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	<title>Arquivos Inovação - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Arquivos Inovação - Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>Indústria automotiva terá apoio de quatro novos centros de pesquisa para inovar com o Rota 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2021 18:47:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#rota2030]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Grupos de pesquisadores foram selecionados pela EMBRAPII para atuarem em parceria com empresas. O setor terá disponível cerca de R$ 11milhões não reembolsáveis para PD&#38;I   Quatro grupos de pesquisa foram selecionados e serão credenciados pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) para desenvolver projetos de inovação na área de mobilidade e logística</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="m_-1315663445866883250ql-align-center" align="center"><em>Grupos de pesquisadores foram selecionados pela EMBRAPII para atuarem em parceria com empresas. O setor terá disponível cerca de R$ 11milhões não reembolsáveis para PD&amp;I</em><u></u><u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify"><u></u> <u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify">Quatro grupos de pesquisa foram selecionados e serão credenciados pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) para desenvolver projetos de inovação na área de mobilidade e logística em parceria com empresas da cadeia automotiva. As novas Unidades EMBRAPII vão atuar no âmbito do Programa Rota 2030 e contarão com cerca de R$ 11 milhões não reembolsáveis para apoiar o desenvolvimento tecnológico e a competitividade das empresas nacionais.<u></u><u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify"><u></u> <u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify">A EMBRAPII é uma organização social que tem como missão fomentar a inovação da indústria brasileira. A Instituição investe até 1/3 do valor do projeto de inovação com recursos não reembolsáveis e faz a ponte entre a indústria e centros de pesquisa com profissionais capacitados para ajudar a empresa a superar seu desafio tecnológico.<u></u><u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify"><u></u> <u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify">“Estamos vivendo um momento de remodelação da forma como as pessoas se locomovem, demandas relacionadas a tecnologias verdes e conectividade crescem ano após ano. Para a indústria automotiva atender essa tendência de mercado, é necessário inovar. As Unidades EMBRAPII têm competência técnicas para contribuir nesse processo”, destaca Carlos Eduardo Pereira, diretor de Operações da EMBRAPII.<u></u><u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify"><u></u> <u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify">As novas unidades vão atuar nas áreas de Powertrain elétrico e híbrido a biocombustíveis; materiais avançados; compósitos e nanocompósitos, além de inovações de transmissão de potência. A meta é desenvolver 36 projetos e gerar cerca R$ 35 mi em projetos de inovação, uma vez que o modelo de atuação da EMBRAPII prevê o co-investimento do setor empresarial (no mínimo de 1/3) e recursos não financeiros da Unidade EMBRAPII (mão de obra, equipamentos de ponta e pagamento de hora-homem).<u></u><u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify"><u></u> <u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify">Em seis anos de atuação, a EMBRAPII apoiou 120 empresas com o desenvolvimento de 84 projetos na área de mobilidade, que somam R$ 97 milhões. Há um ano, passou a coordenar o Programa de Mobilidade do Rota 2030, política do governo federal que traça linhas para o futuro da mobilidade e que tem como objetivo contribuir com a inserção global da indústria automotiva brasileira.<u></u><u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify"><u></u> <u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify">O programa da EMBRAPII garante recursos para a modernização da indústria e a partir do desenvolvimento de projetos de PD&amp;I. As quatro novas unidades Embrapii foram selecionadas entre 13 propostas apresentadas por grupos de pesquisas de todo o país. Elas se juntam a outras 28 Unidades EMBRAPII na Rede de Inovação em Mobilidade Rota 2030 para atender projetos de mobilidade e logística. Ao todo, a EMBRAPII conta com 65 unidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20602" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Imagem003.jpg" alt="" width="2048" height="1363" srcset="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Imagem003.jpg 2048w, https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Imagem003-768x511.jpg 768w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify"><strong>Conheça as novas Unidades EMBRAPII:</strong><u></u><u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify"><u></u> <u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify">·        <em>Unidade EMBRAPII em Tecnologias Aplicadas a Transmissão de Potência do Centro de Competência em Manufatura do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (CCM/ITA). </em>Atuação no desenvolvimento de soluções tecnológicas focadas na transmissão de potência para sistemas de mobilidade elétrica e no processamento de materiais para alta Performance, além de inovações que promovam alta produtividade na produção e montagem do Powertrain.<u></u><u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify"><u></u> <u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify">·        <em>Unidade EMBRAPII em Tecnologias aplicadas a Powertrain Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP). </em>Atuação em projetos de inovação que visam o aumento da performance de motores a combustíveis renováveis e da eficiência de processos e produtos de Powertrains, incluindo o desenvolvimento de sistemas inteligentes.<u></u><u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify"><u></u> <u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify">·        <em>Unidade EMBRAPII em Tecnologias aplicadas à injeção e conformação de componentes veiculares UCSGrafene da Universidade de Caxias do Sul (UCSGrafene). </em>Atuação na área de Materiais avançados, compósitos e nanocompósitos de alto desempenho, desenvolvendo melhorias nos processos produtivos de componentes automotivos e estudos para a aplicação de grafeno e outros materiais em escala industrial.<u></u><u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify"><u></u> <u></u></p>
