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	<title>Arquivos #Fapesp - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Arquivos #Fapesp - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<item>
		<title>FAPESP ampliará apoio à investigação em áreas de Manufatura Avançada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2018 16:06:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#Fapesp]]></category>
		<category><![CDATA[indústria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Internet das Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Manufatura Avançada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os interessados têm prazo até 11 de fevereiro para apresentar uma primeira versão simplificada de um “Plano Global de Pesquisa” original, ousado e competitivo, apontando objetivos estratégicos e metas pretendidos</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/fapesp-ampliara-apoio-a-investigacao-em-areas-de-manufatura-avancada/">FAPESP ampliará apoio à investigação em áreas de Manufatura Avançada</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>FAPESP</strong> busca empresas parceiras para, juntas, constituírem Centros de Pesquisa em Engenharia em <strong>Manufatura Avançada</strong> em áreas como big data, inteligência artificial, digitalização, virtualização e sensores a serem sediados em universidades ou institutos de pesquisa do Estado de São Paulo.</p>
<p>Os interessados têm prazo até 11 de fevereiro para apresentar uma primeira versão simplificada de um “Plano Global de Pesquisa” original, ousado e competitivo, apontando objetivos estratégicos e metas pretendidos. O edital e o modelo do documento de manifestação de interesse estão disponíveis em <a href="http://www.fapesp.br/10988" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.fapesp.br/10988</a>.</p>
<p>Os Centros de Pesquisa em Engenharia em Manufatura Avançada são mais um passo no apoio que a FAPESP tem dado ao tema nos últimos anos, por meio de financiamento de Bolsas e Auxílios à Pesquisa (ver quadro 1 abaixo).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-17822" src="http://aquecimento.webcontent-dev.com.br/wp-content/uploads/2018/01/graf1-1.png" alt="" width="700" height="500" /></p>
<p>“O Estado de São Paulo já tem competência tecnológica em algumas dessas áreas em função da atenção dada a algumas dessas tecnologias”, disse Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente do Conselho Técnico- Administrativo (CTA) da FAPESP, citando o exemplo da área de Inteligência Artificial (ver quadro 2 abaixo). “Mas algumas tecnologias são recentes, como é o caso de big data, e é preciso fortalecer a competência industrial nestas áreas.”</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-17823" src="http://aquecimento.webcontent-dev.com.br/wp-content/uploads/2018/01/graf2-1.png" alt="" width="700" height="500" /></p>
<p>Também conhecida como indústria 4.0, a Manufatura Avançada envolve um conjunto grande de tecnologias de fronteira que podem garantir mais competitividade para a indústria e os serviços, incluindo o mercado financeiro.</p>
<p>Algumas dessas tecnologias – como internet das coisas, computação em nuvem, impressão em 3D, novos materiais, robótica, entre outras – já estão sendo desenvolvidas por startups com apoio da FAPESP no âmbito do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE). Um número crescente de projetos nessas novas áreas tem sido submetido e aprovado no PIPE (ver quadro 3 abaixo). Este quadro mostra o poio a projetos de pesquisa inovativa em automação, big data, computação em nuvem, digitalização, fotônica, impressão em 3D, inteligência artificial, IoT, manufatura aditiva, realidade aumentada e robótica de 1998 a 2017.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-17824" src="http://aquecimento.webcontent-dev.com.br/wp-content/uploads/2018/01/graf3-1.png" alt="" width="700" height="500" /></p>
<p>Com o novo edital, a expectativa da FAPESP é estender esse apoio a empresas ou consórcios de empresas com demandas por essas novas tecnologias.</p>
<p>“Na apresentação das propostas, espera-se que os interessados definam uma agenda preliminar de desafios de pesquisa e os benefícios dos resultados para a empresa. Apresentadas as propostas, a FAPESP debaterá a oportunidade de constituição de Centros de Pesquisa em Engenharia em Manufatura Avançada com cada um dos proponentes”, disse Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.</p>
<p><strong>Financiamento de longo prazo</strong></p>
