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	<title>Arquivos bicicleta - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Arquivos bicicleta - Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>Com apoio da Investe SP, montadora de bicicletas elétricas instala fábrica em São Bernardo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2018 13:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Investe SP]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As bicicletas elétricas chegam a 25 km/h, velocidade máxima permitida pelo Código de Trânsito Brasileiro. As baterias pesam de 2 a 3 kg, com autonomia de 30 a 60 Km, dependendo do modelo</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/com-apoio-da-investe-sp-montadora-de-bicicletas-eletricas-instala-fabrica-em-sao-bernardo/">Com apoio da Investe SP, montadora de bicicletas elétricas instala fábrica em São Bernardo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Empresa Brasileira de Mobilidade Sustentável – EBMS – lançou em novembro de 2017 cinco modelos de bicicletas elétricas da marca Pedalla fabricadas na planta recém-instalada em São Bernardo do Campo (SP). A implantação desse projeto tem apoio da Investe São Paulo, agência de promoção de investimentos do Governo do Estado, que tem assessorado a EBMS principalmente em questões de infraestrutura e tributação.</p>
<p>Com o início das vendas no varejo, a empresa pretende aumentar gradativamente a produção das bikes, chegando a 30 mil por ano. A fabricação será feita por uma equipe de cerca de 100 funcionários.</p>
<p>Para capacitar os profissionais de revenda e manutenção das bicicletas, a EBMS investiu também R$ 250 mil no projeto Van Oficina. A ação leva sessões itinerantes de treinamento e certificação para mecânicos, assistências técnicas e lojas, garantindo uma formação específica em e-bikes.</p>
<p>“A EBMS é uma empresa criada com a ideia de melhorar a mobilidade urbana e oferecer um produto que ajude as pessoas a terem um estilo de vida não só mais saudável, mas também favorável ao meio ambiente. É fundamental que projetos como esse utilizem nossos serviços e estejam cada vez mais perto do poder público”, explica o diretor da Investe SP, Sérgio Costa.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-17993 alignleft" src="http://aquecimento.webcontent-dev.com.br/wp-content/uploads/2018/02/ebms_pedalla_foto_sote-1-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" />As bicicletas elétricas têm preços de tabela que variam entre R$ 4.490 e R$ 8.790. Nos 3 primeiros meses de operação, a Pedalla trabalhará com valores promocionais, entre R$ 3.490 e R$ 6.890. “O objetivo da EBMS é tornar a e-bike cada vez mais acessível. A mobilidade é um compromisso que deve ser assumido por todos”, afirma o diretor geral da marca, José Eugênio Pinheiro.</p>
<p>A Pedalla tem o maior portfólio de e-bikes do Brasil, com modelos desenvolvidos para os diversos tipos de uso. “O que diferencia um modelo do outro são os componentes. De acordo com cada um escolhido, mudam a potência do motor, câmbio, bateria, freios, painel e as suas funções. Existe a opção do modelo mais básico ao mais premium”, completa Pinheiro.</p>
<p>Todas as bicicletas elétricas funcionam com o chamado pedal assistido. O sistema é acionado por meio de um display no guidão a partir da primeira pedalada. O motor elétrico entra em funcionamento e permanece assim enquanto a pessoa estiver pedalando. Dessa forma, o usuário economiza fôlego, minimizando o desgaste físico.</p>
<p>Quando o movimento dos pedais é interrompido ou o freio é acionado, o motor desliga. Se o ciclista não ligar o sistema elétrico por meio do display, ele pode utilizar a e-bike de forma convencional, sem auxílio do motor.</p>
<p>A estratégia da EBMS é garantir um serviço de pós-venda de alto nível para seus clientes. Por isso está investindo na qualificação de profissionais que possam oferecer assistência técnica especializada aos ciclistas. Nessa mesma linha, ela garante o envio de peças e acessórios de reposição em até 24 horas após os pedidos chegarem à empresa, colocando à disposição de usuários e assistências técnicas um serviço diferenciado e de qualidade.</p>
<p><strong>Segurança</strong></p>
<p>As bicicletas elétricas Pedalla chegam a 25 km/h, a velocidade máxima permitida pelo Código de Trânsito Brasileiro, sendo extremamente seguras. As e-bikes já vêm equipadas com refletores, farol dianteiro, lanterna traseira, buzina, velocímetro e retrovisor.</p>
<p>As baterias, que pesam de 2 a 3 kg, são de Íons de Lítio com células da Samsung. A autonomia é de 30 a 60 Km, dependendo do modelo, do tipo e condições de uso. Os modelos básicos e intermediários têm motor com 250 W e os demais são de 350 W.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A evolução na construção de bicicletas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 10:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[#aço]]></category>
		<category><![CDATA[#aluminio]]></category>
		<category><![CDATA[#natal]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento térmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como o tratamento térmico está envolvido com a construção de bicicletas?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Não há nada melhor do que andar de bicicleta em uma bela manhã de sol! As bicicletas têm sido comercializadas em uma grande variedade de tipos e tamanhos. Entretanto, nem todas as bicicletas são criadas da mesma forma. O tratamento térmico e a seleção dos materiais são variáveis muito importantes na produção de uma bicicleta. Nós faremos o nosso melhor para lhe mostrar isto.</p>