<p class="m_-1315663445866883250ql-align-justify">·        <em>Unidade EMBRAPII em Tecnologias aplicadas a Powertrain elétrico e híbrido a biocombustíveis da Universidade Federal de Minas Gerais</em>. Atuação na área de Powertrain elétrico e híbrido a biocombustíveis, desenvolvendo PD&amp;I para aumento da eficiência dos motores à combustão e que promovam a eletrificação, além de tecnologias para o armazenamento de energia e integração de sistemas.</p>
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		<title>Inovação na afiação de ferramentas de metal duro diamantadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2020 12:59:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engrenagens]]></category>
		<category><![CDATA[#ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Metal duro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As ferramentas de metal duro com recobrimento de diamante são uma boa opção para usinagem de materiais altamente abrasivos, porque as propriedades do recobrimento ajudam a prolongar significativamente a vida útil da ferramenta em comparação com as ferramentas não revestidas. No entanto, um revestimento espesso torna a ferramenta cega, como se estivesse sem afiação, enquanto</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As ferramentas de metal duro com recobrimento de diamante são uma boa opção para usinagem de materiais altamente abrasivos, porque as propriedades do recobrimento ajudam a prolongar significativamente a vida útil da ferramenta em comparação com as ferramentas não revestidas.</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-19953 alignright" style="display: block;" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/05/borda-de-corte.png" alt="" width="376" height="262" /></p>
<p>No entanto, um revestimento espesso torna a ferramenta cega, como se estivesse sem afiação, enquanto um revestimento muito fino se desgasta mais rapidamente. Ambos são uma desvantagem.</p>
<p>A Rollomatic desenvolveu um processo para afiar as arestas de corte com um recobrimento de camada espessa. A máquina de corte a laser CNC Rollomatic LaserSmart contém tecnologias com as quais as superfícies das arestas de corte revestidas podem ser medidas para determinar a forma e a posição exata.</p>
<p>O processo a laser remove apenas o material necessário do recobrimento para que a aresta de corte fique afiada novamente. Essa quantidade predeterminada é removida apenas na área da aresta de corte.</p>
<p>Testes práticos provam que a vida útil das ferramentas afiadas a laser aumenta significativamente em comparação com as ferramentas recobertas convencionalmente.</p>
<p>Foto &#8211; legenda: Em destaque vista parcial da borda de corte / imagem à direita borda de corte e rugosidade da superfície antes e depois do processamento a laser no sistema Lasersmart 510 da Rollomatic.</p>
<hr />
<h3>Confira as Últimas Notícias no Portal</h3>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="mIVLnGQGr8"><p><a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/exportacoes-de-sucata-de-ferro-e-aco-batem-recorde-com-retracao-da-demanda-interna-pelas-usinas-siderurgicas/">Exportações de sucata de ferro e aço batem recorde com retração da demanda interna pelas usinas siderúrgicas</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Exportações de sucata de ferro e aço batem recorde com retração da demanda interna pelas usinas siderúrgicas&#8221; &#8212; Portal Aquecimento Industrial" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/exportacoes-de-sucata-de-ferro-e-aco-batem-recorde-com-retracao-da-demanda-interna-pelas-usinas-siderurgicas/embed/#?secret=C9Y0j6BSc9#?secret=mIVLnGQGr8" data-secret="mIVLnGQGr8" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>KISSoft libera nova versão Beta: inscreva-se como testador</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/kissoft-libera-nova-versao-beta-inscreva-se-como-testador/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=kissoft-libera-nova-versao-beta-inscreva-se-como-testador</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2020 14:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engrenagens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[KISSoft]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A KISSsoft lança sua nova versão Beta para teste e apresenta inovações e melhorias, além disso os interessados em serem um testador Beta pode se inscrever pelo site www.KISSsoft.com e assim criar em parceria a próxima versão, que será lançada 26 de junho deste ano. Os destaques deste ano são: &#8211; Método rainflow para a</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A KISSsoft lança sua nova versão Beta para teste e apresenta inovações e melhorias, além disso os interessados em serem um testador Beta pode se inscrever pelo site <a href="https://www.kisssoft.com/pt/products/trial-version" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.KISSsoft.com</a> e assim criar em parceria a próxima versão, que será lançada 26 de junho deste ano.</p>
<p>Os destaques deste ano são:</p>
<p>&#8211; Método rainflow para a análise dos dados de carga</p>
<p>&#8211; Avaliação de confiabilidade com AGMA 6006, VDMA 23904 e Bertsche</p>
