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	<title>Arquivos Pergunte ao Especialista - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Arquivos Pergunte ao Especialista - Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>Pergunte ao Especialista: #Revenimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Roberto Hirschheimer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 17:47:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pergunte ao Especialista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pergunta: Temos um processo de tempera e revenimento para um determinado aço. Temos resultados satisfatórios, sem maiores problemas. Tratamos o inox 420 e revenimos 3 vezes. A dureza, atende o que a tabela da usina sugere. Mas surgiu uma questão interessante aqui entre as pessoas envolvidas. Qual seria o resultado sobre a estrutura se fossem</p>
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<p><strong>Pergunta: </strong>Temos um processo de tempera e revenimento para um determinado aço. Temos resultados satisfatórios, sem maiores problemas. Tratamos o inox 420 e revenimos 3 vezes. A dureza, atende o que a tabela da usina sugere. Mas surgiu uma questão interessante aqui entre as pessoas envolvidas. Qual seria o resultado sobre a estrutura se fossem feitos mais revenimentos? Fazemos 03 revenimentos: 150 graus, 200 graus e 240 graus. Acima desta temperatura, a dureza tende abaixar o que nós não queremos. A pergunta é: Se nós fizéssemos mais dois revenimentos de 240 graus, a tenacidade ou a resistência ao impacto seria maior? Ou a estrutura se mantem e não se altera mais?  Marcelo Santos (pergunta feita pelo site da revista IH)</p>
<p><strong>Resposta: </strong>&#8211; A máxima resistência à corrosão, possível de ser obtida por aços genericamente classificados como AISI 420, sempre será obtida quando sua austenitização for efetuada na temperatura mínima recomendada pelo fabricante, seguida de têmpera em óleo;</p>
<p>&#8211; Por outro lado, a dureza máxima (resistência à abrasão) deste tipo de aço se reduz, consideravelmente, com a diminuição da temperatura de austenitização. Assim, por exemplo, ao temperar-se de 900°C, a dureza máxima alcançada ficará ao redor de 45 HRC, enquanto, de 1050°C, ela poderá atingir valores superiores a 57 HRC;</p>
<p>&#8211; Apesar de não termos recebido informações sobre a temperatura de austenitização empregada pelo leitor, mas tomando por base as temperaturas de revenido utilizadas (máx. 240°C), provavelmente suas peças necessitam de uma razoável combinação de alta dureza (talvez algo em torno de 52 a 54 HRC) e boa resistência à corrosão. Neste caso, três etapas de revenido a 240°C (cada uma com duração de duas horas) serão suficientes. Se outro objetivo for o aumento da resistência à fadiga das peças, um aumento do número de operações de revenido poderá contribuir para a solução do problema, mas com a possibilidade de uma pequena (mas real) resistência à corrosão;</p>
<p>&#8211; No que se refere à microestrutura metalográfica resultante de uma tratamento térmico realizado com mais etapas de revenido, não se notarão alterações visíveis por metalografia.</p>
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		<title>Pergunte ao Especialista: #Cementação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Carlos Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 17:43:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pergunte ao Especialista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pergunta: A esteira + mufla do forno de cementação gasosa pode impactar no início de um processo ? Ou seja, o inox 300 retém inicialmente o carbono da atmosfera cementante? Existe o tal fenômeno de puxar carbono para esteira/mufla? Henrique Augusto (pelo site da Industrial Heating) Resposta: O que ocorre no início do processamento de</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="section the_content has_content">
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<p><strong>Pergunta:</strong> A esteira + mufla do forno de cementação gasosa pode impactar no início de um processo ? Ou seja, o inox 300 retém inicialmente o carbono da atmosfera cementante? Existe o tal fenômeno de puxar carbono para esteira/mufla? Henrique Augusto (pelo site da Industrial Heating)</p>
<p><strong>Resposta: </strong>O que ocorre no início do processamento de peças em fornos com atmosfera quando são novos e/ou passam por reforma é que é necessária uma saturação até que haja equilíbrio nos sistemas (me refiro principalmente à questão de alvenaria).</p>
<p>No conceito em si há uma “absorção” de carbono em todo o ambiente, mas o tempo para saturação depende muito mais da alvenaria “saturando” do que em componentes metálicos. A difusão de carbono vai ocorrer em partes do forno expostas a temperaturas de trabalho, mas não tive algum caso em que este tempo fosse sensível.</p>
