<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Lubrificantes - Portal Aquecimento Industrial</title>
	<atom:link href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/tag/lubrificantes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/tag/lubrificantes/</link>
	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
	<lastBuildDate>Tue, 13 Oct 2020 17:28:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2019/06/cropped-Icone-Aquecimento-Global.fw_-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Lubrificantes - Portal Aquecimento Industrial</title>
	<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/tag/lubrificantes/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Porque o sistema hidráulico requer manutenção</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/porque-o-sistema-hidraulico-requer-manutencao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=porque-o-sistema-hidraulico-requer-manutencao</link>
					<comments>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/porque-o-sistema-hidraulico-requer-manutencao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2020 22:55:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[White Paper]]></category>
		<category><![CDATA[Lubrificantes]]></category>
		<category><![CDATA[MobilTM]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.aquecimentoindustrial.com.br/?p=20448</guid>

					<description><![CDATA[<p>Longe dos holofotes, os lubrificantes são parte fundamental de uma indústria. A Mobil, marca especializada no assunto, ao longo dos seus mais de 150 anos de atuação no mercado, está sempre pronta para oferecer o máximo de performance e eficiência aos seus clientes que atuam no setor industrial. Agora, a marca apresenta a série DTE</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/porque-o-sistema-hidraulico-requer-manutencao/">Porque o sistema hidráulico requer manutenção</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Longe dos holofotes, os lubrificantes são parte fundamental de uma indústria. A Mobil, marca especializada no assunto, ao longo dos seus mais de 150 anos de atuação no mercado, está sempre pronta para oferecer o máximo de performance e eficiência aos<br />
seus clientes que atuam no setor industrial. Agora, a marca apresenta a série DTE 20 Ultra™, lubrificantes voltados especificamente para sistemas hidráulicos modernos presente nos setores de Mineração, Plásticos, Cerâmica, Papel &amp; Celulose, Siderurgia, Açúcar &amp; Etanol e Cimento.</p>
<p>O óleo hidráulico tem um papel importante para gerenciar os esforços de manutenção e retardar o envelhecimento dos equipamentos. Por isso, a Mobil destaca a importância da manutenção do sistema hidráulico. Confira:<img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-20449 aligncenter" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/10/oleo.jpg" alt="" width="428" height="310" /></p>
<p>A nova série Mobil DTE 20 Ultra™ foi projetada para ajudar os líderes das grandes indústrias a atingirem seus objetivos de maneira fácil e eficiente, proporcionando menor manutenção e reduzindo a interação homem-máquina.</p>
<p>O produto evita interrupções, minimiza as paradas não programadas e permite melhor desempenho que excede os padrões da indústria atendendo as mais exigentes aprovações de diferentes equipamentos e máquinas como a Bosch Rexroth.</p>
<p>Além de demonstrar uma notável proteção anti-desgaste sob condições de teste em tempo real, a série Mobil DTE 20 Ultra™ proporciona melhor controle de depósitos para prolongar o período de troca do óleo e oferece proteção para prolongar a vida de<br />
componentes do equipamento.</p>
<p>Para saber mais sobre mais sobre os lubrificantes Mobil para os diferentes segmentos da indústria, bem como, produtos para manutenção de máquinas, óleo para compressor, graxa para rolamentos, entre outros acesse o site <a href="https://www.mobilindustrial.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.mobilindustrial.com.br. </a></p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/porque-o-sistema-hidraulico-requer-manutencao/">Porque o sistema hidráulico requer manutenção</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/porque-o-sistema-hidraulico-requer-manutencao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estampagem de Material Zincado Lubrificado Sem Óleo</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/estampagem-de-material-zincado-lubrificado-sem-oleo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=estampagem-de-material-zincado-lubrificado-sem-oleo</link>
					<comments>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/estampagem-de-material-zincado-lubrificado-sem-oleo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 13:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[White Paper]]></category>
		<category><![CDATA[Estampagem]]></category>
		<category><![CDATA[IRMCO]]></category>
		<category><![CDATA[Lubrificantes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.aquecimentoindustrial.com.br/?p=20154</guid>

					<description><![CDATA[<p>Informações técnicas sobre o produto IRMCO usado: 170-218, a peça estampada foi o braço de suspensão, no material aço galvanizado. O Produto atualmente em uso foi o óleo solúvel, em processo de estampagem. Este produto tem o objetivo: Estampar peças galvanizadas sem afetar a superfície sensível do zinco; Eliminar a necessidade de pré-lavagem antes da</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/estampagem-de-material-zincado-lubrificado-sem-oleo/">Estampagem de Material Zincado Lubrificado Sem Óleo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Informações técnicas sobre o produto IRMCO usado: 170-218, a peça estampada foi o braço de suspensão, no material aço galvanizado. O Produto atualmente em uso foi o óleo solúvel, em processo de estampagem.</p>
<p>Este produto tem o objetivo: Estampar peças galvanizadas sem afetar a superfície sensível do zinco; Eliminar a necessidade de pré-lavagem antes da operação de solda; e Reduzir custo de refugo do E-coat devido à dificuldade de limpeza do lubrificante usado.</p>
<p><strong>Cenário</strong><br />
O cliente usa atualmente óleo solúvel para estampar as suas peças. A compatibilidade do resíduo do óleo com o material galvanizado é muito importante, mas o processo usado está sendo afetado negativamente.</p>
<p>Eles observam porosidade na solda quando fazem a soldagem diretamente sobre o lubrificante e devido à dificuldade de remoção, o cliente é obrigado a enfrentar uma lavagem com produtos altamente alcalinos e/ou peças rejeitadas devido à limpeza ineficiente.</p>
<p>Antes do envolvimento da IRMCO, o cliente havia decidido que a única alternativa era a compra de um sistema de pré-lavagem.</p>
<p><strong>Ação</strong><br />
Apresentamos um plano para definir os meios para reduzir custos, enquanto atendem seus objetivos com o uso do lubrificante IRMCO. Junto com a PPG (fornecedora da tinta E-coat) estabelecemos o critério de avaliação. O IRMCO 146-000 foi o primeiro produto a ser testado.</p>
<p>Embora tenha passado nos testes, um resíduo mais espesso ainda permaneceu na superfície que interferia na produção. O resíduo era um simples componente do IRMCO 146-000. Após avaliações, foi desenvolvido o IRMCO 170-000 para enfrentar este desafio.</p>
<p>Assim como o 146-000, o IRMCO 170-000 também atendeu todos os critérios de produção, soldagem, limpeza e pintura E-coat.</p>
<p><strong>Resultados</strong><br />
A conversão para o lubrificante IRMCO evitou a compra do sistema de pré-lavagem e permitiu redução do volume de produtos químicos usados nos diversos ciclos de lavagem sem afetar a qualidade da pintura E-coat. Após a troca, IRMCO 170-000 foi substituído pelo 170-218.</p>
<p>Este novo fluido é a versão concentrada do 170-000. Aliado aos ganhos observados com a redução de produtos para limpeza e de refugos de pintura, esta mudança apresentou uma nova redução de custo ao cliente, pois não havia mais necessidade de transportar água até a planta.</p>
<p>O cliente também utiliza o IRMCO 090-000 # 1401 para operação com repuxo profundo em aço laminado a frio.</p>
<p>Contatos: pelo e-mail www.vendas.sp@agena.com.br / ou site <a href="http://www.agena.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.agena.com.br</a></p>
<hr />
<h3>Confira as Últimas Notícias no Portal</h3>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="gsk3ATqRBa"><p><a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/feira-fna-furnaces-north-america-sera-virtual/">Feira FNA &#8211; Furnaces North America será virtual</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Feira FNA &#8211; Furnaces North America será virtual&#8221; &#8212; Portal Aquecimento Industrial" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/feira-fna-furnaces-north-america-sera-virtual/embed/#?secret=gdvMmKxjiD#?secret=gsk3ATqRBa" data-secret="gsk3ATqRBa" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/estampagem-de-material-zincado-lubrificado-sem-oleo/">Estampagem de Material Zincado Lubrificado Sem Óleo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/estampagem-de-material-zincado-lubrificado-sem-oleo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seleção de Lubrificantes &#8211; Encontrando o lubrificante correto para suas aplicações</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/selecao-de-lubrificantes-encontrando-o-lubrificante-correto-para-suas-aplicacoes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=selecao-de-lubrificantes-encontrando-o-lubrificante-correto-para-suas-aplicacoes</link>
					<comments>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/selecao-de-lubrificantes-encontrando-o-lubrificante-correto-para-suas-aplicacoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2020 14:50:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[White Paper]]></category>
