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	<title>Arquivos #desenvolvimento - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Arquivos #desenvolvimento - Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>P&#038;D: Inteligência Artificial &#8211; A Nova Corrida do Espacial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2020 13:01:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna - Pesquisa & Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Colunas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caro leitor, gostaria de compartilhar contigo um tema que tem esquentado o primeiro mundo dentro de todos cenários, e ainda com muita força no setor automotivo, todavia, muito embrionário aqui em nosso país, por isto valeria a pena mostrar que temos uma enorme oportunidade de participar e contribuir com esta nova era e para tornar</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Caro leitor, gostaria de compartilhar contigo um tema que tem esquentado o primeiro mundo dentro de todos cenários, e ainda com muita força no setor automotivo, todavia, muito embrionário aqui em nosso país, por isto valeria a pena mostrar que temos uma enorme oportunidade de participar e contribuir com esta nova era e para tornar este tema de valor tecnológico para a coluna, convidei nosso amigo Regis Ataides (Diretor de Canais da Siemens DISW), que vive este assunto por aqui e também nos fóruns globais, para nos ajudar a entender a situação atual deste tema.</p>
<p>Não é novidade para os nossos leitores que estamos vivendo a era do conhecimento, da informação e dos dados. Existem diversos especialistas que mostram que neste século nós vamos experimentar 20.000 anos de progresso no ritmo e velocidade que a inovação está acontecendo. A aceleração do conhecimento já é em escala exponencial e com uma taxa nunca vista pela humanidade, isso ocorre em todos os setores da sociedade.</p>
<p>Grande parte desta explosão vem da conectividade. Estima-se que no ano de 2025 (isso mesmo, daqui menos de 5 anos) teremos cerca de 100 bilhões de dispositivos conectados, cada um com dezenas de sensores coletando dados em tempo real. São os dispositivos “smart”, como eletrodomésticos, itens de vestuário, relógios, smarphones, veículos, máquinas na linha de produção etc., todos gerando dados em tempo real. Com mais dados, naturalmente vem mais complexidade. Como lidar com esta enorme quantidade de dados e com a complexidade envolvida nesta informação?</p>
<p>Alguns dizem que a resposta é limitar ou tentar gerenciar essa complexidade. Particularmente, não creio que consigamos gerenciar essa complexidade e quem tentar limitar a sua geração, seguramente não estará mais no mercado em alguns anos. Não é possível limitá-la.</p>
<p>A inteligência artificial é, sem dúvidas, uma das respostas mais consistentes para esta pergunta. Estima-se que por volta de 2029 os computadores vão atingir o nível de inteligência dos seres humanos. E indo mais além, em 2042 vamos atingir a chamada Singularidade, ou seja, o evento ou sequência de eventos responsáveis pela intersecção entre a inteligência humana e da máquina. É essa união entre a inteligência humana e a inteligência artificial evoluída que permitirá que possamos lidar com a enorme quantidade de dados e informação, gerando conhecimento verdadeiro e útil para a sociedade.</p>
<blockquote><p>Estima-se que no ano de 2025 (isso mesmo, daqui menos de 5 anos) teremos cerca de 100 bilhões de dispositivos conectados, cada um com dezenas de sensores coletando dados em tempo real.</p></blockquote>
<p>Algumas das tecnologias necessárias para a evolução da inteligência artificial já são nossas conhecidas de hoje, tais como internet 5G, computação quântica, biologia sintética, entre outras.</p>
<blockquote><p>Enfatiza Regis, “O segredo aqui é atingir um alto nível de maturidade da inteligência artificial e as grandes nações do mundo já perceberam isso. O que estamos vivenciando atualmente é a chamada nova “Corrida do Ouro” ou “Nova Corrida Espacial”.</p></blockquote>
<p>Essa corrida já começou há alguns anos e os dois líderes atuais são Estados Unidos e China. Estima-se que atualmente existem aproximadamente 1,9 milhões de profissionais trabalhando com desenvolvimento de Inteligência Artificial no mundo. Aproximadamente 850.000 estão nos Estados Unidos e outros 100.000 na China. Somente a DARPA (Departamento de Defesa dos Estudos Unidos) anunciou recentemente investimentos da ordem de US$ 2 bilhões para desenvolver a próxima geração de inteligência artificial. Esta iniciativa é chamada de “AI Next.” Sem dúvida que este tema já é e será uma grande fonte de empregos e oportunidades no mundo, não somente para as grandes corporações, mas também para os profissionais, start-ups e pesquisadores.</p>
