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	<title>Arquivos Digitalização - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Arquivos Digitalização - Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>Junker aposta na produção com processos otimizados com a paridade digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 15:26:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engrenagens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[#indústria4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Digitalização]]></category>
		<category><![CDATA[Junker]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A paridade digital das retificadoras Junker constitui uma representação virtual da instalação real e possibilita um intercâmbio de dados abrangente entre o mundo virtual e o real. A fusão entre máquina real e virtual resulta em um sistema geral inteligente, com o qual é possível realizar diversos prognósticos a respeito de propriedades e comportamentos operacionais,</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/junker-aposta-na-producao-com-processos-otimizados-com-a-digitalizacao/">Junker aposta na produção com processos otimizados com a paridade digital</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A paridade digital das retificadoras Junker constitui uma representação virtual da instalação real e possibilita um intercâmbio de dados abrangente entre o mundo virtual e o real.</p>
<p>A fusão entre máquina real e virtual resulta em um sistema geral inteligente, com o qual é possível realizar diversos prognósticos a respeito de propriedades e comportamentos operacionais, desde o início, no processo de elaboração do projeto e produção, durante o comissionamento da máquina e, mais tarde, no ciclo de vida útil do produto.</p>
<p>A paridade digital representa a retificadora no mundo digital. Ela é composta por dados e algoritmos e pode ser acoplada ao mundo real através de sensores e sistemas de comando. Ela serve como base da Indústria 4.0 e simula o comportamento e as propriedades da retificadora no mundo real, desde o processo de desenvolvimento. Graças a conexão com dados reais, como posições da máquina e condições ambientais, a paridade virtual permite a execução de simulações complexas. Com isso será possível planejar, otimizar e adaptar processos posteriores.</p>
<p>Durante a fase de projeto, a paridade digital permite a implementação e testes de requisitos complexos de produtos sem demorados e dispendiosos protótipos. Além do mais, são possíveis testes de software sem riscos, otimizações dos programas de retificação e a aprovação do processo de usinagem muito antes da máquina ficar pronta.</p>
<p>Fica consideravelmente mais simples o intercâmbio com fornecedores e com o cliente com relação aos processos nas retificadoras da Junker, processos esses que muitas vezes são dotados de uma enorme complexidade. As interfaces para automação, ambientes de software e linhas de produção completas são verificadas logo na fase preliminar, permitindo detectar possíveis impedimentos.</p>
<p>As vantagens em termos de tempo na fase de desenvolvimento e produção são complementadas pela otimização do projeto da planta e do processo ainda antes da produção da retificadora. Uma colocação em funcionamento sem problemas graças a simulações e otimizações prévias e um treinamento simples aceleram ainda mais o processo de produção das retificadoras.</p>
<p>Os processos operacionais e de usinagem dentro da máquina são otimizados e isentos de erros desde o início graças a paridade digital. Posteriores modernizações e atualizações, poderão ser planejadas e executadas de modo eficiente e otimizadas com base na máquina virtual.</p>
<p>Resumos dos benefícios:</p>
<ul>
<li>Processos podem ser antecipadamente definidos e iniciados.</li>
<li>Prognósticos relevantes a respeito de propriedades, desempenhos e comportamentos operacionais das máquinas</li>
<li>Prazos de desenvolvimento e entrega reduzidos, bem como economias de custo em produtos novos e recondicionamentos de máquinas</li>
<li>Testes de software sem riscos e simulação de modificações</li>
<li>Otimização e aceleração de todo o processo de engenharia</li>
<li>Aprovação preliminar digital e treinamento simplificado para o cliente</li>
<li>Coordenação com fornecedores mais simples e rápida</li>
<li>Otimização da comunicação com o cliente graças a visualização de conceitos de automação e processos operacionais</li>
</ul>
<p><strong>Sobre o Grupo Junker </strong></p>
<p>O Grupo Junker, com sede em Nordrach, Alemanha, é líder no mercado internacional na fabricação de retificadoras de alta velocidade CBN. Cerca de 1500 colaboradores em todo o mundo garantem a vanguarda tecnológica da empresa.</p>
