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	<title>Arquivos #risco - Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>ABIMAQ reativa coalizão do aço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2017 12:48:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#ABIMAQ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a participação de 18 entidades e de algumas empresas fabricantes de produtos industriais, foi realizada na sede da ABIMAQ, em 4 de setembro, reunião para evitar pedido do setor siderúrgico de aplicação de direito antidumping às importações brasileiras de aço plano laminado a quente de origem chinesa e russa</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para tentar evitar um aumento no Custo Brasil por meio do crescimento no preço do aço no País, resultando em um gasto maior que dos concorrentes na Europa e Estados Unidos, 18 entidades de classe decidem assinar, conjuntamente, um pleito endereçado à Presidência da República, alertando do risco que a indústria de transformação brasileira corre, caso seja aplicado o direito de antidumping e de medidas compensatórias de subsídios sobre as importações chinesas e russas de aços laminados planos a quente.</p>
<p>De acordo com José Velloso, presidente executivo da <strong>ABIMAQ</strong>, além de impedir a aplicação do direito antidumping, a ideia é também reduzir a margem de aumentos de preço deste insumo nos próximos anos e proteger a competitividade da indústria nacional.</p>
<p>Depois de enviar ofício endereçado aos ministros Aloysio Nunes Ferreira (Relações Exteriores), Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento &#8211; MAPA), Dyogo Henrique de Oliveira (Planejamento, Desenvolvimento e Gestão), Eliseu Padilha (Casa Civil), Henrique de Campos Meirelles (Fazenda), Marcos Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços &#8211; MDIC), Maurício Quintella Malta Lessa (Transportes, Portos e Aviação Civil) e Wellington Moreira Franco (Secretaria Geral da Presidência da República), externando a preocupação com o processo nº 52272.001392/2016-01, que trata da investigação da existência de dumping nas exportações para o Brasil de laminados planos, de aço ligado ou não ligado, de largura igual ou superior a 600 mm, laminados a quente, em chapas (não enrolados) de espessura inferior a 4,75 mm, ou em bobinas (em rolos) de qualquer espessura, originárias da Federação da Rússia e da República Popular da China, a ideia de levar o tema à Presidência da República se deve ao fato de existirem elementos que apontam para a impossibilidade técnica de aplicação de direito antidumping, além do impacto que essa medida trará à competitividade da indústria nos mercados interno e externo.</p>
<p>De acordo com Velloso, tal processo vai contra o interesse público do setor produtivo brasileiro, com inevitáveis repasses de preços internos desse insumo. O aço plano laminado a quente se constitui em material de grande relevância para a economia nacional e poderá ter seus preços majorados, ocasionando perda de competitividade para as exportações em um cenário já adverso de valorização cambial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Aumento do desemprego</h4>
<p>Entre as consequências prejudiciais do prosseguimento desse processo está o aumento do desemprego no Brasil, uma vez que a aplicação do direito antidumping e o inevitável repasse de preços por parte das siderúrgicas nacionais, o que já vem ocorrendo, gerará impactos multiplicadores para todas as cadeias produtivas do País, corroendo a competitividade exportadora e certamente gerando pressão inflacionária e afetando o consumidor final, assim como sua percepção sobre a retomada econômica.</p>
<p>A segunda razão por que se faz premente o encerramento imediato desta investigação está relacionado com a clara inexistência de relação causal entre o dano e as importações investigadas, ressaltando-se o fato de que um aumento de custos implicará em maiores perdas para toda a cadeia e a necessidade de diminuir outros custos como a manutenção do emprego.</p>
<p>O alerta da coalizão se baseia no fato de que o referido processo se encontra em sua fase final, já tendo o Departamento de Defesa Comercial – DECOM/SECEX/MDIC emitido seu parecer final, seguindo agora para apreciação e decisão final do Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior – CAMEX, sendo que o impacto seria direto nos subsetores: i) máquinas e equipamentos; ii) implementos agrícolas; iii) tratores e colheitadeiras; iv) máquinas rodoviárias (linha amarela); v) estruturas de máquinas; vi) construção civil e mecânica; vii) aparelhos eletrodomésticos; viii) autopeças; ix) torres de linhas de transmissão; x) estruturas metálicas de edificações; xi) travessas de chassis, xii) rodas automotivas; xiii) peças de automóveis; xiv) botijões/cilindros de gases liquefeitos de petróleo (GLP) e  cilindros de ar comprimido de compressores pneumáticos; xv) contêineres; xvi) vagões ferroviários; xvii) estruturas de barcaças e navios de pequeno e grande porte; xviii) eletrodutos; ixx) tubos estruturais; xx) tubos, oleodutos, gasodutos e minerodutos; xxi) equipamentos e utilidades e na produção de compressores para refrigeração, entre outras aplicações; xxii) geradores eólicos; xxiii) geradores de energia hidráulica; xiv) torres de transmissão de energia; xv) equipamentos para a indústria de petróleo entre vários outros produtos.</p>
<p>A coalizão ressalta que teremos fortes impactos no custo da construção civil, infraestrutura, saneamento, indústria automotiva, transportes, indústria como um todo e etc, por conta de uma medida protecionista de um setor que emprega pouco e produz matérias primas.</p>
<p>Velloso lembra ainda que se trata de um &#8220;tiro no pé&#8221;, pois com a medida os consumidores de aço no Brasil ficam com seus custos majorados, mas os bens fabricados com os mesmos aços feitos na China e Rússia entram no Brasil. “O Brasil está sendo inundado de bens fabricados com este mesmo aço vindo da China e Rússia. Somente em máquinas em 2016 foram 3,6 milhões de toneladas de bens importados. Mais do que uma CSN”, explica.</p>
<p>“Mas &#8211; conclui Velloso &#8211; diante deste grave cenário econômico, apresentado, o pleito que será encaminhado à Presidência da República é que essa investigação seja arquivada sem que a CAMEX aplique qualquer direito antidumping, sob pena de graves danos à competitividade da indústria brasileira, à reputação brasileira na OMC e à segurança jurídica interna”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Lista de Entidades Signatárias &#8211; Solicitação de audiência com Michel Temer &#8211; 06/09/17</h4>
<p>ABEMI &#8211; Associação Brasileira de Engenharia Industrial</p>
<p>ABFA &#8211; Associação Brasileira da Indústria de Ferramentas em Geral, Usinagem e Artefatos de Ferro e Metais</p>
<p>ABIFER &#8211; Associação Brasileira da Indústria Ferroviária</p>
<p>ABIMAQ &#8211; Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos</p>
<p>ABRAVA &#8211; Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento</p>
<p>ANFAVEA &#8211; Associação Nacional dos Fabricantes de Veiculos Automotores</p>
<p>ASBRAV &#8211; Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação</p>
<p>ELETROS &#8211; Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos</p>
<p>SECIESP &#8211; Sindicato das Empresas de Conservação, Manutenção e Instalação de Elevadores do Estado de São Paulo</p>
<p>SIMECAN &#8211;  Sindicato das Indústrias  Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Canoas</p>
<p>SIMECS &#8211; Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul</p>
<p>SIMERS &#8211; Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul</p>
<p>SINAFER &#8211; Sindicato da Industria de Artefatos de Ferro, Metais e Ferramentas em Geral no Estado de São Paulo</p>
<p>SINAVAL &#8211; Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore</p>
<p>SINDRATAR SP &#8211; Sindicato da Indústria de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar no Estado de São Paulo</p>
<p>SINDRATAR BA</p>
<p>SINDRATAR PE</p>
<p>SINDRATAR RJ</p>
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