<p>Os Centros de Pesquisa em Engenharia (CPEs) são uma vertente do Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE) da FAPESP. Têm como objetivo implementar a pesquisa colaborativa, multidisciplinar e na fronteira do conhecimento em áreas diversas, com financiamento de longo prazo, por um período de até 10 anos.</p>
<p>Cinco CPEs já estão em plena operação: dois em parceria com a GSK, com sedes na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e no Instituto Butantan; um com a Shell, instalado na Escola Politécnica da USP; um com a Peugeot Citroën, na Unicamp; e outro com a Natura, na USP.</p>
<p>Novos Centros estão em fase final de contratação, a exemplo dos Centros de Pesquisa em Novas Energias, em parceria com a Shell, com a Embrapa em mudanças climáticas, com a Statoil em gerenciamento de reservatórios e produção de petróleo e gás, com a Usina São Martinho em medidas sustentáveis para o controle de doenças que afetam a cana-de-açúcar e com a Koppert no tema controle biológico de pragas.</p>
<p>As instituições de pesquisa que sediarão os CPEs em Manufatura Avançada serão selecionadas por meio de edital conjunto, lançado pela FAPESP e empresas parceiras, depois de terem sido selecionadas as propostas e áreas de pesquisa que nortearão as investigações dos Centros.</p>
<p>Os CPEs em Manufatura Avançada seguirão o mesmo modelo de financiamento dos demais: um quarto dos recursos é aportado pela FAPESP, outro um quarto é investimento da empresa e o restante corresponde à contrapartida econômica das instituições de pesquisa (salário de pesquisadores e pessoal de apoio, infraestrutura, instalações etc.).</p>
<p>A gestão de pesquisa também é compartilhada: os CPEs são dirigidos por um Comitê Executivo que, entre outros membros, conta com um diretor da instituição-líder (pesquisador responsável), e obrigatoriamente também com um vice-diretor, pesquisador da empresa, que participará de todas as decisões futuras e que terá prerrogativas de um pesquisador visitante na instituição-sede.</p>
<p>Os direitos e obrigações relativos à propriedade intelectual associada às atividades de pesquisa deverão ser previamente acordados entre as empresas e instituições de pesquisa que integram os CPEs.</p>
<p><strong>Fonte: Agência FAPESP, por Claudia Izique.</strong></p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:</strong></span></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/programa-pipe-da-fapesp-completa-20-anos/">-&gt; Programa PIPE, da FAPESP, completa 20 anos.</a></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/tecnica-expande-o-uso-industrial-de-ligas-de-aco-de-alta-resistencia/">-&gt; Técnica expande o uso industrial de ligas de aço de alta resistência.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/fapesp-ampliara-apoio-a-investigacao-em-areas-de-manufatura-avancada/">FAPESP ampliará apoio à investigação em áreas de Manufatura Avançada</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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		<title>Técnica expande o uso industrial de ligas de aço de alta resistência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2017 14:07:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#automotiva]]></category>
		<category><![CDATA[#Fapesp]]></category>
		<category><![CDATA[#indústria]]></category>
		<category><![CDATA[#pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Ligas de Aço]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisador brasileiro desenvolve método inovador de soldagem a laser em altas temperaturas para aços de ultra-alta resistência mecânica destinados a aplicações aeroespaciais que pode solucionar esse problema</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/tecnica-expande-o-uso-industrial-de-ligas-de-aco-de-alta-resistencia/">Técnica expande o uso industrial de ligas de aço de alta resistência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento nos requisitos de segurança de passageiros, o desempenho dos veículos e a economia de combustível fizeram com que crescesse a demanda por ligas de aço de alta resistência pela indústria automotiva nos últimos anos.</p>
<p>Capazes de apresentar maior rigidez e melhor capacidade de absorver choques durante uma colisão, em comparação com ligas de aço convencionais, as ligas de aço de alta resistência têm sido usadas em locais da carroceria dos veículos que são críticos para a segurança, com o objetivo de absorverem energia durante um impacto.</p>
