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	<title>Reed Miller, Autor em Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Reed Miller, Autor em Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>Metalurgia do pó, MA e premiações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2017 11:04:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de uma década atrás, nós demos uma olhada na premiação anual da MPIF (Metal Powder Industries Federation. Muita coisa mudou neste campo em uma década e pensamos que revisitar esta indústria e a premiação seria de interesse de nossos leitores</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-17490 aligncenter" src="http://aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2017/12/winner.jpg" alt="" width="700" height="500" /></p>
<p>Cerca de uma década atrás, nós demos uma olhada na premiação anual da MPIF (Metal Powder Industries Federation &#8211; Federação das Indústrias de Metalurgia do Pó (MP)). Muita coisa mudou neste campo em uma década e pensamos que revisitar esta indústria e a premiação, anunciada durante o POWDERMET 2017 (Conferência Internacional de Metalurgia do Pó), em Las Vegas em junho passado, seria de interesse de nossos leitores.</p>
<p>Na mesma época da premiação, foi revelado o PM Industry Roadmap 2017 (Roteiro para a Indústria de Metalurgia do Pó, documento com diretrizes e visão para esta indústria), que atualizou a versão anterior de 2012. Para aqueles que não estão diretamente envolvidos na indústria, o Sumário Executivo do Roteiro é bem útil. Ele diz: “O processo MP pode ser dividido em quatro categorias: convencional ou prensado e sinterizar; moldagem por injeção de metal; pressão isostática quente ou fria; e fabricação de aditivos metálicos”.</p>
<p>Mesmo sem pretender, o Roteiro indica que a indústria de MP é conduzida por aplicações automotivas. A indústria vê oportunidades de crescimento nos seguintes campos: energia, aeroespacial, setor médico/dentários, elétricos e eletromagnéticos, defesa e produtos industriais e de consumo. “O refinamento e a aceitação da Manufatura Aditiva (MA) aumentarão a demanda por novos e únicos pós metálicos, equipamentos e produtos/aplicações.” O segundo maior mercado de MP atualmente são produtos industriais/de consumo, e a MA provavelmente adicionará a esta posição.</p>
<p>O Roteiro identificou as quatro principais áreas de enfoque das prioridades de tecnologia na próxima década como componentes de MP de alta densidade, processamento de materiais leves, melhora no controle de precisão/rigor/variação MA do metal. Para MA, o próprio pó em si parece ser o maior desafio. À medida que os requisitos de pó são melhor compreendidos, precisam ser desenvolvidas especificações, adotar padrões de testes e criar diretrizes para reciclagem de pó.</p>
<h4></h4>
<h4>Vencedores dos Prêmios da MPIF</h4>
<p>A GKN Sinter Metals (multinacional britânica com unidades no Brasil, em SP e no RS) levou o prêmio nas categorias de Transmissão Automotiva e Chassi Automotivo. A parte da transmissão foi uma montagem feita para a nova transmissão 10-marchas da F-150. A parte do chassi entra em um mecanismo elétrico reclinável para o banco traseiro de uma minivan. Phillips-Medisize (EUA) ganhou o grande prêmio na terceira categoria automotiva (Motores). A peça premiada foi uma de válvula de combustível usada para gás natural comprimido, e foi desenvolvido para a Delphi.</p>
<p>O grande prêmio na categoria Aeroespacial/Militar foi conquistado pela Dynacast Portland (EUA) por um controle e guia de foguetes desenvolvida para a Raytheon (EUA). A FMS Corporation também ganhou dois grandes prêmios. Um deles por uma roda dentada motriz  na categoria Ferramentas Manuais/Recreação, e o outro era um encaixe de aço inoxidável para alavanca hidráulica, na categoria de Motores Industriais/Controles e Hidráulica.</p>
<p>Os dois prêmios finais foram nas categorias de Hardware/Aplicação e Área Médica/ Dental. Indo-MIM Pvt. Ltd., da Índia, ganhou na categoria H/A com peças inoxidáveis para uma unidade de controle de temperatura de chuveiro. ARC Group Worldwide (EUA) venceu na categoria M/D com uma peça usada para remover o osso durante a cirurgia do joelho.</p>