		<category><![CDATA[Agena]]></category>
		<category><![CDATA[Estampagem]]></category>
		<category><![CDATA[Lubrificantes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.aquecimentoindustrial.com.br/?p=20099</guid>

					<description><![CDATA[<p>Se em sua planta, você estampa todos os dias exatamente as mesmas peças do mesmo material (substrato), você provavelmente não tem problemas e nem muito o que se preocupar na escolha de um lubrificante para o seu serviço. Entretanto, se você estiver estampando várias peças e com uma grande variedade de materiais, pode ser um</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/selecao-de-lubrificantes-encontrando-o-lubrificante-correto-para-suas-aplicacoes/">Seleção de Lubrificantes &#8211; Encontrando o lubrificante correto para suas aplicações</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se em sua planta, você estampa todos os dias exatamente as mesmas peças do mesmo material (substrato), você provavelmente não tem problemas e nem muito o que se preocupar na escolha de um lubrificante para o seu serviço.</p>
<p>Entretanto, se você estiver estampando várias peças e com uma grande variedade de materiais, pode ser um grande desafio encontrar o lubrificante ou lubrificantes corretos para seus processos, mas isso não precisa ser uma “Missão Impossível”. Há algumas considerações básicas que o levará a decisão mais acertada.</p>
<p><strong>Que Substratos estão sendo Estampados?</strong><br />
O item mais importante que precisa ser abordado é o substrato que será estampado. Este fato é bastante crítico, uma vez que as demandas da lubrificação exigem substratos diferentes. As exigências químicas para estampar peças de alumínio são muito diferentes das observadas em aço carbono ou aço inoxidável da série 304, por exemplo. O modo como estes materiais reagem a pressão e atrito no processo de conformação pode requerer diferentes aditivações para cobrir desde o processo atual da peça até o dimensionamento apropriado e as tolerâncias na prevenção de corrosão e manchas.</p>
<p>Encontramos situações mais complicadas quando nos deparamos com substratos com camadas de zinco, galvanizados ou aluminizados onde devemos abordar uma única exigência com diferentes metais em uma única superfície. Isto é particularmente desafiador, já que a superfície mais macia pode ser desgastada e afetar adversamente o ferramental e o potencial de manchamento e de proteção anti corrosiva. Caso você não tenha considerado este potencial, um bom fornecedor de lubrificantes pode enxergar claramente suas necessidades e guia-lo através das opções.</p>
<p><strong>Como Você Estampa suas Peças?</strong><br />
Pode parecer tolo, mas em algumas situações a escolha do lubrificante é negligenciada. A maneira e a velocidade com que a peça é conformada pode ter grande impacto na seleção do produto.</p>
<p>A velocidade de conformação e as forças atuantes nas prensas convencionais, mecânicas e hidráulicas impactam bastante as exigências da lubrificação.</p>
<p>Apesar de a ferramenta ser simplesmente polida ou receber um tratamento superficial, vai também impactar nas exigências de<br />
lubrificação e conformação. Uma ferramenta de um único será diferente das prensas progressivas quanto as exigências de lubrificação, uma vez  que providenciar lubrificação e proteção suficiente para um só estágio é bem diferente do que as exigências para uma peça que é conformada em 16 estágios.</p>
<p>A capacidade do lubrificante para “molhar” ou “espalhar-se” pela peça, aderir à peça e transferir através de múltiplos estágios mantendo a lubrificação adequada e refrigeração das peças são influenciados pelas forças de conformação e velocidade de operação.</p>
<p><strong>Como está seu Processo após a Estampagem?</strong><br />
Você pode ter encontrado lubrificantes que sirvam muito bem para seu processo de estampagem, mas eles interferem em seus processos posteriores ou ajustes de equipamentos? Você precisa definir como o uso de um lubrificante pode ou vai impactar outros estágios no processo produtivo de sua peça, desde a matéria prima até o produto acabado.</p>
<p>Você pode ter optado por um lubrificante de base mineral para seu processo de estampagem, mas e o processo de solda destas peças? Você estaria correndo riscos de surgimento de porosidade e aumento dos respingos de solda? E se o resíduo de óleo carbonizado (queimado) não puder ser removido em seu processo de limpeza? E os resíduos de lubrificantes que puderam ser removidos? Se você limpa suas peças em sua planta: utiliza desengraxantes base aquosa ou base solvente?</p>
<p>O lubrificante que você optou pode não ser compatível com o seu sistema de limpeza. Se avaliado com cuidado, um lubrificante apropriadamente selecionado pode render benefícios não somente nas prensas, mas também na solda, limpeza e tratamento de resíduos.</p>
<p><strong>Que Restrições Regulatórias ou de Processos Você Tem?</strong><br />
Bobinas revestidas, “pré lube” ou lubrificante de filme seco trabalham extremamente bem em seu processo de estampagem, mas em alguns casos não será possível remover o filme residual em seu processo de limpeza ou estes resíduos podem se acumular nas ferramentas ao longo do tempo de uso e assim aumentar o custo de manutenção, alterações na tolerância nos dimensionais das peças ou até um dano no ferramental.</p>
<p>Você pode optar por um lubrificante de base mineral nas operações de estampagem, somente para descobrir mãos tarde que precisa limpar todas as peças antes do processo de soldagem e corre o risco de ter resíduos que não serão removidos. Você pode escolher um lubrificante isento de óleo, totalmente sintético, mas não pode fazer tratamento térmico em algumas peças uma vez que os resíduos não serão removidos em seu processo de desengraxe por vapor.</p>
<p>Caso opte por um lubrificante evanescente que eventualmente possa operar bem, mas que tenha um VOC extremamente elevado e que pode provocar irritação na pele dos operadores e sistemas respiratórios.</p>
<p>Quais são seus objetivos e exigências das normas ISO? Suas opções em relação ao lubrificante estão de acordo com sua a norma ISO 14001 ou com os objetivos de sua empresa em relação a impactos ambientais?</p>
<p>Estas questões devem ser consideradas quando da seleção de seus lubrificantes de estampagem mais adequados e seus fornecedores devem estar aptos a prover suporte para quaisquer problemas e/ou questões que eventualmente você possa ter.</p>
<p>A IRMCO fornece precisamente este tipo de suporte e auxilia os prestadores de serviço de estampagem na transição de um lubrificante de base mineral para aquele isento de óleo, totalmente sintético com o menor impacto ambiental.</p>
<p>Todos os substratos metálicos possuem tolerâncias e faixas de trabalho onde eles podem ser eficientemente utilizados. Processos de limpeza das peças e tratamento superficial possuem parâmetros e controles de processo que irão criar peças consistentes. Porque com os lubrificantes de estampagem seria diferente?</p>
<p>O fato é que muitas estamparias não controlam seu lubrificante com o mesmo nível de cautela aplicado em outras áreas da produção. A solução para suas necessidades pode não estar em um só lubrificante&#8230; talvez você precise de dois ou mais lubrificantes para atender adequadamente suas necessidades. Você pode precisar de mais de uma diluição do lubrificante para atender determinadas exigências da ferramenta ou da superfície das peças. Seu fornecedor pode ajuda-lo a determinar qual o melhor cenário para os objetivos de sua produção e como alcança-los de uma maneira consistente e com um custo benefício economicamente viável.</p>
<p>IRMCO construiu uma reputação em fornecer a seus clientes conhecimento necessário para identificar áreas vulneráveis em seus processos produtivos e resolver estas questões para que o processo de estampagem seja seguro ambientalmente e economicamente. Para se aprender um pouco sobre o jeito IRMCO/AGENA de negociar e como isso pode impactar em seu processo de estampagem, entre em contato com seu representante IRMCO/AGENA ou Agena Resinas e Colas em <a href="http://www.agena.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.agena.com.br.</a></p>
<p><strong> Post Patrocinado por Agena.</strong></p>
<hr />
<h3>Confira as Últimas Notícias no Portal</h3>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="cAAzDWSEh0"><p><a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/beneficios-gerados-com-regeneracao-de-lubrificantes-industriais/">Benefícios Gerados com Regeneração de Lubrificantes Industriais</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Benefícios Gerados com Regeneração de Lubrificantes Industriais&#8221; &#8212; Portal Aquecimento Industrial" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/beneficios-gerados-com-regeneracao-de-lubrificantes-industriais/embed/#?secret=DaGOyNHkyK#?secret=cAAzDWSEh0" data-secret="cAAzDWSEh0" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/selecao-de-lubrificantes-encontrando-o-lubrificante-correto-para-suas-aplicacoes/">Seleção de Lubrificantes &#8211; Encontrando o lubrificante correto para suas aplicações</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/selecao-de-lubrificantes-encontrando-o-lubrificante-correto-para-suas-aplicacoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lubrificante de matriz &#8211; Uma visão atual sobre os lubrificantes de matriz</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-uma-visao-atual-sobre-os-lubrificantes-de-matriz/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lubrificante-de-matriz-uma-visao-atual-sobre-os-lubrificantes-de-matriz</link>
