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	<title>Arquivos Crescimento - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Arquivos Crescimento - Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>Foton inicia produção de caminhões em Guaíba</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 15:20:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Produtos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está pronta e ativa a linha de montagem que a Foton estruturou em Guaíba, no Rio Grande do Sul. O primeiro caminhão, um veículo leve da Família Minitruck, de 3.5 toneladas, acabou de sair da linha de montagem que a empresa montou a partir da contratação da GEFCO Indústria, empresa do Grupo GEFCO, para montar</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Está pronta e ativa a linha de montagem que a Foton estruturou em Guaíba, no Rio Grande do Sul. O primeiro caminhão, um veículo leve da Família Minitruck, de 3.5 toneladas, acabou de sair da linha de montagem que a empresa montou a partir da contratação da GEFCO Indústria, empresa do Grupo GEFCO, para montar os caminhões nacionalizados da marca no Brasil.</p>
<p>A linha de montagem nas instalações da GEFCO, que fica ao lado da área onde a Foton vai construir sua fábrica no Brasil, vai funcionar até a conclusão das obras das novas instalações da montadora chinesa na cidade gaúcha. Para atender a necessidade de produção local da Foton no país, a GEFCO está construindo um novo pavilhão industrial em Guaíba que será finalizado no final deste ano. Enquanto isso, para atender a demanda de mercado da Foton, a montagem dos caminhões está sendo realizada em outro imóvel, onde foi produzida a primeira unidade.</p>
<blockquote><p>De acordo com Leandro Gedanken, diretor industrial da Foton do Brasil, “a produção dos caminhões da marca em Guaíba, onde em breve haverá a fábrica, ajudará também a desenvolver de maneira mais eficiente os fornecedores locais”.</p></blockquote>
<p>Conforme o executivo, a empresa chinesa criou uma trading em Guaíba, com 100% de capital estrangeiro, que vai importar componentes da China e complementar com peças nacionais.</p>
<blockquote><p>Até o ano passado, a Foton produzia seus caminhões em espaço alugado na fábrica da Agrale, em Caxias do Sul, RS. “Como agora contamos com aporte de capital da matriz, na China, entendemos ser o momento adequado para se produzir próximo ao local onde teremos fábrica própria”.</p></blockquote>
<p>Gedanken disse que momentaneamente a produção em Guaíba vai acompanhar o ritmo do mercado nacional que, por conta da pandemia Covid-19, demanda baixo volume. “Estruturamos uma linha enxuta, mas altamente produtiva e flexível para ser capaz de responder prontamente a aumentos de demanda”. No final do ano, a linha instalada no novo galpão industrial terá capacidade de produzir até 100 veículos/mês da marca.</p>
<p>A nova linha de montagem está ativa, com baixo volume, e respeitando todas as recomendações de cuidados com a saúde preconizadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no combate ao Covid-19.</p>
<p><strong>Sobre a Foton</strong></p>
<p>A Foton Caminhões, presente no Brasil desde 2010, é responsável pela produção, importação e distribuição dos caminhões da marca Foton no País. Além disso, responde pelo fornecimento das autopeças e por todos os serviços de pós-venda, incluindo as revisões e manutenções.</p>
<p>Na China, a Foton Motor Group, fundada em 1996, no distrito de Changping, Pequim, possui joint-ventures firmadas com companhias importantes, como a Cummins, ZF e a Daimler, sendo apontada como uma das maiores e mais valiosas companhias chinesas.</p>
<p>Atualmente a Foton vende cerca de 600 mil veículos por ano globalmente, 90% deste volume de veículos comerciais, com exportações para mais de 100 países e um volume que passa das 60 mil unidades. No mundo a empresa conta com 40 mil colaboradores, duas mil concessionárias e, no ano passado, o faturamento foi de US$ 7,5 bilhões. A filial brasileira é a quinta unidade industrial da Foton fora da China. A marca já conta com fábricas na Tailândia, Vietnã, Quênia e Argélia em construção.</p>
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<h3>Confira as Últimas Notícias do Portal</h3>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="uvjQvI7rx2"><p><a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/solda-por-deposicao-de-material-laser-otimiza-estruturas-resistentes-e-leves/">Solda por deposição de material a laser otimiza estruturas resistentes e leves</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Solda por deposição de material a laser otimiza estruturas resistentes e leves&#8221; &#8212; Portal Aquecimento Industrial" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/solda-por-deposicao-de-material-laser-otimiza-estruturas-resistentes-e-leves/embed/#?secret=BBBzo0Ghlb#?secret=uvjQvI7rx2" data-secret="uvjQvI7rx2" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Sumig investirá US$ 500 mil em nova filial nos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2020 15:59:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estampagem]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Dallas]]></category>
		<category><![CDATA[Sumig]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa Sumig &#8211; Soluções para Solda e Corte irá inaugurar no segundo semestre, nova unidade na região de Dallas, no Texas. Com boa aceitação e crescimento significativo no mercado norte-americano, a Sumig busca expandir sua participação no país. O investimento na nova filial totaliza US$ 500 mil. “Os produtos e serviços oferecidos pela Sumig</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa Sumig &#8211; Soluções para Solda e Corte irá inaugurar no segundo semestre, nova unidade na região de Dallas, no Texas. Com boa aceitação e crescimento significativo no mercado norte-americano, a Sumig busca expandir sua participação no país. O investimento na nova filial totaliza US$ 500 mil.</p>