<p>Além dos oito vencedores do grande prêmio, foram selecionados outros 10 Prêmios de Distinção. A Industrial Heating felicita todos os vencedores do prêmio deste ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Preferências do Leitor</h4>
<p>A cada dois anos, a IH dos EUA realiza uma pesquisa com seus leitores para descobrir suas preferências. Perguntamos aos leitores se eles sentiam que estariam usando, processando ou produzindo peças de MA nos próximos cinco anos. Um total de 65% dos entrevistados disse que sim ou não tinham certeza.</p>
<p>A maioria dos nossos leitores aprecia informações sobre novos produtos/tecnologias (como MA), bem como nossos artigos e notícias da indústria. 82% dos leitores prefere receber a revista, seja impressa ou a edição digital.</p>
<p>Agradecemos muito o apoio de nossos leitores e anunciantes e estamos ansiosos para um futuro com o fornecimento do melhor conteúdo disponível no setor de processamento térmico de altas temperaturas.</p>
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		<title>Investindo em educação industrial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 11:02:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria das vagas de empregos americanos na próxima década não exigirá um diploma universitário</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme nos aproximamos do período de volta às aulas nos EUA, naturalmente nossos pensamentos se voltam para a educação. Como de costume, examinei algumas fontes sobre o assunto enquanto preparava esta coluna.</p>
<p>A revista Kiplinger compilou informações fornecidas por um número de fontes especializadas para determinar os melhores trabalhos que não exigem um diploma universitário. Para 2017, eles apontaram 11 destes trabalhos, e com um deles &#8211; Mecânico de Máquinas Industriais (em inglês IMM &#8211; Industrial Machinery Mechanic) &#8211; podemos nos identificar. Eles ainda indicam que existem 334.394 empregos de Mecânico de Máquinas Industriais nos EUA com um crescimento previsto de 19,2% dentro de um período de 10 anos. Este trabalho tem salário médio anual de US$ 49.537. Seus resultados de 2016 incluíram outros trabalhos além deste, como encanador, programador de máquina-ferramenta e isolador mecânico como escolhas top-10.</p>
<p>Mais de uma década atrás, comecei a discutir a necessidade da educação sobre ofícios. Uma pesquisa recente de CEOs da revista FORTUNE apontou a escassez de mão-de-obra qualificada como seu quarto maior desafio. Nós já analisamos os motivos disso, e alguns deles só se tornaram mais agudos. Estes incluem, mas não estão limitados a:</p>
<p>&#8211; Uma mão-de-obra especializada envelhecida cada vez mais próxima da aposentadoria. A Deloitte indica que 2 milhões de 3,4 milhões de postos de trabalho em fábricas americanas estarão desocupados até 2025;<br />
&#8211; Um sistema educacional rastreando apenas alunos que cursaram o ensino superior. Isto mesmo depois de um relatório do Departamento de Trabalho dos EUA dizer que a maioria das vagas de empregos americanos na próxima década não exigirá um diploma universitário;<br />
&#8211; Uma imagem negativa das fábricas. Um estudo de 2015 descobriu que os millenials (Geração Y &#8211; nascidos após a década de 1980) classificavam um trabalho em uma fábrica como sua carreira menos preferida;<br />
&#8211; Menos candidatos como força de trabalho. Um relatório indicou que 10% menos homens em idade inicial para trabalhar estão no mercado de trabalho em comparação a 60 anos atrás.</p>
<p>A administração do governo Trump está investindo em programas de estágios. Em 15 de Junho foi assinada uma ordem executiva para dobrar os fundos para programas de estágios, o que aumentaria o número de aprendizes para 500 mil. É um passo na direção certa, mas os governos e as indústrias locais (às vezes em parceria) também estão investindo em programas destinados a melhorar a conscientização e o engajamento para sanar este problema. Por exemplo, em Wisconsin uma parceria entre escolas e mais de 200 indústrias mostra resultados. Em 2005, 193 estudantes foram matriculados em programas de aprendizado de soldagem em comparação com 835 em 2016. Aumentos similares foram observados em programas para formar maquinistas.</p>