					<comments>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-uma-visao-atual-sobre-os-lubrificantes-de-matriz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Henri Strasser]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 11:38:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Lubrificantes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://revistaforge.com.br/?p=4529</guid>

					<description><![CDATA[<p>As colunas anteriores sempre enfocaram o lubrificante de matriz por si só, de dentro para fora, sua história, suas características, seu mecanismo de formação, suas vantagens e seus problemas. Agora vamos mudar o enfoque de fora para dentro. A indústria de forjaria está sofrendo diversas mudanças nos últimos anos em consequência de novos componentes forjados</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-uma-visao-atual-sobre-os-lubrificantes-de-matriz/">Lubrificante de matriz &#8211; Uma visão atual sobre os lubrificantes de matriz</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As colunas anteriores sempre enfocaram o lubrificante de matriz por si só, de dentro para fora, sua história, suas características, seu mecanismo de formação, suas vantagens e seus problemas. Agora vamos mudar o enfoque de fora para dentro.</p>
<p>A indústria de forjaria está sofrendo diversas mudanças nos últimos anos em consequência de novos componentes forjados mais exigentes que pressionam a eficiência e a produtividade.</p>
<p>A redução de custos e consequente luta pela competitividade neste mercado força as forjarias a forjar com mais precisão e reduzir o sobremetal e consequentemente a necessidade de usinagem assim como o aumento da produtividade são os itens principais deste esforço.</p>
<p>O lay out das forjarias está sendo mudado totalmente para possibilitar produções maiores. Automação e manipulação robótica vieram para ficar e os equipamentos principais como prensas, transfers e fornos de indução foram integrados a centrais de comando computadorizado. Desta forma foram introduzidas muitas novas variáveis mas as exigências sobre os lubrificantes de forjaria permaneceram como estavam.</p>
<p>A tecnologia de lubrificantes de forjaria modernos praticamente ficou inalterada e os produtos resultantes de esforços desenvolvidos pelos fornecedores deste tipo de produtos não foi capaz de substituir o que uma boa dispersão de grafite micro processado de alta pureza pode proporcionar ao processo de forjamento. Tentativas de descobrir novas formulações e/ou substituição efetiva das formulações base grafite falharam e todas as evidências sugerem que continuarão a falhar no mínimo do ponto de vista da economia e da relação custo/benefício no forjamento de uma peça de aço usando como lubrificante de matriz uma dispersão de grafite em água. Um lubrificante de forjaria para ser realmente eficiente precisa proporcionar uma série de transformações instantâneas na superfície das áreas de trabalho das matrizes para possibilitar o processo de forjamento a quente ou a morno usando matrizes precisas para produzir peças de qualidade dimensional sem defeitos no seu interior ou na parte externa. Peças perfeitas para uma usinagem subsequente mínima ou dependendo do caso peças prontas para o uso.  Esta série de transformações podem ser resumidas como segue:</p>
<p>a) deposição instantânea de um filme contínuo e suave capaz de cobrir completamente e com a mesma espessura as áreas de trabalho da matriz;</p>
<p>b) como consequência direta modificar as áreas da matriz naturalmente não lubrificadas de alto coeficiente de atrito numa área lubrificada de baixo coeficiente de atrito capaz de permitir um fluxo metálico e de grãos de uma forma controlada;</p>
<p>c) um filme capaz de formar um revestimento de secagem rápida na superfície. A umidade do filme é prejudicial pois durante o forjamento podem ocorrer explosões de vapor d’água que podem prejudicar as matrizes (trincas) e as prensas (contragolpes);</p>
<p>d) um filme capaz de “desaparecer” durante o processo sem deixar resíduos sólidos nas matrizes bem como evitar o build up que por sua vez vai gerar defeitos de falta de enchimento.</p>
<p>Se esta série de transformações da superfície da matriz são realizadas então podemos esperar que o lubrificante de forjamento  proporcione os quarto pontos principais:</p>
<p>1) Lubricidade necessária para o fluxo metálico e bom enchimento da gravura;</p>
<p>2) Desmolde necessário para a rápida e fácil extração das peças forjadas;</p>
<p>3) Desgaste da matriz e proteção dimensional necessária para a consistência,  eficiência e de controle de custo do processo de forjamento e</p>
<p>4) Regulador de temperatura necessário para controlar os choques térmicos  das matrizes e manter as faixas de temperatura operacionais. Isso é conseguido através da evaporação da água veículo do lubrificante de matriz. A evaporação da água também fornece uma característica interessante que é a geração de vapor no espaço entre o componente forjado e as matrizes. Isso pode ser tremendamente interessante em martelos de contragolpe quando aplicado entre os golpes para fornecer o “lift” necessário para evitar o agarramento do componente forjado em uma das matrizes, nesta máquina desprovida de extratores.</p>
<p>Isso posto, agora temos que analisar porque nem todos os lubrificantes de grafite em água conseguem desempenhar como descrito: o segredo está na sua formulação e técnica de manufatura. O grafite precisa ser de uma morfologia, tipo, tamanho e pureza tão especial que poucos fabricantes o usam por causa do seu custo. Por outro lado, a formulação é determinante para que seja inodoro, tenha um pH determinado, estabilidade, que possa ser diluído em água, aderência, toxidade, etc. E no começo de tudo a tecnologia aplicada na manufatura do lubrificante de forjaria que proporcionará faixas de viscosidade específicas, a muito importante propriedade de não sedimentação que permitirão uma aplicação e uniformidade.</p>
<p>Algumas forjarias mudaram para produtos não pigmentados, sem grafite, “sintéticos”, baseado em argumentos de limpeza. Na realidade lubrificantes de grafite em água são mais limpos do que os assim chamados produtos brancos. A cor do seu lubrificante de matriz (preto ou branco) não deveria ser considerado sinônimo de limpeza. Além disso lubrificantes de grafite em água são seguros para a saúde e mais amigáveis ao meio ambiente. É só observar a FISPQ dos diferentes produtos de forjaria comerciais e ver os números de classificação de saúde correspondentes a um e outro tipo.</p>
<p>Todas as mudanças e pressões por causa de peças mais complexas e diferenciadas de certa maneira relegaram a lubrificação de matriz a um importância secundária. Ao ponto que atualmente a maioria das empresas chegou à conclusão que testes comparativos consomem tempo e não há garantia para se chegar aos benefícios esperados. Muitos na indústria da forjaria acreditam que primeiro as mudanças nos processos precisam se consolidar para depois olhar para o lubrificante e outros acreditam que é arriscado e perigoso introduzir mais novas variáveis no seu processo. Este ponto de vista conservador está fazendo a indústria perder muito dinheiro somente pelo fato de não se dar a devida atenção para o problema do lubrificante de matriz.</p>
<p>Esta coluna quer compartilhar a mensagem de que um lubrificante de forjaria de qualidade tem o poder de afetar todos os parâmetros principais do processo de forjamento&#8230; para pior ou para melhor. Por isso aconselha-se que as forjarias verifiquem com o seu atual fornecedor de lubrificante de matriz e recebam um maior conhecimento e informações sobre o produto que estão usando.</p>
<p>Comecem a ouvir os experts e comecem a debater sobre os lubrificantes de matriz. Com certeza encontrarão a melhor solução para consolidar todas as mudanças exigidas.</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-uma-visao-atual-sobre-os-lubrificantes-de-matriz/">Lubrificante de matriz &#8211; Uma visão atual sobre os lubrificantes de matriz</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-uma-visao-atual-sobre-os-lubrificantes-de-matriz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A formação de camada de lubrificante sólido na matriz</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/formacao-de-camada-de-lubrificante-solido-na-matriz/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=formacao-de-camada-de-lubrificante-solido-na-matriz</link>
					<comments>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/formacao-de-camada-de-lubrificante-solido-na-matriz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Henri Strasser]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2017 12:21:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Lubrificantes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://revistaforge.com.br/?p=4400</guid>

					<description><![CDATA[<p>Relendo as 8 colunas que produzi até então para a revista Forge, me apercebi que tenho uma forte tendência a assumir coisas que para mim são claras mas que para os leitores talvez não sejam tão óbvias! Assim é com a formação de camada de lubrificante sólido (grafite ou similares e pseudo sólidos) na superfície</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/formacao-de-camada-de-lubrificante-solido-na-matriz/">A formação de camada de lubrificante sólido na matriz</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Relendo as 8 colunas que produzi até então para a revista Forge, me apercebi que tenho uma forte tendência a assumir coisas que para mim são claras mas que para os leitores talvez não sejam tão óbvias!</p>
<p>Assim é com a formação de camada de lubrificante sólido (grafite ou similares e pseudo sólidos) na superfície da gravura da matriz. Inicialmente, vou falar da formação de camada de grafite, com a qual tenho bastante intimidade já há muitos anos. Qual a ideia?</p>