<blockquote><p>“Os produtos e serviços oferecidos pela Sumig estão sendo muito bem aceitos nos Estados Unidos, em especial nossa linha de equipamentos para soldagem robotizada, na qual a empresa obteve grande destaque no último ano. Nossa nova filial contará com show room, estoque, manufatura e suporte”, afirma o CEO da empresa no país, Wilian Susin.</p></blockquote>
<p>Vale lembrar que todos os produtos e peças distribuídos nos EUA são produzidos na fábrica da Sumig, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul.</p>
<p>A escolha da localização da nova filial teve como objetivo aproximar a empresa dos clientes que já conquistou no país, bem como de novos clientes que virão. Conforme o CEO da Sumig nos EUA, novas regiões do país já estão sendo estudadas para futura expansão da empresa.</p>
<p><strong>A Sumig</strong></p>
<p>Fundada em 1980, com sede em Caxias do Sul, filiais em São Paulo e Estados Unidos, além de representantes na América Latina, a Sumig busca constantemente ultrapassar as fronteiras tecnológicas e de qualidade. Está localizada na Avenida Ângelo Corsetti, 1281, bairro Pioneiro, em Caxias do Sul/RS. A empresa entrega a solução completa em solda e corte, com agilidade e confiabilidade, oferecendo um excelente apoio técnico e serviço de pós-venda especializado. Entre seus produtos estão: Máquinas e Tochas para soldagem manual, Células para soldagem robotizada, equipamentos para Corte Plasma, Automação, equipamentos para Extração de Fumos da soldagem, além de uma linha completa de consumíveis e acessórios.</p>
<p>Foto-crédito: Marketing Sumig</p>
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<h4>Confira as Últimas Notícias no Portal</h4>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="2qSFUzbqbC"><p><a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/fabricante-de-vacuo-leybold-comemora-170o-aniversario/">Fabricante de vácuo Leybold comemora 170º aniversário</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Fabricante de vácuo Leybold comemora 170º aniversário&#8221; &#8212; Portal Aquecimento Industrial" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/fabricante-de-vacuo-leybold-comemora-170o-aniversario/embed/#?secret=dyLRU7v16j#?secret=2qSFUzbqbC" data-secret="2qSFUzbqbC" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<item>
		<title>OPC UA: Uma linguagem comum para todas as máquinas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2020 13:27:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna - Pesquisa & Desenvolvimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Tratamento Térmico]]></category>
		<category><![CDATA[#OPCUA]]></category>
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		<category><![CDATA[indústria 4.0]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mundo da produção digital, máquinas de diferentes fabricantes precisam se comunicar. Isso requer padrões uniformes, em cujo desenvolvimento são fundamentais: as Especificações Complementares do OPC UA (Open Platform Communications &#8211; Unified Architecture). O OPC Unified Architecture é um protocolo de comunicação máquina a máquina para automação industrial desenvolvido pela OPC Foundation, de Scottsdale, Arizona,</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>No mundo da produção digital, máquinas de diferentes fabricantes precisam se comunicar. Isso requer padrões uniformes, em cujo desenvolvimento são fundamentais: as Especificações Complementares do OPC UA (Open Platform Communications &#8211; Unified Architecture). O OPC Unified Architecture é um protocolo de comunicação máquina a máquina para automação industrial desenvolvido pela OPC Foundation, de Scottsdale, Arizona, EUA.</em></p>
<p>Linhas de montagem ou células de montagem há muito tempo moldam a ordem clara na fábrica. Mas no mundo digitalizado, as plantas de produção são organizadas de maneira muito mais complexa &#8211; e por isso regras claras são necessárias. A interoperabilidade, ou seja, a cooperação contínua de todas as máquinas e sistemas, é necessária para projetar ecossistemas complexos e organizados descentralmente. Padrões permitem a criação de redes e simplificam a comunicação entre os limites da empresa e do setor. E assim como as pessoas concordaram com o inglês como idioma mundial com gramática e vocabulário para simplificar a comunicação, a comunicação máquina a máquina também deve estar sujeita a uma gramática e vocabulário uniforme e padronizada.</p>
<p><strong>Diretrizes da VDMA auxiliam o OPC UA na prática</strong></p>
<blockquote><p>&#8220;A VDMA (Verband Deutscher Maschinen- und Anlagenbau &#8211; Associação Alemã de Fabricação de Máquinas e Instalações Industriais) reconheceu desde o início que a definição de uma linguagem global para engenharia de máquinas e instalações é decisiva para o futuro&#8221;, diz Hartmut Rauen, vice-gerente geral da VDMA. ”O setor de máquinas e instalações concordou com o padrão de comunicação OPC UA.&#8221;</p></blockquote>
<p>O OPC UA é um padrão de interface IoT aberto para a produção digital de amanhã. Isso permite uma comunicação escalável, independente do sistema e segura desde o chão de fábrica até a nuvem. O OPC UA define a gramática do idioma mundial de máquinas e instalações.</p>
<p>Em conjunto com o Fraunhofer &#8211; Anwendungszentrum Industrial Automation (IOSB-INA), a VDMA desenvolveu a diretriz &#8220;Comunicação da Indústria 4.0 com o OPC UA&#8221;. Como ferramenta prática, mostra medidas muito específicas que ajudam as empresas a introduzir com sucesso a comunicação da Indústria 4.0 em seus próprios processos de produção.</p>
<p><strong>As Especificações Complementares do OPC UA definem a estrutura</strong></p>
