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	<title>Arquivos Editorial EUA - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Arquivos Editorial EUA - Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>Fabricação de peças leves, um favorito de peso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dean M. Peters]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2017 13:14:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um artigo da FIERF (Forging Industry Education and Research Foundation &#8211; Fundação Educacional e de Pesquisa da Indústria de Forjamento) escrito pela Profa. Dra. Mary Wells, da Universidade de Waterloo &#8211; Ontário, Canadá, neste tema sobre o forjamento de magnésio traz para o primeiro plano os conceitos sobre a produção de materiais leves. O processo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um artigo da FIERF (Forging Industry Education and Research Foundation &#8211; Fundação Educacional e de Pesquisa da Indústria de Forjamento) escrito pela Profa. Dra. Mary Wells, da Universidade de Waterloo &#8211; Ontário, Canadá, neste tema sobre o forjamento de magnésio traz para o primeiro plano os conceitos sobre a produção de materiais leves.</p>
<p>O processo para se fabricar peças leves “Lighweighting” é referente a um termo que começou na indústria automobilística em resposta à demanda por aumento da eficiência energética. De maneira geral, o processo de produção de peças leves estimulou a pesquisa e o desenvolvimento de novos materiais e novas formas de utilizar materiais conhecidos para reduzir o peso médio de carros e caminhões sem comprometer a segurança, o conforto e outros pontos considerados no projeto. Mas o conceito de redução de peso não é limitado a aplicações automobilísticas. A indústria aeroespacial tem lidado com iniciativas de redução de peso desde o seu início e, praticamente, qualquer aumento na relação de resistência do material por peso se torna um sério candidato a se considerar.</p>
<p>Uma maneira de se considerar o processo é a substituição de materiais. Um exemplo primário na indústria automotiva é a redução de peso ao substituir componentes de aço por peças mais leves de alumínio. O plástico tem sido utilizado para substituir vidros pesados em algumas janelas, assim como o metal em certos sistemas de para-choques. Utilizar esses materiais mais leves resulta em uma melhor relação de combustível por km rodado, melhora o manuseio do veículo e diminui a tensão no motor. Materiais compósitos de fibra de carbono também são utilizados em aplicações automobilísticas, mas o uso mais anunciado para esses materiais é nas asas do Boeing 787 Dreamliner.</p>
<p>Na Alemanha, companhias siderúrgicas e a Associação Alemã de Forjamento realizaram uma parceria para conduzir duas fases do programa denominado Iniciativa do Processo de Forjamento para Materiais Leves. A Fase I do programa lida com o estudo de um carro de passageiros de tamanho médio, no qual se descobriu que, através de um design e seleção prudente de materiais, 42 kg puderam ser eliminados do trem de força e componentes do chassi. Na Fase II, o veículo comercial foi estudado, e se descobriu que cerca de 99 kg puderam ser eliminados de maneira similar.</p>
<p>Já nos Estados Unidos, o NIST (National Institute of Standards and Technology &#8211; Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia) estabeleceu seu CAL (Center for Automotive Lightweighting &#8211; Centro para Processo de Fabricação de Peças Leves no Meio Automotivo). Sua missão é fornecer para a indústria automotiva dados e modelos de materiais necessários para a fabricação de componentes confiáveis de alumínio e de aços de alta resistência. Estes dados não são apenas para forjamento, mas para a aplicação geral de princípios subjacentes ao conceito de redução de peso.</p>
<p>Não é de se surpreender que o DOE  (Department of Energy &#8211; Departamento de Energia dos Estados Unidos) também investiu pesado (sem trocadilhos) no assunto, já que o aumento da eficiência energética é um de seus objetivos principais. Caso esteja se perguntando para onde esse processo está se encaminhando, tome como ponto de partida a citação abaixo, presente no website do Departamento de Energia:</p>
<p>“Materiais avançados são essenciais para impulsionar a economia de combustível de modernos veículos automotivos enquanto mantém a segurança e performance, uma vez que se gasta menos energia para acelerar um veículo leve do que um veículo pesado. Materiais leves oferecem grande potencial para aumentar a eficiência do veículo. Uma redução de 10% em peso pode resultar em uma economia de combustível em torno de 6 a 8%. Substituir componentes tradicionais de ferro fundido e aço por materiais leves como aços de alta resistência, ligas de magnésio, ligas de alumínio, compósitos de fibra de carbono e polímeros pode reduzir diretamente o peso do corpo do veículo e do chassi em até 50% e, então, reduzir o consumo de combustível. Se utilizados componentes leves e motores de alta eficiência capacitados por materiais avançados em um quarto da frota americana, poderiam ser economizados mais de 5 bilhões de galões de combustível anualmente até 2030”.</p>
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		<title>Negócios melhores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2016 10:46:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olhando da posição em que estou, parece que seus negócios têm passado por altos e baixos, ou que estão sofrendo um pouco com incertezas. A razão de eu dizer que as coisas estão instáveis provém de nossos indicadores econômicos mensais dos EUA</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Posso adotar um tom mais pessoal e perguntar como estão indo seus negócios? Na verdade, essa pergunta pode ter alguns significados. Um deles seria quão saudáveis estão os negócios e a sua habilidade para lidar com custos. Poderia também ser sobre sua capacidade para encontrar e manter bons funcionários, que entendam da área de processamentos térmicos. Tendo esses dois pontos em mente, vamos conversar.</p>
<p>Olhando da posição em que estou, parece que seus negócios têm passado por altos e baixos, ou que estão sofrendo um pouco com incertezas. A razão de eu dizer que as coisas estão instáveis provém de nossos indicadores econômicos mensais dos EUA. Desde o início desse ano, tivemos alguns meses mistos, com mais indicadores altos do que baixos. Os números de Maio, no entanto, foram todos baixos quando comparados com os de Março e Abril. Em Junho, todas as categorias se recuperaram, porém, a maior parte dos indicadores ainda esteve mais baixa do que no início do ano.</p>