<p>É formar na superfície da gravura da matriz, que pode estar a temperaturas acima de 400°C, uma camada de grafite que garanta um coeficiente de atrito baixo para facilitar o escoamento do metal a 1250°C, acarretando um bom preenchimento da gravura e que não a desgaste antes do forjamento.</p>
<p>Para explicarmos o mecanismo de formação de camada vamos usar o processo de aplicação por pulverização, onde podemos descrever as diversas fases do processo.</p>
<p>Na Figura 1, à esquerda, uma gota de lubrificante diluído em água é arremessada por ar comprimido contra a superfície quente. Esta gota contém as partículas de grafite. A segunda representação (ainda na Figura 1) mostra a gota começando a se achatar sobre a superfície e continua se achatando pela quantidade de movimento (momentum) que lhe foi auferida.</p>
<p>Já à direita, houve um achatamento total da gota, obtenção do maior diâmetro a cobrir (molhar) a superfície. Neste momento, há a retirada do calor (parte cinza) do bloco quente sob o disco achatado da gota. O calor aportado pelo bloco quente evapora a água que muda de fase para vapor d’água e deixa um disco seco de lubrificante (parte verde). Para a aderência total do grafite o calor residual fornecido pelo bloco promove um cozimento (anbacken) da parte orgânica do lubrificante (binder).</p>
<p>De outra forma espera-se que a água, veículo no qual estão dispersas as partículas de grafite, seja totalmente evaporada durante o processo de aplicação. A mudança de estado líquido para gasoso da água precisa de calor, que é retirado da superfície de trabalho e abaixa a sua temperatura. Não esquecendo que também há uma retirada de calor no aquecimento da água veículo, só que bem menor do que na evaporação.</p>
<p>Faz parte da formulação do lubrificante a presença de um ingrediente chamado binder, cuja função é ajudar o grafite a aderir firmemente na superfície da gravura. Já existe uma tendência de as partículas de grafite se aderirem à superfície que acabou de trabalhar por um fenômeno eletrostático. Para que seja possível a dispersão, as partículas de grafite são polarizadas e ostentam o mesmo sinal, repelindo-se mutuamente e conseguindo manter a dispersão. A superfície metálica da gravura da matriz onde houve o atrito com o metal da geratriz se carrega de eletricidade estática de outro sinal que o do grafite, e este é então atraído para esta superfície. Esta parte do processo de formação de camada também é térmico e precisa de calor retirado da superfície de trabalho que assa o binder, aderindo o grafite à superfície. Esta forte aderência é necessária para o funcionamento do grafite. O primeiro estrato precisa estar firmemente aderido para que os estratos seguintes deslizem uns sobre os outros, reduzindo assim o coeficiente de atrito. A tensão de cisalhamento entre os planos precisa ser menor do que a tensão de cisalhamento do primeiro plano e o substrato. De outra forma:</p>
<p>A Figura 2 mostra bem como o grafite funciona. Bem aderido (“assado”) à superfície quente pelo binder, aqui representado por uma mancha marrom, ele resiste a grandes pressões normais (setas vermelha e azul) e “abre” facilmente quando são aplicadas forças inclinadas. Este “abre” significa o deslizamento de um plano (estrato) sobre o outro desde que o primeiro estrato esteja firmemente aderido.</p>
<p>Desta forma, uma vez formada a camada ela trabalha de duas maneiras distintas:</p>
<p>Na Figura 3, no primeiro quadro temos dois planos (linhas pretas) em movimento relativo. O grafite entre os dois garante um movimento fácil devido a um coeficiente de atrito baixo.</p>
<p>O segundo quadro (ainda na Figura 3) mostra a capacidade desmoldante do grafite. É possível separar os dois planos sem que haja arrancamento de partículas de qualquer deles, pois a camada de grafite que há entre os dois garante uma separação perfeita.</p>
<p>Portanto, dando tudo certo, ao aplicarmos o lubrificante sobre a matriz, a água veículo se evapora totalmente e deixa firmemente aderida uma camada de grafite totalmente seca em cima apenas da gravura da matriz, na superfície de trabalho, de aproximadamente 15 a 20 µm.</p>
<p>No forjamento, o grafite, depois de trabalhar, se queima totalmente e transforma-se em CO2 e vapor d’água. Ou seja, uma aplicação sem resíduos. A Figura 4 apresenta bons exemplos do que queremos dizer, camadas e não crostas como na Figura5.</p>
<p>Mas, apesar de ser uma aplicação que perdoa bastante, fazendo com que o grafite vá aonde ele é necessário, pode haver problemas, sendo que o mais comum é o build up. O produto foi formulado para grudar em superfície quente! Em qualquer superfície quente! E gruda mesmo!</p>
<p>Quando aplicado inadvertidamente por overspray, em situações onde é necessário abaixar a temperatura da superfície para que possa ocorrer a formação da camada e em flooding, quando o excesso de lubrificante escorre por cima da matriz e da máquina, haverá a formação de camadas ou crostas oriundas de lubrificante líquido escorrido e não removidas pela ação do billet quente.</p>
<p>Estas formações são extremamente duras e dificílimas de remover. Dentro de gravações ou cantos da gravura impedem a chegada do metal naquele ponto ocasionando refugos dimensionais e gravações entupidas e inteligíveis.</p>
<p>Apenas um retrabalho mecânico nas matrizes é capaz de remover estas formações.</p>
<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/formacao-de-camada-de-lubrificante-solido-na-matriz/">A formação de camada de lubrificante sólido na matriz</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/formacao-de-camada-de-lubrificante-solido-na-matriz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lubrificante de matriz VII: O retorno às origens</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-vii-o-retorno-origens/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lubrificante-de-matriz-vii-o-retorno-origens</link>
					<comments>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-vii-o-retorno-origens/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Henri Strasser]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2017 13:13:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Lubrificantes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://revistaforge.com.br/?p=4239</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na primeira coluna desta série, dissemos que a origem do lubrificante de matrizes está na invenção do DAG (Defloculated Acheson Graphite) por Edward Goodrich Acheson, há mais de 100 anos quando Thomas Edison encomendou uma solução para a trefilação do tungstênio do filamento da lâmpada incandescente que estava inventando. Sabendo da extrema severidade do processo,</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-vii-o-retorno-origens/">Lubrificante de matriz VII: O retorno às origens</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na primeira coluna desta série, dissemos que a origem do lubrificante de matrizes está na invenção do DAG (Defloculated Acheson Graphite) por Edward Goodrich Acheson, há mais de 100 anos quando Thomas Edison encomendou uma solução para a trefilação do tungstênio do filamento da lâmpada incandescente que estava inventando. Sabendo da extrema severidade do processo, Acheson escolheu fazer uma grafitização completa de carvão vegetal e obteve um grafite sintético de altíssima pureza numa granulometria ao redor de 1µm.</p>
<p>Não há registros de onde ele tirou a ideia do sistema de dispersão das partículas de grafite em água que ele usou no DAG, mas foi perfeito, com uma temperatura de molhamento altíssima e uma cobertura excepcional, tornando possível a trefilação do tungstênio e a conclusão do invento de Edison. Vale dizer que este produto continua sendo usado pelos fabricantes de filamentos pelo mundo na sua fórmula original. Logo se viu que este produto seria muito útil para os demais processos de conformação de metais a quente.</p>
<p>Inicialmente, o sistema de aplicação utilizado foi o mesmo da trefilação do tungstênio: um sistema de recirculação usado normalmente na aplicação de fluido refrigerante em usinagem. Um tanque de armazenagem e uma bomba que bombeia o líquido para o ponto de uso. Debaixo da prensa um coletor de lubrificante escorrido o levava para um tanque inferior. Uma bomba recirculava o lubrificante escorrido para o tanque de trabalho. Este sistema ficou conhecido como flooding.</p>
<p>Acredita-se que as propriedades do lubrificante com grafite sintético eram tão extremas que a mistura com o lubrificante usado não diminuía o seu desempenho. O lubrificante de grafite sintético se adequou perfeitamente desde os sistemas mais primitivos até modernos sistemas de pulverização de atomização externa.</p>
<p>A única referência é que havia, sem dúvida, uma enorme diferença entre usar ou não usar o lubrificante.</p>
<p>Por exemplo, num processo em que, tradicionalmente, não se usava lubrificante nenhum, um forjamento em martelo de um alicate universal, a vida de matriz, de 2.500 peças, passou a 25.000 com este lubrificante. Onde havia o monitoramento da força de prensagem notava-se uma redução considerável, garantindo ao equipamento uma melhor preservação.</p>
<p>A fácil maneira de encher a gravura possibilitava a redução do peso do billet ou do tarugo,  resultando num excelente acabamento superficial das peças forjadas.</p>
<p>Em diversos processos de forjamento a quente e em prensas automáticas de alta velocidade tais como: soquetes de ferramentas manuais, ponteiras em geral, peças de transmissão de motos.</p>
<h4></h4>
<h4>Forjamento a Morno</h4>
<p>Para redução da carepa, foi desenvolvido o forjamento a morno com temperaturas do billet abaixo de 900°C. Nesta temperatura a tendência de oxidação do aço aquecido é bastante reduzido, possibilitando peças forjadas com menor sobre-metal e necessidade de usinagem reduzida, conhecido como near net forging.</p>
