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	<title>Arquivos Mineração - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Arquivos Mineração - Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>BNDES e Finep financiam R$ 1,4 bi em inovação na mineração e transformação mineral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2018 14:18:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#indústria]]></category>
		<category><![CDATA[#máquinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos destaques diz respeito aos minerais estratégicos, os chamados "Portadores de Futuro”, como terras raras, grafita, lítio, silício e titânio. A linha foi a segunda mais concorrida, com 11 projetos enviados</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/bndes-e-finep-financiam-r-14-bi-em-inovacao-na-mineracao-e-transformacao-mineral/">BNDES e Finep financiam R$ 1,4 bi em inovação na mineração e transformação mineral</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) aprovaram investimento de mais de R$ 1,4 bilhão em pesquisa, desenvolvimento e inovação na área de mineração e transformação mineral. Os projetos foram selecionados no âmbito do edital Inova Mineral – segunda rodada. Ao todo, foram escolhidas 19 propostas, de um total de 50 inscritas.</p>
<p>A demanda superou a primeira etapa da chamada, quando foram recebidas 42 propostas — das quais 24 foram aprovadas, com R$ 737 milhões em investimentos previstos.</p>
<p>O maior número de projetos aprovados é voltado para tecnologias e processos para redução e mitigação de riscos e impactos ambientais, como a recuperação e aproveitamento de resíduos: sete projetos (cerca de 37% dos selecionados), totalizando pouco mais de R$ 1 bilhão. A linha, inclusive, foi a que mais recebeu propostas (15 no total).</p>
<p>De acordo com Maurício Syrio, superintendente de Inovação em Indústria, Engenharia e Serviços da Finep, após o rompimento, em novembro de 2015, da barragem da Samarco, em Mariana (MG), era esperado que viessem em maior número os projetos com foco na preservação do meio ambiente. “Alguns propõem o reaproveitamento de rejeitos e evitam, assim, a necessidade de barragens”, afirma Syrio.</p>
<p>Outro destaque diz respeito aos minerais estratégicos, os chamados &#8220;Portadores de Futuro”, como terras raras, grafita, lítio, silício e titânio. As 5 propostas aprovadas, com valor total de R$ 290 milhões, representam aproximadamente 26% do total selecionado. A linha foi a segunda mais concorrida, com 11 projetos enviados.</p>
<p>As outras linhas são: Tecnologias de Mineração (3 projetos); Desenvolvimento e Produção Pioneira  de Máquinas, Equipamentos, Softwares e Sistemas (3); e Minerais Estratégicos com Elevado Déficit Comercial: Fosfato e Potássio (1). Segundo Pedro Paulo Dias, gerente do Departamento de Mineração e Metais do BNDES, as empresas selecionadas com propostas mais maduras devem começar a receber desembolsos ainda em 2018.</p>
<p><strong>Sobre o programa</strong></p>
<p>O Inova Mineral tem como objetivo estimular o desenvolvimento de novas tecnologias no setor de mineração e transformação mineral. O programa, que prevê investimentos até 2023, já fomentou um total de 90 planos de investimentos em inovação e sustentabilidade no setor, que representam uma demanda por recursos da ordem de R$ 2 bilhões. Os investimentos aprovados contemplam um conjunto de cerca de 60 empresas e 30 instituições de ciência e tecnologia.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:</strong></span></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/embrapii-financia-projetos-de-pdi-com-valor-nao-reembolsavel/">-&gt; EMBRAPII financia projetos de PD&amp;I com valor não-reembolsável</a></p>
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		<title>Anglo American vai iniciar obras e prevê elevar em 56% produção de minério no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2018 12:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anglo American]]></category>
		<category><![CDATA[Mineração]]></category>
		<category><![CDATA[Minério]]></category>
		<category><![CDATA[Minério de ferro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos planos da empresa estão previstos investimentos de 1 bilhão de reais para expandir a capacidade anual de extração de seu único sistema de minério de ferro no Brasil, chamado Minas-Rio</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A mineradora Anglo American (AAL.L) está pronta para dar início, a qualquer momento, às obras necessárias para elevar em 56 por cento a capacidade de produção de minério de ferro no Brasil, após obter nesta sexta-feira licenças prévia e de instalação do órgão ambiental de Minas Gerais, afirmou à Reuters o presidente da companhia no país, Ruben Fernandes.</p>