<p>Com o estabelecimento do OPC UA, foi alcançado um primeiro passo em direção à produção digital em rede e interoperável. No entanto, o OPC UA &#8220;apenas&#8221; define a gramática do idioma para a comunicação máquina a máquina. Agora o vocabulário deve ser definido. O trabalho principal da VDMA no mundo OPC-UA é padronizar o vocabulário da descrição funcional dos mundos das máquinas. Esses padrões são chamados de Especificações Complementares do OPC UA no jargão técnico, que a VDMA desenvolve junto com mais de 400 empresas de todo o mundo. A abertura da abordagem &#8211; código aberto &#8211; oferece a todas as empresas interessadas a oportunidade de participar. Com o site opcua.vdma.org, a VDMA fornece uma visão geral de suas atividades de padronização. Aqui você também encontrará as Especificações Complementares do OPC UA que já foram concluídas e estão sendo elaboradas &#8211; combinadas em um banco de dados</p>
<p>O desenvolvimento desses padrões é uma meta ambiciosa &#8211; e para a qual a VDMA desempenha um papel crucial. “Atualmente, estamos definindo o idioma mundial da produção”, diz Andreas Faath, gerente de projetos da VDMA para comunicação de máquinas.</p>
<p>Juntamente com uma pequena equipe de especialistas, Faath está trabalhando no desenvolvimento de padrões OPC UA para tipos de máquinas individuais, sobre como eles podem &#8220;conversar&#8221; entre si.</p>
<p>Eles garantem que duas máquinas que estão em rede trocam as informações indispensáveis de maneira uniforme: Que tipo de máquina é essa? Quem é o fabricante? Quais configurações de dispositivo existem? E quais dados do processo precisam ser trocados? Essa comunicação pode não apenas ocorrer horizontalmente entre as máquinas, mas também verticalmente, ou seja, com sistemas de nível superior ou com um sistema até a nuvem. &#8220;Esta é a única maneira de tornar possível o plugue e o trabalho na fábrica&#8221;, explica Faath. &#8220;Criamos o controle remoto universal, por assim dizer &#8211; e isso funciona teoricamente para todos os tipos de máquinas.&#8221; No entanto, o desenvolvimento de um padrão desse tipo, que deve ser estabelecido em todo o mundo, leva tempo: cerca de 2 anos para ser desenvolvido.</p>
<p>Porém OPC UA não é apenas sobre interfaces entre duas máquinas, mas também sobre cadeias de processo inteiras. Nas operações do dia-a-dia, não se trata apenas de desenvolver a comunicação, por exemplo, entre duas máquinas de moldagem por injeção, mas também de conectá-la aos sistemas de robôs, por exemplo. Portanto, é crucial que as indústrias de máquinas trabalhem juntas de maneira abrangente. O vocabulário específico do setor deve se encaixar e ser coordenado.</p>
<p><strong>VDMA é um participante chave</strong></p>
<p>Os especialistas concordam que a VDMA é a única organização atualmente capaz de criar esses padrões importantes. 3200 empresas membros da VDMA com subsidiárias e empresas parceiras em todo o mundo não apenas trazem conhecimento para o processo em uma extensão que não está disponível em nenhum outro lugar. Ao mesmo tempo, o processo de desenvolvimento ocorre na plataforma neutra VDMA &#8211; portanto, não há suspeita de que empresas individuais possam afirmar seus interesses particulares. A VDMA, portanto, estabelece as bases para o Plug &amp; Produce, a base para o desenvolvimento mais fácil e rápido de modelos de negócios baseados em dados relacionados à produção em rede inteligente.</p>
<p>As associações comerciais da VDMA estão, portanto, trabalhando com um nível de comprometimento correspondentemente alto. Atualmente, a VDMA está coordenando as atividades de cerca de 30 grupos de trabalho que definem uma linguagem comum entre indústrias entre máquinas e sistemas. As especificações complementares do OPC UA já foram publicadas para alguns tipos de máquinas, incluindo máquinas-ferramenta, máquinas de moldagem por injeção, sistemas para processamento de imagens industriais e robôs. Mais de 20 outras normas estão em andamento, por exemplo, para máquinas de fundição, máquinas para trabalhar madeira ou acionamentos elétricos. Está planejada a criação de cerca de 15 novos grupos de trabalho do OPC UA a cada ano. &#8220;A massa crítica de empresas que estão na retaguarda do OPC UA já foi ultrapassada, o OPC UA serve de base para a fábrica do futuro&#8221;, diz Andreas Faath</p>
<p>Fonte: VDMA</p>
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<h4>Confira as Últimas Notícias do Portal</h4>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="uTJcz1zRS2"><p><a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/mazak-abre-no-japao-museu-dedicado-a-maquinas-ferramenta/">Mazak abre no Japão museu dedicado a máquinas-ferramenta</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Mazak abre no Japão museu dedicado a máquinas-ferramenta&#8221; &#8212; Portal Aquecimento Industrial" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/mazak-abre-no-japao-museu-dedicado-a-maquinas-ferramenta/embed/#?secret=OH99k1fjUQ#?secret=uTJcz1zRS2" data-secret="uTJcz1zRS2" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Kapp Niles expande presença em mercados importantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2020 15:01:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engrenagens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[#Índia]]></category>
		<category><![CDATA[#KappNiles]]></category>
		<category><![CDATA[#Mexico]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O grupo Kapp Niles, fabricante global de maquinas e ferramentas para fabricação e medição de engrenagens com sede na Alemanha, abre novos locais na Índia e no México para atender às crescentes demandas dos mercados. A proximidade com os clientes visa aumentar o desempenho, o tempo de reação e a qualidade dos serviços. Na Índia,</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo <a href="https://www.kapp-niles.com/en/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Kapp Niles</a>, fabricante global de maquinas e ferramentas para fabricação e medição de engrenagens com sede na Alemanha, abre novos locais na Índia e no México para atender às crescentes demandas dos mercados. A proximidade com os clientes visa aumentar o desempenho, o tempo de reação e a qualidade dos serviços.</p>