<p>&#8211; Cálculo do pé do dente e do flanco revisado em conformidade com ISO 6336:2019</p>
<p>&#8211; Linguagem script para automação e extensão de cálculos</p>
<p>&#8211; Troca de dados de transmissão com REXS</p>
<hr />
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<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="W1JxmNO8qC"><p><a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/trumpf-une-se-a-luta-contra-a-covid-19-com-retrofit-de-mini-lasers/">Trumpf une-se à luta contra a Covid-19 com retrofit de mini lasers</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Trumpf une-se à luta contra a Covid-19 com retrofit de mini lasers&#8221; &#8212; Portal Aquecimento Industrial" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/trumpf-une-se-a-luta-contra-a-covid-19-com-retrofit-de-mini-lasers/embed/#?secret=kAT2sK2epR#?secret=W1JxmNO8qC" data-secret="W1JxmNO8qC" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Conformadores e forjadores entre pressão de mercado e inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 14:54:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forjaria]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[#alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[23º UKH Umformtechnischen Kolloquiums Hannover]]></category>
		<category><![CDATA[Conformação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os transtornos na indústria automotiva também atingiram a conformação metálica com força total. O que isso significa para as empresas e como as inovações podem apontar o caminho para o futuro foi um tópico da 23º edição do  Colóquio de Tecnologia de Conformação de Hannover (23º UKH Umformtechnischen Kolloquiums Hannover) realizado em 04 e 05</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os transtornos na indústria automotiva também atingiram a conformação metálica com força total. O que isso significa para as empresas e como as inovações podem apontar o caminho para o futuro foi um tópico da 23º edição do  Colóquio de Tecnologia de Conformação de Hannover (23º UKH Umformtechnischen Kolloquiums Hannover) realizado em 04 e 05 de março, na Alemanha.</p>
<p>&#8220;Quo vadis, conformação?&#8221;, Pergunta o Dr. Frank Springorum, presidente do conselho da associação da indústria alemã de conformação de metais e sócio-gerente da empresa Hammerwerk Fridingen GmbH. Porque dos 88% da produção do setor destinam-se à tecnologia automotiva. Os conformadores puderam se beneficiar de boas taxas de crescimento até o terceiro trimestre de 2018, mas a produção está sob pressão desde então.</p>
<blockquote><p>Springorum vê vários desafios para os conformadores alemães no futuro: &#8220;Fabricação aditiva, eletromobilidade, construção leve, digitalização industrial e globalização das cadeias de suprimentos representam oportunidades e riscos para a indústria&#8221;, diz ele.</p></blockquote>
<p><strong>Os conformadores também podem se beneficiar da eletromobilidade</strong></p>
<p>Portanto, a mobilidade elétrica não significa necessariamente um corte na indústria de conformação. &#8220;Com a troca para acionamentos híbridos, o número de componentes conformados aumenta em 48% e o peso em 15%&#8221;, relata Springorum, referindo-se aos estudos efetuados pela associação que ele preside. No caso de acionamentos puramente elétricos, seriam esperados menos 19 ou 20%.</p>
<p>&#8220;Do nosso ponto de vista, é esperado um volume total estável de conformados até 2030, com alterações nos espectros de componentes&#8221;, ele espera. De acordo com suas palavras, os conformadores precisam ser flexíveis: ele assume que a mudança da mobilidade criará inicialmente um mercado inseguro de pequenas séries de componentes. O mercado projetado para grandes séries, permanecerá inicialmente em paralelo.</p>
<p>Prof. Dirk Landgrebe, vice-presidente da Europa e Ásia da American Axle Manufacturing, está observando desenvolvimentos semelhantes. A produção de automóveis na Alemanha atingiu um total de 4,66 milhões de veículos em 2019. &#8220;Há duas tendências que nos deixam muito preocupados&#8221;, diz Landgrebe: primeiro, no ano passado, a produção de veículos na Alemanha ficou abaixo do nível do ano de crise de 2009 pela primeira vez e, segundo, cada vez menos veículos foram produzidos na Alemanha desde 2016. A maior parte da expansão de produção passada ocorreu na China. “O declínio significa pressão na margem e pressão nos estoques. A pressão da margem em um ano ainda está bem, mas será um problema em três ou quatro anos”, explica ele.</p>
<p><strong>Vendas de veículos a diesel &#8220;intensivos em forja&#8221; colapsam</strong></p>
<p>A situação dos conformadores é agravada pelo fato de a participação de veículos a diesel “intensivos em forja” em novos registros ter diminuído de 48% em 2015 para 29,8% em 2019. A partir de 2020, os fabricantes de automóveis serão multados em bilhões se não cumprirem o limite de frota de 95 g CO2 / km, portanto, devem fazer grandes esforços para vender veículos elétricos a bateria. Segundo Landgrebe, a sobrecapacidade na produção de automóveis alemã vem aumentando desde 2016, um ajuste de mercado ainda está pendente. Segundo suas observações, essa pressão do mercado também afeta a competitividade das empresas alemãs,</p>
<p>por exemplo, se elas desmontam os departamentos de inovação. “Esse é um grande perigo, porque significa que estamos perdendo nossa reputação como uma indústria de alta tecnologia. Não podemos permitir isso”, exige Landgrebe.</p>
<p>Prof. Bernd-Arno Behrens, diretor da IFUM Hannover (Institut für Umformtechnik und Umformmaschinen &#8211; Instituto de Tecnologia de Conformação e Máquinas de Conformação), mostrou por que a conformação ganhou sua reputação de alta tecnologia. Em seu Sonderforschungsbereich (SFB) 1153 „Tailored Forming“ (Centro de Pesquisa Colaborativa 1153 &#8211; Conformação Sob Medida), por exemplo, ele foi capaz de produzir propriedades de componentes especificamente juntando produtos semi-acabados de diferentes materiais e só depois conformando-os. &#8220;Isso fornece um componente com propriedades que você não poderia obter com materiais mono&#8221;, diz Behrens.</p>
