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	<title>Arquivos WhitePaper - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Arquivos WhitePaper - Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>Retificação Centerless &#8211; O Domínio do Processo é a garantia do sucesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2020 17:49:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[White Paper]]></category>
		<category><![CDATA[Retificação Centerless]]></category>
		<category><![CDATA[WhitePaper]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Continuando com nossa explanação sobre os elementos de influência no processo de retificação centerless de precisão, nosso destaque para hoje, será a Régua de Apoio. Assim como foi evidenciado no WP anterior, sobre a importância do ajuste correto da altura da peça, pelo ajuste da régua de apoio, temos que destacar agora, os detalhes, que</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando com nossa explanação sobre os elementos de influência no processo de retificação centerless de precisão, nosso destaque para hoje, será a Régua de Apoio.</p>
<p>Assim como foi evidenciado no WP anterior, sobre a importância do ajuste correto da altura da peça, pelo ajuste da régua de apoio, temos que destacar agora, os detalhes, que diferenciam a régua de apoio de precisão, para o processo de retificação de precisão.</p>
<p>Desde o material de sua construção, à sua precisão dimensional/geométrica e acabamento de sua face de apoio, ela fará toda a diferença na operação centerless de precisão, seja de passagem ou de mergulho. Mas antes de entrarmos nesses detalhes, vamos novamente, deixar bem claro, o  que devemos esperar, em uma régua de contato, de precisão:</p>
<p>1- A não ocorrência do desgaste em sua face de contato, com a geração da famosa “canaleta”, ou “caminho da peça”.</p>
<p>2- A não ocorrência de vibrações durante a retificação, motivado pelo seu dimensional/geométrico e/ou pelo ângulo de sua face de apoio.<br />
3- A não ocorrência de “marcas” na peça, motivado pelo mau acabamento, ou acabamento não espelhado de sua face de apoio.</p>
<p>4- E finalmente, uma longa vida útil, com um mínimo de desgaste, reposição e consertos.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-20394 aligncenter" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/09/fig1.jpg" alt="" width="446" height="157" /></p>
<p style="text-align: center;">Fig. 1- Régua de apoio com face espelhada</p>
<p>Exatamente, esse importantíssimo item deveria ser visto e manuseado como um equipamento de precisão e, não como um item de consumo.</p>
<p>Material da Régua: Como estamos tratando, de peças retificadas com alta precisão, sem dúvida alguma, nossa opção será sempre, por uma régua com corpo de aço e pista ou face de apoio em metal duro.</p>
<p>O espelhamento da régua (ex. fig. 1), refletindo a imagem da tela de meu NBook, é uma experiência pessoal, de muitos anos de vivência, em muitos cases de sucesso. A questão é tribológica, precisamos reduzir atrito, mesmo retificando materiais dúcteis, pois para isso, essa régua terá sempre a participação de um importante aliado, o fluído de corte ou solúvel lubrirefrigerante, que será um tema estratégico em nossos WPs.</p>
<p>Dimensionamento e Ângulo da Face de Apoio: Com certeza, assim como todos os elementos de ajuste da máquina, a régua<br />
também deverá seguir o “critério da rigidez”, portanto deverá ser construída com precisão e com dimensionamento proporcional ao diâmetro e peso da peça a ser retificada, como complemento do set-up ideal, para o preparador da máquina.</p>
<p>Existe uma relação muito estreita, entre o ângulo (β) de apoio da régua e o ângulo (y) de tangente, altura da peça AP, que conduz a uma condição de estabilidade da mesma, entre os rebolos de corte e arraste.</p>
<p>O fenômeno ocorre, á medida que as forças de corte são reduzidas, pela menor pressão do rebolo de corte sobre a peça e assim sendo, a mesma será retificada com um grau de liberdade maior (ângulo y 8°), que auxiliada pela sua melhor estabilidade entre os rebolos (ângulo β 30°), produzirá em sua superfície, um maior número de ondulações, a cada rotação, com a mudança de seu centro, que<br />
“busca” a concentricidade com seu diâmetro, reduzindo assim o erro de circularidade. (figs. 2, 3, 4)<img decoding="async" class="size-full wp-image-20397 aligncenter" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/09/fig-2.jpg" alt="" width="514" height="401" /> <img decoding="async" class="size-full wp-image-20396 aligncenter" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/09/fig-3.jpg" alt="" width="565" height="441" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-20395 aligncenter" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/09/fig-4.jpg" alt="" width="563" height="430" />O efeito corretivo mais significativo, vai ocorrer sempre para o ângulo tangente y (Fig. 3), mostrando a forte pressão do rebolo de corte para y=0°, que além de não corrigir a circularidade, também é responsável pelo desgaste da régua e mau acabamento na peça.</p>
<p>Já a elevação da peça para um y=8°, combinado com um y=30°, poderá trazer excelentes resultados.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-20398 alignleft" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/09/lanza.jpg" alt="" width="118" height="149" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autor: Angelo Valdir Lanza – Consultor especialista</p>
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		<title>Diamond-Like Carbon: DLC, por que funciona tão bem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 03:08:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[White Paper]]></category>
		<category><![CDATA[Certess]]></category>
		<category><![CDATA[DLC]]></category>