<p>E o Brasil? Como sempre estamos um pouco (ou bastante) atrás nesta corrida. Há apenas alguns anos atrás, o Ministério da Indústria, Comércio e Serviços brasileiro criou as diretrizes macro para a inserção do nosso país na chamada Indústria 4.0. Um portal foi criado pelo Ministério (http://www.industria40.gov.br/), pelo qual pode se perceber quais são os 5 temas apontados como os de maiores relevâncias. São eles: Manufatura Aditiva, Inteligência Artificial, Internet das Coisas, Biologia Sintética e Sistemas Ciber-físicos. Mesmo citando abertamente a Inteligência Artificial como sendo um dos temas importantes, percebe-se que o país ainda tem problemas mais complexos para atacar antes, como redução de custos de produção, aumento da produtividade etc.</p>
<p>De qualquer forma, percebemos somente algumas ações isoladas de start-ups e universidades brasileiras com foco em desenvolver inteligência artificial. Softwares de veículos autônomos estão sendo desenvolvidos por grandes Universidades, como USP, UFES, Unicamp etc. O fato é que ainda estamos muito tímidos no tema que definirá os novos líderes mundiais na tecnologia mais inovadora das próximas décadas, e por isso convido-os para esta nova era espacial. Muito obrigado e até próxima coluna de IH.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autor: Marco A. Colosio</p>
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		<title>EMBRAPII financia projetos de PD&#038;I com valor não-reembolsável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2018 14:12:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[#pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[EMBRAPII]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Finep]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acordo com o Finep garante recursos para que empresários financiem a contrapartida que o modelo EMBRAPII exige. A EMBRAPII sempre financia 1/3 dos valores de projetos de PD&#038;I e o valor não precisa ser devolvido no fim do projeto</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o intuito de facilitar o financiamento de projetos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&amp;I) na indústria do País, a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) assinam nesta quinta-feira, 18 de janeiro, acordo de cooperação para possibilitar crédito de longo prazo a empresas que desejam desenvolver projetos com Unidades EMBRAPII.</p>
<p>O acordo garante recursos para que empresários financiem a contrapartida que o modelo EMBRAPII exige. A EMBRAPII sempre financia 1/3 dos valores de projetos de PD&amp;I realizados em parcerias com suas Unidades (42 institutos de pesquisas espalhados por todo o Brasil). Este 1/3 é não-reembolsável, ou seja, não precisa ser devolvido no fim do projeto. O restante do valor para o projeto (2/3) é dividido entre a empresa parceira e a Unidade.</p>
<p>No acordo, a EMBRAPII fica com a responsabilidade de intermediação entre empresas e as Unidades EMBRAPII, de modo a incrementar a geração de negócios e impulsionar o desenvolvimento econômico. Já a Finep se compromete a priorizar a análise das solicitações de financiamento apresentadas pelas empresas em parceria com as Unidades, bem como indicar às empresas possibilidades dos contratos com os Bancos de Desenvolvimento e Agentes Financeiros do Programa INOVACRED.<img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-17886 alignleft" src="http://aquecimento.webcontent-dev.com.br/wp-content/uploads/2018/01/DSC_0111-1-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></p>
<p>“Precisamos aumentar a competitividade da indústria nacional, o que depende em grande parte da sua capacidade inovadora. No entanto, inovar tem um custo. Com os recursos que serão garantidos pela Finep, oferecemos uma oportunidade para viabilizar a execução da ideia”, destacou o diretor-presidente da EMBRAPII, Jorge Guimarães.</p>
<p>Presidente da Finep, Marcos Cintra enfatiza a necessidade de continuar investindo em ciência e tecnologia para trilhar um caminho próspero e conseguir se sobressair na corrida pela inovação. &#8220;Não existe país desenvolvido que interrompa investimento em ciência, um tema que requer apoio contínuo. Não é como construir uma ponte, que você pode parar e seguir à frente. Sem tecnologia brasileira, nosso déficit será de gerações inteiras. A Finep quer sempre seguir no centro do Sistema Nacional de C,T&amp;I&#8221;, diz.</p>
