tal como um martelo ou alicate, estas páginas da web facilitam ou até tornam possíveis algumas tarefas, que por sua vez poderão ter uma finalidade lúdica ou profissional, para o bem ou para o mal, de acordo com as intenções daquele que as opera. Com um martelo nas mãos, você pode conseguir bater um prego na parede ou dar na cabeça de algum desafeto (por favor, não tomem isso como um incentivo à violência, mas apenas como uma ilustração). Portanto, não é a ferramenta que é boa ou ruim, adequada ou inadequada. Tudo dependerá do que, aquele que a manipula, planeja fazer com ela.</p>
<p class="ConteudoTexto">Pois bem, o mundo corporativo não demanda também, a todo instante, interação, colaboração e compartilhamento? Entre trabalhadores e seus departamentos, por exemplo. Ou de compartilhamento de ideias e projetos? Seria possível fazer inovação sem isso? Você precisa disponibilizar um documento (um pdf) para a equipe? Pode ser um simples texto, um manual ou artigo técnico, uma tabela de preços. Ou, porque não, compartilhar uma apresentação de um treinamento (um ppt). Quer disponibilizar fotos e imagens? Um vídeo, com novos métodos de demonstração de vendas. Quer disponibilizar endereços de sites? Importantes fontes de informação, que orientam e alimentam suas equipes (url&#8217;s de fornecedores, concorrentes, clientes, associações, governo &#8211; com políticas públicas, legislação, índices econômicos etc). Quer compartilhar notícias sobre um determinado tema? Notícias otimistas que motivarão a equipe, por exemplo.</p>
<p class="ConteudoTexto">Isso tudo apenas para falarmos do operacional, da gestão de equipes. Se desejarmos utilizar estes recursos para construção de relacionamento com nossos clientes, divulgação institucional ou mesmo como parte da estratégia comercial (com todos os cuidados que já mencionamos em artigos anteriores) também será possível. Ah, mas todo este conteúdo é sigiloso. Ficará exposto? Não! A grande maioria destas ferramentas possuem a opção de restringir o acesso.</p>
<p class="ConteudoTexto">Outro aspecto relevante: por que deixar os arquivos importantes no HD do seu notebook? E se você esquecê-lo? E se ele for roubado? Se a máquina pifar? E se você estiver em seu cliente e surgir a necessidade de uma consulta, mas você não está com sua máquina? Coloque estes arquivos na &#8220;nuvem&#8221;, acesse-os a partir de uma senha e resolva estes e outros problemas. Sendo possível, socializá-los com toda a equipe ou apenas, com alguns membros. Fantástico, não? É sinal dos tempos, nobre amigo. São várias as opções e outras tantas brotam a cada dia. Normalmente, são de utilização bem simples e intuitivas. Algumas plataformas gratuitas restringem a capacidade de armazenamento, mas ainda assim lhe oferecem espaço e condições suficientes para serem uma &#8220;mão na roda&#8221;. Sugerimos que o caro leitor invista um momento para obter mais informações sobre estas páginas e descobrir suas possibilidades. Creio que existem grandes chances de se encontrar aplicações que nem mesmo a própria ferramenta, de início, imaginou oferecer.</p>
<p class="ConteudoTexto">Enfim, operacional ou liderança. Setores comerciais e marketing, administrativos em geral e, principalmente, departamentos com profissionais em constante deslocamento: vendas, representantes comerciais, assistência técnica etc, são contemplados com estas novidades tecnológicas. Lembre-se que cada vez mais a mobilidade caracteriza o perfil do trabalho deste momento em que vivemos. Avançam as experiências e as demandas, uma vez que a conexão entre os colaboradores deixa de ser física e passa a ser virtual. Seja por conta de aumento do modelo home office ou para manter a comunicação e a rotina de trabalho, na oportunidade de atividades remotas (viagens, trabalho desenvolvido em regionais ou no próprio cliente, como alguns exemplos), as organizações e profissionais liberais necessitam de ferramentas que tornem realidade a colaboração e a interação entre suas equipes, tal como o compartilhamento de tarefas e soluções. Um computador pessoal deixa de armazenar e monopolizar dados e passa a atuar como um terminal que acessará um banco de dados maior e comum, ao grupo. Como resultado, teremos equipes mais dinâmicas, sem restrição de tempo/espaço e uma resposta mais rápida aos anseios do mercado.</p>
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		<title>Redes sociais digitais: São assuntos da indústria?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wagner Aneas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 11:56:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A internet é a melhor opção para uma empresa ganhar visibilidade no mercado. Mas ela está sendo usada corretamente?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="ConteudoTexto">Em virtude do impacto que causou (e que continua causando em nossas vidas), não tenho dúvidas que o surgimento da Internet é um marco expressivo na história da humanidade. As transformações que ela já proporcionou e as possibilidades que ainda se colocam são inúmeras. A Internet trouxe capacidade de comunicação com agilidade. Com ela ganhamos tempo, encurtamos as distâncias e ficamos expostos 24 horas, sete dias por semana, 365 dias por ano. Em outras palavras, viabilizou-se um maior número de transações comerciais, otimizou-se investimentos e aumentou-se os lucros (a lógica do capital). Mais um pulo e surgiram os sites de relacionamento &#8211; espaços virtuais onde pessoas podem &#8211; como o nome já diz &#8211; “relacionar-se”, formando (ou consolidando) o que chamamos de redes. Para entendermos melhor, recorrerei a Drummond: “João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém&#8230;”). Pois é: pessoas, interesses, afinidades, algo em comum. Obviamente não estamos nos referindo (apenas) a questões amorosas.</p>