<p>Em nosso setor, as empresas também estão, de forma individual, investindo na educação industrial. Em Maio deste ano, informamos que a Fundação Arconic concedeu seis subsídios de US$ 100.000 em seu Programa de Subsídios Educacionais para Produção Avançada. Na ocasião, detalhamos quem recebeu esses subsídios.</p>
<p>A indústria siderúrgica tomou medidas para treinar e educar sua futura força de trabalho. Como esses programas variam, se você se interessar em ver as diferenças, pode verificar cada um deles individualmente no site das empresas. Entre elas:</p>
<p>&#8211; <strong>ArcelorMittal EUA</strong>: chamado Steelworker for the Future® (algo como Tralhadores da Siderurgia para o Futuro), este programa é desenvolvido para estudantes do ensino médio que não pretendem ir para a faculdade. Ele é idealizado para que os alunos desenvolvam habilidades básicas em uma faculdade parceira, passem um exame de ingresso e depois se aprimorem em equipamentos específicos;<br />
&#8211; <strong>Califórnia Steel Industries Inc .</strong>: seu centro InTech usa instalações totalmente equipadas para ensinar habilidades como leitura de modelos, robótica, soldagem e usinagem;<br />
&#8211; <strong>Charter Steel</strong>: parcerias com escolas secundárias locais e o Programa de Aprendizagem Juvenil de Wisconsin;<br />
&#8211; <strong>Gerdau</strong>: programas educacionais foram estabelecidos até o nível do ensino médio para ampliar a conscientização sobre as oportunidades de carreira;<br />
&#8211; <strong>Nucor</strong>: seu programa, em parceria com a Shelton State Community College, é diretamente focado na formação de estudantes cuidadosamente recrutados.</p>
<p>Aqui está o que dissemos há quase uma década. “Se você conhece alguém que não tem certeza de que quer ir à faculdade, informe-os sobre as oportunidades para trabalhadores nas fábricas. Eles agradecerão, e nossa indústria se tornará um pouco mais forte uma pessoa por vez”.</p>
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		<title>Infraestrutura: Não é uma opção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2017 19:11:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A administração de Trump criou uma lista de prioridades em infraestrutura com uma lista de cerca de 50 projetos totalizando pelo menos $137,5 bilhões</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se este tópico soar um pouco familiar, discutimos sobre infraestrutura no passado, incluindo novembro de 2008 antes de sabermos que Barack Obama foi eleito presidente. Infelizmente, a burocracia prevaleceu e o progresso foi lento.</p>
<p>Naquele primeiro editorial definimos infraestrutura como rodovias/pontes, a matriz energética, sistemas de água potável e esgotos, diques e barragens, portos e eclusas. O governo &#8211; municipal, estadual e federal &#8211; é encarregado da manutenção e atualização de nossa infraestrutura. Curiosamente, olhando para os planos da atual administração, “imóveis” como escolas, hospitais e aeroportos também estão inclusos em sua definição de infraestrutura.</p>
<p>É difícil saber por onde começar, mas pensamos ser informativo analisar como a situação está agora e o que a administração de Trump possa estar planejando. Uma carta recente da Aliança Americana de Produção para a então administração de Trump indica o seguinte:</p>
<p>&#8211; Os EUA possuem 156.000 pontes deficientes, um atraso de investimento de $85,9 bilhões para rodovias, $200 bilhões perdidos anualmente em atividade econômica devido ao ineficiente transporte ferroviário;<br />
&#8211; Tempo gasto e/ou não aproveitado em dívidas de aeroportos americanos por volta de $8,1 bilhões em perdas anuais para a indústria de linhas aéreas;<br />
&#8211; Três em cada quatro votos (74%) dizem que projetos de grande infraestrutura, financiados com dinheiro do contribuinte devem ser construídos com materiais e mão-de-obra americanos.</p>
<p>Há muito a fazer e a administração de Trump criou uma lista de prioridades em infraestrutura. Nacionalmente, compilaram uma lista de cerca de 50 projetos totalizando pelo menos $137,5 bilhões. A administração antecipa que os gastos ultrapassarão $150 bilhões em 2017 com expectativas semelhantes para os próximos dois anos. É um nível de pagamentos de até $411 milhões por ano. De uma maneira otimista espera-se que teremos o que o nosso dinheiro vale.</p>