<p>Outros números fornecidos pela AAM (Alliance for American Manufacturing &#8211; Aliança para a Manufatura Americana) indicaram que enquanto a economia geral dos EUA presenciou aumento modesto de empregos, o ramo da manufatura sofreu perdas. Um exemplo ocorreu em Maio, quando o setor de economia forneceu 38.000 empregos, enquanto o de manufatura perdeu 18.000. A AAM atribui essas perdas, ao menos em parte, ao déficit comercial de bens e serviços do país. Em Abril, esse déficit foi de US$37,4 bilhões, mais de US$1,9 bilhão do que em Março. Com a China sozinha, é de US$26,6 bilhões.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quão saudáveis estão os negócios e a sua habilidade para lidar com custos? E sua capacidade para encontrar e manter bons funcionários, que entendam da área de processamentos térmicos?&#8221;</p></blockquote>
<p>Falando em política, o Presidente dos EUA, Barack Obama, prometeu 1 milhão de novos empregos na área de manufatura durante sua presidência, e, com apenas algumas semanas para terminar o mandato, o número está em 325.000.</p>
<p>Apesar de todas as incertezas que rodopiam em nossa volta e afetam nossos negócios, nós podemos fazer coisas que nos aproximam da realidade e que nos fornecem treinamento e interações com outros profissionais de nossa indústria. Como, por exemplo, a FNA (Furnaces North America &#8211; Fornos América do Norte) 2016, que ocorreu em Nashville, de 3 a 5 de Outubro, e trouxe uma boa dose de motivação e encorajamento, com discussões técnicas muito boas, que nos ajudaram a afiar nosso conhecimento e entendimento.</p>
<p>Neste ano, as seções de educação técnica do evento foram divididas em 10 diferentes assuntos, intitulados Equipamentos/Manutenção, Indução, Tecnologias Emergentes, Materiais, Conformação, Segurança contra Incêndios, Processos, Vácuo, Sistemas para Tratamentos Térmicos e Operações. Cada um desses assuntos teve outras três ou quatros subseções. Independente de seus negócios estarem prósperos ou um pouco parados no momento, a FNA pode ter sido exatamente o que você e sua equipe precisavam para se motivar e se educar. Ter contato com outras pessoas de nossa indústria nos ajuda a perceber que sempre há outras coisas além de nosso mundo pessoal, não importando se esse mundo é pequeno ou grande.</p>
<p>Como de costume, a Industrial Heating foi bem representada em nosso stand. Detalhes na pág. 20 desta edição.</p>
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		<title>Protegendo os seus recursos mais importantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dean M. Peters]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2016 12:08:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em seu recente encontro anual no Hilton Head, Carolina do Sul &#8211; EUA, a FIA (Forging Industry Association &#8211; Associação da Indústria da Forjaria dos EUA) reconheceu aproximadamente 20 empresas americanas por seus indicadores de segurança excepcionais durante o ano passado. Produtores da área de forjamento elegíveis para o prêmio foram classificados de acordo com</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em seu recente encontro anual no Hilton Head, Carolina do Sul &#8211; EUA, a FIA (Forging Industry Association &#8211; Associação da Indústria da Forjaria dos EUA) reconheceu aproximadamente 20 empresas americanas por seus indicadores de segurança excepcionais durante o ano passado. Produtores da área de forjamento elegíveis para o prêmio foram classificados de acordo com o número de funcionários nas folhas de pagamento e os primeiros, segundos e terceiros colocados de cada grupo foram anunciados. A FORGE gostaria de aproveitar esta oportunidade para parabenizar todos os ganhadores por darem exemplos estelares, quais empresas parceiras poderão seguir como referências em suas próprias operações.<br />
Durante os quase 10 anos que esta revista serve a indústria de forjamento, nós tentamos solicitar e publicar tópicos relacionados à segurança em operações específicas de forjamento, porém, com poucos resultados. Esse convite continua aberto àqueles que administram programas de segurança do trabalho em suas unidades.<br />
Agências dentro do DOL (U. S. Department of Labor &#8211; Departamento do Trabalho dos Estados Unidos) são responsáveis pela administração e aplicação das leis estabelecidas para proteger o direito à segurança e à saúde dos trabalhadores americanos. Existem três agências do DOL incumbidas desta tarefa: a OSHA (Occupational Safety and Health Administration &#8211; Administração de Saúde e Segurança Ocupacional), a MSHA (Mine Safety and Health Administration -Administração de Saúde e de Segurança de Minas) e o FLSA (Fair Labor Standards Act -Ato Justo das Normas Trabalhistas). Destas três organizações, a OSHA é a mais importante para os trabalhadores da indústria de forjamento.<br />
A OSHA, em seu 45º ano de existência, tem sido frequentemente difamada como intrusiva nos ambientes de produção. Em incontáveis conversações que tive durante as minhas décadas de trabalho na indústria, ouvi executivos reclamarem sobre as regras e regulamentações da OSHA &#8211; junto de reclamações similares a respeito da EPA (U. S. Environmental Protection Agency &#8211; Agência de Proteção Ambiental dos EUA) &#8211; não fazerem sempre sentido ou não se aplicarem a determinadas situações. Algumas dessas queixas eram sem dúvida justificáveis, contudo, outras delas eram apenas objeções à necessidade de se gastar mais dinheiro com equipamentos e sistemas de segurança &#8211; recursos não produtivos.<br />
E, no entanto, a OSHA apresenta impacto positivo e significativo sobre a saúde e segurança no trabalho desde o início de sua existência. Após a sua criação, as taxas de fatalidade em ambientes de trabalho diminuíram aproximadamente 67%, por exemplo, em um período em que a força de trabalho nos EUA dobrou. De modo semelhante, houve uma queda nas lesões e doenças no trabalho, de 10,9 incidentes a cada 100 trabalhadores em 1972 para 3,2 a cada 100 trabalhadores em 2014 nos EUA.<br />
De acordo com o BLS (Bureau of Labor Statistics &#8211; Departamento de Estatística do Trabalho), ocorreram 4.251 fatalidades de trabalhadores na indústria privada em 2014. Destas, 20,5% ocorreram na indústria de construção, nas quais as principais causas dos acidentes fatais foram quedas, eletrocução, golpeamento por algum objeto ou “esmagamento” entre equipamentos.<br />
A estatística acima é importante para os forjadores, uma vez que 79,5% de fatalidades na indústria privada não aconteceram no setor de construção civil. Estes acidentes ocorreram em outras áreas. E, apesar de todo o cuidado que nossa indústria tem com questões de segurança, as fábricas de forjamento são, gostando ou não, ambientes de alto risco intrínseco. Isso torna essencial que todos os forjadores trabalhem seguindo “à risca” as regras de saúde e segurança no trabalho todos os dias.<br />
