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	<title>Arquivos #ampliar - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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		<title>Siderúrgica NLMK planeja ampliar presença no Brasil e mira em novas unidades na América do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2017 11:33:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No final do ano passado, a companhia alcançou metade do caminho, conquistando 15% de participação. Agora, a NLMK traça os próximos objetivos</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/siderurgica-nlmk-planeja-ampliar-presenca-no-brasil-e-mira-em-novas-unidades-na-america-do-sul/">Siderúrgica NLMK planeja ampliar presença no Brasil e mira em novas unidades na América do Sul</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa de origem russa <strong>NLMK</strong>, do setor siderúrgico, chegou ao Brasil em 2015 mirando na meta de alcançar 30% de participação no mercado de aços especiais. No final do ano passado, a companhia alcançou metade do caminho, conquistando 15% de participação. Agora, a NLMK traça os próximos objetivos. O diretor geral da empresa na América do Sul, Paulo Seabra, afirmou que a companhia quer aumentar o número de estoques no Brasil, construindo uma unidade na região Norte do país &#8211; o que vai ao encontro de sua estratégia de estar próximo da demanda para fazer a pronto entrega. “Nossas chapas são muito usadas na mineração, setor que vem crescendo no Norte do Brasil, com os grandes investimentos que a Vale fez em Carajás“, explicou o executivo. Além do Brasil, Seabra afirmou também que a NLMK tem planos de expandir sua atuação na América do Sul, abrindo filiais no Chile e na Colômbia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual o balanço que o senhor faz dos primeiros anos de operação da empresa no Brasil?</strong></p>
<p>Temos duas formas de analisar. No geral, nossa opinião é que tivemos um retorno positivo. Temos um plano de negócio com metas que, apesar de todos os desafios, estão sendo cumpridas. Nosso objetivo central é chegar a um patamar de participação de 30% no mercado de chapas grossas especiais até o final de 2019. Nesta linha, fechamos o ano passado com 15% de participação. Então, estamos no caminho.</p>
<p>Do ponto de vista de toneladas faturadas, aí realmente a situação é comum para tudo mundo. A crise econômica impactou e foi muito maior do que todos poderiam prever. Falando em números absolutos, poderíamos mais. Só que dentro do cenário de mercado, estamos bem posicionados. É mix de sentimentos. Estamos satisfeitos porque estamos sendo bem recebidos. Não somos concorrentes das indústrias nacionais, somos complementares. No entanto, sabemos que a situação poderia estar melhor ainda sem a crise.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual a importância do Brasil para a empresa?</strong></p>
<p>É um mercado que, no início da operação, não representava nada. Eu diria que o mercado brasileiro ainda não dá o resultado que poderia dar, em termos de valor de faturamento. Porém, o País, está aí e por pior que seja a situação nacional, a estratégia global da empresa é crescer nas principais economias do mundo. Produzimos as chapas no exterior, em três usinas nos EUA e seis na Europa. No Brasil, trabalhamos com duas unidades europeias, a da Bélgica e da Itália.</p>
<p>O Brasil é importante pelo seu tamanho e temos uma meta ambiciosa. Com 30% de participação, nos tornaremos líder de mercado. O Brasil é a base de nossa operação para a América do Sul. Tivemos a abertura de uma filial no Peru em setembro de 2016 e temos planos para operação em outros países, como Chile e Colômbia. Vamos continuar trabalhando para ter presença na América do Sul. Nosso grande objetivo é estar perto da demanda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são os planos de crescimento para o País?</strong></p>
<p>Diferentemente de outras siderúrgicas, que produzem mediante pedido, modelo hoje que não é compatível com o mercado brasileiro, tomamos a decisão de produzir a chapa e pôr em estoque. Nossa estratégia com isso é atender o mercado de pronto entrega. A equipe de compras de uma empresa vai atrás de aço e quer entrega rápida e isso está calçando nossa estratégia de crescimento.</p>
<p>Nossas chapas são muito usadas na mineração, setor que vem crescendo no Norte do Brasil, com os grandes investimentos que a Vale fez em Carajás. Nosso estoque está em Santa Catarina e temos planos de criar estoques no Norte também. Queremos estar próximos da demanda. Mas estamos fazendo estudos, não tem nada definido ainda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são os principais projetos em andamento?</strong></p>
<p>Estamos muito presentes no mercado da mineração, como também em construção, na chamada linha amarela (escavadeiras, caminhões, equipamentos de terraplanagem, retroescavadeiras). Estamos atendendo mais de 100 clientes no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A companhia tem interesse em atuar de alguma forma no setor de óleo e gás?</strong></p>
<p>Temos interesse sim, mas o Brasil tem protecionismo muito grande no mercado de óleo e gás e eólico. Com o conteúdo local mínimo, é necessário ter aço nacional nos equipamentos. Com isso, as usinas siderúrgicas internacionais ficam inviabilizadas de atuar. Mas temos interesse sim e podemos agregar muito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FONTE: Entrevista realizada por Davi de Souza (davi@petronoticias.com.br) e retirada do site https://www.petronoticias.com.br/archives/99608.</strong></p>
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