<p>Juntamente com a Erwin Junker Maschinenfabrik, pertencem ao Grupo Junker a LTA Lufttechnik GmbH e a Zema Zselics Ltda. A LTA Lufttechnik GmbH fabrica sistemas de proteção contra incêndios e de filtração de ar para empresas e indústrias. A Zema reforça o grupo como especialista em retificação com rebolos convencionais.</p>
<hr />
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		<title>CNI: Indústria brasileira precisa urgentemente migrar para o conceito 4.0</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/industria-brasileira-precisa-urgentemente-migrar-para-o-conceito-4-0-para-ser-competitiva-mostra-estudo-da-cni/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=industria-brasileira-precisa-urgentemente-migrar-para-o-conceito-4-0-para-ser-competitiva-mostra-estudo-da-cni</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2018 19:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#indústria]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[Digitalização]]></category>
		<category><![CDATA[indústria 4.0]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo da CNI cruzou dados de produtividade, exportação e taxa de inovação de diversos setores industriais brasileiros.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo da CNI cruzou dados de produtividade, exportação e taxa de inovação de diversos setores industriais brasileiros.</em><span id="more-18015"></span></p>
<p>De 24 setores da indústria brasileira, 14 precisam adotar com urgência estratégias de digitalização para se tornarem internacionalmente competitivos, mostra estudo inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI) <em>Oportunidades para Indústria 4.0: aspectos da demanda e oferta no Brasil</em>. O documento cruzou dados de produtividade, exportação e taxa de inovação de diversos setores industriais brasileiros e os comparou ao desempenho dos mesmos segmentos nas 30 maiores economias do mundo, que, juntas, representam 86% do PIB mundial. O objetivo é identificar quais atividades poderiam ser mais beneficiadas pela adoção de tecnologias digitais voltadas ao aumento da eficiência, quais correm o maior risco diante do avanço da nova onda tecnológica em países que concorrem com o Brasil e qual a capacidade de absorção e desenvolvimento de tecnologias pela indústria nacional.</p>
<p>[ihc-hide-content ihc_mb_type=&#8221;show&#8221; ihc_mb_who=&#8221;reg&#8221; ihc_mb_template=&#8221;3&#8243; ]</p>
<p>Os 14 setores em situação mais vulnerável são impressão e reprodução; farmoquímicos e farmacêuticos; químicos; minerais não-metálicos; couro e calçados; vestuário e assessórios; têxteis; máquinas e aparelhos elétricos; outros equipamentos de transporte; produtos de metal; máquinas e equipamentos; móveis; artigos de borracha e plástico; e produtos diversos. A nomenclatura segue a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).</p>
<p>Em geral, os segmentos apresentam produtividade inferior à média internacional e baixa inserção no comércio exterior. O grau de inovação, por sua vez, é bastante heterogêneo. &#8220;A migração para a Indústria 4.0 exigirá um esforço maior principalmente para empresas menos inovadoras, menos familiarizadas com a adoção de novas tecnologias, o que demonstra a necessidade de estabelecer iniciativas direcionadas. Além disso, dado o gap de produtividade, os setores sofrerão cada vez mais com a concorrência internacional, tornando a urgência muito elevada&#8221;, avalia o gerente-executivo de Política Industrial da CNI, João Emílio Gonçalves.</p>
<p>No gráfico abaixo, é possível visualizar a posição dos setores, os três indicadores. Valores acima de 1 representam que, nos respectivos indicadores, os setores estão acima da média da amostra dos países:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-18016 size-full" src="http://aquecimento.webcontent-dev.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Gráfico-CNI-1.png" alt="" width="718" height="566" /></p>
<h6>Nota: 1. Valores da Produtividade do Trabalho Relativa à Média da Amostra ao lado da nomenclatura dos setores. 2. Os valores da Taxa de Inovação são os anos de 2012 a 2014.</h6>
<h6>Fonte: Elaborado com base em estatísticas do IBGE/Pintec, Eurostat/CIS, UNIDO, WIOD e OCDE.</h6>
<h6><em>*Média internacional elaborada a partir de dados dos seguintes países: EUA, China, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Brasil, Itália, Índia, Rússia, Canadá, Austrália, Coreia do Sul, Espanha, México, Indonésia, Holanda, Turquia, Arábia Saudita, Suíça, Nigéria, Suécia, Polônia, Argentina, Bélgica, Taiwan, Noruega, Áustria, Irã e Tailândia.</em></h6>