Qualquer um que tenha feito aulas de princípios básicos de finanças e que tenha aprendido a analisar razões financeiras, a interpretar declarações de lucro e de perda ou a ler planilhas de balanço, eventualmente toma conhecimento da seguinte premissa em negócios: o recurso mais importante de uma empresa, ou seja, os seus funcionários, não deve ser contabilizado nos controles de gastos.<br />
Os investimentos realizados para proteger a saúde e a segurança de seus funcionários, segundo esse ponto de vista, são os melhores que você pode fazer.</p>
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		<title>Tudo automotivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2016 15:42:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eletrificação dos automóveis parece ser o grande foco atual das indústrias. Apesar dos veículos elétricos e híbridos representarem apenas 2% do mercado americano, a GM e outras companhias estão comprometidas a expandir as suas ofertas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Eletrificação dos automóveis parece ser o grande foco atual das indústrias. Apesar dos veículos elétricos e híbridos representarem apenas 2% do mercado americano, a GM e outras companhias estão comprometidas a expandir as suas ofertas</h3>
<p>Em um número recente, a revista Fortune publicou a lista das empresas mais admiradas de 2016. O top 8 das indústrias automotivas é o seguinte: Toyota, BMW, Daimler, Hyundai, Honda, GM, VW e Nissan. O fato de a VW estar na lista (dadas as revelações sobre a fraude do diesel) é memorável, mas, ainda assim, a empresa caiu da terceira posição, alcançada em 2015, para a sétima posição este ano.</p>
<p>Talvez seja surpreendente que a Ford não se encontre na lista. Neste momento, conforme escrevo, saem notícias de que a Ford planeja construir uma planta de montagem de automóveis de US$ 1,6 bilhão no México, o que não atrairá admiradores. A produção de carros de pequeno porte será transferida dos EUA e 2.800 empregos serão criados no México. A empresa não informou quais serão os modelos transferidos para o México, porém, a United Auto Workers (UAW &#8211; Sindicato da Indústria Automobilística dos EUA) divulgou que as produções do Ford Focus e do híbrido gás-eletricidade C-Max farão a mudança de Detroit para o sul da fronteira. A Ford declarou que a sua produção de veículos e a sua quantidade de funcionários horistas são as maiores dentre todas as automotivas dos EUA. No entanto, essa declaração se refere ao período anterior ou posterior à transferência para o México?</p>
<p>A unidade de engrenagens da Ford em Cleveland vai receber uma infusão de US$ 145 milhões para auxiliar na produção de todos os novos Ecoboost® da segunda geração de 3,5 litros, para a seleção da F150 de 2017. No processo, 150 empregos foram criados ou mantidos. O investimento faz parte do compromisso da Ford com os 8.500 empregos e o seu investimento de US$ 9 bilhões por todos os EUA pelos próximos quatro anos.</p>
<p>Para que não seja superada pela Ford, a General Motors está investindo em sua planta em Spring Hil, Tennessee, para rapidamente adicionar capacidade à produção dos blocos dos motores V8 de 6,2 litros do tipo “small block” (bloco pequeno), será a primeira vez que essa planta produzirá motores V8 e mais de 200 empregos serão mantidos no processo. O início da produção está agendado para o quarto trimestre de 2016.</p>
<p>A eletrificação dos automóveis parece ser o grande foco atual das indústrias. Apesar dos veículos elétricos e híbridos representarem apenas 2% do mercado americano, a GM e outras companhias estão comprometidas a expandir as suas ofertas. O Chevrolet Bolt é o último modelo completamente elétrico lançado pela GM. O Bolt pode viajar até 320 km com uma única carga e irá custar em torno de US$ 30.000, após incentivos governamentais. Você sabia que o preço médio de um carro zero, em Janeiro, era de US$ 33.155?</p>
<p>Outra empresa que está trabalhando para tornar os carros elétricos mais acessíveis, em termos de custo, é a Tesla. Como a maioria de nós já ouviu, a Tesla lançou recentemente o seu elétrico Model 3, cujo custo inicial é de US$ 35.000 e é capaz de andar 345 km a cada carga. Alguns dias após o seu anúncio, 300.000 pedidos foram realizados e os clientes fizeram depósitos de US$ 1.000 dólares por cada veículo solicitado. Trata-se de uma grande quantidade de dinheiro, mas poderá a Tesla produzir tantos carros assim, sendo que em toda sua história fabricou apenas cerca de 100.000 veículos? O fundador da Tesla, Elon Musk, diz que o Model 3s estará disponível para os clientes “no final de 2017”. Trata-se de uma espera de 20 meses ou mais para aqueles que fizeram o depósito.</p>
<p>A área de veículos elétricos não é dominada apenas pelos nomes que fazem parte do cenário automotivo há gerações. Com o tempo, nomes como Mullen Technologies e Faraday Future poderão vir à mente, assim como a Tesla, quando pensarmos a respeito dos veículos elétricos.</p>
<p>A BMW também está se movendo nessa direção com grande empenho. De fato, eles acreditam que os híbridos vão contar como a maior parte de suas vendas dentro de uma década. O elétrico com portas traseiras i3 tem preço mínimo de US$ 42.400 e viaja 128 km com uma única carga. O veículo esportivo BMW i8 pode ir de 0 a 60 em 4,2 segundos, o que é muito atraente.</p>
<p>Ouvimos muitas notícias sobre como os robôs estão substituindo as pessoas, especialmente nas instalações automatizadas de produção, como as da indústria automotiva. Eu gostaria de mencionar uma reviravolta particularmente interessante, e talvez até irônica, que foi publicada por nós, em primeira mão, em uma de nossas recentes newsletter. A Mercedes-Benz (M-B) dispensou os robôs. Por quê? Os robôs não conseguem acompanhar a demanda dos consumidores por customização. Ao usar uma equipe de trabalhadores altamente capacitada, a M-B pode mudar uma linha de produção em um final de semana, em vez de levar várias semanas para reprogramar os robôs e ajustar os padrões de montagem.</p>
<p>Bem, isso é tudo que pode ser colocado neste espaço de impressão. Pelos dois últimos anos eu teria dito nessa coluna que a indústria automotiva estava crescendo. A minha perspectiva atual é mais plana, porém, continuaremos a trazer informações porque sabemos que muitos da nossa indústria prosperam quando a automotiva está saudável.</p>
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		<title>A retórica se aquece</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2016 16:45:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas informações úteis para aqueles que possam ter seus negócios afetados por essa onda de calor política</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: left;">Nesse mês, como o volume é focado nos tratamentos e nos tratadores térmicos, pareceu apropriado trazer algumas informações úteis para aqueles que possam ter seus negócios afetados por essa onda de calor política</h3>