<p>Algumas dessas ligas de aço de alta resistência, contudo, acabam endurecendo durante a soldagem. E, ao serem submetidas ao processo de conformação em uma indústria automobilística – em que as chapas soldadas ganham uma forma desejada, como a de uma lataria, por meio da aplicação de uma força vertical –, acabam quebrando.</p>
<p>“Isso inviabiliza a utilização desses aços avançados não só na indústria automotiva, mas em outras áreas, como a aeroespacial”, disse Milton Sergio Fernandes de Lima, pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IEAv), do Comando da Aeronáutica, à Agência FAPESP.</p>
<p>Lima desenvolveu um método inovador de soldagem a laser em altas temperaturas para aços de ultra-alta resistência mecânica destinados a aplicações aeroespaciais que pode solucionar esse problema.</p>
<p>Os resultados do estudo, obtidos durante um estágio de Lima na Colorado School of Mines, nos Estados Unidos, com Bolsa da FAPESP, foram publicados no <a href="https://s3.amazonaws.com/WJ-www.aws.org/supplement/WJ_2017_10_s376.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Welding Journal</a>.</p>
<p>A técnica desenvolvida consistiu no aquecimento de chapas de aço do tipo 22MnB5 – a mais promissora liga da indústria automotiva no processo de conformação a quente – a temperatura em torno de 450 ºC, 10 minutos antes da soldagem a laser, de forma a equalizá-las.</p>
<p>Depois de soldadas, as chapas foram mantidas em temperatura elevada durante 10 minutos para dar origem a uma estrutura bainítica. Trata-se de um microconstituinte do aço que apresenta altos valores de tenacidade – a quantidade de energia que um material pode absorver antes de fraturar – e resistência à força de tensão.</p>
<p>As análises indicaram que as placas soldadas em temperaturas elevadas apresentaram bainita na microestrutura e dureza bastante reduzida em comparação com as chapas soldadas à temperatura ambiente, que apresentavam o microconstituinte martensita, de menor tenacidade e resistência à força de tensão em comparação com a bainita.</p>
<p>Os testes de resistência à tração – quantidade de força necessária para quebrar um material por estiramento – também revelaram que as chapas submetidas à soldagem a temperatura mais elevada apresentaram maior tenacidade. “Conseguimos produzir soldas resistentes diretamente na faixa bainítica, sem a necessidade de tratamentos térmicos extras”, contou Lima.</p>
<p><strong>Possíveis aplicações</strong></p>
<p>De acordo com o pesquisador, a técnica desenvolvida pode ser facilmente aplicada no setor industrial para melhorar a soldagem a laser de ligas de aço de alta e ultra-alta resistência mecânica.</p>
<p>A indústria automotiva utiliza a soldagem a laser para unir chapas de aço (blanques) e fazer a estampagem para produzir componentes estruturais da carroceria de automóveis, como colunas, trilhos para tetos e laterais, além de túneis e barras para as portas, de forma mais rápida e confiável do que a soldagem convencional.</p>
<p>Na área aeroespacial, a soldagem a laser tem sido usada por fabricantes estrangeiras de aeronaves, como Boeing e Airbus, e algumas pequenas empresas do setor aeroespacial na Europa, com o objetivo de aumentar a confiabilidade na soldagem de estruturas para aeronaves, foguetes, mísseis, satélites, além de veículos de reentrada atmosférica, antenas, sistemas embarcados e drones.</p>
<p>“As estruturas para aplicação nessa área têm que ser capazes de resistir a temperaturas e pressões extremas. Por isso, precisam apresentar níveis de confiabilidade muito elevados”, disse Lima.</p>
<p>Apesar de os estudos estarem em estágio inicial, estima-se que o aço bainítico pode se tornar um excelente material para blindagens por absorver muito bem a energia mecânica, explicou o pesquisador.</p>
<p>“Há muitos materiais desenvolvidos pela indústria aeroespacial que não chegam a voar em razão dos critérios elevadíssimos de confiabilidade. Mas, muitas vezes, alguns subprodutos deles podem ter aplicações e ser facilmente introduzidos em outros setores, como a indústria automotiva”, disse Lima.</p>
<p>O pesquisador realiza atualmente um projeto, também com apoio da FAPESP, no qual pretende nacionalizar a técnica que desenvolveu e utilizar um material amplamente utilizado no setor aeroespacial, os aços maraging, usados hoje no envelope-motor dos foguetes e mísseis nacionais.</p>
