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	<title>Arquivos #americadosul - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Arquivos #americadosul - Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>Tecnotêmpera adquire forno a vácuo com 4T de capacidade de carga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2020 12:08:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento Térmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa de prestação de serviços de tratamento térmico para terceiros Tecnotêmpera, adquire uma linha de fornos para tratar ferramentas, grandes moldes e peças funcionais. O forno a vácuo desta linha é o forno com maior capacidade de carga na América do Sul, 4000 kg. Dimensões úteis L x A x C de 1000 x</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa de prestação de serviços de tratamento térmico para terceiros Tecnotêmpera, adquire uma linha de fornos para tratar ferramentas, grandes moldes e peças funcionais. O forno a vácuo desta linha é o forno com maior capacidade de carga na América do Sul, 4000 kg. Dimensões úteis L x A x C de 1000 x 1000 x 1500 mm. É o primeiro sistema no Brasil, que oferece “cementação a baixa pressão” com esta capacidade de carga. A linha entra em operação no segundo semestre de 2020.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-19625 alignright" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/03/fulcrum-fabrica.jpg" alt="" width="398" height="224" srcset="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/03/fulcrum-fabrica.jpg 4896w, https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/03/fulcrum-fabrica-768x433.jpg 768w" sizes="(max-width: 398px) 100vw, 398px" /></p>
<p>A linha foi comprada da Fulcrum, que é uma das líderes tecnológicas do mercado de equipamentos de tratamento térmico na Ásia. E está sendo representada pela empresa Tecpropro aqui na América do Sul.</p>
<p><strong>Sobre a Tecnotêmpera</strong></p>
<p>A empresa foi fundada há 20 anos, está localizada em Guaramirim (SC), oferece tratamentos térmicos em banho de sal, atmosfera, indução e vácuo, além de sistema de nitretação gasosa e a vácuo. A Tecnotêmpera possui uma logística para atender seus clientes no Brasil inteiro. A empresa está crescendo cada ano na capacidade de volume e de processos, mantendo o trabalho ininterrupto 365 dias/24 h.</p>
<p><strong> Sobre a Tecpropro</strong></p>
<p>Empresa brasileira com gestão alemã, oferecendo consultoria gerencial e representando fabricantes de equipamentos/componentes com tecnologias avançadas. Fundada no ano de 2015 em São Paulo, seu sócio e diretor, Thomas Detlef Kreuzaler, desde 2009 no Brasil, mora e trabalha em São Paulo/SP desde 2014.</p>
<p>Foto á direita Expedição da fábrica da Fulcrum</p>
<hr />
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		<title>Siderúrgica NLMK planeja ampliar presença no Brasil e mira em novas unidades na América do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2017 11:33:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#americadosul]]></category>
		<category><![CDATA[#ampliar]]></category>
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		<category><![CDATA[#NLMK]]></category>
		<category><![CDATA[#presença]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No final do ano passado, a companhia alcançou metade do caminho, conquistando 15% de participação. Agora, a NLMK traça os próximos objetivos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa de origem russa <strong>NLMK</strong>, do setor siderúrgico, chegou ao Brasil em 2015 mirando na meta de alcançar 30% de participação no mercado de aços especiais. No final do ano passado, a companhia alcançou metade do caminho, conquistando 15% de participação. Agora, a NLMK traça os próximos objetivos. O diretor geral da empresa na América do Sul, Paulo Seabra, afirmou que a companhia quer aumentar o número de estoques no Brasil, construindo uma unidade na região Norte do país &#8211; o que vai ao encontro de sua estratégia de estar próximo da demanda para fazer a pronto entrega. “Nossas chapas são muito usadas na mineração, setor que vem crescendo no Norte do Brasil, com os grandes investimentos que a Vale fez em Carajás“, explicou o executivo. Além do Brasil, Seabra afirmou também que a NLMK tem planos de expandir sua atuação na América do Sul, abrindo filiais no Chile e na Colômbia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual o balanço que o senhor faz dos primeiros anos de operação da empresa no Brasil?</strong></p>
<p>Temos duas formas de analisar. No geral, nossa opinião é que tivemos um retorno positivo. Temos um plano de negócio com metas que, apesar de todos os desafios, estão sendo cumpridas. Nosso objetivo central é chegar a um patamar de participação de 30% no mercado de chapas grossas especiais até o final de 2019. Nesta linha, fechamos o ano passado com 15% de participação. Então, estamos no caminho.</p>
<p>Do ponto de vista de toneladas faturadas, aí realmente a situação é comum para tudo mundo. A crise econômica impactou e foi muito maior do que todos poderiam prever. Falando em números absolutos, poderíamos mais. Só que dentro do cenário de mercado, estamos bem posicionados. É mix de sentimentos. Estamos satisfeitos porque estamos sendo bem recebidos. Não somos concorrentes das indústrias nacionais, somos complementares. No entanto, sabemos que a situação poderia estar melhor ainda sem a crise.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual a importância do Brasil para a empresa?</strong></p>
<p>É um mercado que, no início da operação, não representava nada. Eu diria que o mercado brasileiro ainda não dá o resultado que poderia dar, em termos de valor de faturamento. Porém, o País, está aí e por pior que seja a situação nacional, a estratégia global da empresa é crescer nas principais economias do mundo. Produzimos as chapas no exterior, em três usinas nos EUA e seis na Europa. No Brasil, trabalhamos com duas unidades europeias, a da Bélgica e da Itália.</p>
<p>O Brasil é importante pelo seu tamanho e temos uma meta ambiciosa. Com 30% de participação, nos tornaremos líder de mercado. O Brasil é a base de nossa operação para a América do Sul. Tivemos a abertura de uma filial no Peru em setembro de 2016 e temos planos para operação em outros países, como Chile e Colômbia. Vamos continuar trabalhando para ter presença na América do Sul. Nosso grande objetivo é estar perto da demanda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são os planos de crescimento para o País?</strong></p>
<p>Diferentemente de outras siderúrgicas, que produzem mediante pedido, modelo hoje que não é compatível com o mercado brasileiro, tomamos a decisão de produzir a chapa e pôr em estoque. Nossa estratégia com isso é atender o mercado de pronto entrega. A equipe de compras de uma empresa vai atrás de aço e quer entrega rápida e isso está calçando nossa estratégia de crescimento.</p>
<p>Nossas chapas são muito usadas na mineração, setor que vem crescendo no Norte do Brasil, com os grandes investimentos que a Vale fez em Carajás. Nosso estoque está em Santa Catarina e temos planos de criar estoques no Norte também. Queremos estar próximos da demanda. Mas estamos fazendo estudos, não tem nada definido ainda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são os principais projetos em andamento?</strong></p>
<p>Estamos muito presentes no mercado da mineração, como também em construção, na chamada linha amarela (escavadeiras, caminhões, equipamentos de terraplanagem, retroescavadeiras). Estamos atendendo mais de 100 clientes no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A companhia tem interesse em atuar de alguma forma no setor de óleo e gás?</strong></p>
<p>Temos interesse sim, mas o Brasil tem protecionismo muito grande no mercado de óleo e gás e eólico. Com o conteúdo local mínimo, é necessário ter aço nacional nos equipamentos. Com isso, as usinas siderúrgicas internacionais ficam inviabilizadas de atuar. Mas temos interesse sim e podemos agregar muito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FONTE: Entrevista realizada por Davi de Souza (davi@petronoticias.com.br) e retirada do site https://www.petronoticias.com.br/archives/99608.</strong></p>
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