<p style="text-align: left;">Eu estou acostumado a sentir o calor opressivo de uma fábrica de fundição, ou de uma instalação de tratamento térmico, próximo aos banhos de sal, mas, com certeza, nos últimos dias, o clima também está bastante quente lá fora. Isso claramente tem a ver com o momento de campanhas políticas no qual estamos imersos, porém, há outra mensagem política jogando mais ar quente. Essa mensagem se relaciona com todo o tema de aquecimento global (Global Warming &#8211; GW), ou, para os politicamente corretos, alterações climáticas.</p>
<p style="text-align: left;">Esse assunto já foi tratado anteriormente nesta seção dos EUA, no entanto, nesse mês, como o volume é focado nos tratamentos e nos tratadores térmicos, pareceu apropriado trazer algumas informações úteis para aqueles que possam ter seus negócios afetados por essa onda de calor política. Nos últimos meses, este assunto foi bastante recorrente nos noticiários devido à conferência climática realizada em Dezembro, na França.</p>
<p style="text-align: left;">O fator-chave a que você deve estar alerta, quando for decidir se irá se juntar ou não às maquinações deles, é que não há um consenso sobre o que está causando o GW (ausente nos últimos 18 anos) e se os humanos, de fato, têm algum impacto sobre ele. Você vai ouvir que 97% dos cientistas concordam que sim, mas essa é uma informação imprecisa e enganosa. É quase como se os políticos estivessem tentando fazer o truque mental Jedi naqueles de mente fraca. Não seja enganado.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo a Forbes, os pesquisadores envolvidos nesses estudos distorceram as respostas de uma questão sem sentido e deturparam muitos trabalhos científicos. Pesquisas mais confiáveis (imparciais) não chegaram a um consenso.</p>
<p style="text-align: left;">Em um livro recentemente publicado, intitulado “Por que os Cientistas Discordam sobre o Aquecimento Global” (Why Scientists Disagree About Global Warming), os autores tecnicamente qualificados (todos cientistas) apontam para quatro razões: conflito entre cientistas de diferentes áreas; incertezas científicas fundamentais com relação ao modo como o clima global responde à presença humana; falha no Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (Intergovernmental Panel on Climate Change &#8211; IPCC) das Nações Unidas para fornecer guias objetivos desta ciência complexa; e parcialidade entre os pesquisadores.</p>
<p style="text-align: left;">O meu editorial de Julho de 2007 parece notavelmente presciente, conforme eu acompanho as notícias recentes. Vale a pena a sua releitura, por meio desta curta URL (www.industrialheating.com/hotair). Sem refazer muito a mesma lógica, a chave para o combate contra essa onda quente política pode ser a pessoa que iremos eleger para a presidência.</p>
<blockquote><p>“O fator-chave a que você deve estar alerta, quando for decidir se irá se juntar ou não às maquinações deles, é que não há um consenso sobre o que está causando o GW e se os humanos, de fato, têm algum impacto sobre ele. Você vai ouvir que 97% dos cientistas concordam que sim, mas essa é uma informação imprecisa e enganosa.”</p></blockquote>
<p style="text-align: left;">Regulamentações a respeito de fatores como CO2 e ozônio aumentaram significativamente sob a administração atual. Na verdade, o número de páginas no Código de Regulamentações Federais aumentou em 15% com o Obama. As regulamentações federais que controlam nossas vidas agora preenchem 200.000 páginas. Durante essa campanha presidencial, nós pedimos a você que analise esta questão e decida quais candidatos apoiam o lado da razão e da ciência para interromper essa maré de crescimento das regulamentações federais. Se isso for deixado sem verificação, há alguma dúvida de onde nós iremos terminar? O que irá acontecer com indústrias dependentes de energia, como as nossas, caso deixemos o truque mental Jedi nos influenciar? Um artigo de Janeiro (nos EUA), em resposta ao anúncio da Tata Steel de que estava cortando 1.000 empregos no Reino Unido, indicou que altos custos de energia e importações baratas de aço (especialmente da China) eram as responsáveis. Os custos com energia da Tata Steel são muito maiores por causa de uma variedade de taxas ambientais que são cobradas dos grandes usuários de energia. Caso seja permitido que as regulamentações continuem a atuar nos Estados, nós teremos o mesmo destino. E empresas como a U.S. Steel, que perdeu $ 1,5 bilhão no ano passado, vão acabar em uma situação como a da Tata Steel.</p>
<p style="text-align: left;">Felizmente, enquanto eu escrevo, ouvi que a Corte Suprema dos EUA bloqueou regulamentações federais para frear emissões de CO2 das plantas de energia. Um total de 27 Estados e várias empresas e grupos de negócios (como a Associação Americana dos Fabricantes de Manufaturados (National Association of Manufacturers &#8211; NAM)) fizeram uma requisição para que a Corte bloqueasse o Plano de Energia Limpa do Obama. São boas notícias para a nossa indústria e más notícias para o Obama.</p>
<p style="text-align: left;">Como nosso artigo está chegando ao fim, vou usar o mesmo parágrafo de fechamento que escrevi em 2007.</p>
<p style="text-align: left;">“Com tão pouca evidência científica de que o aquecimento global é provocado por humanos, poderes políticos e a mídia fizeram disso uma questão moral. Em virtude dessa nova ‘religião’, meu editorial pode ser considerado imoral. No entanto, é cientificamente exato. Antes de permitirmos que legislações/regulamentações limitem a nossa liberdade de conduzir os negócios do modo como estamos acostumados, deveríamos ter certeza de que a ciência apoia as posições ‘morais’ adotadas pelas entidades políticas”.</p>
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		<title>A tomada de poder da tecnologia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2016 11:34:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A “revolução robótica” pode ser considerada como a quarta revolução industrial, após o vapor (descaroçador de algodão, Cotton Gin), a produção em massa (Henry Ford) e os produtos eletrônicos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano novo se inicia com expectativas sobre novas tecnologias e nós nos perguntamos como nossas vidas serão impactadas e influenciadas por elas &#8211; se para melhor ou pior. Para ser específico, robôs criados para manufatura estão chegando; na verdade, alguns já estão presentes em indústrias. Permitam-me compartilhar algumas ideias, baseadas em diversas fontes especializadas no assunto, para formar uma perspectiva do que está por vir.</p>