<p>Na Índia, KAPP NILES INDIA TECHNOLOGIES PVT. LTD. operará em Bangalore, o centro da indústria de alta tecnologia da Índia. Com maior acessibilidade e disponibilidade, a posição de mercado da empresa no crescente mercado indiano deve ser ampliada.</p>
<p>No México a KAPP NILES MEXICO TECHNOLOGIES, S. de R.L de C.V. foi fundada em Ramos Arizpe, perto da cidade de Monterrey. Como peças de reposição e equipamentos de serviço estarão disponíveis diretamente no local no futuro, o tempo de reação pode ser reduzido. Do lado das vendas, o México continuará sendo apoiado pela Kapp Technologies L.P. no Colorado, EUA.</p>
<p>A Kapp Niles opera no Brasil através da empresa Kapptec e Com de Máquinas atuando na fabricação de ferramentas para produção de engrenagens. Kapp Niles é representada no Brasil pela empresa Weltec Representações chefiada por Alex Welter.</p>
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<p>Confira as Últimas Notícias do Portal</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="5nHISugfBv"><p><a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/6-edicao-do-forum-discuta-lean-traz-tema-lean-manufacturing/">6° edição do Fórum Discuta Lean traz tema &#8220;Lean Manufacturing&#8221;</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;6° edição do Fórum Discuta Lean traz tema &#8220;Lean Manufacturing&#8221;&#8221; &#8212; Portal Aquecimento Industrial" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/6-edicao-do-forum-discuta-lean-traz-tema-lean-manufacturing/embed/#?secret=j5cUSO0HX8#?secret=5nHISugfBv" data-secret="5nHISugfBv" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Scania prevê crescimento de 5% no mercado de ônibus em 2020</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/scania-preve-crescimento-de-5-no-mercado-de-onibus-em-2020/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=scania-preve-crescimento-de-5-no-mercado-de-onibus-em-2020</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2020 11:57:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#Scania]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa sueca Scania mantém um desempenho positivo nos ônibus em 2020, e projeta alta de até 5% nas vendas em comparação a 2019, na faixa acima de 8t. A fabricante também prevê o início da comercialização dos chassis a GNV e biometano para o segundo semestre. “Nossa previsão para 2020 é crescer até 5%.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa sueca <a href="https://www.scania.com/br/pt/home.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Scania</a> mantém um desempenho positivo nos ônibus em 2020, e projeta alta de até 5% nas vendas em comparação a 2019, na faixa acima de 8t. A fabricante também prevê o início da comercialização dos chassis a GNV e biometano para o segundo semestre.</p>
<blockquote><p>“Nossa previsão para 2020 é crescer até 5%. Nos rodoviários algumas incertezas com o movimento de desregulamentação das linhas e a crescente atuação dos aplicativos levará o mercado a uma adaptação ao longo do ano. Esses dois fatores vão provocar o nascimento de um novo jeito de atuação das empresas. Haverá ainda mais concorrência. Por isso, será ainda maior a busca por soluções que aumentem a eficiência e reduzam os custos operacionais da frota. E, a linha Scania oferece as melhores soluções ao cliente”, conta Fábio D´Angelo, novo gerente de Vendas de Ônibus da Scania no Brasil.</p></blockquote>
<p><strong>2019: Crescimento acima do mercado nos rodoviários</strong></p>
<p>No acumulado de 2019, na faixa de atuação da Scania (acima de 8 toneladas de capacidade de carga) a indústria emplacou 17.491 unidades contra as 12.808 de 2018, num aumento de 36,6%. A fabricante sueca teve 901 ônibus registrados versus 760 do exercício anterior.</p>
<blockquote><p>“A Scania cresceu 18,6%. Continuamos oferecendo ao cliente a melhor solução que engloba produto, serviços, gestão de frota, conectividade e modalidade financeira”, salienta o novo gerente. A participação de mercado foi de 5,2%. “As 901 unidades emplacadas de 2019 consagraram o Brasil como o segundo maior mercado dentro da Scania.”</p></blockquote>
<p>Do volume de 901 chassis emplacados, 845 foram de rodoviários (acréscimo de 20,4% sobre os 702 de 2018). A participação foi de 21,2% e a vice-liderança mais uma vez conquistada. O mercado total de rodoviários emplacou 3.980 unidades contra as 3.320 de 2018. Acréscimo de 19,9%. Já nos urbanos acima de 8t, a Scania emplacou 56 unidades, sendo 30 unidades do K 250UB 4&#215;2.</p>
<p>No ranking de vendas Scania por modelo, o K 360 4&#215;2 foi o campeão com 305 unidades, um incremento de 53,3% sobre as 199 do ano anterior, em segundo foi o K 440 8&#215;2 com 245 produtos, e alta de 107,6% (118) e o terceiro foi o K 400 6&#215;2, muito utilizado também no turismo, com 232 produtos e alta de 23,4% (188).</p>
<p><strong>Ônibus GNV e biometano: vendas começam no segundo semestre</strong></p>
<p>A dependência 100% ao diesel fica cada dia mais difícil de ser defendida do ponto de vista da sustentabilidade para melhorar o planeta. As emissões de CO2 contribuem para o aumento da poluição global.</p>
<p>A Scania, parceira líder na transição para um setor de transporte mais sustentável, faz parte do problema e trabalha para ser parte da solução na busca por alternativas ao diesel. Neste momento, o ideal para o ‘Aqui e Agora’ no Brasil é o ônibus movido a gás natural veicular (GNV) e/ou biometano, que se enquadra nos três pilares sustentáveis: econômico, social e ambiental.</p>
