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	<title>Arquivos CNI - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Arquivos CNI - Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>CNI: Indústria brasileira precisa urgentemente migrar para o conceito 4.0</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2018 19:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#indústria]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[Digitalização]]></category>
		<category><![CDATA[indústria 4.0]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo da CNI cruzou dados de produtividade, exportação e taxa de inovação de diversos setores industriais brasileiros.</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/industria-brasileira-precisa-urgentemente-migrar-para-o-conceito-4-0-para-ser-competitiva-mostra-estudo-da-cni/">CNI: Indústria brasileira precisa urgentemente migrar para o conceito 4.0</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo da CNI cruzou dados de produtividade, exportação e taxa de inovação de diversos setores industriais brasileiros.</em><span id="more-18015"></span></p>
<p>De 24 setores da indústria brasileira, 14 precisam adotar com urgência estratégias de digitalização para se tornarem internacionalmente competitivos, mostra estudo inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI) <em>Oportunidades para Indústria 4.0: aspectos da demanda e oferta no Brasil</em>. O documento cruzou dados de produtividade, exportação e taxa de inovação de diversos setores industriais brasileiros e os comparou ao desempenho dos mesmos segmentos nas 30 maiores economias do mundo, que, juntas, representam 86% do PIB mundial. O objetivo é identificar quais atividades poderiam ser mais beneficiadas pela adoção de tecnologias digitais voltadas ao aumento da eficiência, quais correm o maior risco diante do avanço da nova onda tecnológica em países que concorrem com o Brasil e qual a capacidade de absorção e desenvolvimento de tecnologias pela indústria nacional.</p>
<p>[ihc-hide-content ihc_mb_type=&#8221;show&#8221; ihc_mb_who=&#8221;reg&#8221; ihc_mb_template=&#8221;3&#8243; ]</p>
<p>Os 14 setores em situação mais vulnerável são impressão e reprodução; farmoquímicos e farmacêuticos; químicos; minerais não-metálicos; couro e calçados; vestuário e assessórios; têxteis; máquinas e aparelhos elétricos; outros equipamentos de transporte; produtos de metal; máquinas e equipamentos; móveis; artigos de borracha e plástico; e produtos diversos. A nomenclatura segue a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).</p>
<p>Em geral, os segmentos apresentam produtividade inferior à média internacional e baixa inserção no comércio exterior. O grau de inovação, por sua vez, é bastante heterogêneo. &#8220;A migração para a Indústria 4.0 exigirá um esforço maior principalmente para empresas menos inovadoras, menos familiarizadas com a adoção de novas tecnologias, o que demonstra a necessidade de estabelecer iniciativas direcionadas. Além disso, dado o gap de produtividade, os setores sofrerão cada vez mais com a concorrência internacional, tornando a urgência muito elevada&#8221;, avalia o gerente-executivo de Política Industrial da CNI, João Emílio Gonçalves.</p>
<p>No gráfico abaixo, é possível visualizar a posição dos setores, os três indicadores. Valores acima de 1 representam que, nos respectivos indicadores, os setores estão acima da média da amostra dos países:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18016 size-full" src="http://aquecimento.webcontent-dev.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Gráfico-CNI-1.png" alt="" width="718" height="566" /></p>
<h6>Nota: 1. Valores da Produtividade do Trabalho Relativa à Média da Amostra ao lado da nomenclatura dos setores. 2. Os valores da Taxa de Inovação são os anos de 2012 a 2014.</h6>
<h6>Fonte: Elaborado com base em estatísticas do IBGE/Pintec, Eurostat/CIS, UNIDO, WIOD e OCDE.</h6>
<h6><em>*Média internacional elaborada a partir de dados dos seguintes países: EUA, China, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Brasil, Itália, Índia, Rússia, Canadá, Austrália, Coreia do Sul, Espanha, México, Indonésia, Holanda, Turquia, Arábia Saudita, Suíça, Nigéria, Suécia, Polônia, Argentina, Bélgica, Taiwan, Noruega, Áustria, Irã e Tailândia.</em></h6>
<p><strong>Azul</strong>: setores industriais com maior potencial para serem os líderes na adoção das tecnologias, com maior proporção relativa de maior produtividade e alto coeficiente de exportação. Esses setores tendem a ter maior capacidade para adoção e precisarão migrar para a Indústria 4.0 para se manterem competitivos.</p>