<p>O artigo Microstructure and Mechanical Behavior of Induction Assisted Laser Welded AHS Steels, de M.S. F. Lima, D. Gonzáles e S. Liu, pode ser lido no Welding Journal em <a href="https://s3.amazonaws.com/WJ-www.aws.org/supplement/WJ_2017_10_s376.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://s3.amazonaws.com/WJ-www.aws.org/supplement/WJ_2017_10_s376.pdf</a>.</p>
<p><strong>Fonte: Agência FAPESP, por Elton Alisson</strong></p>
<p><span style="color: #993300;">Sugestão de leitura:</span></p>
<p><strong>-&gt; Você também pode se interessar por <a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/novo-front-da-siderurgia-ligas-com-alta-entropia/">este artigo</a> que trata de ligas para aplicações automotivas.<br />
-&gt; Você pode ler sobre o desafio brasileiro para produzir peças leves de aço <a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/o-desafio-brasileiro-de-produzir-pecas-leves-de-aco/">neste texto</a>.</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/tecnica-expande-o-uso-industrial-de-ligas-de-aco-de-alta-resistencia/">Técnica expande o uso industrial de ligas de aço de alta resistência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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		<title>Cietec e IPT realizam evento sobre programa PIPE, da Fapesp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2017 12:58:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#Cietec]]></category>
		<category><![CDATA[#evento]]></category>
		<category><![CDATA[#Fapesp]]></category>
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		<category><![CDATA[#pequenosempresários]]></category>
		<category><![CDATA[#PIPE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No evento, que acontecerá no dia 25 de Agosto, ás 14h30, serão apresentados os benefícios de participar do programa de fomento e orientações a respeito de como estruturar ideias e criar bons projetos, além de exemplos de sucesso de empresas incubadas apoiadas pelo PIPE</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/cietec-e-ipt-realizam-evento-sobre-programa-pipe-da-fapesp/">Cietec e IPT realizam evento sobre programa PIPE, da Fapesp</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT)</strong>, em parceria com o <strong>Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec)</strong>, realizará um evento aberto para incentivar e facilitar a participação de pequenos empresários no programa de <strong>Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE)</strong>, da Fapesp.</p>
<p>No evento, que acontecerá no dia 25 de Agosto, ás 14h30, serão apresentados os benefícios de participar do programa de fomento e orientações a respeito de como estruturar ideias e criar bons projetos, além de exemplos de sucesso de empresas incubadas apoiadas pelo PIPE.</p>
<p>O Cietec, com larga experiência no apoio à participação de empresas no programa PIPE, oferece consultorias de apoio para cada caso específico, corrigindo as rotas e buscando o melhor alinhamento com as demandas do projeto. Nesse evento, conta com o apoio do IPT, instituição multidisciplinar que abrange diversas áreas de conhecimento tecnológico e disponibiliza, entre outras competências, serviços para lapidar aspectos técnicos de projetos.</p>
<p>“A sinergia das competências de apoio ao empresário é enorme e, com a nossa união, podemos oferecer ao público interessado a possibilidade de acesso a excelência tanto do lado tecnológico quando do lado mercadológico e de gestão de MPEs”, comenta Isac Wajc, coordenador de fomento do Cietec.</p>
<p>Para Caio César Spíndola de Oliveira, pesquisador do IPT, essa união é muito importante para que os empresários possam desenvolver suas iniciativas de forma mais segura. ”Trabalhando juntos, conseguimos oferecer uma base mais sólida para os empreendedores e temos mais chance de ajudar no sucesso do acesso ao PIPE”.</p>
<p>Um ciclo completo de inovação, que vai desde a pesquisa até a entrada de um produto ou serviço no mercado, pede atenção especial para que a proposta tenha um respaldo técnico válido e os prazos sejam cumpridos. Nesse sentido, estar incubado pode ajudar a tornar o processo mais simples.</p>
<p>“As empresas da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica USP/Ipen &#8211; Cietec são parte de um verdadeiro ecossistema de inovação. Além da troca de experiências entre si, contam com o apoio do Cietec, que incentiva pontes com o mercado, na comercialização e no relacionamento com médias e grandes empresas, investidores e demais oportunidades de fomento disponíveis no país”, conclui Isac.</p>