<blockquote><p>“A Scania está vivenciando a mudança no transporte de passageiros para o ecossistema da mobilidade ideal: veículos elétricos. É o futuro, certamente. Mas, antes devemos passar pela tecnologia a gás e biometano. Na Europa foi e está sendo assim. Ainda não há viabilidade econômica do ônibus elétrico no Brasil”, afirma D´Angelo.</p></blockquote>
<p>Neste momento, a Scania segue firme no processo de homologação do ônibus GNV e/ou biometano no Brasil. A homologação depende de três fases: do chassi, da carroceria e do sistema de abastecimento do gás. A etapa do chassi foi finalizada.</p>
<blockquote><p>“Com dezenas de demonstrações feitas desde 2014, já foi comprovada a viabilidade na comparação ao diesel. Levando em conta os atuais preços praticados dos dois combustíveis, a redução do custo por quilômetro rodado pode ser de até 20%”, conta Fábio D´Angelo. “As consultas não param, e temos certeza do potencial de vendas e da cadeia sustentável que está sendo criada. Os operadores urbanos, de linhas rodoviárias e os órgãos gestores buscam uma alternativa viável ao diesel. Eles estão abertos a conhecer, e estamos dispostos a apresentar.”</p></blockquote>
<p>A linha urbana vai oferecer três modelos: K 280 4&#215;2 (de 12,5 a 13,20 metros e capacidade de 86 a 100 passageiros), K 280 6&#215;2 (15 metros, terceiro eixo direcional e capacidade para até 130 passageiros) e o articulado K 320 6&#215;2/2, de 18,6 metros e capacidade para 160 ocupantes. Na nova linha não são necessárias alterações significativas nos projetos das carrocerias. As instalações dos cilindros de gás podem ser feitas entre as longarinas do chassi (abaixo do assoalho) ou sobre o teto. Os motores já serão Euro 6 (o Brasil está no Euro 5). A autonomia será de 300 km. Caso seja necessária uma autonomia maior, é possível avaliar a colocação de mais cilindros.  Para a linha rodoviária, no primeiro momento o foco será no fretamento e linhas de pequenas distâncias na versão 4&#215;2.</p>
<hr />
<p>Confira as Últimas Notícias do Portal</p>
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<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Kuka apresenta novos robôs de fundição projetados para abientes quentes&#8221; &#8212; Portal Aquecimento Industrial" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/kuka-apresenta-novos-robos-de-fundicao-projetados-para-abientes-quentes/embed/#?secret=XB7poamnyb#?secret=3NwffCIWzf" data-secret="3NwffCIWzf" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>FCA faz parceria com CTI Senai para desenvolver ligas de alumínio inovadoras</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Feb 2020 14:59:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fiat Chrysler Automóveis (FCA) se uniu ao Centro de Inovação e Tecnologia (CIT SENAI FIEMG), por meio da Unidade EMBRAPII Instituto Senai de Inovação em Metalurgia e Ligas Especiais, para o desenvolvimento do projeto “Otimização de Ligas de Alta resistência de Alumínio para o Setor Automotivo”. A necessidade de reduzir emissões de CO2 é</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://www.fcapress.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fiat Chrysler</a> Automóveis (FCA) se uniu ao Centro de Inovação e Tecnologia (CIT SENAI FIEMG), por meio da Unidade EMBRAPII Instituto Senai de Inovação em Metalurgia e Ligas Especiais, para o desenvolvimento do projeto “Otimização de Ligas de Alta resistência de Alumínio para o Setor Automotivo”.</p>
<p>A necessidade de reduzir emissões de CO2 é uma realidade atual e demanda avanços quanto ao desempenho energético dos automóveis. Uma das alternativas para se alcançar esse propósito é o uso de ligas de menor peso e baixa densidade, como o alumínio. Essa alternativa pode contribuir para melhorar o desempenho, a segurança e o consumo energético dos carros. Com esse objetivo, o termo de cooperação técnica foi assinado ontem (20), na sede da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), em Belo Horizonte.</p>
<p>A iniciativa tem fomento da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII). Além da FCA, também participam a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), Novelis, Aethra e 6PRO Virtual and Practical Process LTDA – ME. Parte do investimento é proveniente do Programa Rota 2030.</p>
<p>Na FCA, o projeto é fruto do mapeamento das demandas tecnológicas da empresa, neste caso da Engenharia Body, área que integra a diretoria do Desenvolvimento do Produto, responsável pelo projeto estrutural dos veículos.</p>
<blockquote><p>“A pesquisa irá fomentar inovações na cadeia automotiva ao impulsionar o desenvolvimento local de tecnologias, preparando o automóvel para os novos desafios, principalmente levando-se em consideração as metas apresentadas pelo Programa Rota 2030 nas áreas de eficiência energética e segurança veicular”, destacou o diretor de Segurança Veicular e Conformidade Regulatória da FCA para a América Latina, João Irineu Medeiros.</p></blockquote>
<p>O gerente de Inovação e Tecnologia do CIT Senai, André Zanatta, reforçou que este trabalho reúne várias empresas com um objetivo único.</p>
<blockquote><p>“É gratificante estar com essas indústrias pelos próximos 13 meses desenvolvendo um produto que irá agregar mais valor para o setor automotivo”, pontuou Zanatta.</p></blockquote>
<p>Os profissionais envolvidos irão desenvolver duas ligas de alumínio para fabricação. Essas ligas propiciam um amplo leque de possibilidades de aplicações nos veículos. A intenção é chegar a um produto que atenda aos objetivos de eficiência energética e com potencial para exportação.</p>
<blockquote><p>“O desenvolvimento das ligas de alumínio vem para aumentar a competitividade da cadeia de mobilidade do nosso país. É uma iniciativa que temos orgulho em apoiar”, disse o especialista em Inovação Industrial na EMBRAPII, Marcos Simonetti.</p></blockquote>
<p><strong>Resultados esperados</strong><br />