<p>O primeiro desafio antes da conformação é criar uma distribuição de temperatura não homogênea na peça de trabalho. Portanto, você precisa aquecer o aço localmente sem derreter o alumínio.</p>
<p><strong>Unir corretamente aço e alumínio antes de conformar</strong></p>
<p>Também é importante unir o aço (por exemplo, 20MnCr5) e o alumínio (EN AW-6082) com resistência suficiente. A união antes da extrusão de pré-formas de eixos híbridos ocorre, por exemplo, por meio de soldagem por fricção. Além disso, um processo de extrusão com sobreposição de pressão foi desenvolvido para melhorar a resistência da zona de união. “No processo convencional sem contrapressão, a força da zona de união era comparativamente baixa. Com a contrapressão, estamos em uma faixa semelhante ao alumínio no estado T6”, diz Behrens.</p>
<p>No centro de pesquisa colaborativa, vários componentes para uso industrial são criados. Entre outras coisas, Behrens apresentou um pinhão híbrido no qual a combinação de alumínio e aço economiza 22% em peso.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.maschinenmarkt.vogel.de/massivumformer-zwischen-markt-und-innova" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MM Maschinenmarkt</a>, 18/03/2020. Autor: Stéphane Itass<br />
Foto-crédito: Schuler ( <a href="https://www.maschinenmarkt.vogel.de/massivumformer-zwischen-markt-und-innovationsdruck-a-914795/?cmp=nl-291&amp;uuid=D639D565-F8E5-41D7-BD1D-266AD90BA6A6" target="_blank" rel="noopener noreferrer">site www.maschinenmarkt.vogel.de</a>)</p>
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<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Dhoss Consultoria e Messe Brasil firma parceria para a feira Metalurgia&#8221; &#8212; Portal Aquecimento Industrial" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/dhoss-consultoria-e-messe-brasil-firma-parceria-para-a-feira-metalurgia/embed/#?secret=p6F8kmbrY9#?secret=9ZQg5Fq7MJ" data-secret="9ZQg5Fq7MJ" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/conformadores-e-forjadores-entre-pressao-de-mercado-e-inovacao/">Conformadores e forjadores entre pressão de mercado e inovação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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		<title>Start Up da UFSCar recebe prêmio na área de inovação em alumínio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2020 14:31:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[#aluminio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo que resultou na seleção dos melhores materiais refratários para revestimento de um equipamento de produção de alumínio acaba de ser premiado pela The Minerals, Metals and Materials Society (TMS), como reconhecimento de sua contribuição à solução de um problema prático pela aplicação do conhecimento científico. O trabalho apresentado na Reunião Anual da TMS em</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo que resultou na seleção dos melhores materiais refratários para revestimento de um equipamento de produção de alumínio acaba de ser premiado pela The Minerals, Metals and Materials Society (TMS), como reconhecimento de sua contribuição à solução de um problema prático pela aplicação do conhecimento científico.</p>
<p>O trabalho apresentado na Reunião Anual da TMS em 2019, em sessão da divisão de Metais Leves (Light Metals), tem autoria de Mariana A. L. Braulio, graduada em Engenharia de Produção, mestre e doutora em Ciência e Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e Victor Carlos Pandolfelli, docente do Departamento de Engenharia de Materiais (DEMa) da UFSCar. Também assinam Austin J. Maxwell e Dean Whiteman, vinculados à empresa Alcoa na Austrália, e José R. Cunha, da Alumar, empresa instalada no Brasil também ligada à Alcoa.</p>
<p>Os materiais refratários usados como revestimento são componentes essenciais em uma unidade de produção de alumínio, já que falhas causadas pelo desgaste do material, e até mesmo manutenções programadas, resultam em interrupções no funcionamento dos equipamentos que podem chegar a mais de um mês e gastos da ordem de milhões de dólares. O trabalho premiado empreendeu justamente uma abordagem sistêmica para a seleção de materiais com melhores performances, que combinou dados da pesquisa no laboratório com estudos em escala real.</p>
<p>Este tipo de abordagem, que estabelece parcerias entre o conhecimento acadêmico e a realidade industrial, é o negócio da 4Cast &#8211; Technical Assistance and Consultancy on Refractories, start up criada por Braulio depois de trabalhar por cinco anos na Alcoa. Especializada em materiais cerâmicos para aplicações em altas temperaturas, após quatro anos de existência a empresa já atende os maiores produtores de alumínio no Brasil, dentre eles a própria Alcoa.</p>
<p>&#8220;É um empreendedorismo não de produto, mas de conhecimento, e este prêmio tem um sabor especial por ser o primeiro que o nosso grupo recebe, dentre tantos outros ao longo da nossa trajetória, para uma start up que nasceu das nossas atividades&#8221;, avalia Pandolfelli, coordenador do projeto que articulou 4Cast, Alcoa e a UFSCar, por meio de sua Fundação de</p>
<p>Apoio Institucional ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FAI). &#8220;É uma boa propaganda para os novos alunos, de que esta é uma trajetória profissional possível e interessante&#8221;, complementa.</p>
<p>O 2020 Light Metals Subject Award &#8211; Alumina/Bauxite será entregue em 24 de fevereiro, durante a 149ª Reunião Anual da TMS, que acontece em San Diego, Califórnia, Estados Unidos.</p>