<p>Foi utilizado o lubrificante de grafite sintético como lubrificante de matriz e como billet coating, um invólucro impermeável de alta temperatura para evitar/reduzir a formação de carepa. Em ambos os casos, o lubrificante diluído é jorrado sobre as matrizes e sobre os billets antes do aquecimento. A boa estabilidade da dispersão de grafite sintético, mesmo em situação diluída, garantia um bom desempenho do banho de recirculação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Nos anos 70, Aqui no Brasil</h4>
<p>O lubrificante de grafite sintético era importado e naquela época o governo brasileiro baixou medidas para restringir as importações, atingindo diretamente os usuários deste produto que tiveram que procurar outras alternativas. A alternativa ao grafite sintético, de alta pureza, era o grafite natural, de pureza menor e principalmente de granulometria bem maior, já que a redução do tamanho das partículas seria antieconômica e encareceria o produto.</p>
<p>Assim, as forjarias limitaram o uso do lubrificante de grafite sintético a casos especiais e passaram a usar o lubrificante de grafite natural nas outras operações de forjamento mais simples.</p>
<p>Nos casos onde os benefícios com o uso do lubrificante de grafite sintético passaram a não se tornar mais visíveis, palpáveis ou mensuráveis, principalmente no forjamento a quente tradicional, em pequenas prensas excêntricas, prensas de parafuso e martelos, com tempos de ciclo relativamente longos começaram a ser preferidos produtos mais simples, com grafite natural com purezas menores e moídas por menos tempo a granulometrias mais grossas, dentro da filosofia “também funciona”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Custo x Benefícios</h4>
<p>Em empresas onde os argumentos econômicos custo conseguiam se sobrepor aos argumentos técnicos (benefícios), os forjadores precisaram se adaptar às novas condições oferecidas pelos lubrificantes de grafite natural. Pouco a pouco, os lubrificantes de grafite natural foram conquistando processos mais exigentes e prensas maiores. Também tem que ser considerado que, uma vez acostumados ao superior desempenho do grafite sintético fica difícil de provar porque ele é tão bom e merece ser pago tão caro.</p>
<p>E devido a unidades de aquecimento antigas, máquinas de forjaria com necessidade de recuperação de energia, havia tempo no ciclo de forjamento para se aplicar o lubrificante e refrigerar as matrizes.</p>
<p>Em todos estes processos já havia se instalado a prática da aplicação de lubrificante através de sistemas de pulverização manuais, o que, sem dúvida era mais propício ao grafite natural.</p>
<p>Novos métodos de planejamento de produção reduziram os estoques, o que levou ao forjamento de lotes menores, em geral bastante abaixo da vida útil das ferramentas o que mascarou a verdadeira vida útil, um dos principais argumentos de uso de um lubrificante de grafite sintético.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Há 15 Anos</h4>
<p>Face ao “sucesso econômico” dos lubrificantes de grafite natural e ao “esquecimento” dos benefícios do lubrificante de grafite sintético, começou-se a procurar uma forma de deslocar o lubrificante de grafite sintético em processos onde ainda tinha que ser usado.Descobriu-se uma forma de reduzir o tamanho das partículas de grafite natural de forma econômica abaixo de 10µm, mas, claro com um sobrepreço do grafite, era o grafite natural semi-coloidal.</p>
<p>Hoje, esta granulometria já está disponível no mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Volume Maior de Grafite Natural</h4>
<p>Uma experiência interessante foi realizada há alguns anos. Numa prensa automática de alta velocidade que sempre trabalhou com lubrificante de grafite sintético, tentou-se usar grafite natural com tamanho de grãos 3x maior (semi-coloidal).</p>
<p>Embora tenha-se conseguido uma vida de matriz equivalente, foi necessária uma quantidade 3x maior, o que acabou tirando a vantagem econômica do grafite natural. A grande quantidade deste lubrificante recirculando pela prensa e a forte tendência de sedimentação do grafite natural entupiu as saídas e o enorme build-up causou tempos de parada para limpeza. Esta proporção (quantidade 3x maior) foi confirmada em diversos outros testes de substituição. Mais do que um substituto do grafite sintético, o grafite semi-coloidal é uma alternativa interessante ao grafite natural não coloidal com um desempenho intermediário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Mais Considerações</h4>
<p>Não adianta colocarmos o melhor grafite que proporcione um bom poder de cobertura no lubrificante se este não é capaz de formar camada a altas temperaturas.</p>
<p>Por isso, primeiro temos que formar a camada.</p>
<p>Se não houver tempo disponível para a refrigeração das matrizes para que a temperatura chegue na temperatura de molhamento do lubrificante, ele terá que formar camada naquela temperatura alta.</p>
<p>O desenvolvimento de sistemas de pulverização de atomização externa facilitou o trabalho para todos lubrificantes. Sistemas de diluição automática possibilitaram a parametrização das diluições e a utilização de diluição customizadas por peça forjada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Grafite Sintético Acessível</h4>
<p>Há pouco tempo, o grafite sintético, que era de uso exclusivo, passou a ser oferecido para o mercado por preços mais interessantes.</p>
<p>O sistema de dispersão artesanal foi substituído por dispersantes químicos disponíveis no mercado.</p>
<p>Hoje, temos um lubrificante de matriz de grafite sintético com um desempenho excepcional a um custo interessante.</p>
<p>Ou seja, um caso claro de custo/benefício.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Benefícios do Uso de Lubrificantes de Grafite Sintético</h4>
<p>&#8211; Menor consumo de lubrificante (com menos, faça mais);<br />
&#8211; Vidas mais longas de ferramental, necessidades de reparação são postergadas;<br />
&#8211; Desempenhos excelentes do processo, maior produtividade;<br />
&#8211; Qualidade ótima das peças forjadas. Excelente capacidade de cópia da gravura;<br />
&#8211; Baixos coeficientes de atrito das camadas permitem ótimo fluxo metálico e rápido preenchimento da gravura da matriz;<br />
&#8211; Economia de matéria-prima devido ao melhor enchimento;<br />
&#8211; Os baixos coeficientes de atrito permitem baixas forças de prensagem poupando o equipamento de conformação.</p>
<h4></h4>
<h4>Conclusão</h4>
<p>O lubrificante inventado há 110 anos para viabilizar a lâmpada incandescente já possuía os atributos necessários e suficientes para atender forjamentos de alta velocidade de peças near net e net shape de hoje em processos de forjamento a quente e a morno.</p>
<p>Pode, perfeitamente, substituir lubrificantes de grafite natural semi e não coloidal com enormes vantagens. Não requer nenhuma modificação/adaptação do sistema de lubrificação, apenas pequenos ajustes reversíveis.</p>
<p>Por isso, o retorno às origens.</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-vii-o-retorno-origens/">Lubrificante de matriz VII: O retorno às origens</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-vii-o-retorno-origens/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lubrificante de matriz, parte VI &#8211; O inimigo da formação de camada: Leidenfrost</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-vi-o-inimigo-da-formacao-de-camada-leidenfrost/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lubrificante-de-matriz-parte-vi-o-inimigo-da-formacao-de-camada-leidenfrost</link>
					<comments>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-vi-o-inimigo-da-formacao-de-camada-leidenfrost/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2016 12:45:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Lubrificantes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://revistaforge.com.br/?p=3959</guid>

					<description><![CDATA[<p>Muito tenho ouvido falar nos últimos dias sobre o efeito Leidenfrost. É a famosa gota d’água na frigideira quente que insiste em não se vaporizar e fica dançando sobre a superfície quente. Isso aplicado a um sistema de aplicação de lubrificante de matriz é simplesmente catastrófico. Como não há contato entre a gota d’água e</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-vi-o-inimigo-da-formacao-de-camada-leidenfrost/">Lubrificante de matriz, parte VI &#8211; O inimigo da formação de camada: Leidenfrost</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito tenho ouvido falar nos últimos dias sobre o efeito Leidenfrost. É a famosa gota d’água na frigideira quente que insiste em não se vaporizar e fica dançando sobre a superfície quente. Isso aplicado a um sistema de aplicação de lubrificante de matriz é simplesmente catastrófico. Como não há contato entre a gota d’água e a superfície quente sem evaporação da água da gota, não há possibilidade de formação de camada de lubrificante sólido.</p>
<p>Resumindo a literatura disponível a este respeito, parece que há uma relação entre tamanho da gota e temperatura da superfície quente. Parece que quanto maior a temperatura da superfície acima da temperatura de evaporação da água (estamos falando especificamente de dispersões de sólidos em água), maior será a radiação de calor, e quanto maior a gota, maior será a probabilidade de formação do efeito Leidenfrost.</p>