		<category><![CDATA[WhitePaper]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já há muito tempo, a indústria de componentes mecânicos adota soluções de engenharia de superfícies. Os motivadores para esta postura são muitos: pressões de custos, restrições ambientais, eficiência de processos, severidade de aplicações, entre outros. Dentre as muitas opções possíveis, certamente, uma das mais notáveis e pesquisadas das últimas décadas é o DLC, do inglês</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já há muito tempo, a indústria de componentes mecânicos adota soluções de engenharia de superfícies. Os motivadores para esta postura são muitos: pressões de custos, restrições ambientais, eficiência de processos, severidade de aplicações, entre outros.</p>
<p>Dentre as muitas opções possíveis, certamente, uma das mais notáveis e pesquisadas das últimas décadas é o DLC, do inglês Diamond-like Carbon.</p>
<p>A utilização destas camadas de base carbono cresce fortemente à medida que o conhecimento sobre suas características principais se difunde: a promoção de baixos coeficientes de atrito no sistema em que está inserida e sua altíssima resistência ao desgaste adesivo.</p>
<p>Especialmente para camadas de DLC do tipo a-C:H (carbono amorfo hidrogenado), hoje amplamente utilizadas em componentes mecânicos de precisão, é relativamente comum que até mesmo profissionais diretamente ligados a projetos envolvendo esta solução sejam alheios às razões que levam aos ganhos proporcionados por ela.</p>
<p>Para entender um pouco mais sobre a questão, é preciso olhar para a curva de Stribeck.</p>
<p>Esta mostra que o atrito (eixo y) em ambientes lubrificados é dependente da carga no contato, viscosidade do lubrificante e velocidade relativa. Todos estes fatores estão incorporados no número de Hersey (eixo x).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-20317 aligncenter" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/08/grafico-1.jpg" alt="" width="506" height="159" /></p>
<p style="text-align: center;">Figura 1 – Curva de Stribeck</p>
<p>Para nossa análise, a curva pode ser dividida em 3 regiões, que expõem o seguinte comportamento no contato entre superfícies:</p>
<p>Região 1 – Regime limite. As superfícies sólidas entram em contato, realizado majoritariamente através de asperezas.</p>
<p>Região 2 – Regime misto. Além de contato via asperezas das superfícies sólidas, a carga também é sustentada pelo lubrificante.</p>
<p>Região 3 – Regime hidrodinâmico. Quase nenhuma interação ocorre entre as asperezas, dado que a pressão hidrodinâmica é predominante no papel de sustentação da carga.</p>
<p>Revestimentos com camada funcional de DLC, como a família de revestimento CERTESS™ CARBON, promovem o deslocamento da curva de Stribeck para a esquerda (alterando o comportamento da linha vermelha para a linha azul tracejada). Assim, o contato é preservado, uma vez que a permanência do sistema de atrito nas regiões 1 e 2 é diminuída e a entrada no regime hidrodinâmico é adiantada. Na prática isso significa que os componentes mecânicos do sistema se desgastarão menos ou, em outras palavras, terão sua durabilidade estendida.</p>
<p>Outro importante efeito deste comportamento é que o atrito no sistema passa a ser reduzido por mais tempo, já que o nível de atrito nas regiões 2 e 3 é inferior ao da região 1.</p>
<p>Mas, como isso acontece?</p>
<p>Componentes revestidos com camada funcional de DLC promovem o “superfinishing” de superfícies, levando à forte diminuição da rugosidade do sistema. Assim, a espessura de filme de lubrificante necessária para separação das superfícies sólidas será menor. Isso contribui para dificultar o contato entre asperezas, levando ao deslocamento na curva de Stribeck mencionado acima.</p>
<p>Cabe lembrar que para que um sistema possa se beneficiar das características técnicas da família de camadas CERTESS™ CARBON &#8211; DLC, é determinante o projeto adequado da superfície antes do revestimento.</p>
<p>Há muitos anos o grupo HEF fornece no Brasil e exterior a tecnologia Certess® Carbon (revestimentos do tipo DLC) para diversos segmentos industriais, com destaque para o setor automotivo. Muitos dos mais novos e modernos motores em produção no Brasil e no mundo já contam com esta solução em componentes críticos (como pinos e anéis de pistão, pinos e eixos de balancins, tuchos e eixos de comando de válvulas, componentes do sistema de injeção de combustível, balancins flutuantes, etc.), reduzindo os níveis de atrito e permitindo que estes operem sob maiores pressões de contato sem falhas, o que garante alto desempenho, redução do consumo de combustível e da emissão de poluentes, além de ganhos em durabilidade e confiabilidade dos motores. Ainda no setor automotivo, os benefícios da utilização da tecnologia Certess® Carbon se estendem a diversos sistemas mecânicos que envolvem componentes com movimentos deslizantes, tais como bombas de óleo e de combustível, compressores de sistemas de climatização, componentes de transmissão, trincos de portas, pinos esféricos de articulação, entre outros.</p>
<p>O interesse de utilização desta tecnologia abrange também diversos outros segmentos de mercado, como por exemplo o de plásticos (aplicado em partes e peças de moldes de injeção promove o aumento da qualidade das peças injetadas, aumento de vida útil dos moldes, redução dos tempos de desmoldagem e consequente ganho de produtividade das linhas de produção), máquinas e equipamentos (com benefícios de redução de desgaste, atrito e engripamento de componentes deslizantes), médico (aplicado em brocas e instrumentos cirúrgicos, para redução do desgaste e atenuação da fadiga ocular pela diminuição da reflexão ótica do ambiente cirúrgico), bélico (aplicado a partes e peças de armas para redução do desgaste e do atrito, promoção de efeito decorativo, e garantia de durabilidade e precisão), etc.</p>
<p>O Certess® Carbon também encontra aplicações em sistemas óticos oferecendo propriedades antirreflexivas e proteção contra riscamento de lentes de câmeras térmicas e de painéis do tipo Head Up Display.</p>
<p>(HEF Durferrit &#8211; <a href="https://hef-durferrit.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">hef-durferrit.com.br</a>)</p>
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