<p>Enquanto isso não ajudar todos os projetos de infraestrutura, os planos de Trump envolvem atrair investimentos do setor privado em troca de créditos em impostos federais. Acredita-se que este plano possa estimular aproximadamente $1 trilhão de investimentos privados em 10 anos. Talvez isso possa manter as contas em dia. Os democratas tiveram a sua própria proposta por $1 trilhão de contas em infraestrutura. Enquanto os meios possam ser diferentes, infraestrutura é claramente uma necessidade que interessa e envolve a todos.</p>
<p>É importante que algo seja feito. Nada fazer não é uma opção. Um relatório de 2016 da Sociedade Americana de Engenheiros Civis, intitulado “Falha ao agir”, avaliou que gastos com a infraestrutura inadequada podem custar U$14 trilhões do PIB até 2040. As malhas ferroviárias de carga americanas compreendem esse fato, e a Associação Americana de Ferrovias recentemente estimou que $22 bilhões serão gastos em 2017 para manutenção e melhoria da rede ferroviária privada.</p>
<p>O interessante e imprevisível fator é como determinar o uso futuro de algumas infraestruturas nacionais. Além das necessidades óbvias, melhoria na infraestrutura também é um problema de segurança nacional.</p>
<p>É evidente que existe muito trabalho pela frente. Podemos não concordar totalmente com a melhor forma de alcançar o objetivo &#8211; maior ou menor intervenção do governo &#8211; mas nossa indústria e a economia no geral se beneficiarão enquanto projetos de infraestrutura forem empreendidos por todo os Estados Unidos. Isso não é opcional, portanto, mãos na massa!</p>
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		<title>Novo ano, nova tecnologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2017 11:11:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Internet das Coisas (Internet of Things, IoT) é um assunto que a maior parte de nós sabe alguma coisa, porém apenas alguns de nós têm experiência com ela. Qual é o estado atual da IoT e o que o futuro guarda para ela?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Internet das Coisas (Internet of Things, IoT) é um assunto que eu gostaria de discutir aqui nesta seção. A maior parte de nós sabe alguma coisa sobre isso, porém tenho certeza que apenas alguns de nós têm experiência com ela. No último ou nos dois últimos anos publicamos vários artigos que tratavam sobre como a manutenção pode se tornar mais preditiva e como pesquisas de temperatura podem se beneficiar a partir da IoT.</p>
<p>Um artigo de Outubro de 2015<sup>[1]</sup> nos conta que o termo IoT foi usado pela primeira vez em 1999 para descrever como objetos físicos são conectados à internet. A IoT cria e nos ajuda a analisar a Big Data, mencionada no artigo de Novembro de 2016<sup>[2]</sup> sobre pesquisa de temperatura.</p>
<p>Qual é o estado atual da IoT e o que o futuro guarda para ela? Um relatório de pesquisa feito recentemente indica que “muito pouco da IoT foi implantado em 2016”. No entanto, a IoT está começando a crescer exponencialmente. Está previsto que o crescimento da IoT seja maior do que 20% ao ano. É esperado que várias empresas passem a adotar a IoT pelas seguintes razões:</p>
<p>&#8211; Custos mais baixos de operação;<br />
&#8211; Operações realizadas mais rapidamente;<br />
&#8211; Aumento da produtividade;<br />
&#8211; Abertura de novos mercados;<br />
&#8211; Melhora da experiência do consumidor.</p>
<p>Com todas essas vantagens, quais seriam as suas desvantagens? Questões de segurança e de privacidade são duas das desvantagens que diminuem a sua adoção. Praticamente metade das empresas de IoT têm dificuldade para encontrar profissionais da área de segurança. Outro fator que retarda o crescimento da IoT são os negócios como conhecidos hoje. Muitos de nós encontram-se muito ocupados fazendo nossos trabalhos, de modo que não nos sobra tempo para encontrar melhorias para eles. As vantagens listadas, portanto, irão ajudar o crescimento futuro.</p>