<p>É que a condição sine qua non (indispensável, essencial) para que exista o efeito, é necessário que uma parte da gota se sublime e salte um estado, no caso, direto do estado líquido para o gasoso pulando o estado de vapor. Ué? Vapor, gás d’água? Sim, o vapor d’água é o vapor saturado com forte incidência de umidade, gotículas, com propriedades similares às da água líquida, ótimo transportador de calor. O gás d’água é o vapor superaquecido, proveniente da radiação de calor da superfície quente, tem entropia elevada e por isso é um isolante térmico e se adere à superfície quente. Sim, então a gota dança em cima do colchão de vapor, mas este vapor que é a diferença. É vapor superaquecido e não vapor saturado ou simplesmente vapor d’água!</p>
<p>Logo, a “coisa” funciona assim: a gota que é arremessada contra a superfície quente entra na zona de radiação de calor e, se for suficientemente grande, tem a sua face sublimada. Imediatamente, o vapor superaquecido se adere à superfície quente e freia a chegada do restante da gota até a superfície quente por ser isolante térmico. À medida que a temperatura vai caindo, o superaquecimento do vapor acaba e finalmente a gota colapsa na superfície quente, se é que ela já não foi repelida e acabou formando camada em locais não desejados.</p>
<p>Mas, como lidar com este efeito? Há diversas tendências. As mais radicais falam sobre a eliminação do vapor superaquecido através de um forte sopro de ar (power blast), mas aí o pouco de lubrificante que porventura tenha conseguido formar camada vai ser arrancado também! O problema é que isso tudo acaba por reduzir a temperatura da superfície e podemos cair no outro extremo, que seria a baixa temperatura onde também não haverá formação de camada, por a superfície estar muito fria, abaixo de 100°C, e impossibilitar a evaporação da água.</p>
<p>Mais do que tentar remover, a solução parece evitar a formação do efeito Leidenfrost. Considerando o que dissemos acima, que para ocorrer o efeito de Leidenfrost as gotas têm que ser suficientemente grandes para que uma parte delas produza o vapor superaquecido que vai sustentar a outra parte, ou que haja a presença de gotas grandes no pulverizado que seriam responsáveis pela formação do vapor superaquecido e que sustentarão as gotas subsequentes evitando que haja contato com a superfície quente.</p>
<p>Desta forma, pode-se dizer que uma pulverização com gotas pequenas e homogêneas poderá impedir a formação do efeito Leidenfrost, pois com ausência do colchão de vapor superaquecido, todas as gotas farão contato com a superfície quente, evaporarão rapidamente e formarão a camada lubrificante.</p>
<p>Mas, e como quantificar os tamanhos de gota que evitam Leidenfrost? Sabe-se pela experiência que os sistemas de atomização interna produzem pulverizações grosseiras e obrigam o trabalho a temperaturas abaixo de 250°C. Caso ocorram temperaturas mais elevadas, há a necessidade de resfriar a matriz com lubrificante diluído, soluções maiores ou com água para possibilitar a formação de camada. Partículas de grafite coloidal (1 a 3 μm) nucleiam gotas de pulverizado menores e conseguem driblar o efeito Leidenfrost. Nem todo sistema de atomização externa produz a pulverização que evite Leidenfrost.</p>
<p>Considerando que todos os parâmetros se aplicam no ponto de atomização, no leque de saída para o ambiente, onde reina a pressão atmosférica, é necessário que seja obedecida a relação de seções de saída, sendo 3:1 (ar:lubrificante) e as pressões adequadas. Qualitativamente, por regra experimental, a pressão de lubrificante deve ser metade da pressão de ar, quanto menor, mais finas serão as gotículas. Fala-se em soft spray.</p>
<p>Na experiência do IFUM (Instituto de Técnicas e Máquinas de Conformação &#8211; da Universidade de Leibnitz, da Alemanha), apresentada na parte V desta coluna, chegou-se a um resultado onde 90% das gotículas eram de 22 μm. É provável que na prática se possa trabalhar com gotículas da ordem de 50 μm sem perigo do efeito Leidenfrost.</p>
<p>Sem Leidenfrost atrapalhando, a formação de camada será rápida, suave e eficiente até a temperatura de molhamento do lubrificante, ou um bom resfriamento da superfície da matriz até que o lubrificante possa formar camada.</p>
<p>&nbsp;</p>

<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-vi-o-inimigo-da-formacao-de-camada-leidenfrost/">Lubrificante de matriz, parte VI &#8211; O inimigo da formação de camada: Leidenfrost</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-vi-o-inimigo-da-formacao-de-camada-leidenfrost/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lubrificante de matriz parte V &#8211; Sistemas de pulverização: Atomização externa</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-v-sistemas-de-pulverizacao-atomizacao-externa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lubrificante-de-matriz-parte-v-sistemas-de-pulverizacao-atomizacao-externa</link>
					<comments>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-v-sistemas-de-pulverizacao-atomizacao-externa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Henri Strasser]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Apr 2016 14:04:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Lubrificantes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://revistaforge.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-v-sistemas-de-pulverizacao-atomizacao-externa/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nesta edição vamos analisar o hardware para realizar esta teoria</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-v-sistemas-de-pulverizacao-atomizacao-externa/">Lubrificante de matriz parte V &#8211; Sistemas de pulverização: Atomização externa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="ConteudoTexto">Depois da descoberta de Iwama e Morimoto sobre as benesses das gotículas pequenas no leque pulverizado do lubrificante de matrizes e do estudo universitário sobre a forma de medir as gotas que apresentei na coluna anterior, vamos agora analisar o hardware para realizar esta teoria. O desenho abaixo compara os dois sistemas.</p>
<p class="ConteudoTexto">Desconsiderando a parte de acionamento dos atomizadores vemos que a principal diferença entre os dois sistemas é o ponto onde o líquido é acrescentado ao fluxo de ar. Enquanto no sistema anterior o ponto de atomização é interno a um sistema de dutos onde a pressão efetiva é a pressão estática de ar menos a pressão dinâmica presente no sistema de dutos que no limite acaba não debitando nenhuma quantidade de pulverizado ou produzindo gotas grandes que vão deformar a qualidade do pulverizado. Pode ocorrer que a pressão dinâmica é tão grande que a pressão efetiva é zero e não haverá mais fluxo de ar, o que faz com que as gotas de líquido se condensem nas paredes internas dos dutos, nucleiem poças de líquido na base interna dos dutos que serão expelidos em primeiro lugar no próximo ciclo de pulverização. Tudo fica pior quanto mais longe fica o ponto de saída do ponto de atomização. Bicos inadequados de airless ou amassamentos dos tubos de saída diminuindo a seção de saída prejudicam ainda mais o desempenho.</p>
<p class="ConteudoTexto">Já no caso da atomização externa, como se pode ver na Fig. 1 na parte inferior, com o líquido praticamente explodindo dentro do leque de ar que está se expandindo dentro da pressão atmosférica, a pressão efetiva é a pressão inicial do líquido sem nenhuma interferência de outras pressões.</p>
<p class="ConteudoTexto">A outra conclusão importante da Fig. 1 é o leque de pulverizado. Quando na atomização interna o leque apresenta gotas grandes e heterogêneas, na atomização externa as gotículas são pequenas e homogêneas.</p>
<p class="ConteudoTexto">A primeira conclusão de gotículas pequenas e homogêneas é a capacidade de refrigeração da aplicação. Gotas pequenas têm uma superfície maior, evaporam mais rapidamente e conseguem trocar mais calor com a superfície quente, refrigerando-a. Desta forma se consegue uma rápida ancoragem do lubrificante sólido à superfície quente. Isso vem de encontro com as condições reinantes em prensas automáticas de alta produção. Ali, o aporte de calor causado por acima de 20 golpes por minuto necessita ser totalmente retirado em tempos menores do que 1 segundo!</p>
<p class="ConteudoTexto">Por outro lado, a rápida evaporação da água e as altas temperaturas da superfície da matriz colaboram com a ótima aderência do lubrificante sólido.</p>
<p class="ConteudoTexto">O resultado prático está na Fig. 2.</p>
<p class="ConteudoTexto">Partindo do princípio de que forma camada lubrificante na matriz tão somente o lubrificante sólido que teve a “sua” água evaporada, podemos dizer que com atomização interna, com gotas grandes e irregulares, cerca de 20% do volume aplicado evapora a água e forma camada e 80% escorre. Com atomização externa, gotas pequenas e homogêneas, 90% do aplicado evapora e forma camada e somente 10% escorre. Com o tempo e o aperfeiçoamento do sistema até esta quantidade poderá ser minimizada.</p>
<p class="ConteudoTexto">Apesar de o Toyota Paper ter atestado um aumento de vida de punção atribuível às gotas pequenas do pulverizado e a demonstração acima ter atribuído uma evaporação maior da água do lubrificante, vamos tentar mostrar o porquê disso.</p>
<p class="ConteudoTexto">De forma resumida, a fórmula e a Fig. 3 nos dizem que uma quantidade de calor 7 vezes maior é necessária para evaporar água a 100ºC do que para aquecer a mesma quantidade até 100ºC. Isso significa que gotículas pequenas se aquecem mais rapidamente devido a uma superfície maior, evaporam rapidamente, retirando mais calor da matriz.</p>
<p class="ConteudoTexto">A Fig. 4 mostra que com gotas menores se cobre uma área maior que troca mais calor!</p>
<p class="ConteudoTexto">Desta forma, cumpre-se o objetivo da aplicação de lubrificante em matrizes de forjaria:</p>