<p>A cooperação prevê que empresas de todos os setores possam solicitar financiamento à Finep, desde que apresentem um projeto de inovação de produtos, processos ou serviços nas áreas de atuação da EMBRAPII, como: biotecnologia, agronegócio, engenharia, eletrônicos, Tecnologia da Informação e Comunicação &#8211; TIC, entre outros.</p>
<p>A parceria entre a EMBRAPII e a Finep se soma a uma série de iniciativas voltadas a aumentar a competitividade da indústria nacional e facilitar o acesso ao crédito com mais agilidade e menos burocracia. Acordos semelhantes foram firmados pela EMBRAPII com outras instituições, entre elas o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o Banco do Nordeste (BNB), o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), além do credenciamento da EMBRAPII no Cartão BNDES.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:</strong></span></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/fapesp-ampliara-apoio-a-investigacao-em-areas-de-manufatura-avancada/">-&gt; FAPESP ampliará apoio à investigação em áreas de Manufatura Avançada.</a></p>
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		<title>ASVOTEC inaugura seu Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Combustão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2017 13:40:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com um público de 40 pessoas, o evento contou com a presença de empresas dos segmentos de óleo e gás, químico, petroquímico, imprensa, autoridades locais, consultores, bem como cientistas e acadêmicos de renomadas instituições</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/asvotec-inaugura-seu-centro-de-pesquisa-e-desenvolvimento-de-combustao/">ASVOTEC inaugura seu Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Combustão</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com projeto próprio e por meio de parcerias tecnológicas de empresas apoiadoras renomadas no mercado a <strong>ASVOTEC</strong> inaugurou no, dia 30 de Agosto, seu Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Combustão. A empresa construiu seu campo de testes para validar os parâmetros de cálculos realizados no software Flaretot, para um Flare (dimensionado em consonância às normas internacionais API-537 e API-521) e um Queimador RS 630.</p>
<p>O Flare mede 12 metros de altura, tem diâmetro de ponteira de 14 polegadas e conta com 02 queimadores piloto que podem ser ignitados por alta energia (HEI – high energy ignition) e por gerador de frente de chama (FFG – front flame generator). Os pilotos são monitorados por sistema Flame Rod (detecção por ionização) e termopar mantendo a chama acesa mesmo em condições de chuvas e vendavais, onde simulamos ao vivo essas condições. A queima estequiométrica é garantida através do sistema de assistência a ar, garantindo a perfeita mistura de gás e ar com sistema smokeless (sem fumaça).</p>
<p>O Queimador ASVOTEC de grande porte modelo RS-630 (capacidade 6,3 milhões Kcal/h) é dedicado à queima de gases e óleos pesados, comumente para aplicações em geradores de gases quentes, fornalhas, fornos petroquímicos, fornos de aquecimento, aquecedores, entre outros. Este tipo de queimador é tipicamente utilizado em geradores de gases quentes para secagem de produtos como: fertilizantes, pós, grãos, entre outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>A inauguração</h4>
<p>O evento contou com a presença de empresas dos segmentos de óleo e gás, químico, petroquímico, imprensa, autoridades locais, consultores, bem como cientistas e acadêmicos de renomadas instituições.</p>
<p>Com um público de 40 pessoas, a ASVOTEC promoveu palestras técnicas sobre sistemas de combustão, além de apresentar as demais linhas de produtos da empresa, válvulas especiais, acoplamentos de tubulações, abraçadeiras de reparo e equipamentos sob encomenda.</p>
<p>A programação ainda incluiu visita à fábrica, onde o time comercial e técnico explanou a todos os presentes, os principais setores de toda cadeia produtiva, desde recebimento até a expedição dos equipamentos de todas as unidades de negócios, sendo: caldeiraria que compreende equipamentos sob encomenda (vasos de pressão, trocadores de calor, reatores de processo, colunas de destilação, condensadores, etc.), válvulas de grande porte (borboleta, gaveta, veneziana, dupla alavanca, ocular, etc.), combustão (flares ou tochas, fornos, incineradores, recuperadores de calor, queimadores, etc.) e acoplamentos especiais (para união e reparo de tubulações).</p>
<p>Por fim, os participantes tiveram a oportunidade de acessar a sala de controle do Flare, equipado com CLP que realiza todo o supervisório do sistema, bem como de participaram de um encontro de negócios ao longo do dia.</p>
<p>&nbsp;</p>

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