<p>A “linguagem” de comunicação é outra questão que precisa ser levantada, mas que ninguém está particularmente “interessado” em avaliar. É esperado que a conectividade seja melhorada em 2017 por um protocolo sem fio, de baixa energia e de baixo alcance chamado LoRa. A baixa energia é importante sob o ponto de vista da infraestrutura para suportar a IoT.</p>
<blockquote><p>“A IoT está começando a crescer exponencialmente. Está previsto que o crescimento da IoT seja maior do que 20% ao ano”</p></blockquote>
<h3>Realidade Aumentada</h3>
<p>Como parte da IoT ou como uma tecnologia separada, a realidade aumentada é algo que pode afetar nossos negócios ou ter impacto pessoal nos próximos anos. A tecnologia aumentada irá integrar softwares ao mundo real, de modo que se tornem parte de você. Os óculos “Google Glass” são um exemplo deste tipo de tecnologia. O Bank of America Merrill Lynch estimou que a realidade aumentada pode ter 75% de um mercado de US$90-US$117 bilhões em 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Outras Tecnologias</h3>
<p>Um interessante comunicado de imprensa lançado em Novembro anunciou um exoesqueleto industrial chamado MAX. Isso, ou algo parecido com isso, poderia ajudar seus funcionários no futuro. O exoesqueleto foi projetado para ajudar a evitar lesões originadas por esforço excessivo, ao aumentar a resistência dos trabalhadores durante tarefas repetitivas em posições desconfortáveis, que podem acidentar ombros, costas ou pernas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Novidade para a Industrial Heating nos EUA</h3>
<p>A Industrial Heating está lançando nos EUA uma nova coluna técnica trimestral em cooperação com a Universidade Carnegie Mellon. Temos certeza de que o Professor Pistorius trará informações sobre novas tecnologias ao longo deste ano.</p>
<p>Com tantos de nós possuindo smartphones atualmente &#8211; há mais de 120 milhões de iPhones e de iPads nos EUA &#8211; o modo de interagirmos com o nosso meio pode estar mudando. Em 2017, IMT (Tags de Mídia Interavtiva) poderão começar a aparecer de diferentes maneiras, incluindo as propagandas. Preste atenção à Tags de Mídia Interativa em sua revista favorita de processamento térmico e comece a interagir com ela de modo diferente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Referências</h4>
<h6>[1] Artigo publicado na edição da Industrial Heating Brasil de Abr a Jun/2016. Confira o artigo na íntegra aqui: http://aquecimentoindustrial.com.br/otimizando-operacoes-de-termo-processamento-com-a-manutencao-preditiva;</h6>
<h6>[2] Artigo publicado na edição da Industrial Heating EUA de Novembro/2016. Confira o artigo na integra aqui: http://digital.bnpmedia.com/publication/?i=351312.</h6>
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		<title>Negócios melhores</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/negocios-melhores/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=negocios-melhores</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2016 10:46:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olhando da posição em que estou, parece que seus negócios têm passado por altos e baixos, ou que estão sofrendo um pouco com incertezas. A razão de eu dizer que as coisas estão instáveis provém de nossos indicadores econômicos mensais dos EUA</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Posso adotar um tom mais pessoal e perguntar como estão indo seus negócios? Na verdade, essa pergunta pode ter alguns significados. Um deles seria quão saudáveis estão os negócios e a sua habilidade para lidar com custos. Poderia também ser sobre sua capacidade para encontrar e manter bons funcionários, que entendam da área de processamentos térmicos. Tendo esses dois pontos em mente, vamos conversar.</p>
<p>Olhando da posição em que estou, parece que seus negócios têm passado por altos e baixos, ou que estão sofrendo um pouco com incertezas. A razão de eu dizer que as coisas estão instáveis provém de nossos indicadores econômicos mensais dos EUA. Desde o início desse ano, tivemos alguns meses mistos, com mais indicadores altos do que baixos. Os números de Maio, no entanto, foram todos baixos quando comparados com os de Março e Abril. Em Junho, todas as categorias se recuperaram, porém, a maior parte dos indicadores ainda esteve mais baixa do que no início do ano.</p>