<p>A “revolução robótica” pode ser considerada como a quarta revolução industrial, após o vapor (descaroçador de algodão, Cotton Gin), a produção em massa (Henry Ford) e os produtos eletrônicos. Assim como em épocas passadas, muitos de nós se questionam se estes novos robôs irão roubar nossos trabalhos. Se analisarmos as três revoluções anteriores, podemos dizer com segurança que isto realmente aconteceu em alguns casos limitados, porém, também trouxe novos trabalhos e novas oportunidades.</p>
<p>A revista Fortune caracterizou este momento que estamos vivendo como “o quarto ponto de mudança”, classificação similar à de “quarta revolução industrial”. O primeiro ponto de mudança ocorreu durante o século XIX: substituiu a produção em oficinas artesanais pelas indústrias, maiores e mais eficientes, e diminuiu o valor das habilidades dos artesãos. Na verdade, foi a partir deste primeiro ponto que o mercado de trabalho começou a exigir que os seres humanos atuassem como máquinas. Nas últimas 10 gerações, aprendemos a fazer o trabalho das máquinas melhor do que elas mesmas.</p>
<p>Esta maneira de pensar &#8211; a de trabalhar como máquinas &#8211; continuou presente no mercado durante o segundo ponto de mudança, exigindo que os trabalhadores fossem ainda mais habilidosos e tivessem melhor formação educacional, de modo a acompanhar os avanços tecnológicos surgidos no século XX. No terceiro ponto de mudança, trabalhadores medianos começaram a perder seus empregos, conforme suas atividades passavam a ser substituídas de maneira mais simples e fácil por computadores. Essencialmente, estes trabalhadores não foram capazes de executar suas atividades melhor do que os computadores que os substituíram.</p>
<blockquote><p>“Para se ter sucesso, o que precisamos fazer no futuro é parar de tentar ser melhores do que as máquinas e começarmos a agir mais como humanos.”</p></blockquote>
<p>No atual quarto ponto de mudança, a demanda por habilidades cognitivas parece estar diminuindo, enquanto a busca por habilidades interpessoais está aumentando. O paradigma de realizar o trabalho das máquinas melhor do que elas mesmas está chegando ao fim, uma vez que as máquinas executam algumas atividades melhor do que jamais poderemos fazer. Vamos ver o que isso significa para os trabalhadores da quarta revolução industrial.</p>
<p>Para se ter sucesso, o que precisamos fazer no futuro é parar de tentar ser melhores do que as máquinas e começarmos a agir mais como humanos. Segundo a FORTUNE, continuaremos a ser valiosos ao fazer trabalhos que as pessoas irão insistir para que sejam feitos por humanos.</p>
<p>&#8211; Os humanos vão permanecer no controle.<br />
&#8211; Humanos precisam trabalhar juntos para alcançar objetivos em comum.<br />
&#8211; Somente humanos podem satisfazer necessidades interpessoais profundas.<br />
&#8211; De acordo com Meg Bear, vice-presidente do grupo Oracle, “empatia é a habilidade crítica do século XXI”.</p>
<p>Você irá notar que eu tenho usado o termo “atividades” em vez de “empregos” porque um relatório recente da McKinsey indicou que poucas ocupações serão inteiramente automatizadas. Mais precisamente, certas atividades tendem a ser automatizadas, fazendo com que seja necessária uma transformação no mundo de processos e negócios. O relatório discutiu os quatro fundamentos da automação dos locais de trabalho:</p>
<p>&#8211; A automação de atividades: é estimado que 45% das atividades de trabalho possam ser automatizadas, junto de um risco de 13%, conforme o desenvolvimento da automação.<br />
&#8211; A redefinição de empregos e processos de negócios: o relatório indicou que menos de 5% das ocupações poderiam ser completamente automatizadas, mas 60% das ocupações poderiam ter mais de 30% de suas atividades automatizadas.<br />
&#8211; O impacto das ocupações de altos salários: o relatório mostra que mesmo profissionais muito bem pagos (como CEOs, médicos) correrão o risco de ter parte de suas atividades automatizadas.<br />
&#8211; O futuro da criatividade e do significado: conforme a automatização substituir as tarefas mais mundanas, as pessoas terão mais tempo para ajudar umas às outras.</p>
<p>Em 2016, a Industrial Heating estará enfatizando as interações humanas relevantes por meio da criação de um comitê executivo. Nós sempre enxergamos nosso papel como o de promover relações, conectando necessidades com aqueles que desejam encontrá-las e ajudando indivíduos a obter mais sucesso. Em uma base quadrimestral, o comitê executivo irá discutir condições de mercado, novidades da indústria, eventos e tópicos que acompanharão a indústria. Isto permitirá o encontro regular da Industrial Heating com executivos-chave para estabelecer relacionamentos que irão melhorar a experiência de trabalho de todos.</p>
<p>Nós não vemos o comitê executivo como uma resposta à automação, no entanto, o modo como a indústria irá responder ao quarto ponto de mudança poderá ser um assunto a ser discutido. Os relacionamentos que iremos estabelecer vão nos ajudar a obter êxito durante o século XXI.</p>
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		<title>Aço cíclico e influências externas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2015 13:41:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os ciclos de baixa parecem ser de cerca de dois anos e ocorrem aproximadamente a cada cinco anos, sendo esse intervalo afetado por influências externas</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/aco-ciclico-e-influencias-externas/">Aço cíclico e influências externas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo trabalhado na indústria de aço nos EUA por mais de 25 anos &#8211; como fabricante e usuário de aço -, é claro para mim que esta indústria experimenta ciclos. Sem pesquisar peritos e os dados, os ciclos de baixa parecem ser de cerca de dois anos e ocorrem aproximadamente a cada cinco anos. Esse intervalo é afetado por influências externas, tais como a força das indústrias automobilísticas, aeroespaciais ou óleo e gás. A saúde de empresas está atualmente sendo afetada pela crise no setor de petróleo e gás.</p>
<p>Quando a indústria entra em um destes ciclos de declínio, os pedidos por proteção ficam mais altos. Provavelmente, isto ocorra porque durante os períodos de baixa demanda, quando o aço está mais abundante (ao redor do mundo), é mais provável que se importe aço para os EUA e para outros países que utilizam o aço com custos mais baixos, o que afeta os fabricantes internos de aço. No início de 2015, a importação de aço dos EUA foi de 32% do mercado, um índice historicamente alto. Como reação a este último ciclo, foram promulgadas novas leis de comércio, as quais pretendem salvar empregos nesta área.</p>
<p>Em Junho, o American Iron and Steel Institute (AISI) aplaudiu a aprovação do projeto de lei (240-190) das contas alfandegárias pela Câmara dos Deputados. O AISI diz que, com este projeto de lei, espera-se melhorar as leis do comércio oferecendo mecanismos mais efetivos para limitar as importações de produtos de baixa qualidade e subsidiados pelo mercado americano. O Senado também aprovou este projeto de lei.</p>