Em relação à economia de combustível, para cada 10% de redução de peso nos automóveis, estima-se um aumento em torno de 5% em eficiência energética. Além disso, o alumínio é um material de alta absorção de energia, o que contribui para a segurança veicular.</p>
<p><strong>Programa Rota 2030</strong><br />
É parte da estratégia elaborada pelo governo federal para desenvolvimento do setor automotivo no país e tem como um dos objetivos aumentar a competitividade da indústria nacional, incentivando a realização de pesquisas e desenvolvimento localmente.</p>
<p>Foto-crédito: Sebastião Jacinto Júnior (divulgação)</p>
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<p>Confira as Últimas Notícias no Portal:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="4gBl0w1yB7"><p><a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/bosch-define-codigo-de-etica-para-o-uso-de-inteligencia-artificial/">Bosch define Código de Ética para o uso de Inteligência Artificial</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Bosch define Código de Ética para o uso de Inteligência Artificial&#8221; &#8212; Portal Aquecimento Industrial" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/bosch-define-codigo-de-etica-para-o-uso-de-inteligencia-artificial/embed/#?secret=hkauwtzodA#?secret=4gBl0w1yB7" data-secret="4gBl0w1yB7" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Bosch define Código de Ética para o uso de Inteligência Artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2020 15:02:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Bosch estabeleceu “linhas vermelhas” éticas para o uso de inteligência artificial (IA), a empresa já emitiu diretrizes que regem o uso da IA em seus produtos inteligentes. O código de ética da AI da Bosch baseia-se na seguinte máxima: Os seres humanos devem ser o árbitro final de qualquer decisão baseada em AI. “A</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Bosch estabeleceu “linhas vermelhas” éticas para o uso de inteligência artificial (IA), a empresa já emitiu diretrizes que regem o uso da IA em seus produtos inteligentes. O código de ética da AI da Bosch baseia-se na seguinte máxima: Os seres humanos devem ser o árbitro final de qualquer decisão baseada em AI.</p>
<p>“A inteligência artificial deve servir as pessoas. Nosso código de ética da AI fornece aos nossos funcionários orientações claras sobre o desenvolvimento de produtos inteligentes ”, disse o CEO da Bosch, Volkmar Denner, na abertura do Bosch ConnectedWorld (BCW), a conferência anual da IoT (Internet das Coisas – Internet of Things)da empresa em Berlim. &#8220;Nosso objetivo é que as pessoas confiem em nossos produtos baseados em IA&#8221;.</p>
<p>A IA é uma tecnologia de importância vital para a Bosch, até 2025, o objetivo é que todos os produtos Bosch contenham IA ou tenham sido desenvolvidos ou fabricados com sua ajuda.</p>
<p>A empresa deseja que seus produtos baseados em IA sejam seguros, robustos e explicáveis. &#8220;Se a IA for uma caixa preta, as pessoas não confiarão nela. Em um mundo conectado, no entanto, a confiança será essencial”, disse Michael Bolle, CDO e CTO da Bosch.</p>
<p>A Bosch tem como objetivo produzir produtos baseados em IA que sejam confiáveis. O código de ética baseia-se no lema “Invented for life” (Inventado para a vida toda) da Bosch, que combina uma busca pela inovação com um senso de responsabilidade social. Nos próximos dois anos, a Bosch planeja treinar 20.000 de seus colaboradores no uso da IA, o código de ética da AI da Bosch que governa o uso responsável dessa tecnologia fará parte deste programa de treinamento.</p>
<p>A IA oferece um grande potencial<br />
A inteligência artificial é um mecanismo global de progresso e crescimento. Os consultores de gestão da PwC (PricewaterhouseCoopers), por exemplo, projetam que, entre agora e 2030, a IA aumentará o PIB na China em 26%, 14% na América do Norte e cerca de 10% na Europa. Essa tecnologia pode ajudar a superar desafios, como a necessidade de ação climática, e otimizar os resultados em diversas áreas, como transporte, medicina e agricultura. Ao analisar grandes volumes de dados, os algoritmos são capazes de raciocinar e tomar decisões. Bem antes da introdução de normas vinculativas da UE, a Bosch tomou a decisão de se envolver ativamente com as questões éticas levantadas pelo uso dessa tecnologia. O fundamento moral para esse processo é fornecido pelos valores consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos.</p>
<p>Os seres humanos devem manter o controle<br />
O código de ética da AI da Bosch estipula que a inteligência artificial não deve tomar decisões sobre seres humanos sem que esse processo esteja sujeito a alguma forma de supervisão humana. Em vez disso, a inteligência artificial deve servir as pessoas como uma ferramenta. Três abordagens possíveis são descritas. Todos têm o seguinte em comum: nos produtos baseados em IA desenvolvidos pela Bosch, os seres humanos devem manter o controle sobre todas as decisões tomadas pela tecnologia. Na primeira abordagem (humano sob comando), a inteligência artificial é apenas uma ajuda &#8211; por exemplo, em aplicativos de apoio à decisão, nos quais a IA pode ajudar as pessoas a classificar itens como objetos ou organismos. Na segunda abordagem (humano no circuito), um sistema inteligente toma autonomamente decisões que os humanos podem, no entanto, substituir a qualquer momento.</p>
<p>Exemplos disso incluem direção parcialmente automatizada, onde o motorista humano pode intervir diretamente nas decisões de, digamos, um sistema de assistência ao estacionamento. A terceira abordagem (humana no circuito) diz respeito a tecnologia inteligente, como sistemas de freios de emergência. Aqui, os engenheiros definem certos parâmetros durante o processo de desenvolvimento. Aqui, não há margem para intervenção humana no próprio processo de tomada de decisão. Os parâmetros fornecem a base na qual a AI decide se deseja ativar o sistema ou não. Os engenheiros testam retrospectivamente se o sistema permaneceu dentro dos parâmetros definidos. Se necessário, esses parâmetros podem ser ajustados.</p>