<p><strong>Verde</strong>: setores com elevado potencial de digitalização, com alta taxa de produtividade, mas com baixos coeficientes de exportação. Sustentam a posição no mercado interno devido à alta produtividade, mas isso não se reflete em competitividade no mercado internacional.</p>
<p><strong>Amarelo</strong>: setores com baixa produtividade relativa e alto coeficiente de exportação. A competitividade nas exportações é dada por outras vantagens competitivas, como a disponibilidade de recursos naturais. É possível traçar estratégias graduais, com menor urgência relativa aos outros grupos em função das vantagens comparativas naturais do país.</p>
<p><strong>Vermelho</strong>: setores mais vulneráveis em função da produtividade e do coeficiente de exportação relativamente baixos. São setores que têm na adoção urgente das tecnologias da Indústria 4.0 uma oportunidade para recuperarem sua competitividade. São, por outro lado, os setores mais vulneráveis caso a migração para a indústria 4.0 ocorra de forma mais lenta no Brasil do que nos nossos principais concorrentes.<br />
Os dados se referem à media dos setores e é preciso ter em conta que o nível de agregação pode mascarar a existência de segmentos bastante heterogêneos e empresas com níveis muito distintos de produtividade e até mesmo de inserção internacional.</p>
<p><strong>Oportunidades</strong></p>
<p>Gonçalves vê a grande concentração de setores no grupo vermelho como uma grande oportunidade, pois, se o país conseguir criar políticas adequadas para promover o desenvolvimento e acelerar a adoção de tecnologias digitais, será possível dar um salto de competitividade significativo. &#8220;Temos de ver a Indústria 4.0 como uma chance de recuperarmos rapidamente o tempo que perdemos nas últimas duas décadas, quando a nossa produtividade cresceu muito lentamente”, afirma o gerente-executivo de Política Industrial da confederação.</p>
<p>Para a CNI, a Indústria 4.0 vai se impor como uma necessidade para todos os setores. Mesmo em áreas onde hoje o Brasil se encontra em situação relativamente confortável em função das suas vantagens comparativas, o avanço tecnológico em outros países poderá provocar pressões competitivas no futuro.</p>
<p><strong>Plano Empresarial</strong></p>
<p>A CNI prepara um conjunto de propostas e ações que serão apresentadas para os candidatos à presidência da República nas eleições deste ano para estimular e apoiar a adoção de tecnologias digitais pela indústria. Entre elas, destaca-se a criação de um programa nacional que reúna instituições capazes de apoiar a indústria na elaboração de planos empresariais de digitalização. &#8220;Cada empresa terá necessidades e objetivos diferentes com a adoção de novas tecnologias. Por isso, as soluções muito provavelmente, serão customizadas&#8221;, avalia o gerente-executivo da CNI.</p>
<p>Outra proposta é sobre o financiamento da implementação dos planos de digitalização. &#8220;Será preciso mobilizar recursos para a modernização das empresas, pois o grau de investimento também vai variar de caso em caso&#8221;, completa Gonçalves.</p>
<p><strong>O que é a Indústria 4.0</strong></p>
<p>A Indústria 4.0 é a nova fronteira da produção industrial e tornará a forma como se produz hoje obsoleta. Neste modelo, tecnologias ganham maior integração e há uma fusão entre os mundos físico e virtual, criando sistemas chamados ciberfísicos. A principal diferença em relação às demais revoluções industriais está na velocidade das transformações produzidas pela digitalização. As principais tecnologias envolvidas são: internet das coisas, robótica avançada, impressão 3D, manufatura híbrida, big data, computação em nuvem, inteligência artificial e sistemas de simulação virtual. A combinação entre as tecnologias abre um leque inédito de possibilidades, novos negócios e solução de antigos problemas, como acesso remoto à saúde, cidades inteligentes, mobilidade urbana, geração de energia a partir de novas fontes, entre outros.</p>
<p><strong>Fonte: CNI</strong></p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:</strong></span></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/industria-4-0-pode-economizar-r-73-bilhoes-para-o-brasil/">-&gt; Indústria 4.0 pode economizar R$ 73 bilhões para o Brasil</a></p>
<p>[/ihc-hide-content]</p>
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		<title>Aumenta a oferta de emprego na indústria, informa CNI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jan 2018 19:07:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#indústria]]></category>