<p>A ArcelorMittal, a U.S. Steel e outras siderúrgicas domésticas recentemente abriram um processo comercial contra a China, Índia, Coreia do Sul e Taiwan. A apresentação destes tipos de casos de “antidumping” talvez tenha se tornado mais fácil devido à mudança na legislação encorajando a indústria a apresentar mais casos de comércio desleal. No passado, as siderúrgicas eram mais relutantes em apresentar tais casos temendo que não cumprissem os requisitos de prejuízo.</p>
<p>A nova legislação diz: “&#8230; o ITC (United States International Trade Commission &#8211; USITC ou também I.T.C., Comissão de Comércio Internacional dos EUA) não pode determinar que não há prejuízo material ou ameaça de prejuízo material para uma indústria nos Estados Unidos meramente porque aquela indústria é rentável ou porque o desempenho daquela empresa aumentou recentemente.” O CEO da U.S. Steel, Mario Longhi, chamou a mudança de “um primeiro passo importante” para nivelar o campo de jogo contra as importações desleais.</p>
<p>O Trans-Pacific Partnership (TPP) é outra proposta de acordo comercial que talvez afete a indústria norte-americana e a segurança dos empregos dos trabalhadores dos EUA. Nós não conhecemos as especificidades do TPP, mas a The Alliance for American Manufacturing (em português, Aliança pela Manufatura Americana) quer que nós peçamos ao congresso norte-americano para garantir que o TPP pare com esta moeda fraudulenta. Eles sugerem que durante, somente, 2013, cerca de 900.000 postos de trabalho americanos foram perdidos devido ao déficit comercial com o Japão e que a sua moeda fraudulenta ajudou no crescimento deste déficit. Eu não posso falar pessoalmente sobre o TPP, mas parece-me estranho que o Presidente Obama e os Republicanos estejam trabalhando juntos nesta legislação. Você decide se levanta alguma bandeira vermelha.</p>
<h4>Legislação Ambiental</h4>
<p>Ao mesmo tempo em que algumas legislações podem ter um impacto positivo sobre a indústria dos EUA e os seus trabalhadores, as legislações ambientais claramente não estão ajudando. Um exemplo é a regulação do ozônio proposta pela EPA (Environmental Protection Agency, Agência de Proteção Ambiental dos EUA). Um representante da NAM (National Association of Manufacturers, em português Associação Nacional de Manufatura) testemunhou, em uma audiência intitulada “Regra do Ozônio Proposta pela EPA: Impactos Potenciais na Manufatura”, dizendo que “mais de 66% dos fabricantes estão preocupados em como os novos padrões para o ozônio impactarão nos seus negócios”. A NAM está encorajando a EPA e a Casa Branca a manter os padrões atuais para o ozônio.</p>
<p>Olhando de uma forma generalista para os impactos da administração Obama na agenda climática, um estudo do início deste ano indicou que as regulações da EPA poderiam eliminar 586.000 postos de trabalho até 2023.<br />
Um estudo anterior feito pela Heritage Foundation esboçou as seguintes projeções em relação aos impactos das regulações até 2030:</p>
<p>• Perda de 500.000 postos de trabalho na indústria norte-americana;<br />
• Perda de 45% dos postos de trabalho nas minas de carvão;<br />
• Perda de US$ 2,5 trilhões no PIB dos EUA;<br />
• US$ 7.000 (ajustado pela inflação) de perda de renda por pessoa.</p>
<p>Como nós incitamos nos leitores no passado, prestar atenção nestes problemas é algo que você deve a si mesmo, aos seus funcionários e à sua indústria. Ser um defensor quando você deveria defender políticas específicas e a indústria dos EUA e se opor a políticas que prometem afetar negativamente a indústria do processamento térmico em altas temperaturas.</p>
<p>Se não for você, quem será?</p>
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		<title>Rosie, a Forjadora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dean M. Peters]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2015 11:31:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O falecimento de Mary Doyle Keefe, no final de Abril de 1992, não é algo que esteja perdido em nós e, combinado com outro evento, nos induziu ao tópico deste mês. Na sua própria identidade, Keefe foi conhecida por quase todos nós. Mas, depois de duas manhãs servindo de modelo para Norman Rockwell em seu</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O falecimento de Mary Doyle Keefe, no final de Abril de 1992, não é algo que esteja perdido em nós e, combinado com outro evento, nos induziu ao tópico deste mês. Na sua própria identidade, Keefe foi conhecida por quase todos nós. Mas, depois de duas manhãs servindo de modelo para Norman Rockwell em seu estúdio, em Arlington, Vermount, em 1943 (para o qual ela recebeu US $10), ela se tornou “Rosie, a Rebitadeira” (Rosie the Riveter). Keefe, uma mulher pequena, viu a si mesma como uma volumosa e musculosa “Rosie” somente após a pintura ser feita. Rosie fez sua estreia na capa do Saturday Evening Post em 29 de maio de1943 e a partir daí ela se tornou um ícone cultural para a geração de mulheres que trabalhavam nas fábricas e estaleiros navais durante a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Essas mulheres faziam mais do que a sua parte na guerra, trabalhando em fábricas tradicionalmente dominadas por homens, as quais produziam equipamentos de guerra e materiais em suporte para a nação e para os homens que saíam para a luta como soldados nos teatros de conflito da Europa ou Pacífico. Uma escassez similar da mão de obra masculina ocorreu durante a Primeira Guerra Mundial, mas foi só em 1940 e, com o retrato de Rockwell, que o momento da Rosie começou. Durante a Segunda Guerra Mundial, as mulheres se tornaram operadoras de torno, de prensas furadeiras e, com certeza, rebitadeiras de carcaças de aeronaves, tanques, artilharias e muito mais.</p>
<p>O papel de Rosie mudou quando a paz chegou em Maio e Agosto de 1945 e ela se tornou um símbolo feminista no contexto cultural mais amplo. Mais de 70 anos após a capa de Rosie no Saturday Evening Post, a sua reputação ainda é conhecida por jovens e idosos de ambos os sexos. Mais importante, Rosie abriu por completo o campo de trabalho para as mulheres e acabou com a questão de gêneros como uma fator limitante nos tipos de emprego que uma mulher poderia procurar de forma realística.</p>
<p>Ela realmente fez isto?</p>
<p>O fato é que, hoje, no setor de manufatura, as mulheres correspondem a somente 29% do total de funcionários, o que está longe de ser representativo da sua proporção na população como um todo. Os papéis biológicos e culturais podem explicar parte da diferença, mas não podem explicar tudo. As mulheres no grupo industrial de “forjamento e estampagem” correspondem a somente 25% da força de trabalho. Somente 13% da mão de obra em fundições é feminina e o meu palpite é de que nas forjarias, em si, o número de funcionárias do sexo feminino seria próximo desta porcentagem &#8211; bem próximo.</p>