<p>Construindo confiança juntos<br />
A Bosch também espera que seu código de ética em IA contribua para o debate público sobre inteligência artificial. &#8220;A IA mudará todos os aspectos de nossas vidas&#8221;, disse Denner. &#8220;Por esse motivo, esse debate é vital.&#8221; É necessário mais do que apenas conhecimento técnico para estabelecer confiança em sistemas inteligentes &#8211; também é necessário um diálogo próximo entre os formuladores de políticas, a comunidade científica e o público em geral. É por isso que a Bosch se inscreveu no High-Level Expert Group on Artificial Intelligence (Grupo de Especialistas de Alto Nível em Inteligência Artificial), um órgão designado pela Comissão Europeia para examinar questões como a dimensão ética da IA. Em uma rede global atualmente composta por sete locais, e em colaboração com a Universidade de Amsterdã e a Universidade Carnegie Mellon (Pittsburgh, EUA), a Bosch está trabalhando para desenvolver aplicativos de IA que sejam mais seguros e confiáveis. Da mesma forma, como membro fundador da aliança de pesquisa Cyber Valley em Baden-Württemberg, Alemanha, a Bosch está investindo 100 milhões de euros na construção de um campus de IA, onde 700 de seus próprios especialistas trabalharão em breve lado a lado com pesquisadores externos e associados iniciantes . Por último, mas não menos importante, o Digital Trust Forum, um comitê criado pela Bosch, visa promover um diálogo próximo entre especialistas das principais associações e organizações internacionais. Os seus 11 membros estão reunidos no Bosch ConnectedWorld 2020. &#8220;O nosso objetivo comum é tornar a Internet das coisas segura e confiável&#8221;, disse Bolle.</p>
<p>Mais de 170 palestrantes e 80 expositores<br />
O Bosch ConnectedWorld (19 a 20 de fevereiro de 2020) reúne mais de 80 expositores, mostrando as últimas tendências e desenvolvimentos no mundo conectado. Entre os mais de 170 palestrantes, destacam-se o CEO da Bosch, Volkmar Denner, e o CDO / CTO da Bosch, Michael Bolle, além de Roland Busch (vice-CEO da Siemens), Axel Stepken (presidente do conselho de administração da TÜV Süd) e Scott Guthrie (vice-presidente executivo do grupo de nuvem e IA da Microsoft). Os principais recursos do evento incluem palestras, uma grande exposição e um hackathon. Este ano marca a sétima vez que o Bosch ConnectedWorld acontece. É uma das maiores conferências internacionais do mundo dedicada à internet das coisas.</p>
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		<title>Encomendas da indústria de máquinas ferramenta caíram 20% em 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2020 14:04:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[#alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[#indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As encomendas da indústria de máquinas ferramenta, na Alemanha, caíram 20%, no quarto trimestre de 2019, em comparação com o período equivalente do ano anterior. Em 2018 os pedidos domésticos caíram 18%, os de exportação, 20%. Já em 2019, as encomendas domésticas caíram 21% e as de exportação 22%. &#8220;A demanda por máquinas-ferramenta foi decepcionante</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As encomendas da indústria de máquinas ferramenta, na Alemanha, caíram 20%, no quarto trimestre de 2019, em comparação com o período equivalente do ano anterior. Em 2018 os pedidos domésticos caíram 18%, os de exportação, 20%. Já em 2019, as encomendas domésticas caíram 21% e as de exportação 22%.</p>
<blockquote><p>&#8220;A demanda por máquinas-ferramenta foi decepcionante no ano passado&#8221;, comenta o Dr. Wilfried Schäfer, diretor executivo da VDW, a Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas-Ferramenta.</p></blockquote>
<p>Sofrendo com um queda de mais de um quinto, significando uma diminuição nos pedidos em fabricação, e as capacidades estão ficaram com menos de 82% de utilização. Mesmo com o número final mais favorável em dezembro, que mostrou um acréscimo de 2%, não pode mudar essa avaliação.</p>
<blockquote><p>&#8220;Foi predominantemente a zona não pertencente ao euro, que registrou um acréscimo de 23%&#8221;, diz o Dr. Schäfer. Isso, deve ser atribuído principalmente aos negócios de projetos na Ásia e na Europa Oriental, e não deve ser interpretado como um sinal para uma recuperação iminente.</p></blockquote>
<p>O declínio nas encomendas estão ocorrendo com severidade semelhante em todos os mercados. Os conflitos comerciais motivados estrategicamente por causas política e a reestruturação do setor industrial devido as metas climatológicas, são indicações do complicado problema da fraqueza cíclica da demanda e dos que ainda não foram resolvidos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Para 2020, a VDW está prevendo um declínio de 18% na produção, e não estamos prevendo nenhuma recuperação rápida&#8221;, diz o Dr. Schäfer.</p></blockquote>
<p>Em vez disso, a indústria de máquinas-ferramenta espera que as encomendas cheguem a fundo até um certo ponto durante o curso do ano, embora isso presumivelmente não seja suficiente para uma recuperação. Consequentemente, a produção será lenta na recuperação.</p>
<p>Pano de fundo<br />