<p class="ConteudoTexto">Os seres humanos formam redes por sua própria “natureza”. A já tradicional figura de homens pré-históricos em volta de uma fogueira, dentro de uma aconchegante caverna, é uma imagem que nos remete a isso: pessoas, seus vínculos, seus diálogos. Imagine a cena: “Ah, este javali está ótimo, quero mais! Passa a caça pra mim”. E, diz o outro: “Claro, sem a sua colaboração o bicho teria escapado!”. “Precisamos de uma mesa de jantar, nova,” diz a esposa, do segundo. E, a esposa do primeiro, completa: Conheço um profissional que faz uma mesa divina, com tampo de rocha magmática”. Vivemos em rede desde que nascemos: a família, a escola, a igreja, o trabalho etc. Falando de uma maneira simplista (porque em poucas linhas não será possível nos aprofundarmos) a convergência de demandas, interesses e objetivos agrega as pessoas. Os nós, que constituem esta rede, propiciam o trânsito da informação. Há, portanto, que se pensar em movimento, fluidez! No início da web éramos praticamente apenas expectadores. Consumíamos passivamente a informação lá inserida. A comunicação fluía de “um” para “muitos”. Neste aspecto, era algo até semelhante ao jornal, rádio, TV. Entretanto, com o surgimento da web “2.0” passamos a ter a comunicação de “muitos” para “muitos” (como um grande almoço em família aos domingos). Neste panorama dinâmico e caótico (aparentemente) as mensagens caminham sem amarras e sem intermediários. É um ambiente de interação, compartilhamento e colaboração.</p>
<p class="ConteudoTexto">O que ocorreu foi a possibilidade de utilizarmos este espaço virtual como ferramenta para nos expressarmos e, assim, consolidarmos nossos nós ou criarmos outros, agora pela via digital. Com a diferença que é possível ampliá-la, sobremaneira, encontrando pessoas do outro lado do planeta e obtendo informação que julguemos como valiosa. Pois bem, se estes sites promovem relacionamento e se o sucesso dos negócios, em grande medida, atualmente depende disso, então porque não embarcar nessa? As organizações mais ágeis perceberam isso, principalmente as que estão inseridas no contexto B2C (Business to Consumer), onde empresas se relacionam diretamente com consumidores finais. Umas melhores, outras nem tanto. Aquelas que investiram em um diálogo um pouco mais elaborado, na interação com seus clientes (e/ou “fãs”) alcançaram mais rapidamente o sucesso, comparado aquelas que ainda insistem em utilizar o espaço apenas para fazer seu comercial (sem graça, diga de passagem). Infelizmente, muitos ainda confundem site de relacionamento, com páginas de classificados!</p>
<p class="ConteudoTexto">Ok, seu produto ou serviço não é para o grande público final, você está envolvido com máquinas, equipamentos, automação, processos produtivos. É verdade, no contexto B2B (Business to Business), onde empresas vendem para outras empresas, este efeito é mais lento, diferente do que ocorre com o B2C (Business to Consumer). Certamente isso não invalida um canal através do qual você pode se comunicar diretamente com seu público, devidamente segmentado e que cresce dia a dia. Não parece um sonho? Através das redes sociais digitais é possível encontrar talentos, esclarecer dúvidas técnicas, promover divulgação institucional, tal como registrar seus valores ou divulgar ações sustentáveis. Observar o comportamento do mercado, reclamações a respeito dos concorrentes, novas demandas. Mas nem tudo estará dado explicitamente, algumas informações estarão nas entrelinhas e precisarão ser decodificadas (o que requer alguma experiência).</p>
<p class="ConteudoTexto">É possível divulgar e solidificar a marca, ganhar visibilidade a partir da conquista de admiração e respeito (isso pode ser um diferencial). Será preciso definir a estratégia. Facebook, Orkut, LinkedIn, Twitter, Youtube. Existem várias alternativas possíveis (ou mais de uma). Cada uma delas possui sua especificidade. Há uma grande discussão em torno das definições de rede social. Se este ou aquele site é uma “rede social”, um “site de relacionamento” ou uma “plataforma de compartilhamento” &#8211; ou ambos. Contudo, não entraremos neste mérito. Ter um site não é o suficiente. Se ele permitir algum tipo de interação, ajudará. Mas é importante ter um perfil onde estarão cotidianamente: seu público alvo, seus fornecedores, seus colaboradores (estes últimos são um problema a parte e cabe falarmos a respeito em outro artigo), enfim, a sociedade! A consolidação de bons contatos permite interação entre diversas perspectivas sobre temas comuns. Ajudará sua organização a pensar fora da caixa e a promover a inovação! Setores como comércio e serviços já aderiram! A indústria não pode continuar em sua zona de conforto, deve abandonar posturas conservadoras, quando já vivemos em um mundo formado por nativos digitais. E lembre-se: não participar (ter uma página) não impede que aqueles já participem falem sobre você, sua empresa e seus produtos. A tecnologia está aí, ao alcance de todos para ser apropriada e reinventada. Sim, uma linda rosa possui seus espinhos (que não lhe roubam sua beleza), e disto trataremos em um novo texto.</p>
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