<p>Outros números fornecidos pela AAM (Alliance for American Manufacturing &#8211; Aliança para a Manufatura Americana) indicaram que enquanto a economia geral dos EUA presenciou aumento modesto de empregos, o ramo da manufatura sofreu perdas. Um exemplo ocorreu em Maio, quando o setor de economia forneceu 38.000 empregos, enquanto o de manufatura perdeu 18.000. A AAM atribui essas perdas, ao menos em parte, ao déficit comercial de bens e serviços do país. Em Abril, esse déficit foi de US$37,4 bilhões, mais de US$1,9 bilhão do que em Março. Com a China sozinha, é de US$26,6 bilhões.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quão saudáveis estão os negócios e a sua habilidade para lidar com custos? E sua capacidade para encontrar e manter bons funcionários, que entendam da área de processamentos térmicos?&#8221;</p></blockquote>
<p>Falando em política, o Presidente dos EUA, Barack Obama, prometeu 1 milhão de novos empregos na área de manufatura durante sua presidência, e, com apenas algumas semanas para terminar o mandato, o número está em 325.000.</p>
<p>Apesar de todas as incertezas que rodopiam em nossa volta e afetam nossos negócios, nós podemos fazer coisas que nos aproximam da realidade e que nos fornecem treinamento e interações com outros profissionais de nossa indústria. Como, por exemplo, a FNA (Furnaces North America &#8211; Fornos América do Norte) 2016, que ocorreu em Nashville, de 3 a 5 de Outubro, e trouxe uma boa dose de motivação e encorajamento, com discussões técnicas muito boas, que nos ajudaram a afiar nosso conhecimento e entendimento.</p>
<p>Neste ano, as seções de educação técnica do evento foram divididas em 10 diferentes assuntos, intitulados Equipamentos/Manutenção, Indução, Tecnologias Emergentes, Materiais, Conformação, Segurança contra Incêndios, Processos, Vácuo, Sistemas para Tratamentos Térmicos e Operações. Cada um desses assuntos teve outras três ou quatros subseções. Independente de seus negócios estarem prósperos ou um pouco parados no momento, a FNA pode ter sido exatamente o que você e sua equipe precisavam para se motivar e se educar. Ter contato com outras pessoas de nossa indústria nos ajuda a perceber que sempre há outras coisas além de nosso mundo pessoal, não importando se esse mundo é pequeno ou grande.</p>
<p>Como de costume, a Industrial Heating foi bem representada em nosso stand. Detalhes na pág. 20 desta edição.</p>
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		<title>Tudo automotivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2016 15:42:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eletrificação dos automóveis parece ser o grande foco atual das indústrias. Apesar dos veículos elétricos e híbridos representarem apenas 2% do mercado americano, a GM e outras companhias estão comprometidas a expandir as suas ofertas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Eletrificação dos automóveis parece ser o grande foco atual das indústrias. Apesar dos veículos elétricos e híbridos representarem apenas 2% do mercado americano, a GM e outras companhias estão comprometidas a expandir as suas ofertas</h3>
<p>Em um número recente, a revista Fortune publicou a lista das empresas mais admiradas de 2016. O top 8 das indústrias automotivas é o seguinte: Toyota, BMW, Daimler, Hyundai, Honda, GM, VW e Nissan. O fato de a VW estar na lista (dadas as revelações sobre a fraude do diesel) é memorável, mas, ainda assim, a empresa caiu da terceira posição, alcançada em 2015, para a sétima posição este ano.</p>
<p>Talvez seja surpreendente que a Ford não se encontre na lista. Neste momento, conforme escrevo, saem notícias de que a Ford planeja construir uma planta de montagem de automóveis de US$ 1,6 bilhão no México, o que não atrairá admiradores. A produção de carros de pequeno porte será transferida dos EUA e 2.800 empregos serão criados no México. A empresa não informou quais serão os modelos transferidos para o México, porém, a United Auto Workers (UAW &#8211; Sindicato da Indústria Automobilística dos EUA) divulgou que as produções do Ford Focus e do híbrido gás-eletricidade C-Max farão a mudança de Detroit para o sul da fronteira. A Ford declarou que a sua produção de veículos e a sua quantidade de funcionários horistas são as maiores dentre todas as automotivas dos EUA. No entanto, essa declaração se refere ao período anterior ou posterior à transferência para o México?</p>