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<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="CQ1AqJ5ADl"><p><a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/camera-termografica-flir-detecta-vazamentos-de-gases-invisiveis/">Câmera termográfica Flir detecta vazamentos de gases invisíveis</a></p></blockquote>
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		<title>Empresa chinesa Dardi prevê crescimento 20% em 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2020 12:36:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A multinacional chinesa Dardi, representante em tecnologia de corte com jato de água, laser e de inovações em todo o mundo, superou as expectativas em vendas no final de 2019, atingindo 37%, com previsão para este ano de crescer 20%. “Para este ano, projetamos crescer 20%”, afirma com cautela o Eng. Marcos Ribeiro, diretor geral</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A multinacional chinesa <a href="https://www.dardi.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Dardi,</a> representante em tecnologia de corte com jato de água, laser e de inovações em todo o mundo, superou as expectativas em vendas no final de 2019, atingindo 37%, com previsão para este ano de crescer 20%.</p>
<p>“Para este ano, projetamos crescer 20%”, afirma com cautela o Eng. Marcos Ribeiro, diretor geral e representante oficial da Dardi no Brasil, mesmo frente ao quadro atual com expectativas econômicas mais favoráveis, principalmente ao empresariado do País.</p>
<p>Os bons resultados obtidos pela empresa são oriundos da venda de máquinas de corte jato de água e corte a laser para os segmentos mármores e granitos, vidros, metal mecânico e automobilístico, esse último com maior ênfase no segundo semestre. No último trimestre do ano passado, as vendas foram reforçadas pelas cinco Dobradeiras CNC (Controle Numérico Computadorizado), cujos diferenciais técnicos devem impactar o mercado nacional, devido ao baixo consumo de energia, graças à tecnologia com servo motor.</p>
<p>A Dardi revende maquinas para America- Latina, da sua sede em São Paulo, oferece o suporte necessário para a instalação. Apostando no Brasil, inaugurou no ano passado um showroom, e hoje, o local serve para demonstração da funcionalidade das máquinas fabricadas, como também oferece peças cortadas ao mercado nacional, uma vez que as máquinas se destinam ao corte e ao processamento de diferentes tipos de materiais, tais como: aço carbono, aço inoxidável e aço galvanizado, alumínio, cobre, latão e pedra, entre outros.</p>
<p>Sobre a Dardi International Corporation</p>
<p>Fundada na China em 1996, foi a primeira empresa a construir máquinas de corte com jato de água naquele país. Hoje é a maior fabricante de equipamentos nesse segmento. Especializou-se em P&amp;D (Pesquisa e Desenvolvimento) da tecnologia de corte com jato de água UHP (Ultra High Pressure). Com sede em diversos lugares no mundo, possui máquinas instaladas em mais de 50 países.</p>
<p>No Brasil, a empresa atua há aproximadamente 10 anos, com o nome de Dardi &#8211; Jato de Água &amp; Laser, tradicionalmente conhecida por suas máquinas de corte com jato de água, atendendo o mercado com os modelos FB (Flying Bridge) e os modelos BB (Ponte Pórtico), além de uma completa e especializada estrutura de vendas, com showroom em São Paulo, equipe especializada de assistência técnica e peças de reposição.</p>
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<p>Confira as Últimas Notícias no Portal</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Ik2HZTWQOI"><p><a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/seminario-de-processos-de-tt-contemp-ira-realizar-palestra-sobre-imageamento-termico/">Seminário de Processos de TT: Contemp irá realizar palestra sobre Imageamento Térmico</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Seminário de Processos de TT: Contemp irá realizar palestra sobre Imageamento Térmico&#8221; &#8212; Portal Aquecimento Industrial" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/seminario-de-processos-de-tt-contemp-ira-realizar-palestra-sobre-imageamento-termico/embed/#?secret=IppEnL5yma#?secret=Ik2HZTWQOI" data-secret="Ik2HZTWQOI" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/empresa-chinesa-dardi-preve-crescimento-20-em-2020/">Empresa chinesa Dardi prevê crescimento 20% em 2020</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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		<item>
		<title>Brasil recebe primeira certificação ISO de inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2019 16:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[ISO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ISO 56.002 foi publicada recentemente em Genebra, na Suíça Inovar se tornou uma necessidade cada vez mais latente nas empresas, independentemente de porte ou segmento. Embora pareça complexo e sinuoso, esse processo ficou muito mais fácil com a chegada da norma ISO 56.002, que compila as melhores práticas em inovação de diversos países. A norma</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>ISO 56.002 foi publicada recentemente em Genebra, na Suíça</em></p>
<p>Inovar se tornou uma necessidade cada vez mais latente nas empresas, independentemente de porte ou segmento. Embora pareça complexo e sinuoso, esse processo ficou muito mais fácil com a chegada da norma ISO 56.002, que compila as melhores práticas em inovação de diversos países. A norma foi publicada recentemente na sede da ISO, em Genebra, na Suíça.</p>
<p>O comitê técnico de inovação foi criado pela ISO em 2008, dando início aos estudos para elaboração de uma norma específica para o assunto. Em 2013, o comitê já havia levantado todas as normas de inovação dos 163 países associados. A partir de 2015, começaram as reuniões para elaboração da norma. Ainda esse ano, a ISO 56.002 deve ser traduzida para o português.</p>