<p>Nos planos da empresa estão previstos investimentos de 1 bilhão de reais para expandir a capacidade anual de extração de seu único sistema de minério de ferro no Brasil, chamado Minas-Rio, em Minas Gerais, dos atuais 17 milhões para 26,5 milhões de toneladas por ano.</p>
<p>“Agora a gente tem que preparar as infraestruturas&#8230; Nosso projeto já tem capacidade nominal na planta de beneficiamento, no mineroduto e no porto. Só faltava o acesso à mina. Essas licenças nos permitem o início das obras de instalação para acessar o minério”, disse o executivo.</p>
<p>Fernandes destacou que as licenças são importantes para garantir a continuidade das operações do Minas-Rio por mais 15 anos, mas afirmou ainda ser preliminar estimar uma data de quando as operações com a capacidade nova poderão ser iniciadas.</p>
<p>Após a conclusão das obras de instalação, a empresa ainda necessitará de uma licença de operação.</p>
<p>“Claro que esse ano não (iniciamos a operação da capacidade nova), porque a licença de operação a gente ainda não tem, então é alguma coisa a partir do ano que vem”, disse o executivo, evitando fazer previsões.</p>
<p>Anteriormente, a empresa havia planejado atingir a capacidade de 26,5 milhões de toneladas no segundo trimestre de 2016, mas anunciou no passado um adiamento para 2018, citando questões relacionadas a licenças em uma apresentação em que listou uma série de cortes devido à queda dos preços da commodity na época.</p>
<p>O executivo explicou ainda que a empresa irá atualizar o cronograma das obras de instalação, após alguns atrasos para a liberação das licenças. Condicionantes determinadas pelo órgão ambiental ao conceder as permissões também terão que ser incluídas no cronograma.</p>
<p>Segundo Fernandes, o processo de licenciamento foi bastante robusto e complexo e durou o tempo necessário para ficar adequado ao projeto.</p>
<p>O Minas-Rio, que teve seu primeiro carregamento em outubro de 2014, produziu no ano passado 16,8 milhões de toneladas de minério de ferro. No entanto, a expectativa é que o sistema atual esgote seu minério ainda neste ano.</p>
<p>“A gente teria minério de fato até o fim do ano só, então por isso que é super importante ter essas licenças agora.”</p>
<p>O executivo ressaltou que o Sistema Minas-Rio emprega hoje 4.800 funcionários e, durante as obras de ampliação, deverá agregar mais cerca de 800 funcionários temporários que serão contratados pela empresa de construção que irá realizar as obras.</p>
<p>Maior investimento estrangeiro já feito no setor no Brasil até então, o Minas-Rio foi adquirido pela Anglo entre 2007 e 2008, do empresário Eike Batista, por cerca de 5,5 bilhões de dólares.</p>
<p>O empreendimento conta com um mineroduto de 530 quilômetros de comprimento que, com o uso de água, transporta o produto de mina e unidade de beneficiamento da Anglo em Conceição do Mato Dentro e Alvorada de Minas, no Estado de Minas Gerais, até o Porto do Açu, no Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>Fonte: Reuters, por Marta Nogueira.</strong></p>
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		<title>Complexo de mineração S11D, da Vale, completa um ano de operação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2017 16:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mineração]]></category>
		<category><![CDATA[S11D]]></category>
		<category><![CDATA[Vale]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De janeiro a novembro, a produtividade chegou a 6,5 mil de toneladas por hora para uma capacidade de 8 mil de toneladas por hora. Em 2018, a expectativa de produção é de 50 a 55 milhões de toneladas</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/complexo-de-mineracao-s11d-da-vale-completa-um-ano-de-operacao/">Complexo de mineração S11D, da Vale, completa um ano de operação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-17635" src="http://aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2017/12/pátio-de-estocagem-do-complexo-s11d-eliezer-batista_foto_ricardo-teles.jpg" alt="" width="700" height="500" /></p>
<p>O Complexo S11D Eliezer Batista completou, neste mês de dezembro, um ano de operação com a estimativa de produzir 22 milhões de toneladas de minério de ferro em 2017. O sistema truckless (conjunto de escavadeira, britadores e correias transportadoras) iniciou sua operação de forma antecipada em relação ao cronograma original do projeto e está performando acima do previsto para o primeiro ano de ramp up. De janeiro a novembro, a produtividade chegou a 6,5 mil de toneladas por hora para uma capacidade de 8 mil de toneladas por hora. Em 2018, a expectativa de produção é de 50 a 55 milhões de toneladas. Em 2019, a previsão é de 70 a 80 milhões, atingindo a capacidade de 90 milhões de toneladas em 2020.</p>