<p class="ConteudoTexto">Rápida formação de filme seco e bem aderido de lubrificante sólido garantindo a proteção da gravura das matrizes, melhorar o enchimento das gravuras devido ao menor coeficiente de atrito. Como todo lubrificante aplicado será revertido em filme seco e bem aderido de lubrificante sólido teremos um aproveitamento otimizado com toda água aplicada sendo evaporada e a camada de grafite se transformando durante o processo de forjamento em CO2 e vapor d’água sem deixar resíduos. Com esta aplicação, além do excelente aproveitamento do grafite, a evaporação da água se encarrega do gerenciamento térmico das matrizes, evitando superaquecimentos de determinadas áreas e, devido à ausência de grandes flutuações de temperatura, o perigo da ocorrência da fadiga térmica e perda de dureza do aço das matrizes.</p>
<p>&nbsp;</p>

<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-v-sistemas-de-pulverizacao-atomizacao-externa/">Lubrificante de matriz parte V &#8211; Sistemas de pulverização: Atomização externa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-v-sistemas-de-pulverizacao-atomizacao-externa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lubrificante de matriz &#8211; Parte IV: Toyota Paper &#8211; Atomização externa</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-iv-toyota-paper-atomizacao-externa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lubrificante-de-matriz-parte-iv-toyota-paper-atomizacao-externa</link>
					<comments>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-iv-toyota-paper-atomizacao-externa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Henri Strasser]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2015 21:08:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Lubrificantes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://revistaforge.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-iv-toyota-paper-atomizacao-externa/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O filme lubrificante bem aderido pode ser criado no menor tempo fazendo as gotas de lubrificante pequenas</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-iv-toyota-paper-atomizacao-externa/">Lubrificante de matriz &#8211; Parte IV: Toyota Paper &#8211; Atomização externa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="ConteudoTexto">Como já dissemos na coluna anterior, os primeiros sistemas de lubrificação de matrizes eram derivados dos sistemas de aplicação de fluidos refrigerantes em máquinas de usinagem. Uma bomba, em geral centrífuga, suga o fluido de um reservatório e o conduz para os locais de uso onde são despejados em forma de um jorro líquido. O excesso é recolhido e volta para o tanque. Pronto, tínhamos um sistema de flooding como ainda temos muitos por aí em prensas pequenas.</p>
<p class="ConteudoTexto">Já prensas maiores precisavam de um volume deslocado maior chegando até aos chamados sistemas airless, nos quais uma bomba, em geral de pistões, pressuriza o lubrificante até 80bar ou mais. Isso não é muito sadio para a delicada dispersão de sólidos em água e outras formas tiveram que ser encontradas com pressões de ar comprimido encontradas comumente em qualquer indústria, de 6 a 7 bar. Com o ar “turbinando” o lubrificante e aumentando o impulso, estava criado o sistema de pulverização chamado airmix.</p>
<p class="ConteudoTexto">Aí foi criatividade total! Alguns fabricantes apostaram em enormes difusores no melhor estilo carburador com lubrificante sendo injetado em venturis de 2” de fluxo de ar para alimentar até 200 furos de saída numa complicadíssima configuração para homogeneizar os fluxos e as pressões de saída. Outros já apostavam nas chamadas válvulas de atomização por injeção concêntrica com recursos tipo turbo para melhorar a atomização e outros obtinham a pulverização por cisalhamento, no qual o fluxo de lubrificante entrava perpendicularmente ao duto de ar. Todos estes sistemas tinham algo em comum, a posição dos atomizadores era longe dos pontos de utilização, alguns para aumentar o conforto de regulagem num local de fácil acesso do operador ou por conveniência construtiva, como no caso dos grandes difusores, e havia mangueiras, muitas mangueira que ligavam os fabricantes de pulverizado aos bicos de saída.</p>
<p class="ConteudoTexto">Outro ponto em comum é que o que saía dos bicos era um pulverizado grosso, úmido e com qualidade terrivelmente variável ao longo do ciclo de pulverização. Como ficou comprovado posteriormente, gotículas de lubrificante “voando” em suspensão no fluxo de ar é uma situação extremamente instável e que depende do próprio fluxo de ar. A perda de carga causada pelo atrito do fluxo nas paredes internas dos dutos, piorado por depósitos de lubrificante seco estreitando as passagens e bicos de saída inadequados, acabam causando um colapso no fluxo de ar e as gotículas de lubrificante que voavam dentro do fluxo de ar, agora parado, acabam ficando sem sustentação e caem na parede interna do tubo ou mangueira. Lá, por nucleação, as gotículas se juntam e formam poças. O ar, que parou, no caminho para a saída, acaba criando uma contrapressão que anda “para trás”. A tendência é essa contrapressão acabar empurrando o lubrificante de volta para o vaso de pressão que era usado como “bomba”! Imagine uma pista de três vias estreitada para uma. O congestionamento vai ficando cada vez mais longo como numa onda de choque que anda para a jusante.</p>
<p class="ConteudoTexto">Mas, o que acontece na matriz onde, afinal, o lubrificante deveria estar criando uma camada protetora? Quando a contrapressão se estabelece não sai mais nada pelos bicos e acaba se forjando metal sobre metal. No próximo ciclo de lubrificação, o novo fluxo de ar arrasta em primeiro lugar as poças de lubrificante que ficaram dentro dos tubos jogando jorros de lubrificante e não gotículas sobre as matrizes. Caso o equipamento fique algum tempo parado (por exemplo, num setup), as poças de lubrificante dentro das mangueiras secam e criam uma “arteriosclerose” nos dutos, estreitando cada vez mais a passagem. Conforme a temperatura da superfície das matrizes, estes jorros podem causar o efeito Leidenfrost, que é a sublimação da água em vapor de água superaquecido que se adere à superfície quente, é isolante térmico e impede a retirada de calor da matriz.</p>
<p class="ConteudoTexto">Nestas alturas, o sistema de lubrificação já entrou em total colapso. Foram desenvolvidas contramedidas, mas nunca se chegou a uma situação ideal. Em contraposição ao que viria a seguir, este sistema acabou sendo chamado de atomização interna.</p>
<p class="ConteudoTexto">Em 1993, dois engenheiros japoneses Tatsuro Iwama e Yasuhiro Morimoto, da Material Engineering Division da Toyota Motor Corporation, publicaram uma matéria, “Die life and lubrication in warm forging”, que ficou conhecida como Toyota Paper. Transcrevo resumidamente o abstract considerando que isso ocorreu há mais de 20 anos.</p>
<p class="ConteudoTexto">“Já que o forjamento a morno possibilita o processamento de peças de grande resistência com alto nível de precisão, é possível eliminar a usinagem das pistas de esferas internas na parte externa de juntas homocinéticas. A aplicação deste processo tem aumentado a cada ano e o tamanho das peças assim processadas continuam a crescer. A severidade do processo incluindo maior redução da área de seção e maior comprimento de extrusão reversa também cresceu. Um dos resultados disso é que a vida útil do punção de extrusão reversa diminuiu em condições normais de processo. Este relatório contém contramedidas para aumentar a duração da vida do punção. São apresentados os resultados da investigação. A vida útil dos punções de extrusão reversa é afetada por fadiga térmica e perda de dureza da camada superficial do punção. Para aumentar a vida útil do punção, é importante que exista um filme de lubrificação seco e firmemente aderido ao ferramental. A faixa de temperatura que proporciona este filme de lubrificação de espessura apropriada está entre 200 e 300ºC. O filme lubrificante bem aderido pode ser criado no menor tempo fazendo as gotas de lubrificante muito pequenas. ”</p>
<p class="ConteudoTexto">O Toyota Paper não disse como Iwama e Morimoto conseguiram variar a condição de pulverização (muito pequenas) e apenas qualificaram os pulverizados como “finely atomized” e “poorly atomized”. Por isso que este relato provocou uma corrida à determinação do tamanho de gotículas no leque pulverizado. Uma universidade desenvolveu um método de medição de gotículas no leque pulverizado mostrado a seguir.</p>
<p class="ConteudoTexto">Com este método se dispõe de uma importante ferramenta para a construção de dispositivos de pulverização, chamados vulgarmente de bicos de pulverização. O melhor bico se revelou sendo aquele onde a mistura do líquido com o ar é feita exatamente no leque de saída do ar, criando o conceito de atomização externa. O resultado acabou sendo a obtenção de dispositivos que emitiam gotículas incrivelmente homogêneas em tamanho e, portanto, com velocidades iguais e vazões controláveis pelas pressões de forma linear.</p>
<p class="ConteudoTexto">Com isso, estava assegurado o controle remoto através de reguladores de pressão por CLP. Na realidade, a atomização externa só é uma novidade neste campo de aplicação, esta técnica sempre foi usada na pintura onde as vazões são menores e as condições de aplicação muito menos severas (temperaturas do substrato e condições do ambiente).</p>
<p class="ConteudoTexto">Na forjaria, muitos benefícios são proporcionados por este sistema. Alguns são:</p>
<p class="ConteudoTexto">• Ausência total de contrapressão, nenhuma variação de desempenho durante o ciclo, claro, garantido o fornecimento de ar a pressão constante;</p>
<p class="ConteudoTexto">• Ausência total de entupimentos, já que não há coexistência de ar e lubrificante;</p>