		<category><![CDATA[#trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As horas trabalhadas na produção também aumentaram 0,6% em novembro frente a outubro na série de dados dessazonalizados. Além disso, a utilização da capacidade instalada subiu para 78,3%</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/aumenta-a-oferta-de-emprego-na-industria-informa-cni/">Aumenta a oferta de emprego na indústria, informa CNI</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O emprego na indústria brasileira cresceu 0,3% em novembro na comparação com outubro do ano passado, na série livre de influências sazonais. Foi o terceiro mês consecutivo de melhora no emprego. A taxa de crescimento de 0,3% foi a maior registrada desde novembro de 2014, informa a pesquisa <strong><a href="http://www.portaldaindustria.com.br/estatisticas/indicadores-industriais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Indicadores Industriais</a></strong>, divulgada nesta terça-feira, 16 de janeiro, pela<strong> <a href="http://www.portaldaindustria.com.br/cni/">Confederação Nacional da Indústria (CNI)</a></strong>.</p>
<p>As horas trabalhadas na produção também aumentaram 0,6% em novembro frente a outubro na série de dados dessazonalizados, revertendo a queda registrada no mês anterior. Além disso, a utilização da capacidade instalada subiu para 78,3% , o maior nível desde fevereiro de 2016, também com ajuste sazonal. Com isso, a ociosidade na indústria recuou para 21,7%.</p>
<p>No entanto, os demais indicadores de novembro  são negativos. O faturamento caiu 0,6%, a massa real de salários recuou 0,8% e o rendimento médio do trabalhador diminuiu 0,5% na comparação com  outubro, na série livre de influências sazonais. &#8220;Embora alguns dados mensais sejam negativos, os resultados positivos estão ficando mais frequentes&#8221;, observa o economista da CNI Marcelo Azevedo. Isso indica que a atividade industrial está se recuperando lentamente.</p>
<p>Azevedo destaca que no acumulado de janeiro a novembro de 2017 em relação ao mesmo período de 2016, todos os indicadores, com exceção do rendimento médio real dos trabalhadores, apresentam quedas. Nesta base de comparação, o faturamento diminuiu 0,7%, as horas trabalhadas na produção caíram 2,3%, o emprego recuou 2,9% e a massa real de salários encolheu 2%. O rendimento médio do trabalhador aumentou 1%, favorecido pela queda da inflação.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:<br />
</strong></span></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/producao-cresce-e-emprego-na-industria-fica-estavel-informa-cni/">-&gt; Produção cresce e emprego na indústria fica estável, informa CNI.</a></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/industria-4-0-saltara-de-16-para-218-das-empresas-em-uma-decada-diz-pesquisa-da-cni/">-&gt; Indústria 4.0 saltará de 1,6% para 21,8% das empresas em uma década, diz pesquisa da CNI.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Indústria 4.0 saltará de 1,6% para 21,8% das empresas em uma década, diz pesquisa da CNI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2017 18:02:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[IEL]]></category>
		<category><![CDATA[indústria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Indústria 2027]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[UFRJ]]></category>
		<category><![CDATA[UNICAMP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sondagem da Confederação Nacional da Indústria projeta salto tecnológico da produção brasileira nos próximos dez anos e mapeia como a indústria está se preparando para os novos desafios </p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/industria-4-0-saltara-de-16-para-218-das-empresas-em-uma-decada-diz-pesquisa-da-cni/">Indústria 4.0 saltará de 1,6% para 21,8% das empresas em uma década, diz pesquisa da CNI</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa inédita, realizada pelo Projeto Indústria 2027, mostra que 21,8% das indústrias projetam ter o processo produtivo totalmente digitalizado nos próximos 10 anos. A perspectiva representa um salto significativo, uma vez que hoje apenas 1,6% das empresas ouvidas afirma já operar na fronteira tecnológica, conhecida como indústria 4.0. A pesquisa foi feita com 759 grandes e médias empresas, entre junho e novembro de 2017. O Indústria 2027 é uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), em parceria com os institutos de economia das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Estadual de Campinas (Unicamp). O objetivo do projeto é identificar como inovações disruptivas vão impactar a competitividade do setor produtivo brasileiro.</p>