<p>O evento possui vagas limitadas e é aberto a todos os interessados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Programação</h4>
<p><strong>14:30 &#8211;</strong> Apresentação PIPE/Fapesp: Como acessar essa oportunidade para o empreendedorismo de base tecnológica</p>
<p><strong>15:00 &#8211;</strong> Estruturando o conteúdo tecnológico para um Projeto PIPE</p>
<p><strong>15:30 &#8211; </strong>Cietec: Uma experiência na incubação e apoio às empresas do Programa PIPE</p>
<p><strong>16:00 &#8211;</strong> Perguntas</p>
<p><strong>17:00 &#8211;</strong> Encerramento</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Serviço</h4>
<p><strong>Evento:</strong> Cietec e IPT no apoio de empresas no programa PIPE, da Fapesp</p>
<p><strong>Local:</strong> Av. Prof. Almeida Prado, 532 &#8211; Prédio 31 &#8211; Butantã</p>
<p><strong>Data:</strong> 25 de Agosto</p>
<p><strong>Horário:</strong> Das 14h ás 17h.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Programa PIPE, da FAPESP, completa 20 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2017 12:56:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#20anos]]></category>
		<category><![CDATA[#Fapesp]]></category>
		<category><![CDATA[#PIPE]]></category>
		<category><![CDATA[#programa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas se transformou na maior iniciativa de apoio a startups do país</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/programa-pipe-da-fapesp-completa-20-anos/">Programa PIPE, da FAPESP, completa 20 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da <strong>FAPESP</strong> está completando 20 anos. O programa foi iniciativa pioneira de uma agência brasileira de fomento à pesquisa científica ao conceder recursos não reembolsáveis diretamente para a pequena empresa realizar pesquisa no ambiente empresarial.</p>
<p>Para marcar o início das comemorações dos 20 anos do Programa, a FAPESP realizou uma cerimônia 29/06, às 10h30, no auditório da Fundação.</p>
<p>Lançado em 18 de junho de 1997, o programa já apoiou 1.100 pequenas empresas de base tecnológica, situadas em 127 cidades no Estado de São Paulo. Essas empresas realizaram, ao longo das últimas duas décadas, 1.788 projetos de pesquisa, que resultaram no desenvolvimento de uma série de produtos, processos e serviços inovadores, além da criação de milhares de empregos e na dinamização da economia dos municípios onde estão localizadas.</p>
<p>São produtos inovadores com impacto em setores como saúde, agricultura, defesa, sensoriamento remoto, automação e processos industriais, educação.</p>
<p>Do total de 1.788 projetos apoiados, 1.668 são projetos de empresas nas fases 1 e 2 do Programa &#8211; voltadas, respectivamente, à demonstração da viabilidade e ao desenvolvimento do produto, processo ou serviço inovador &#8211; e 120 no âmbito de um acordo da FAPESP com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para apoiar a inserção da inovação no mercado, por meio do Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas (PAPPE).</p>
<p>No total, a FAPESP já destinou R$ 360 milhões ao Programa nas duas primeiras fases.</p>
<p>Na cerimônia, foi anunciados os 48 projetos de pesquisa selecionados no 4º ciclo de 2016 do Programa PIPE.</p>
<p>&#8220;Em 1997, [com o PIPE], a FAPESP deu início a um novo tipo de atividade, que foi a de apoiar diretamente pequenas empresas empreendedoras, em colaboração com as universidades e institutos de pesquisa &#8211; uma área que até então atraía pouco apoio do setor privado”, disse José Goldemberg, presidente da FAPESP, em uma publicação que conta a história dos 20 anos do PIPE, que foi lançado durante o evento.</p>
<p>“O PIPE é hoje o maior programa de apoio de startup do país e teve um impacto transformador na área de inovação tecnológica no Brasil”, avaliou.</p>
<p>O livro sobre os 20 anos do PIPE pode ser baixado <a href="http://www.fapesp.br/publicacoes/2017/pipe20anos.