<p>O Complexo S11D inclui mina, usina, logística ferroviária e portuária e recebeu investimentos de US$ 14,3 bilhões.</p>
<p>O S11D permite à Vale reduzir o custo de produção.  A estimativa é de que, em 2020, o custo do minério de S11D entregue no Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, em São Luís (MA), excluindo os royalties, o chamado custo-caixa C1, fique em US$ 7,7 por tonelada &#8211; 47% menor que o custo C1 médio da Vale atual.</p>
<p>O investimento no S11D, que compreende mina, usina, ferrovia e porto, é da ordem de US$ 14,3 bilhões, US$ 6,4 bilhões estão sendo aplicados na implantação da mina e da usina e US$ 7,9 bilhões referem-se à construção de um ramal ferroviário de 101 quilômetros, à expansão da Estrada de Ferro Carajás (EFC), com obras no Maranhão e Pará, e à ampliação do Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, em São Luís (MA).</p>
<p><strong>Tecnologia</strong></p>
<p>Uma das principais soluções de produtividade que transformam a mina de S11D em referência em termos ambientais é a adoção do sistema truckless, um conjunto de estruturas composto por escavadeiras e britadores móveis interligados por correias transportadoras que, juntos, somam cerca de 68 quilômetros de extensão. Operando na mina, o sistema substitui os tradicionais caminhões fora de estrada utilizados na mineração convencional. Sem os caminhões, a Vale reduz em cerca de 70% o consumo de diesel, reduzindo a produção de resíduos, tais como pneus, filtros de óleo e lubrificantes.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-17636" src="http://aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2017/12/usina-de-processamento-de-s11d_foto_ricardo-teles.jpg" alt="" width="700" height="500" /></p>
<p>A usina de beneficiamento utiliza a rota de processamento à umidade natural, que permite reduzir em 93% o consumo de água, o equivalente ao abastecimento de uma cidade de 400 mil habitantes. Outra vantagem é a eliminação de barragens de rejeitos.</p>
<p>Com o truckless, somado ao beneficiamento à umidade natural, a Vale terá uma redução anual de, no mínimo, 50% das emissões de gases do efeito estufa, o que significa cerca de 130 mil toneladas de CO2 equivalentes que deixarão de ser emitidas. Haverá ainda uma economia de 18 mil MWh/ano de eletricidade, o consumo igual ao de 10 mil residências.</p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:</strong></span></p>
<p>-&gt; <a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/vale-conclui-venda-de-2-navios-para-chinesa-bocomm/">Vale conclui venda de 2 navios para chinesa Bocomm.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/complexo-de-mineracao-s11d-da-vale-completa-um-ano-de-operacao/">Complexo de mineração S11D, da Vale, completa um ano de operação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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		<title>Vale conclui venda de 2 navios para chinesa Bocomm</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2017 11:22:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bocomm]]></category>
		<category><![CDATA[Mineração]]></category>
		<category><![CDATA[Navios]]></category>
		<category><![CDATA[Vale]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> A transação conclui a venda de todos os 19 navios VLOCs pertencentes à Vale, como parte da estratégia de fortalecer o balanço e focar em ativos principais</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/vale-conclui-venda-de-2-navios-para-chinesa-bocomm/">Vale conclui venda de 2 navios para chinesa Bocomm</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-reactid="32">A Vale (<span id="“symbol_VALE3.SA_0”">VALE3.SA</span>) concluiu na última quinta-feira (07/12) a venda de dois navios para a chinesa Bocomm por cerca de 178 milhões de dólares, informou a mineradora brasileira em comunicado.</p>
<p data-reactid="33">O montante foi pago em 7 de dezembro e a transação conclui a venda de todos os 19 navios VLOCs pertencentes à Vale, como parte da estratégia de fortalecer o balanço e focar em ativos principais.</p>
<p><strong>Fonte: Reuters, por Gabriela Mello</strong></p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:</strong></span></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/titanic-um-estudo-de-falha-metal/"><strong>-&gt; Já que está lendo uma notícia sobre navios, que tal este artigo sobre o navio mais famoso da história?</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/vale-conclui-venda-de-2-navios-para-chinesa-bocomm/">Vale conclui venda de 2 navios para chinesa Bocomm</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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