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	<title>Arquivos #montadoras - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Arquivos #montadoras - Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>Sobe 34% a venda de autopeças a montadoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2017 15:15:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#autopeças]]></category>
		<category><![CDATA[#montadoras]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde maio a utilização da capacidade instalada nas fábricas de autopeças voltou a apresentar níveis semelhantes aos do primeiro semestre de 2015</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A venda de autopeças às montadoras, de janeiro a setembro, cresceu 34,3% sobre o mesmo período do ano passado. A alta é consequência do aumento da produção de veículos pela maior demanda interna e também pelo envio de veículos ao exterior.</p>
<p>As exportações em dólar cresceram quase 10% no período e o faturamento com o mercado de reposição aumentou 6,1% sobre os mesmos nove meses de 2016, ano em que o pós-venda já havia registrado alta significativa e ajudou os fabricantes a atravessar esse período difícil.</p>
<p>Assim, o faturamento consolidado do setor no período cresceu 20,8% sobre os mesmos nove meses de 2016. Os números foram divulgados pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças).</p>
<p>Os números são elaborados a partir de informações fornecidas por 60 empresas que respondem por 36,2% do faturamento do setor. O crescimento de 19,8% nas vendas intrassetoriais (de uma indústria de autopeças para outra) confirma a melhora no ambiente de negócios. E desde maio a utilização da capacidade instalada nas fábricas de autopeças voltou a apresentar níveis semelhantes aos do primeiro semestre de 2015.</p>
<p>O nível de emprego no setor ainda apresenta pequena variação negativa (-0,57%), mas é provável que no acumulado até outubro ele se torne positivo.</p>
<p><strong>Fonte: Automotive Business, por Mário Curcio</strong></p>
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		<title>Consórcio Triboflex une montadoras, universidade, autopeças, Petrobras e FAPESP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2017 19:25:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#autopeças]]></category>
		<category><![CDATA[#Fapesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Começou a se formar em 2009 um grupo de pesquisadores que passou a se reunir no Departamento de Engenharia Mecânica da USP, em São Paulo. A ideia era pesquisar e compreender melhor os desafios tribológicos impostos aos motores Flex, ou seja, movidos também a Etanol</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A acentuada utilização de etanol como combustível em automóveis no Brasil não encontra paralelo no mundo. Por conta de não poderem contar com resultados de pesquisas realizadas por suas matrizes situadas em outros países, montadoras e fabricantes de autopeças tiveram que desenvolver aqui tecnologias próprias, principalmente para atender aos requisitos que este combustível exige, especialmente quanto a durabilidade e desempenho das peças metálicas sujeitas à corrosão quando expostas ao álcool. Além da necessidade de melhorar o desempenho e durabilidade desses sistemas com os motores de última geração.</p>
<p>Dentro deste conceito, começou a se formar em 2009 um grupo de pesquisadores que passou a se reunir no Departamento de Engenharia Mecânica da USP, em São Paulo. A ideia era pesquisar e compreender melhor os desafios tribológicos impostos aos motores Flex, ou seja, movidos também a Etanol. Liderados então pelo Prof. Dr. Amilton Sinatora, o grupo, originalmente com 5 empresas &#8211; Petrobrás, Volkswagen, Renault, Fiat e Mahle (mais tarde também entraria a Tupy) &#8211; e já sob a denominação de <strong>Consórcio Triboflex</strong>, entrou com o Projeto “Desafios Tribológicos em Motores Flex-Fuel” de pesquisa PITE (Pesquisa para Inovação Tecnológica) na FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).</p>
<p>A pesquisa inicial se concentrou em estudar desgaste e lubrificação de anéis de pistão, camisas de cilindro, válvulas, assentos de válvula e buchas de biela. Utilizando a estrutura laboratorial existente na USP, que foi ao longo do tempo do projeto sendo substancialmente ampliada com equipamentos próprios aos estudos tribológicos, o grupo teve a forte participação de alunos bolsistas como mão-de-obra na realização dos ensaios e testes, que já era previsto dentro dos pontos iniciais do projeto. Como, por exemplo, Francisco José Profito, MEng., MSc., Ph.D., pesquisador no Laboratório de Fenômenos de Superfície (LFS), onde se desenrola o estudo. Ele próprio desenvolveu sua tese de doutorado sobre um programa de simulação numérica que avalia perdas por atrito e o desgaste em superfícies lubrificadas, que recebeu em Brasília o Prêmio CAPES de Tese 2016 (CAPES &#8211; Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, fundação vinculada ao Ministério da Educação e Cultura) com menção honrosa de melhor tese em Engenharia Mecânica de 2015. Conforme ele, “uma contribuição importante do projeto foi a formação acadêmica, pois tivemos vários mestrandos e doutorandos, são pessoas que estão aí no mercado dando suas contribuições, pelo conhecimento acumulado aqui. Uma mão-de-obra especializada específica do projeto”.</p>
<p>Os resultados apresentados por este grupo de pesquisadores brasileiros levantaram interesse da comunidade científica internacional para os resultados alcançados. Ao longo do desenrolar dos vários anos de pesquisa, vários eventos científicos como simpósios e cursos internacionais foram realizados em São Paulo, e resultados de pesquisas foram apresentados em publicações técnicas e eventos internacionais por membros do grupo. O Prof. Dr. Roberto Martins Souza, que atualmente coordena o grupo, relata sobre a pesquisa “O foco desse laboratório é não somente ter um mero ranqueamento de materiais ou de condições, mas ponto fundamental é saber o que está acontecendo em termos de atrito e desgaste. Na medida em que você tem um conhecimento fundamental você consegue resolver esse problema, mais o do lado e os outros próximos. É restrito ao dado em si e por essa linha que o TriboFlex está indo. Incorporar mais conhecimento fundamental, os fenômenos que estão acontecendo, as alterações que, lentamente, vamos entendendo”.</p>
<p>O consórcio se reúne de forma bimensal. Nestas reuniões é aberto um espaço para que outras firmas interessadas tomem contato com os temas desenvolvidos no projeto Triboflex e possam verificar seu interesse em tomar parte no consórcio para sua nova edição, que se iniciará em 2018. Dentre as empresas interessadas está a filial brasileira do grupo francês HEF Durferrit que desenvolve camadas DLC (Diamond Like Carbon) para o recobrimento de componentes mecânicos visando a redução de desgaste e perdas por atrito.</p>
<p>&nbsp;</p>

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