<p>O representante brasileiro do comitê técnico, Alexandre Pierro, sócio-fundador da PALAS, atuou fortemente na elaboração da norma e, paralelamente, iniciou o processo de implementação em uma indústria de transformação, localizada na cidade de São Paulo. <em>“Começamos a implementação em agosto de 2018, ainda com a versão draft. Fomos fazendo os ajustes necessários e, felizmente, conseguimos a certificação na mesma semana em que a norma foi oficialmente publicada, tendo conquistado a primeira certificação industrial da América Latina”</em>, comemora Pierro.</p>
<p>Diferentemente do que muitos podem pensar, o objetivo da norma não é engessar os processos de inovação. Ao contrário de outras normas, que pregam requisitos, essa é uma norma de diretrizes, que apresenta uma série de metodologias e ferramentas para que a empresa escolha as que mais se adaptam às suas necessidades. “Entendemos que a inovação é um processo flexível, que depende da criação de ambientes menos rígidos”, defende.</p>
<p>Trata-se de uma norma que pretende permitir uma classificação real entre o que é inovação e o que não é. “É uma certificação internacional que garante que a inovação não seja apenas um discurso, mas sim uma cultura inerente ao cotidiano da empresa. A proposta é criar uma política capaz de suportar a organização no desenvolvimento de novos processos que acompanhem o mundo volátil em que nos encontramos”, afirma Pierro.</p>
<p>A ISO 56.002 está ancorada em oito pilares: gestão de risco, geração de valor, direcionamento estratégico, liderança visionária, cultura adaptativa, resiliência, gestão de insights e gestão por processos. “O maior desafio está em criar uma cultura de inovação, fazendo com que as inovações aconteçam de forma sistematizada, e não esporádica. Precisamos primeiro desenvolver o mindset da inovação para depois criar processos que garantam a sua eficácia”, argumenta.</p>
<p>Agora, a ISO 56.002 está ao alcance de qualquer empresa que deseje garantir que seus processos de gestão sigam as melhores práticas do mundo com foco em inovação. “Essa será uma grande oportunidade de transformar as empresas brasileiras, disseminando condutas inovadoras ideais para enfrentarmos os desafios que estão sendo impostos todos os dias. As empresas já perceberam que o mundo mudou e elas precisam mudar junto para continuarem ativas”, finaliza.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Confira abaixo a ultima notícia publicada:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="jBNd8nX1Zt"><p><a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/trumpf-brasil-aumenta-vendas-em-68/">TRUMPF Brasil aumenta vendas em  68%</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;TRUMPF Brasil aumenta vendas em  68%&#8221; &#8212; Portal Aquecimento Industrial" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/trumpf-brasil-aumenta-vendas-em-68/embed/#?secret=wiB2VXCKcm#?secret=jBNd8nX1Zt" data-secret="jBNd8nX1Zt" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>BNDES e Finep financiam R$ 1,4 bi em inovação na mineração e transformação mineral</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/bndes-e-finep-financiam-r-14-bi-em-inovacao-na-mineracao-e-transformacao-mineral/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=bndes-e-finep-financiam-r-14-bi-em-inovacao-na-mineracao-e-transformacao-mineral</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2018 14:18:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#indústria]]></category>
		<category><![CDATA[#máquinas]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Mineração]]></category>
		<category><![CDATA[Minério]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos destaques diz respeito aos minerais estratégicos, os chamados "Portadores de Futuro”, como terras raras, grafita, lítio, silício e titânio. A linha foi a segunda mais concorrida, com 11 projetos enviados</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/bndes-e-finep-financiam-r-14-bi-em-inovacao-na-mineracao-e-transformacao-mineral/">BNDES e Finep financiam R$ 1,4 bi em inovação na mineração e transformação mineral</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) aprovaram investimento de mais de R$ 1,4 bilhão em pesquisa, desenvolvimento e inovação na área de mineração e transformação mineral. Os projetos foram selecionados no âmbito do edital Inova Mineral – segunda rodada. Ao todo, foram escolhidas 19 propostas, de um total de 50 inscritas.</p>
<p>A demanda superou a primeira etapa da chamada, quando foram recebidas 42 propostas — das quais 24 foram aprovadas, com R$ 737 milhões em investimentos previstos.</p>
<p>O maior número de projetos aprovados é voltado para tecnologias e processos para redução e mitigação de riscos e impactos ambientais, como a recuperação e aproveitamento de resíduos: sete projetos (cerca de 37% dos selecionados), totalizando pouco mais de R$ 1 bilhão. A linha, inclusive, foi a que mais recebeu propostas (15 no total).</p>
<p>De acordo com Maurício Syrio, superintendente de Inovação em Indústria, Engenharia e Serviços da Finep, após o rompimento, em novembro de 2015, da barragem da Samarco, em Mariana (MG), era esperado que viessem em maior número os projetos com foco na preservação do meio ambiente. “Alguns propõem o reaproveitamento de rejeitos e evitam, assim, a necessidade de barragens”, afirma Syrio.</p>
<p>Outro destaque diz respeito aos minerais estratégicos, os chamados &#8220;Portadores de Futuro”, como terras raras, grafita, lítio, silício e titânio. As 5 propostas aprovadas, com valor total de R$ 290 milhões, representam aproximadamente 26% do total selecionado. A linha foi a segunda mais concorrida, com 11 projetos enviados.</p>
<p>As outras linhas são: Tecnologias de Mineração (3 projetos); Desenvolvimento e Produção Pioneira  de Máquinas, Equipamentos, Softwares e Sistemas (3); e Minerais Estratégicos com Elevado Déficit Comercial: Fosfato e Potássio (1). Segundo Pedro Paulo Dias, gerente do Departamento de Mineração e Metais do BNDES, as empresas selecionadas com propostas mais maduras devem começar a receber desembolsos ainda em 2018.</p>