<p>Há uma série de fatores ainda que devem ser observados, como tamanho e massa que estamos falando, as temperaturas de trabalho e se é um processo com potencial de carbono elevado.</p>
</div>
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		<title>Pergunte ao Especialista: #RetificaçãoCenterless</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angelo Valdir Lanza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 17:24:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pergunte ao Especialista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pergunta: Como proceder em casos em que se forma a canaleta de desgaste na régua de apoio? Qual a maneira ideal de se trabalhar essa questão? &#160; Resposta: Em primeiro lugar, precisamos adotar o princípio de que todo desgaste é provocado por um atrito e que na maioria dos casos é gerado por um esforço</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pergunta:</strong> Como proceder em casos em que se forma a canaleta de desgaste na régua de apoio? Qual a maneira ideal de se trabalhar essa questão?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Resposta:</strong> Em primeiro lugar, precisamos adotar o princípio de que todo desgaste é provocado por um atrito e que na maioria dos casos é gerado por um esforço mecânico.</p>
<p>Se existir algo que realmente afete não somente a qualidade das peças, mas a paciência do “homem de retífica”, esse algo se chama esforço mecânico e atrito! Em resumo, o sucesso no processo de retificação centerless, está exatamente em se reduzir ao máximo os efeitos desses dois elementos! De que maneira?</p>
<p>a) Calculando e ajustando corretamente, a altura da linha de centro da peça, com a linha de centro dos rebolos de arraste e corte;</p>
<p>b) Utilizando uma régua de apoio, com um ângulo correto (acabamento 30° a 35°) e com sua pista “espelhada”;</p>
<p>c) Utilizando um fluido refrigerante que promova uma fina película de lubricidade entre peça e régua.</p>
<p>Dessa forma, poderemos com relativa facilidade, aumentar grandemente a vida útil da régua de apoio, com melhoria substancial da qualidade dimensional, geométrica e superficial das peças retificadas, além do aumento de capabilidade do processo.</p>
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		<title>Pergunte ao Especialista: #TratamentoTermoquímico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Carlos Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 16:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pergunte ao Especialista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pergunta: Qual é o impacto que ocorre nas peças em um processo contínuo de cementação gasosa (N2+CH4+C3H8), se não for realizada a queima de fuligem ? Henrique Augusto (pergunta feita pelo site da revista IH) Resposta: Prezado Henrique, seria interessante detalhar um pouco mais o contexto de processo, material, geometria e temperaturas etc, mas, de</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pergunta:</strong> Qual é o impacto que ocorre nas peças em um processo contínuo de cementação gasosa (N2+CH4+C3H8), se não for realizada a queima de fuligem ?<br />
Henrique Augusto (pergunta feita pelo site da revista IH)</p>
<p><strong>Resposta:</strong> Prezado Henrique, seria interessante detalhar um pouco mais o contexto de processo, material, geometria e temperaturas etc, mas, de maneira geral, os efeitos colaterais mais prementes são a passivação da superfície da peça que no mínimo incorre em aumento do tempo de cementação (sendo este o caso), pode também em função de excesso de enriquecimento levar a ocorrência de cementita em contorno de grão dependendo do material e desestabilização da atmosfera.</p>
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		<item>
		<title>Pergunte ao Especialista: #Indução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2017 19:42:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pergunte ao Especialista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos iniciando o processo de tratamento térmico por indução e nossos operadores têm tido dúvidas no controle deste tipo de operação. Gostaria de saber se todo processo de tratamento térmico por indução é capaz de ser totalmente controlado?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pergunta:</strong> Estamos iniciando o processo de tratamento térmico por indução e nossos operadores têm tido dúvidas no controle deste tipo de operação. Gostaria de saber se todo processo de tratamento térmico por indução é capaz de ser totalmente controlado?</p>
<p><strong>Resposta:</strong> Sim, todo processo é capaz de controlar e registrar todas as características durante o processo através de sistemas integrados, podemos citar os seguintes meios de controle: temperatura, tempo, vazão e pressão do meio de refrigeração, potência/energia aplicada, posicionamento de cada peça, velocidade do processo entre outras. Além do controle do processo é possível monitorar a produção do início ao fim da produção.</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/pergunte-ao-especialista-inducao/">Pergunte ao Especialista: #Indução</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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		<item>