<p>A primeira bicicleta era na verdade uma máquina de “caminhada”, que precisava da tração fornecida pelos próprios pés, e não para se pedalar. Criada em 1817 pelo Barão de Drais, esta invenção ajudou o barão a passear mais rapidamente pelos jardins reais. Esta primeira bicicleta era feita inteiramente de madeira e nunca se tornou mais do que um capricho.</p>
<p>O velocípede já trazia pedais e foi a próxima novidade, em 1865. Também era um dispositivo todo de madeira com pneus de madeira ou metal. Os pedais eram colocados diretamente na roda dianteira, e era uma máquina para se pedalar, diferentemente da sua prima mais velha, que precisava do contato dos pés com o chão para impulsionar o movimento. Tornou-se conhecida como agitadora de ossos devido ao que fazia ao ciclista em ruas de paralelepípedos. Novamente um capricho, academias de ciclismo “indoor” foram construídas nas grandes cidades para os ciclistas do velocípede.</p>
<p>A primeira utilização de metal na bicicleta ocorreu nos meados de 1870, com a bicicleta com super roda. Como a sua antecessora, os pedais foram colocados diretamente na roda dianteira. Mas, diferente do velocípede a roda dianteira aumentou, porque quanto maior a roda, mais rápido se andaria com apenas uma rotação dos pedais. Esta bicicleta ficou popularmente conhecida como “para jovens da classe trabalhadora” porque podia ser paga em seis meses por um trabalhador comum.</p>
<p>A mania por bicicletas chamada de “A Era de Ouro das Bicicletas” iniciou-se com o surgimento de diversas inovações, entre elas o pneu pneumático desenvolvido em 1888 por John Boyd Dunlop. Logo após isso, foram desenvolvidos os pneus traseiros independentes, que permitiam ao ciclista descer ladeiras. Isto levou à invenção dos freios em 1898. Apesar de terem sido implantados lentamente, durante este tempo também foram desenvolvidos os mecanismos para as marchas e os freios de mão.</p>
<p>No último século, a produção de bicicletas tem sido uma área chave de desenvolvimento. O objetivo é a produção de quadros mais leves, de forma que, com o mesmo esforço, a bicicleta se mova mais facilmente. Como resultado, as antigas bicicletas de aço carbono deram lugar às ligas endurecíveis 4130 de cromo e molibdênio nas bicicletas de alta tecnologia. Ao mesmo tempo em que o aço ainda é utilizado, muitas bicicletas estão utilizando alumínio, titânio ou materiais compósitos para reduzirem o seu peso.</p>
<p>Cada material tem suas próprias “resistências” e fragilidades. O aço Cr-Mo (4130) é muito utilizado devido à sua boa soldabilidade, conformabilidade, resistência, ductilidade e tenacidade. Esta liga, de uma forma geral, é tratada a 870°C seguida de têmpera em óleo. O revenimento é realizado entre 400°C e 570°C, em função da resistência desejada. Neste material, não é necessário nenhum tratamento térmico após a soldagem. Embora o titânio apresente metade da densidade do aço e o alumínio tenha cerca de um terço da densidade do aço, a produção de quadros de bicicleta em aço é cerca de três vezes maior do que a em alumínio. Um dos benefícios do aço e do titânio sobre o alumínio é que eles apresentam um limite de fadiga mais baixo, e por consequência não falharão tão facilmente em cargas cíclicas. O alumínio não tem este limite de resistência, de modo que a aplicação de cargas cíclicas, mesmo que baixas, por um número de ciclos suficiente resultará em falha.</p>
<p>Se a sua bicicleta é de alumínio, provavelmente ela é da liga 6061, que é tratada termicamente. No entanto, se esta liga for soldada, será necessário um tratamento térmico de solubilização e um envelhecimento artificial para que ele retorne à sua resistência original. O tratamento de solubilização é geralmente realizado entre 420°C e 540°C por um determinado número de horas e temperado ao ar. O endurecimento por precipitação (envelhecimento), em geral, é realizado entre 120°C e 180°C por 8 a 36 horas. Outras ligas de alumínio, como a 7005, não precisam ser solubilizadas após a soldagem, mas é necessário que seja realizado um envelhecimento artificial.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que o titânio é considerado o material ideal para a produção dos quadros de bicicletas, ele nunca se tornou popular devido ao seu alto custo. Outra complicação para o seu uso é que o titânio é mais complicado para soldar. Sem os procedimentos precisos de soldagem, a solda pode ser facilmente contaminada, resultando em falhas catastróficas.</p>
<p>Mesmo as ligas mais exóticas para a produção dos quadros de bicicletas, como as de alumínio-lítio, precisam de processos de tratamentos térmicos críticos. Por exemplo, se a liga de alumínio-lítio for tratada por um tempo muito longo ou a uma temperatura muito alta, o lítio pode oxidar, produzindo um alumínio puro e mole. Os compósitos de carbono têm ganhado popularidade nas bicicletas de alta tecnologia, mas nós limitaremos nossa discussão às produções metálicas.</p>
<p>Assim, de qualquer forma, curta suas pedaladas com o ar refrescante das manhãs e tardes de verão. Enquanto você curte as paisagens e sons das estações, lembre-se que o processamento térmico tem exercido um papel importante, garantindo suas aventuras.</p>

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