<p><strong>Sobre o programa</strong></p>
<p>O Inova Mineral tem como objetivo estimular o desenvolvimento de novas tecnologias no setor de mineração e transformação mineral. O programa, que prevê investimentos até 2023, já fomentou um total de 90 planos de investimentos em inovação e sustentabilidade no setor, que representam uma demanda por recursos da ordem de R$ 2 bilhões. Os investimentos aprovados contemplam um conjunto de cerca de 60 empresas e 30 instituições de ciência e tecnologia.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:</strong></span></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/embrapii-financia-projetos-de-pdi-com-valor-nao-reembolsavel/">-&gt; EMBRAPII financia projetos de PD&amp;I com valor não-reembolsável</a></p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/bndes-e-finep-financiam-r-14-bi-em-inovacao-na-mineracao-e-transformacao-mineral/">BNDES e Finep financiam R$ 1,4 bi em inovação na mineração e transformação mineral</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>EMBRAPII financia projetos de PD&#038;I com valor não-reembolsável</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/embrapii-financia-projetos-de-pdi-com-valor-nao-reembolsavel/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=embrapii-financia-projetos-de-pdi-com-valor-nao-reembolsavel</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2018 14:12:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[#pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[EMBRAPII]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Finep]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://aquecimentoindustrial.com.br/?p=17884</guid>

					<description><![CDATA[<p>Acordo com o Finep garante recursos para que empresários financiem a contrapartida que o modelo EMBRAPII exige. A EMBRAPII sempre financia 1/3 dos valores de projetos de PD&#038;I e o valor não precisa ser devolvido no fim do projeto</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o intuito de facilitar o financiamento de projetos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&amp;I) na indústria do País, a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) assinam nesta quinta-feira, 18 de janeiro, acordo de cooperação para possibilitar crédito de longo prazo a empresas que desejam desenvolver projetos com Unidades EMBRAPII.</p>
<p>O acordo garante recursos para que empresários financiem a contrapartida que o modelo EMBRAPII exige. A EMBRAPII sempre financia 1/3 dos valores de projetos de PD&amp;I realizados em parcerias com suas Unidades (42 institutos de pesquisas espalhados por todo o Brasil). Este 1/3 é não-reembolsável, ou seja, não precisa ser devolvido no fim do projeto. O restante do valor para o projeto (2/3) é dividido entre a empresa parceira e a Unidade.</p>
<p>No acordo, a EMBRAPII fica com a responsabilidade de intermediação entre empresas e as Unidades EMBRAPII, de modo a incrementar a geração de negócios e impulsionar o desenvolvimento econômico. Já a Finep se compromete a priorizar a análise das solicitações de financiamento apresentadas pelas empresas em parceria com as Unidades, bem como indicar às empresas possibilidades dos contratos com os Bancos de Desenvolvimento e Agentes Financeiros do Programa INOVACRED.<img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-17886 alignleft" src="http://aquecimento.webcontent-dev.com.br/wp-content/uploads/2018/01/DSC_0111-1-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></p>
<p>“Precisamos aumentar a competitividade da indústria nacional, o que depende em grande parte da sua capacidade inovadora. No entanto, inovar tem um custo. Com os recursos que serão garantidos pela Finep, oferecemos uma oportunidade para viabilizar a execução da ideia”, destacou o diretor-presidente da EMBRAPII, Jorge Guimarães.</p>
<p>Presidente da Finep, Marcos Cintra enfatiza a necessidade de continuar investindo em ciência e tecnologia para trilhar um caminho próspero e conseguir se sobressair na corrida pela inovação. &#8220;Não existe país desenvolvido que interrompa investimento em ciência, um tema que requer apoio contínuo. Não é como construir uma ponte, que você pode parar e seguir à frente. Sem tecnologia brasileira, nosso déficit será de gerações inteiras. A Finep quer sempre seguir no centro do Sistema Nacional de C,T&amp;I&#8221;, diz.</p>
<p>A cooperação prevê que empresas de todos os setores possam solicitar financiamento à Finep, desde que apresentem um projeto de inovação de produtos, processos ou serviços nas áreas de atuação da EMBRAPII, como: biotecnologia, agronegócio, engenharia, eletrônicos, Tecnologia da Informação e Comunicação &#8211; TIC, entre outros.</p>
<p>A parceria entre a EMBRAPII e a Finep se soma a uma série de iniciativas voltadas a aumentar a competitividade da indústria nacional e facilitar o acesso ao crédito com mais agilidade e menos burocracia. Acordos semelhantes foram firmados pela EMBRAPII com outras instituições, entre elas o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o Banco do Nordeste (BNB), o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), além do credenciamento da EMBRAPII no Cartão BNDES.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:</strong></span></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/fapesp-ampliara-apoio-a-investigacao-em-areas-de-manufatura-avancada/">-&gt; FAPESP ampliará apoio à investigação em áreas de Manufatura Avançada.</a></p>
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		<title>Indústria 4.0 saltará de 1,6% para 21,8% das empresas em uma década, diz pesquisa da CNI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2017 18:02:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[IEL]]></category>