<p>Em três décadas cobrindo a indústria da conformação mecânica eu tenho observado em primeira mão a escassez de mulheres nesta área. Mas eu também tenho observado um aumento na porcentagem de mulheres estudantes (e professoras) sendo atraídos para carreiras nas tecnologias e processos de conformação metalúrgica.<br />
E, assim, chegamos ao segundo evento que inspirou este tópico.</p>
<p>Há alguns meses, Sharon Haverstock, uma executiva aposentada da empresa Scot Forge, tornou-se benfeitora, financiando uma nova bolsa de estudos para mulheres na indústria do forjamento (Forging Industry Women´s Scholarship), projetada para atrair e treinar mulheres que poderiam ser bem-vindas como futuras líderes desta indústria. A fundação FIERF &#8211; Forging Industry Educational and Research Foundation &#8211; foi escolhida para administrar este novo programa de patrocínio para mulheres em programas acadêmicos relacionados à  tecnologia de forjamento.</p>
<p>O Forging Industry Women´s Scholarship foi estabelecido como um resultado do que a FIERF descreve como “um presente muito generoso de Sharon Haverstock”. “Eu gostaria muito de honrar o povo e a indústria que ajudaram a me fornecer uma carreira de 32 anos incrivelmente emocionante e gratificante na forja”, ela explicou. O programa Forging Industry Women´s Scholarship oferecerá por ano três bolsas de estudo no valor de até US $ 5.000, com início em 2015, para as mulheres atualmente matriculados como estudantes em tempo integral nos EUA, Canadá e México cursando uma graduação, bacharelado ou mestrado em Engenharia, Administração, Marketing, Produção, ou uma área de estudos comparável a um colégio ou universidade credenciada. Será dada preferência aos alunos com uma conexão com a cadeia da forjaria, e o programa irá incentivar os beneficiários de bolsas de estudo para completar um estágio em uma empresa da indústria da forja. Claramente basta dizer que os investimentos de Sharon Haverstock no futuro da indústria do forjamento são muito necessários e visionários.</p>
<p>“O ponto de partida é que eu, apaixonadamente, gostaria de ver mais mulheres usufruindo da oportunidade de experimentar o que eu fiz &#8211; uma carreira divertida e recompensadora em posições de liderança nesta indústria empolgante. Eu acredito que ´pagando para ver´, por meio do estabelecimento desta bolsa de estudos para mulheres, posso ajudar para que isto aconteça.”</p>
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		<title>Os ciclos do aço e as influências externas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 15:52:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os ciclos de queda parecem durar cerca de dois anos e ocorrem, aproximadamente, a cada cinco anos, e este intervalo é afetado por influências externas </p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/os-ciclos-do-aco-e-as-influencias-externas/">Os ciclos do aço e as influências externas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo trabalhado na indústria do aço por mais de 25 anos &#8211; tanto como fabricante quanto como usuário de aço &#8211; para mim, é algo bastante claro que esta indústria passa por ciclos. Sem pesquisar especialistas ou dados, os ciclos de queda parecem durar cerca de dois anos e ocorrem, aproximadamente, a cada cinco anos. Este intervalo é afetado por influências externas como a força das indústrias automotivas, aeroespaciais e de óleo e gás. A “saúde” de empresas como a TimkenSteel, destacada na matéria de capa da edição americana do mês de Agosto, no momento atual está sendo afetada pelo declínio nas atividades do setor de óleo e gás.</p>
<p>Quando a indústria entra em um destes ciclos de declínio, os pedidos por proteção ficam mais altos. Provavelmente, isto ocorra porque durante os períodos de baixa demanda, quando o aço está mais abundante (ao redor do mundo), é mais provável que se importe aço para os EUA, e para outros países que utilizam o aço, com custos mais baixos, o que afeta os fabricantes internos de aço. No início de 2015, a importação de aço dos EUA foi de 32% do mercado, um índice historicamente alto. Como reação a este último ciclo, foram promulgadas novas leis de comércio, as quais pretendem salvar empregos nesta área.</p>
<p>Em Junho, o American Iron and Steel Institute (AISI) aplaudiu a aprovação do projeto de lei (240-190) das contas alfandegárias pela Câmara dos Deputados. O AISI diz que com este projeto de lei espera-se melhorar as leis do comércio oferecendo mecanismos mais efetivos para limitar as importações de produtos de baixa qualidade e subsidiados pelo mercado americano. O Senado também aprovou este projeto de lei.</p>
<p>A ArcelorMittal, a U.S. Steel e outras siderúrgicas domésticas recentemente abriram um processo comercial contra a China, Índia, Coreia do Sul e Taiwan. A apresentação destes tipos de casos de “antidumping” talvez tenha se tornado mais fácil devido à mudança na legislação encorajando a indústria a apresentar mais casos de comércio desleal. No passado, as siderúrgicas eram mais relutantes em apresentar tais casos temendo que não cumprissem os requisitos de prejuízo.</p>
<p>A nova legislação diz: “&#8230; o ITC (United States International Trade Commission &#8211; USITC ou também I.T.C., Comissão de Comércio Internacional dos EUA) não pode determinar que não há prejuízo material ou ameaça de prejuízo material para uma indústria nos Estados Unidos meramente porque aquela indústria é rentável ou porque o desempenho daquela empresa aumentou recentemente.” O CEO da U.S. Steel, Mario Longhi, chamou a mudança de “um primeiro passo importante” para nivelar o campo de jogo contra as importações desleais.</p>
<p>O Trans-Pacific Partnership (TPP) é outra proposta de acordo comercial que talvez afete a indústria norte-americana e a segurança dos empregos dos trabalhadores do EUA. Nós não conhecemos as especificidades do TPP, mas a The Alliance for American Manufacturing quer que nós peçamos ao congresso norte-americano para garantir que o TPP pare com esta moeda fraudulenta. Eles sugerem que durante, somente, 2013, cerca de 900.000 postos de trabalho americanos foram perdidos devido ao déficit comercial com o Japão e que a sua moeda fraudulenta ajudou no crescimento deste déficit. Eu não posso falar pessoalmente sobre o TPP, mas parece-me estranho que o Presidente Obama e os Republicanos estejam trabalhando juntos nesta legislação. Você decide se levanta alguma bandeira vermelha.</p>
<h4>Legislação Ambiental</h4>