<p>“Os dados mostram que a indústria brasileira reconhece a importância do desenvolvimento tecnológico para a sua competitividade, mas é preciso ir além. Precisamos de um empenho nacional nesse sentido. As empresas devem desenhar e executar estratégias e a política pública precisa amparar esse desenvolvimento”, afirma Paulo Mól, superintendente nacional do IEL. Também conhecida como quarta revolução industrial, a indústria 4.0 resulta do uso integrado de tecnologias avançadas da automação, controle e tecnologia da inovação em processos de manufatura.</p>
<p>A pesquisa também averiguou o planejamento das empresas quanto a estudos e perspectivas para incorporar tecnologias digitais de última geração, como internet das coisas, inteligência artificial, armazenamento em nuvem, big data, entre outros. Apenas 15,1% delas têm projetos em execução. A maioria – 45,6% &#8211; está realizando estudos iniciais ou têm planos aprovados sem execução. Por fim, 39,4% não têm nenhuma ação prevista no tema.</p>
<p>O economista e coordenador-adjunto do Indústria 2027, David Kupfer, avalia que é necessária maior mobilização. “É preciso disparar o processo de adoção dessas tecnologias, principalmente porque as transformações acontecem em alta velocidade e atrasos comprometem ainda mais a capacidade das empresas acompanharem a onda tecnológica. Por enquanto, não observamos um movimento consolidado para equiparar o desenvolvimento tecnológico da indústria brasileira ao de países como Alemanha e Estados Unidos”, afirma.</p>
<p><strong>Gerações Tecnológicas</strong></p>
<p>Para chegar ao diagnóstico, a pesquisa estabeleceu classificações de quatro gerações de tecnologias digitais.</p>
<p>· Geração 1 é a produção rígida, com uso pontual de tecnologias da informação e comunicação (TIC) e automação rígida e isolada.</p>
<p>· Geração 2 envolve automação flexível ou semi-flexível, com uso de TICs sem integração ou integração apenas parcial entre áreas da empresa.</p>
<p>· Geração 3 consiste no uso de TICs integradas e conectadas em todas as atividades e áreas da empresa.</p>
<p>· Geração 4 é chamada de produção conectada e inteligente, tem tecnologias da informação integradas, fábricas conectadas e processos inteligentes, com capacidade de subsidiar gestores com informações para tomada de decisão.</p>
<p>O gráfico abaixo mostra o estágio de tecnologia da indústria brasileira hoje (esquerda) e daqui a 10 anos (direita).</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-17596" src="http://aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Gráfico-CNI-1.png" alt="" width="700" height="500" /></p>
<p>Atualmente, segundo o estudo, 77,8% das empresas brasileiras ainda estão nas gerações tecnológicas 1 e 2.  No entanto, os dados mostram que as empresas estão cientes do tamanho da influência das inovações no futuro. Para 67,5% delas, essas mais avançadas terão alto ou muito alto impacto no setor onde atuam. A pesquisa também avaliou como as tecnologias 4.0 influenciarão cinco aspectos dos negócios: relacionamento com fornecedores, desenvolvimento de produto, gestão da produção, relacionamento com clientes e gestão de negócios.</p>
<p>Para 77,3% dos ouvidos, há probabilidade alta ou muito alta de as tecnologias digitais serem dominantes no relacionamento com os fornecedores. Para 71,3%, o mesmo acontecerá na relação das empresas com seus consumidores.</p>
<p><strong>O Projeto</strong></p>
<p>O Indústria 2027 é um projeto inédito cujo objetivo é avaliar os impactos de inovações como internet das coisas, nanotecnologia e inteligência artificial, entre outras, para a competitividade do produto nacional. A iniciativa mobiliza mais de 40 pesquisadores brasileiros e estrangeiros para examinar em profundidade o potencial de oito tecnologias para o futuro da indústria e o impacto delas em 10 sistemas produtivos em projeções para os próximos cinco e dez anos. O projeto também vai identificar as condições de o Brasil acompanhar e aproveitar as inovações, a capacidade de resposta atual do empresariado brasileiro e também apontará estratégias de desenvolvimento produtivo.</p>
<p>Para acessar a pesquisa completa, <a href="http://www.portaldaindustria.com.br/cni/canais/industria-2027/publicacoes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">acesse aqui</a>.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:<br />
-&gt; </strong><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/1o-congresso-brasileiro-de-industria-4-0-reuniu-representantes-de-empresas-e-de-agencias-de-fomento-a-pesquisa/">Leia sobre o 1º Congresso Brasileiro sobre a Indústria 4.0.</a></span></p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/industria-4-0-saltara-de-16-para-218-das-empresas-em-uma-decada-diz-pesquisa-da-cni/">Indústria 4.0 saltará de 1,6% para 21,8% das empresas em uma década, diz pesquisa da CNI</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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