<p>A unidade de engrenagens da Ford em Cleveland vai receber uma infusão de US$ 145 milhões para auxiliar na produção de todos os novos Ecoboost® da segunda geração de 3,5 litros, para a seleção da F150 de 2017. No processo, 150 empregos foram criados ou mantidos. O investimento faz parte do compromisso da Ford com os 8.500 empregos e o seu investimento de US$ 9 bilhões por todos os EUA pelos próximos quatro anos.</p>
<p>Para que não seja superada pela Ford, a General Motors está investindo em sua planta em Spring Hil, Tennessee, para rapidamente adicionar capacidade à produção dos blocos dos motores V8 de 6,2 litros do tipo “small block” (bloco pequeno), será a primeira vez que essa planta produzirá motores V8 e mais de 200 empregos serão mantidos no processo. O início da produção está agendado para o quarto trimestre de 2016.</p>
<p>A eletrificação dos automóveis parece ser o grande foco atual das indústrias. Apesar dos veículos elétricos e híbridos representarem apenas 2% do mercado americano, a GM e outras companhias estão comprometidas a expandir as suas ofertas. O Chevrolet Bolt é o último modelo completamente elétrico lançado pela GM. O Bolt pode viajar até 320 km com uma única carga e irá custar em torno de US$ 30.000, após incentivos governamentais. Você sabia que o preço médio de um carro zero, em Janeiro, era de US$ 33.155?</p>
<p>Outra empresa que está trabalhando para tornar os carros elétricos mais acessíveis, em termos de custo, é a Tesla. Como a maioria de nós já ouviu, a Tesla lançou recentemente o seu elétrico Model 3, cujo custo inicial é de US$ 35.000 e é capaz de andar 345 km a cada carga. Alguns dias após o seu anúncio, 300.000 pedidos foram realizados e os clientes fizeram depósitos de US$ 1.000 dólares por cada veículo solicitado. Trata-se de uma grande quantidade de dinheiro, mas poderá a Tesla produzir tantos carros assim, sendo que em toda sua história fabricou apenas cerca de 100.000 veículos? O fundador da Tesla, Elon Musk, diz que o Model 3s estará disponível para os clientes “no final de 2017”. Trata-se de uma espera de 20 meses ou mais para aqueles que fizeram o depósito.</p>
<p>A área de veículos elétricos não é dominada apenas pelos nomes que fazem parte do cenário automotivo há gerações. Com o tempo, nomes como Mullen Technologies e Faraday Future poderão vir à mente, assim como a Tesla, quando pensarmos a respeito dos veículos elétricos.</p>
<p>A BMW também está se movendo nessa direção com grande empenho. De fato, eles acreditam que os híbridos vão contar como a maior parte de suas vendas dentro de uma década. O elétrico com portas traseiras i3 tem preço mínimo de US$ 42.400 e viaja 128 km com uma única carga. O veículo esportivo BMW i8 pode ir de 0 a 60 em 4,2 segundos, o que é muito atraente.</p>
<p>Ouvimos muitas notícias sobre como os robôs estão substituindo as pessoas, especialmente nas instalações automatizadas de produção, como as da indústria automotiva. Eu gostaria de mencionar uma reviravolta particularmente interessante, e talvez até irônica, que foi publicada por nós, em primeira mão, em uma de nossas recentes newsletter. A Mercedes-Benz (M-B) dispensou os robôs. Por quê? Os robôs não conseguem acompanhar a demanda dos consumidores por customização. Ao usar uma equipe de trabalhadores altamente capacitada, a M-B pode mudar uma linha de produção em um final de semana, em vez de levar várias semanas para reprogramar os robôs e ajustar os padrões de montagem.</p>
<p>Bem, isso é tudo que pode ser colocado neste espaço de impressão. Pelos dois últimos anos eu teria dito nessa coluna que a indústria automotiva estava crescendo. A minha perspectiva atual é mais plana, porém, continuaremos a trazer informações porque sabemos que muitos da nossa indústria prosperam quando a automotiva está saudável.</p>