		<title>Pergunte ao Especialista: #Nitretação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Vencovsky]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2017 19:40:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pergunte ao Especialista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho necessidade de encontrar situações que possibilitem ao meu componente ter a maior dureza possível. A temperatura que trabalhamos é a ambiente, não havendo ataques químicos. A única solicitação dos nossos componentes é a abrasão. Já tentamos o PVD e outros. Recentemente estamos trabalhando/desenvolvendo inclusão de carbonetos de tungstênio por aspersão. Os nossos componentes são fabricados geralmente de VC 131 na dureza de 62 HRC. Procuramos elevar esta dureza onde for possível. Alguma indicação?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pergunta:</strong> Tenho necessidade de encontrar situações que possibilitem ao meu componente ter a maior dureza possível. A temperatura que trabalhamos é a ambiente, não havendo ataques químicos. A única solicitação dos nossos componentes é a abrasão. Já tentamos o PVD e outros. Recentemente estamos trabalhando/desenvolvendo inclusão de carbonetos de tungstênio por aspersão. Os nossos componentes são fabricados geralmente de VC 131 na dureza de 62 HRC. Procuramos elevar esta dureza onde for possível. Alguma indicação?</p>
<p><strong>Geraldo Magela, Departamento Engenharia e Soluções Analista Desenvolvimento Refratário Pleno.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Resposta:</strong> Considero que em termos de revestimento você esteja trabalhando com a melhor solução possível, ou seja, revestindo com camadas à base de WC por aspersão térmica. A dureza destas camadas pode chegar a 1300HV; apenas como referência, 62HRC equivalem a 750HV. Uma alternativa a este tratamento poderia ser a boretação, que é um tratamento térmico de enriquecimento superficial da superfície por difusão de boro, visando a formação de boretos. A dureza de camadas boretadas atinge valores entre 1600 e 2000HV, portanto maiores do que para uma camada de WC e consequentemente mais resistentes à abrasão. Por outro lado, as espessuras de camadas boretadas não costumam ser maiores do que 100 micra e as espessuras de camadas de WC por aspersão térmica podem chegar a 500 micra. Não podemos deixar de observar, entretanto, que camadas boretadas são difundidas e, portanto, mais bem ancoradas ao substrato do que camadas depositadas como no caso da aspersão térmica. Penso que seria o caso de fazer uma avaliação comparativa.</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/pergunte-ao-especialista-nitretacao/">Pergunte ao Especialista: #Nitretação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pergunte ao Especialista: #RetificaçãoCenterless</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angelo Valdir Lanza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2017 19:36:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pergunte ao Especialista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em retificação centerless, só consigo boa estabilidade na precisão das peças, quando se forma a canaleta de desgaste na régua de apoio. Isso é correto?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pergunta:</strong> Em retificação centerless, só consigo boa estabilidade na precisão das peças, quando se forma a canaleta de desgaste na régua de apoio. Isso é correto?</p>
<p><strong>Resposta:</strong> Isso não é o correto, muito embora esse conceito ainda persista para a manutenção de sua precisão geométrica em circularidade ou cilindricidade durante a retificação. Nem mesmo com as réguas com apoio prismático, pois o único objetivo destas é permitir que as peças sejam conduzidas sem a ajuda das guias de entrada e saída dos rebolos, em especial para peças de pequenos diâmetros. Mas vejamos as desvantagens e prejuízos:  a) Ela não auxilia em nada, na correção ou manutenção da precisão geométrica das peças retificadas, muito pelo contrário, desgaste na régua de apoio é sinônimo de esforço mecânico e, isso significa graves desvios de forma geométrica nas peças, com demanda de mais repasses, para se conseguir bons resultados;  b) Afeta diretamente a rugosidade, pois o que seria uma linha de contato tangencial se torna uma área de contato, permitindo que os grãos soltos dos abrasivos e os micros cavavos gerados, se alojem ou passem por entre a peça e o apoio da régua especialmente, onde o sistema de filtragem do fluido refrigerante é deficiente, provocando assim, as marcas e riscos “unha de gato”, na superfície retificada e c) O desgaste da régua nesse processo, ocorre de modo exponencial e, a medida que essa área vai aumentando, fatalmente ocorrerão as trincas e quebras do metal duro, do qual são feitas a maioria dos apoios das réguas! Nesse caso, o processo de recuperação é de alto custo, envolvendo muitas vezes, a troca total do calço de MD.</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/pergunte-ao-especialista-retificacao-centerless/">Pergunte ao Especialista: #RetificaçãoCenterless</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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		<item>