		<category><![CDATA[indústria 4.0]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Indústria 2027]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[UFRJ]]></category>
		<category><![CDATA[UNICAMP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sondagem da Confederação Nacional da Indústria projeta salto tecnológico da produção brasileira nos próximos dez anos e mapeia como a indústria está se preparando para os novos desafios </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa inédita, realizada pelo Projeto Indústria 2027, mostra que 21,8% das indústrias projetam ter o processo produtivo totalmente digitalizado nos próximos 10 anos. A perspectiva representa um salto significativo, uma vez que hoje apenas 1,6% das empresas ouvidas afirma já operar na fronteira tecnológica, conhecida como indústria 4.0. A pesquisa foi feita com 759 grandes e médias empresas, entre junho e novembro de 2017. O Indústria 2027 é uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), em parceria com os institutos de economia das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Estadual de Campinas (Unicamp). O objetivo do projeto é identificar como inovações disruptivas vão impactar a competitividade do setor produtivo brasileiro.</p>
<p>“Os dados mostram que a indústria brasileira reconhece a importância do desenvolvimento tecnológico para a sua competitividade, mas é preciso ir além. Precisamos de um empenho nacional nesse sentido. As empresas devem desenhar e executar estratégias e a política pública precisa amparar esse desenvolvimento”, afirma Paulo Mól, superintendente nacional do IEL. Também conhecida como quarta revolução industrial, a indústria 4.0 resulta do uso integrado de tecnologias avançadas da automação, controle e tecnologia da inovação em processos de manufatura.</p>
<p>A pesquisa também averiguou o planejamento das empresas quanto a estudos e perspectivas para incorporar tecnologias digitais de última geração, como internet das coisas, inteligência artificial, armazenamento em nuvem, big data, entre outros. Apenas 15,1% delas têm projetos em execução. A maioria – 45,6% &#8211; está realizando estudos iniciais ou têm planos aprovados sem execução. Por fim, 39,4% não têm nenhuma ação prevista no tema.</p>
<p>O economista e coordenador-adjunto do Indústria 2027, David Kupfer, avalia que é necessária maior mobilização. “É preciso disparar o processo de adoção dessas tecnologias, principalmente porque as transformações acontecem em alta velocidade e atrasos comprometem ainda mais a capacidade das empresas acompanharem a onda tecnológica. Por enquanto, não observamos um movimento consolidado para equiparar o desenvolvimento tecnológico da indústria brasileira ao de países como Alemanha e Estados Unidos”, afirma.</p>
<p><strong>Gerações Tecnológicas</strong></p>
<p>Para chegar ao diagnóstico, a pesquisa estabeleceu classificações de quatro gerações de tecnologias digitais.</p>
<p>· Geração 1 é a produção rígida, com uso pontual de tecnologias da informação e comunicação (TIC) e automação rígida e isolada.</p>
<p>· Geração 2 envolve automação flexível ou semi-flexível, com uso de TICs sem integração ou integração apenas parcial entre áreas da empresa.</p>
<p>· Geração 3 consiste no uso de TICs integradas e conectadas em todas as atividades e áreas da empresa.</p>
<p>· Geração 4 é chamada de produção conectada e inteligente, tem tecnologias da informação integradas, fábricas conectadas e processos inteligentes, com capacidade de subsidiar gestores com informações para tomada de decisão.</p>
<p>O gráfico abaixo mostra o estágio de tecnologia da indústria brasileira hoje (esquerda) e daqui a 10 anos (direita).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-17596" src="http://aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Gráfico-CNI-1.png" alt="" width="700" height="500" /></p>
<p>Atualmente, segundo o estudo, 77,8% das empresas brasileiras ainda estão nas gerações tecnológicas 1 e 2.  No entanto, os dados mostram que as empresas estão cientes do tamanho da influência das inovações no futuro. Para 67,5% delas, essas mais avançadas terão alto ou muito alto impacto no setor onde atuam. A pesquisa também avaliou como as tecnologias 4.0 influenciarão cinco aspectos dos negócios: relacionamento com fornecedores, desenvolvimento de produto, gestão da produção, relacionamento com clientes e gestão de negócios.</p>
<p>Para 77,3% dos ouvidos, há probabilidade alta ou muito alta de as tecnologias digitais serem dominantes no relacionamento com os fornecedores. Para 71,3%, o mesmo acontecerá na relação das empresas com seus consumidores.</p>
<p><strong>O Projeto</strong></p>
<p>O Indústria 2027 é um projeto inédito cujo objetivo é avaliar os impactos de inovações como internet das coisas, nanotecnologia e inteligência artificial, entre outras, para a competitividade do produto nacional. A iniciativa mobiliza mais de 40 pesquisadores brasileiros e estrangeiros para examinar em profundidade o potencial de oito tecnologias para o futuro da indústria e o impacto delas em 10 sistemas produtivos em projeções para os próximos cinco e dez anos. O projeto também vai identificar as condições de o Brasil acompanhar e aproveitar as inovações, a capacidade de resposta atual do empresariado brasileiro e também apontará estratégias de desenvolvimento produtivo.</p>
<p>Para acessar a pesquisa completa, <a href="http://www.portaldaindustria.com.br/cni/canais/industria-2027/publicacoes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">acesse aqui</a>.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:<br />
-&gt; </strong><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/1o-congresso-brasileiro-de-industria-4-0-reuniu-representantes-de-empresas-e-de-agencias-de-fomento-a-pesquisa/">Leia sobre o 1º Congresso Brasileiro sobre a Indústria 4.0.</a></span></p>
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