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clicando aqui</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/programa-pipe-da-fapesp-completa-20-anos/">Programa PIPE, da FAPESP, completa 20 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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		<title>Consórcio Triboflex une montadoras, universidade, autopeças, Petrobras e FAPESP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2017 19:25:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Começou a se formar em 2009 um grupo de pesquisadores que passou a se reunir no Departamento de Engenharia Mecânica da USP, em São Paulo. A ideia era pesquisar e compreender melhor os desafios tribológicos impostos aos motores Flex, ou seja, movidos também a Etanol</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A acentuada utilização de etanol como combustível em automóveis no Brasil não encontra paralelo no mundo. Por conta de não poderem contar com resultados de pesquisas realizadas por suas matrizes situadas em outros países, montadoras e fabricantes de autopeças tiveram que desenvolver aqui tecnologias próprias, principalmente para atender aos requisitos que este combustível exige, especialmente quanto a durabilidade e desempenho das peças metálicas sujeitas à corrosão quando expostas ao álcool. Além da necessidade de melhorar o desempenho e durabilidade desses sistemas com os motores de última geração.</p>
<p>Dentro deste conceito, começou a se formar em 2009 um grupo de pesquisadores que passou a se reunir no Departamento de Engenharia Mecânica da USP, em São Paulo. A ideia era pesquisar e compreender melhor os desafios tribológicos impostos aos motores Flex, ou seja, movidos também a Etanol. Liderados então pelo Prof. Dr. Amilton Sinatora, o grupo, originalmente com 5 empresas &#8211; Petrobrás, Volkswagen, Renault, Fiat e Mahle (mais tarde também entraria a Tupy) &#8211; e já sob a denominação de <strong>Consórcio Triboflex</strong>, entrou com o Projeto “Desafios Tribológicos em Motores Flex-Fuel” de pesquisa PITE (Pesquisa para Inovação Tecnológica) na FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).</p>
<p>A pesquisa inicial se concentrou em estudar desgaste e lubrificação de anéis de pistão, camisas de cilindro, válvulas, assentos de válvula e buchas de biela. Utilizando a estrutura laboratorial existente na USP, que foi ao longo do tempo do projeto sendo substancialmente ampliada com equipamentos próprios aos estudos tribológicos, o grupo teve a forte participação de alunos bolsistas como mão-de-obra na realização dos ensaios e testes, que já era previsto dentro dos pontos iniciais do projeto. Como, por exemplo, Francisco José Profito, MEng., MSc., Ph.D., pesquisador no Laboratório de Fenômenos de Superfície (LFS), onde se desenrola o estudo. Ele próprio desenvolveu sua tese de doutorado sobre um programa de simulação numérica que avalia perdas por atrito e o desgaste em superfícies lubrificadas, que recebeu em Brasília o Prêmio CAPES de Tese 2016 (CAPES &#8211; Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, fundação vinculada ao Ministério da Educação e Cultura) com menção honrosa de melhor tese em Engenharia Mecânica de 2015. Conforme ele, “uma contribuição importante do projeto foi a formação acadêmica, pois tivemos vários mestrandos e doutorandos, são pessoas que estão aí no mercado dando suas contribuições, pelo conhecimento acumulado aqui. Uma mão-de-obra especializada específica do projeto”.</p>
<p>Os resultados apresentados por este grupo de pesquisadores brasileiros levantaram interesse da comunidade científica internacional para os resultados alcançados. Ao longo do desenrolar dos vários anos de pesquisa, vários eventos científicos como simpósios e cursos internacionais foram realizados em São Paulo, e resultados de pesquisas foram apresentados em publicações técnicas e eventos internacionais por membros do grupo. O Prof. Dr. Roberto Martins Souza, que atualmente coordena o grupo, relata sobre a pesquisa “O foco desse laboratório é não somente ter um mero ranqueamento de materiais ou de condições, mas ponto fundamental é saber o que está acontecendo em termos de atrito e desgaste. Na medida em que você tem um conhecimento fundamental você consegue resolver esse problema, mais o do lado e os outros próximos. É restrito ao dado em si e por essa linha que o TriboFlex está indo. Incorporar mais conhecimento fundamental, os fenômenos que estão acontecendo, as alterações que, lentamente, vamos entendendo”.</p>
<p>O consórcio se reúne de forma bimensal. Nestas reuniões é aberto um espaço para que outras firmas interessadas tomem contato com os temas desenvolvidos no projeto Triboflex e possam verificar seu interesse em tomar parte no consórcio para sua nova edição, que se iniciará em 2018. Dentre as empresas interessadas está a filial brasileira do grupo francês HEF Durferrit que desenvolve camadas DLC (Diamond Like Carbon) para o recobrimento de componentes mecânicos visando a redução de desgaste e perdas por atrito.</p>
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