A indústria alemã de máquinas-ferramenta está entre os cinco maiores grupos de especialistas no setor de engenharia mecânica. Ela fornece tecnologia de produção para aplicações de metalworking em todos os ramos da indústria e faz uma contribuição crucial para a inovação e o aumento da produtividade no setor industrial como um todo. Devido ao seu papel absolutamente essencial para a produção industrial, seu desenvolvimento é um importante indicador do dinamismo econômico do setor industrial. Em 2019, com uma média de 73.700 funcionários (empresas com mais de 50 funcionários), o setor produziu máquinas e serviços no valor de 16,9 bilhões de euros.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Efeito do coronavírus nas indústria de Tratamentos Térmicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2020 12:24:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento Térmico]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#fornos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O coronavírus é pouco mais que manchetes de jornais, mas, à medida que as manchetes se tornam cada vez mais persistentes, ouvimos cada vez mais perguntas sobre possíveis efeitos na indústria de tratamento térmico. O  vírus está centrado na China, todos os possíveis efeitos para o resto do mundo serão centrados nos produtos e componentes</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O coronavírus é pouco mais que manchetes de jornais, mas, à medida que as manchetes se tornam cada vez mais persistentes, ouvimos cada vez mais perguntas sobre possíveis efeitos na indústria de tratamento térmico. O  vírus está centrado na China, todos os possíveis efeitos para o resto do mundo serão centrados nos produtos e componentes para tratamento térmico exportados e importados desse país.</p>
<p>Embora as informações não sejam baseadas em fatos, pode-se dizer que as exposições de tratamento térmico no país estão sendo adiadas &#8211; o primeiro exemplo é a 13ª Exposição Internacional de Metalurgia do Pó, Carbonetos Cimentados e Cerâmica Avançada, organizada pela Uniris Exhibition Shanghai Co., Ltd, programada para os dias 24 e 26 de março, teve que ser adiada.</p>
<p>Os envios de fornos por fornecedores ocidentais também estão sendo adiados devido a restrições de viagens envolvendo engenheiros de serviço de campo. Com é o caso dos  fornos de nitretação a vácuo produzidos por uma empresa europeia e uma linha de forno continuo de esteira sendo fornecida por uma empresa norte-americana tiveram todas as suas entregas atrasadas indefinidamente.</p>
<p>O cenário para os produtos de tratamento térmico exportados da China é um pouco mais sombrio devido ao Ano Novo Chinês. Neste ano o evento foi comemorado de 25 de janeiro a 8 de fevereiro, período em que quase todas as empresas foram fechadas. Como isso coincidiu com o surto de coronavírus, é impossível dizer com certeza o quanto isso afetou as exportações. No entanto, houve um atraso por pelo menos uma semana em muitas partes do país, diminuindo as exportações em algum grau.</p>
<p>Como ocorreu na empresa “The Monty”, com as exportações de molibdênio e ligas a partir da China e, até o momento, sofreram atrasos muito pequenos, principalmente nas cotações e na engenharia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: The Monty Heat Treat News<br />
Foto-crédito: Divulgação</p>
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		<title>Empresa All Lubrificantes foca na expansão de mercado</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Feb 2020 14:47:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa All Lubrificantes dá continuidade a seu projeto de expansão e crescimento sustentável. Desde 2005, é formada com capital 100% nacional e sede em Minas Gerais, desenvolve lubrificantes, óleos de corte (solúveis e integrais), fluidos protetivos e desengraxantes, entre outros produtos, que garantem aos clientes produção eficiente, limpa e sustentável, com excelência e qualidade.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa <a href="https://alllubrificantes.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">All Lubrificantes</a> dá continuidade a seu projeto de expansão e crescimento sustentável. Desde 2005, é formada com capital 100% nacional e sede em Minas Gerais, desenvolve lubrificantes, óleos de corte (solúveis e integrais), fluidos protetivos e desengraxantes, entre outros produtos, que garantem aos clientes produção eficiente, limpa e sustentável, com excelência e qualidade.</p>
<p>Para este ano, os investimentos estão focados na infraestrutura, com a aquisição de equipamentos para laboratório e produção, além da construção de dois novos galpões, sendo um deles próprio para desenvolvimento de matéria-prima e o outro para armazenagem e estoque de produtos finais.</p>
<blockquote><p>Segundo Wanderson Ribeiro e João Luiz Siqueira, diretores da empresa, o plano de abertura de novos mercados também vem exigindo especial atenção. “A All Lubrificantes tem grande força em Minas Gerais, conquistado clientes de renome e relevância em seus mercados de atuação. Nestes 15 anos de atividades, tivemos grande foco no desenvolvimento e tropicalização dos produtos, isto é, desenvolver uma linha com a qualidade e performance do produto estrangeiro, mas próprias para as realidades do cenário brasileiro”, comenta Siqueira.</p></blockquote>
<p>Após tornar-se um dos principais players no mercado mineiro, referência em óleos lubrificantes e fluidos de processo, a empresa passa a direcionar os mercados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.</p>
<blockquote><p>Segundo Ribeiro, “não é apenas a lógica que nos leva para o Sul, por concentrar enorme gama de clientes em potencial. Mas é a pedido deles que temos distribuído boa parte da produção para essa região, devido aos excelentes resultados em economia e produtividade que os produtos da All atingem”.</p></blockquote>
<p>Desde 2014 a empresa vem alcançando elevados índices de crescimento: em média, 18% ao ano. . “O mercado está cada vez mais exigente, não apenas em qualificação do produto, mas também na agilidade e presteza do atendimento. E a All Lubrificantes está suprindo essa lacuna com excelente desenvoltura”, finaliza a Química Responsável Beatriz Portugal.</p>
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