		<title>Pergunte ao Especialista: #TratamentoTermoquímico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Carlos Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2017 13:29:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pergunte ao Especialista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual atmosfera devo escolher para processo de cementação gasosa, sintética ou por gerador de gás endotérmico?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pergunta:</strong> Qual atmosfera devo escolher para processo de cementação gasosa, sintética ou por gerador de gás endotérmico?</p>
<p><strong>Resposta:</strong> Prezado, esta é uma questão recorrente e sempre presente principalmente por envolver qualidade obtida em seu produto final X custos momentâneos do processo.</p>
<p>Um ponto crítico e discutido ao redor do mundo é a questão da oxidação intergranular advindo do processo de cementação gasosa.</p>
<p>Resumidamente, diz-se que sempre a atmosfera sintética (usualmente Metanol + Propano ou Gás Natural) perde neste quesito para a atmosfera de cementação gerada em geradores de gás endotérmicos. Revisando a bibliografia, “papers” publicados e discussões na indústria verifica-se que é ainda hoje um tema polêmico.</p>
<p>A partir daí resolvi fazer meus próprios experimentos. De maneira condensada posso afirmar que sim, há uma tendência de que a oxidação intergranular na sintética (que resulta nos famosos HTTP*) seja superior, porém com uma otimização do processo obtém-se uma variação não superior a 2 mícron na superfície em aços para cementação. O mandatório neste caso vai ser o custo da geração da atmosfera.</p>
<p>Desejando posso enviar maiores detalhes.</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/pergunte-ao-especialista-tratamentotermoquimico/">Pergunte ao Especialista: #TratamentoTermoquímico</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pergunte ao Especialista: #Usinagem</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/pergunte-ao-especialista-usinagem/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pergunte-ao-especialista-usinagem</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Angelo Valdir Lanza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2017 12:14:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pergunte ao Especialista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que em retificação centerless de hastes, processo de passagem, vez ou outra, as peças saem com um “aspecto feio”, mostrando marcas mais escuras, de formato helicoidal, muito embora, esteja com todas as tolerâncias milesimais do diâmetro, paralelismo e rugosidade?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pergunta: </strong>Por que em retificação centerless de hastes, processo de passagem, vez ou outra, as peças saem com um “aspecto feio”, mostrando marcas mais escuras, de formato helicoidal, muito embora, esteja com todas as tolerâncias milesimais do diâmetro, paralelismo e rugosidade?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Resposta:</strong> A retificação centerless sempre foi o grande desafio do setor de usinagem nas empresas que trabalham com peças de alta precisão. O operador vai se sentir bastante incomodado toda vez que examinar uma haste retificada contra a luz e se deparar com esse visual descrito. Mas o que fazer, o que provoca isso?</p>
<p>Precisa haver uma certa “afinidade entre homem e máquina”, pois haverá necessidade de um ajuste fino ou finíssimo no alinhamento das guias de entrada e saída, com a linha tangencial do rebolo de corte. Esse ajuste é tão sutil, que dependendo do tempo de prática e perfil do operador, poderá demandar horas, para se ter um resultado positivo. Considere que durante a remoção de material se produza uma micro-ondulação na superfície da haste, devido a um micro desalinhamento das guias de entrada da peça.</p>
<p>Como a remoção, ou o fagulhamento, se dá até a metade do rebolo, aproximadamente, a partir daí a peça já “pronta”, será apenas “lambida” nos picos dessa micro-ondulação, produzindo uma rugosidade mais fina, devido à falta de remoção.</p>
<p>E agora, dependendo da velocidade de passagem e da rotação da peça, fatalmente se produzirá uma marca helicoidal, apenas visual e muito intrigante. Mas é possível eliminar esses inconvenientes, focando em melhorias nos recursos da máquina.</p>
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