<p><strong>Azul</strong>: setores industriais com maior potencial para serem os líderes na adoção das tecnologias, com maior proporção relativa de maior produtividade e alto coeficiente de exportação. Esses setores tendem a ter maior capacidade para adoção e precisarão migrar para a Indústria 4.0 para se manterem competitivos.</p>
<p><strong>Verde</strong>: setores com elevado potencial de digitalização, com alta taxa de produtividade, mas com baixos coeficientes de exportação. Sustentam a posição no mercado interno devido à alta produtividade, mas isso não se reflete em competitividade no mercado internacional.</p>
<p><strong>Amarelo</strong>: setores com baixa produtividade relativa e alto coeficiente de exportação. A competitividade nas exportações é dada por outras vantagens competitivas, como a disponibilidade de recursos naturais. É possível traçar estratégias graduais, com menor urgência relativa aos outros grupos em função das vantagens comparativas naturais do país.</p>
<p><strong>Vermelho</strong>: setores mais vulneráveis em função da produtividade e do coeficiente de exportação relativamente baixos. São setores que têm na adoção urgente das tecnologias da Indústria 4.0 uma oportunidade para recuperarem sua competitividade. São, por outro lado, os setores mais vulneráveis caso a migração para a indústria 4.0 ocorra de forma mais lenta no Brasil do que nos nossos principais concorrentes.<br />
Os dados se referem à media dos setores e é preciso ter em conta que o nível de agregação pode mascarar a existência de segmentos bastante heterogêneos e empresas com níveis muito distintos de produtividade e até mesmo de inserção internacional.</p>
<p><strong>Oportunidades</strong></p>
<p>Gonçalves vê a grande concentração de setores no grupo vermelho como uma grande oportunidade, pois, se o país conseguir criar políticas adequadas para promover o desenvolvimento e acelerar a adoção de tecnologias digitais, será possível dar um salto de competitividade significativo. &#8220;Temos de ver a Indústria 4.0 como uma chance de recuperarmos rapidamente o tempo que perdemos nas últimas duas décadas, quando a nossa produtividade cresceu muito lentamente”, afirma o gerente-executivo de Política Industrial da confederação.</p>
<p>Para a CNI, a Indústria 4.0 vai se impor como uma necessidade para todos os setores. Mesmo em áreas onde hoje o Brasil se encontra em situação relativamente confortável em função das suas vantagens comparativas, o avanço tecnológico em outros países poderá provocar pressões competitivas no futuro.</p>
<p><strong>Plano Empresarial</strong></p>
<p>A CNI prepara um conjunto de propostas e ações que serão apresentadas para os candidatos à presidência da República nas eleições deste ano para estimular e apoiar a adoção de tecnologias digitais pela indústria. Entre elas, destaca-se a criação de um programa nacional que reúna instituições capazes de apoiar a indústria na elaboração de planos empresariais de digitalização. &#8220;Cada empresa terá necessidades e objetivos diferentes com a adoção de novas tecnologias. Por isso, as soluções muito provavelmente, serão customizadas&#8221;, avalia o gerente-executivo da CNI.</p>
<p>Outra proposta é sobre o financiamento da implementação dos planos de digitalização. &#8220;Será preciso mobilizar recursos para a modernização das empresas, pois o grau de investimento também vai variar de caso em caso&#8221;, completa Gonçalves.</p>
<p><strong>O que é a Indústria 4.0</strong></p>
<p>A Indústria 4.0 é a nova fronteira da produção industrial e tornará a forma como se produz hoje obsoleta. Neste modelo, tecnologias ganham maior integração e há uma fusão entre os mundos físico e virtual, criando sistemas chamados ciberfísicos. A principal diferença em relação às demais revoluções industriais está na velocidade das transformações produzidas pela digitalização. As principais tecnologias envolvidas são: internet das coisas, robótica avançada, impressão 3D, manufatura híbrida, big data, computação em nuvem, inteligência artificial e sistemas de simulação virtual. A combinação entre as tecnologias abre um leque inédito de possibilidades, novos negócios e solução de antigos problemas, como acesso remoto à saúde, cidades inteligentes, mobilidade urbana, geração de energia a partir de novas fontes, entre outros.</p>
<p><strong>Fonte: CNI</strong></p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:</strong></span></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/industria-4-0-pode-economizar-r-73-bilhoes-para-o-brasil/">-&gt; Indústria 4.0 pode economizar R$ 73 bilhões para o Brasil</a></p>
<p>[/ihc-hide-content]</p>
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