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	<title>Arquivos Indústria Automotiva - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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		<title>Rota 2030 não entra em vigor e Brasil começa 2018 sem plano para indústria automotiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2018 11:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Automotiva]]></category>
		<category><![CDATA[Inovar-Auto]]></category>
		<category><![CDATA[Rota 2030]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após impasses e polêmicas dentro do próprio governo, país começa o ano sem substituto para o Inovar Auto </p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/rota-2030-nao-entra-em-vigor-e-brasil-comeca-2018-sem-plano-para-industria-automotiva/">Rota 2030 não entra em vigor e Brasil começa 2018 sem plano para indústria automotiva</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rota 2030 não foi finalizado a tempo de vigorar logo após o término do Inovar Auto, que acabou no domingo (31), mesmo com meses reuniões e planos. De acordo com o Ministério da Indústria e Comércio (MDIC), o plano não deve sair antes de fevereiro devido a impasses do governo.</p>
<p>Impostos e renúncia fiscal estão entre as polêmicas. O Rota 2030 também deverá trazer novidades como incentivos à produção de veículos elétricos e híbridos e ao aumento da segurança dos veículos, adianta o secretário de desenvolvimento e competitividade industrial do MDIC, Igor Calvet.</p>
<p>Uma das polêmicas se refere ao IPI. De acordo com Calvet, o MDIC quer manter o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no nível anterior ao Inovar Auto, entre 7% (para carros com motor de até 1.0 litro) e 25% (para os que têm motores acima de 2.0). Essas alíquotas passaram a vigorar novamente em 1º de janeiro, com o fim do Inovar Auto. O Ministério da Indústria defende também que as montadoras recebam descontos de 1 a 2 ponto percentuais no imposto a partir de 2022, se atingirem metas de eficiência energética, algo que já existia no Inovar, e também de segurança veicular.</p>
<p>Segundo o portal G1, o ministério da Fazenda não concorda com os descontos e prefere elevar todas as alíquotas do IPI em 2 pontos percentuais, o que levaria as alíquotas para 9% até 27%.</p>
<p>Assim como no Inovar Auto, que subiu o IPI em 30 pontos, esse acréscimo seria eliminado com a adesão ao Rota 2030 e o cumprimento de metas. O presidente Michel Temer deverá ser o árbitro dessa disputa.</p>
<p>O setor automotivo deve continuar a receber incentivos do governo brasileiro, que vão girar em torno de R$ 1,5 bilhão ao ano, segundo Calvet. O volume é similar ao benefício dado em 2017, informou o Ministério da Indústria.</p>
<p>Diferentemente do Inovar Auto, o subsídio não deve ficar atrelado a produção local, mas sim a investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D). No entanto, ainda há divergência em como essa renúncia será feita.</p>
<p><strong>Sem diferenciação entre importados e nacionais</strong></p>
<p>Um dos poucos consensos, segundo o MDIC, é que a diferenciação de tributos para carros nacionais e importados deve ser mesmo extinta, para não correr o risco de uma nova condenação na Organização Mundial do Comércio (OMC).</p>
<p>Com isso, o mercado brasileiro deverá receber uma nova onda de modelos importados já no começo de 2018. De acordo com o o secretário Calvet, a venda de carros feitos fora do Brasil, Mercosul e México pode crescer dos atuais 10% para até 20% em 5 anos.</p>
<p><strong>Eficiência energética</strong></p>
<p>Nos últimos 5 anos, a média do consumo de combustível dos carros novos melhorou em 15%, graças às metas de eficiência do Invoar Auto, de acordo com os dados preliminares do MDIC.</p>
<p>O balanço oficial será divulgado no início deste ano, mas a média ficará acima do mínimo estipulado pelo Inovar Auto, de 12%.</p>
<p>De acordo com Calvet, a intenção do governo é estabelecer uma nova redução de cerca de 12% para os próximos 5 anos, o que vai exigir ainda mais esforço e investimentos das fabricantes.</p>
<p><strong>Segurança veicular</strong></p>
<p>Uma novidade do Rota 2030 deve ser as metas para as montadoras melhorarem a segurança dos veículos vendidos no Brasil. O MDIC já elaborou um cronograma de itens que devem ser obrigatórios a partir de 2022, mas quem se antecipar poderá receber algum benefício.</p>
<p><strong>Híbridos e elétricos</strong></p>
<p>O MDIC diz que pretende incentivar a venda de modelos híbridos e elétricos, que poluem menos que os tradicionais veículos a combustão. Para isso, o ministério apresentou proposta para igualar o IPI dos elétricos aos dos carros 1.0, em 7%.</p>
<p>Outra aposta são os &#8220;híbridos flex&#8221;. Ainda não existe nenhum modelo &#8220;verde&#8221; no mercado que aceite etanol, mas pelo menos duas empresas japonesas (Nissan e Toyota) estão desenvolvendo a tecnologia.</p>
<p><strong>Fonte: G1</strong></p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:</strong></span></p>
<p>-&gt; <a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/fazenda-desqualifica-e-interdita-rota-2030/">Fazenda desqualifica e interdita o Rota 2030.</a></p>
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