<p>Ao mesmo tempo em que algumas legislações podem ter um impacto positivo sobre a indústria dos EUA e os seus trabalhadores, as legislações ambientais claramente não estão ajudando. Um exemplo é a regulação do ozônio proposta pela EPA (Environmental Protection Agency, Agência de Proteção Ambiental dos EUA). Um representante da NAM (National Association of Manufacturers &#8211; Associação Nacional de Manufatura) testemunhou, em uma audiência intitulada “Regra do Ozônio Proposta pela EPA: Impactos Potenciais na Manufatura”, dizendo que “mais de 66% dos fabricantes estão preocupados em como os novos padrões para o ozônio impactarão nos seus negócios”. A NAM está encorajando a EPA e a Casa Branca a manter os padrões atuais para o ozônio.</p>
<p>Olhando de uma forma generalista para os impactos da administração Obama na agenda climática, um estudo do início deste ano indicou que as regulações da EPA poderiam eliminar 586.000 postos de trabalho até 2023.<br />
Um estudo anterior feito pela Heritage Foundation esboçou as seguintes projeções em relação aos impactos das regulações até 2030:</p>
<p>• Perda de 500.000 postos de trabalho na indústria norte-americana;<br />
• Perda de 45% dos postos de trabalho nas minas de carvão;<br />
• Perda de US$ 2,5 trilhões no PIB dos EUA;<br />
• US$ 7.000 (ajustado pela inflação) de perda de renda por pessoa.</p>
<p>Como nós incitamos nos leitores no passado, prestar atenção nestes problemas é algo que você deve a si mesmo, aos seus funcionários e à sua indústria. Ser um defensor quando você deveria defender políticas específicas e a indústria dos EUA e se opor a políticas que prometem afetar negativamente a indústria do processamento térmico em altas temperaturas. Se não for você, quem será?</p>
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		<title>Notícias automotivas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2015 16:33:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parece que todos os dias surgem notícias sobre o ramo automotivo e vale a pena rever essas histórias para vermos em qual caminho os ventos automotivos estão soprando</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que todos os dias surgem notícias sobre o ramo automotivo. Vale a pena rever essas histórias para vermos em qual caminho os ventos automotivos estão soprando, principalmente, porque nós reconhecemos que a saúde de muitos dos nossos negócios sobe e desce (ao menos em alguma extensão) com as tendências da indústria automobilística.</p>
<h4>Previsões</h4>
<p>Dois prognósticos &#8211; NADA e IHS &#8211; preveem a venda de 16,9 milhões de veículos em 2015 nos EUA. É um aumento de cerca de 500.000 unidades comparado com 2014. A IHS Automotive prevê vendas automotivas globais de 88,6 milhões em 2015, um aumento de 2,4% sobre 2014. No Canadá, as vendas de veículos leves atingiram um recorde em 2014, o qual é esperado que seja quebrado neste ano. É previsto que a produção de veículos norte-americanos aumente continuamente até 2022.</p>
<h4>Tendências dos Fabricantes</h4>
<p>Olhando para o prazo até 2022, é previsto que a GM, a Ford e a Fiat Chrysler serão as números 1, 2 e 3. Completando as 10 mais na América do Norte em 2022 estarão a Toyota, a Honda, a Renault-Nissan, a Hyundai-Kia, a Volkswagen, a BMW e a Mercedes.</p>
<p>Atualmente, a Toyota está no topo mundial das empresas automobilísticas. A empresa publicou no início do ano ganhos em vendas de 12 a 13% com a sua divisão de luxo, a Lexus publicou um aumento de 22% em fevereiro. Da mesma forma, apesar de menor que a Toyota, a Nissan relatou ganhos e estabeleceu um recorde em fevereiro. A sua marca de luxo, Infinity, aumentou quase 20% em relação ao ano anterior, em fevereiro.</p>
<p>A Volvo anunciou planos de construir sua primeira fábrica nos EUA, quase 60 anos depois de começar a vender carros aqui. Será a quinta fábrica da Volvo e os investimentos serão de cerca de US$ 500 milhões. A localização ainda não foi anunciada. No último ano, a Volvo quebrou o seu recorde de vendas anterior, que se deu em 2007.</p>
<p>As marcas de luxo têm sido as maiores ganhadoras nos últimos 5 anos, com aumento de vendas de 154% comparado com um ganho de 36% no mercado automobilístico geral. Possivelmente estimuladas por estes ganhos, as marcas de luxo apresentaram diversas otimizações das linhas no Geneva International Motor Show. A Bentley exibiu o seu carro esportivo pequeno, a Aston Martin prometeu uma SUV e a Koenigsegg (uma empresa sueca) introduziu um carro esportivo que custará US$ 1,9 milhão.</p>
<p>Aqui nos EUA, um novo fabricante norte-americano, a VL Automotive, está iniciando a produção do VL Destino. É basicamente o Fisker Karma sem as baterias e o sistema elétrico. Em vez disso, ele é alimentado pelo motor V-8 do Corvette ZR-1 de 630 hp sobrealimentado com supercharger, com uma caixa de câmbio GM automática de seis velocidades. O preço estará em torno de US$ 200.000,00.</p>
<h4>Abastecendo o Crescimento</h4>
<p>Apesar dos preços mais baixos do petróleo, a GM planeja seguir em frente com seus planos para expandir a sua estratégia para os veículos elétricos. A GM está comprometida com a construção do Bolt para 2017, o qual tem uma autonomia de 320 km. Ela também produzirá o Chevy Malibu Hybrid 2016, o qual utilizará componentes do powertrain do Volt para atingir um consumo de 19 km/l.</p>
<p>A Volkswagen planeja lançar um veículo elétrico nos EUA em torno de 2018. Foi relatado que a VW está dando uma atenção séria para a inovação da tecnologia das baterias de estado sólido. Foi antecipado que a VW decidirá o futuro dos investimentos nesta bateria no verão.</p>
<p>A Nissan recentemente entregou o seu 75.000º LEAF todo elétrico. O LEAF tem uma autonomia de cerca de 135 km.</p>
<p>Um novo relatório indica que é esperado que as vendas ao redor do mundo dos veículos com gás natural atinjam 37,2 milhões na década que finaliza em 2024.</p>
<h4>Tendências Tecnológicas</h4>
<p>As altas tecnologias dos sistemas para evitar colisões estão fazendo com que nossos carros sejam mais seguros. A tecnologia que parece estar ganhando bastante pressão recentemente consiste nos veículos com direção autônoma. A Volvo anunciou recentemente que completou os projetos do seu carro que dirige sozinho e que planeja colocá-lo na estrada em dois anos. A Volvo está desafiando a Nissan e a Google para ser a primeira a colocar em circulação carros totalmente automatizados.</p>
<p>Enquanto eu escrevo, um carro que dirige sozinho está fazendo uma viagem da Califórnia para Nova Iorque. Três pessoas estarão viajando neste Audi modificado e, na maior parte do tempo, ninguém estará dirigindo. O carro utiliza a tecnologia de dirigir sozinho da Delphi, a qual inclui cerca de 20 sistemas de sensores.</p>
<p>Há uma previsão de que a primeira aplicação no mundo real desta tecnologia será para veículos que podem te deixar na porta, estacionar sozinhos e retornar para te buscar. O futuro é agora!</p>
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