<p class="ConteudoTexto">• Início da pulverização nas condições ideais mantidas durante o ciclo todo;</p>
<p class="ConteudoTexto">• Gotículas suficientemente pequenas para garantir uma evaporação rápida, excelente retirada de calor sem formação de efeito Leidenfrost.</p>
<p class="ConteudoTexto">Com a evaporação rápida da água das gotículas, o lubrificante sólido se ancora firmemente (e rapidamente) na superfície da matriz mesmo a temperaturas elevadas.</p>
<p class="ConteudoTexto">Exatamente como o Toyota Paper resumiu: “O filme lubrificante bem aderido pode ser criado no menor tempo fazendo as gotas de lubrificante pequenas. ”</p>
<p class="ConteudoTexto">Quem se interessar pela íntegra do Toyota Paper posso fornecer. É só me contatar no e-mail henristrasser@uol.com.br.</p>
<p class="ConteudoTexto">Ao projeto em volta da atomização externa chamou-se de nova tecnologia de pulverização, pois além dos bicos revolucionários ainda tem toda uma estrutura de comando robotizada que começou a ser introduzida na indústria da forjaria a partir de 1995. No Brasil, os primeiros equipamentos chegaram em 1999. O problema é que os equipamentos antigos, funcionando segundo técnicas e tecnologias anteriores, não são retrofitáveis para a nova tecnologia. Por isso, somente novas instalações estão equipadas com a nova tecnologia.</p>
<p class="ConteudoTexto">O que esta tecnologia é capaz de fazer já é um próximo assunto.</p>
<p>&nbsp;</p>

<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-iv-toyota-paper-atomizacao-externa/">Lubrificante de matriz &#8211; Parte IV: Toyota Paper &#8211; Atomização externa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-iv-toyota-paper-atomizacao-externa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lubrificante de matriz &#8211; Parte III: examinando os sistemas de aplicação</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-iii-examinando-os-sistemas-de-aplicacao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lubrificante-de-matriz-parte-iii-examinando-os-sistemas-de-aplicacao</link>
					<comments>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-iii-examinando-os-sistemas-de-aplicacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Henri Strasser]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2015 12:12:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Lubrificantes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://revistaforge.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-iii-examinando-os-sistemas-de-aplicacao/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Foi feita uma analise dos sistemas, dos equipamentos de aplicação de lubrificantes</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-iii-examinando-os-sistemas-de-aplicacao/">Lubrificante de matriz &#8211; Parte III: examinando os sistemas de aplicação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="ConteudoTexto">Lembrando que lubrificação significa lubrificante + aplicação, vamos agora começar a analisar os sistemas, os equipamentos de aplicação de lubrificante. Para isso precisamos voltar a 1907, quando Thomas Edison finalizava o invento da lâmpada incandescente. A questão era a trefilação do filamento de tungstênio que só se tornou possível com o invento de Edward Goodrich Acheson, o DAG, uma dispersão coloidal de grafite artificial (hoje conhecido por sintético) em água, que “jogada” em cima do arame quente se aderia a ele formando um filme de baixo coeficiente de atrito que protegia a fieira e possibilitava a trefilação.</p>
<p class="ConteudoTexto">Mas como é possível isso? O grafite, para funcionar, precisa estar firmemente aderido no billet ou no ferramental e estar totalmente seco. O ambiente do flooding é úmido, líquido. A explicação parece ser que o volume de água é tanto que, mesmo ocorrendo o fenômeno de Leidenfrost (repulsão da água e formação de vapor superaquecido isolante que evita a transferência de calor), a água em excesso provoca uma redução de temperatura do ferramental, causada pelo aquecimento/evaporação da água do lubrificante em contato com ela e quando é atingida a temperatura máxima de molhamento do lubrificante, o grafite consegue se aderir firmemente. Isso funciona independente da concentração do lubrificante. Há casos comprovados com 25% a 0,7% de sólidos. Não há como checar formação de camada de forma convencional (visual), apenas se monitora o resultado final.</p>
<p class="ConteudoTexto">Conceitualmente, o flooding é muito simples. Um sistema de refrigeração de usinagem, um tanque com uma bomba de recirculação, já é suficiente para um flooding em forjamento de peças pequenas. Para peças maiores e com produtividade mais elevada, um sistema mais potente é necessário. Um tanque de cerca de 1 a 25m3 (lubrificante sólido adicionado à água de refrigeração) de suprimento dotado de agitador e bombas de pressurização de alta pressão do lubrificante de matriz, um sistema de válvulas de comando e bicos que conduzem o lubrificante diluído para o ferramental. Sistemas de flooding mais modernos são dotados de calhas coletoras de lubrificante e um tanque de coleta equipado com agitador e bomba para recircular o lubrificante para o tanque de trabalho. É que o descarte é muito volumoso e se parte do princípio que pouco grafite foi consumido nas passagens anteriores. De tempos em tempos há necessidade de repor lubrificante fresco para compensar a perda de grafite e a evaporação da água. Em alguns casos, o controle do teor de sólidos é feito por determinação do teor de resíduos sólidos (TRS) a 120ºC e dá uma boa indicação da necessidade de reposição.</p>
<p class="ConteudoTexto">Este processo sempre funcionou muito bem em sistemas de forjamento automático, multiestágio, por transfer, de alta velocidade, de até 120 golpes por minuto em que o tempo disponível para a lubrificação/refrigeração é = 1 segundo. Serve tanto em forjamento a quente e já é tradicional no forjamento a morno.</p>
<p class="ConteudoTexto">Entretanto, a experiência mostrou que este processo requer grafite sintético coloidal (= 3 µm) para funcionar a contento. Sem dúvida, há empresas que já estão trabalhando com lubrificantes de matriz contendo grafite semicoloidal, mas apesar de estarem dominando os problemas inerentes, a vida útil do ferramental está deixando a desejar no bench mark. O problema do lubrificante de matrizes natural e com granulometria semi-coloidal (= 4 µm) para o processo de flooding é a estabilidade da suspensão que é baixa e acaba floculando dentro do tanque, calhas e linhas de alimentação, o que causa build up e o consequente entupimento. O grafite, assim depositado, principalmente em superfícies quentes, é extremamente duro de ser retirado.</p>
<p class="ConteudoTexto">É claro que, mesmo com o grafite certo, há problemas. A contaminação do lubrificante com óleo de lubrificação da máquina transforma os efluentes de classe II B para classe I, que tem que ser incinerados para descarte. Calhas coletoras do lubrificante de matriz, se possíveis, podem ajudar a diminuir o problema. Quanto maior o volume recirculado, maiores os problemas de invasão/contaminação. Paradoxalmente, o grafite sintético, apesar de se comportar de forma exemplar no flooding, é mais difícil de tratar, pois é mais complicado separá-lo da água do que o grafite natural semicoloidal.</p>
<p class="ConteudoTexto">A contaminação com óleo também traz outro problema. A recomposição do banho de lubrificante de matrizes monitorada pela determinação do teor de sólidos fica mascarada, pois o óleo invasor também funciona como “sólido”, uma vez que também não evapora a 120ºC. É quando a situação fica mais complicada, pois em geral somente fabricantes de lubrificantes de matrizes têm recursos para a determinação do grafite, que é o teor que interessa ser mantido constante. O resíduo da evaporação a 120ºC é submetido a uma nova queima a 600ºC em ambiente inerte de N2, que queimará os orgânicos e, depois, a 900ºC e ambiente inerte de N2 e a queima do grafite. A determinação das cinzas de grafite por diferença de peso nos dá o teor de grafite.</p>
<p class="ConteudoTexto">Além do mais, o grafite “gosta” muito mais de óleo do que da água. Desta forma, o grafite migra para o óleo e, quando este é escumado, uma parte do grafite é arrastada com ele.</p>
<p class="ConteudoTexto">No fundo, quem manda mesmo na reposição do banho de lubrificante de matrizes é a vida das matrizes! O forjador costuma ter um histórico de vidas de matrizes e sabe quando e o quanto adicionar de lubrificante de matrizes novo, de acordo com resultados imediatos de vida. Também costuma-se fazer um programa de forjamento, na qual as peças mais complexas entram logo depois de uma reposição maciça do banho e as mais simples vão sendo forjadas até a depleção do banho de lubrificante de matrizes.</p>
<p class="ConteudoTexto">O flooding é um processo muito antigo que ainda dá excelentes resultados em diversas empresas. Com o aumento de disponibilidade de grafite sintético, as coisas ficam um pouco mais fáceis.</p>
<p class="ConteudoTexto">No entanto, hoje em dia, existe uma forte tendência, mesmo para processos de alta velocidade e máquinas de forjaria automáticas, para adotar sistemas de pulverização de atomização externa que permitiriam o uso de lubrificante perdido sem recirculação, sem descarte e sem sujeira. Além disso, tornariam possível o uso de lubrificantes que não fossem de grafite sintético.</p>
<p class="ConteudoTexto">Mas esse já é um próximo assunto.</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-iii-examinando-os-sistemas-de-aplicacao/">Lubrificante de matriz &#8211; Parte III: examinando os sistemas de aplicação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/lubrificante-de-matriz-parte-iii-examinando-os-sistemas-de-aplicacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