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		<title>A retórica se aquece</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2016 16:45:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas informações úteis para aqueles que possam ter seus negócios afetados por essa onda de calor política</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: left;">Nesse mês, como o volume é focado nos tratamentos e nos tratadores térmicos, pareceu apropriado trazer algumas informações úteis para aqueles que possam ter seus negócios afetados por essa onda de calor política</h3>
<p style="text-align: left;">Eu estou acostumado a sentir o calor opressivo de uma fábrica de fundição, ou de uma instalação de tratamento térmico, próximo aos banhos de sal, mas, com certeza, nos últimos dias, o clima também está bastante quente lá fora. Isso claramente tem a ver com o momento de campanhas políticas no qual estamos imersos, porém, há outra mensagem política jogando mais ar quente. Essa mensagem se relaciona com todo o tema de aquecimento global (Global Warming &#8211; GW), ou, para os politicamente corretos, alterações climáticas.</p>
<p style="text-align: left;">Esse assunto já foi tratado anteriormente nesta seção dos EUA, no entanto, nesse mês, como o volume é focado nos tratamentos e nos tratadores térmicos, pareceu apropriado trazer algumas informações úteis para aqueles que possam ter seus negócios afetados por essa onda de calor política. Nos últimos meses, este assunto foi bastante recorrente nos noticiários devido à conferência climática realizada em Dezembro, na França.</p>
<p style="text-align: left;">O fator-chave a que você deve estar alerta, quando for decidir se irá se juntar ou não às maquinações deles, é que não há um consenso sobre o que está causando o GW (ausente nos últimos 18 anos) e se os humanos, de fato, têm algum impacto sobre ele. Você vai ouvir que 97% dos cientistas concordam que sim, mas essa é uma informação imprecisa e enganosa. É quase como se os políticos estivessem tentando fazer o truque mental Jedi naqueles de mente fraca. Não seja enganado.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo a Forbes, os pesquisadores envolvidos nesses estudos distorceram as respostas de uma questão sem sentido e deturparam muitos trabalhos científicos. Pesquisas mais confiáveis (imparciais) não chegaram a um consenso.</p>
<p style="text-align: left;">Em um livro recentemente publicado, intitulado “Por que os Cientistas Discordam sobre o Aquecimento Global” (Why Scientists Disagree About Global Warming), os autores tecnicamente qualificados (todos cientistas) apontam para quatro razões: conflito entre cientistas de diferentes áreas; incertezas científicas fundamentais com relação ao modo como o clima global responde à presença humana; falha no Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (Intergovernmental Panel on Climate Change &#8211; IPCC) das Nações Unidas para fornecer guias objetivos desta ciência complexa; e parcialidade entre os pesquisadores.</p>
<p style="text-align: left;">O meu editorial de Julho de 2007 parece notavelmente presciente, conforme eu acompanho as notícias recentes. Vale a pena a sua releitura, por meio desta curta URL (www.industrialheating.com/hotair). Sem refazer muito a mesma lógica, a chave para o combate contra essa onda quente política pode ser a pessoa que iremos eleger para a presidência.</p>
<blockquote><p>“O fator-chave a que você deve estar alerta, quando for decidir se irá se juntar ou não às maquinações deles, é que não há um consenso sobre o que está causando o GW e se os humanos, de fato, têm algum impacto sobre ele. Você vai ouvir que 97% dos cientistas concordam que sim, mas essa é uma informação imprecisa e enganosa.”</p></blockquote>
<p style="text-align: left;">Regulamentações a respeito de fatores como CO2 e ozônio aumentaram significativamente sob a administração atual. Na verdade, o número de páginas no Código de Regulamentações Federais aumentou em 15% com o Obama. As regulamentações federais que controlam nossas vidas agora preenchem 200.000 páginas. Durante essa campanha presidencial, nós pedimos a você que analise esta questão e decida quais candidatos apoiam o lado da razão e da ciência para interromper essa maré de crescimento das regulamentações federais. Se isso for deixado sem verificação, há alguma dúvida de onde nós iremos terminar? O que irá acontecer com indústrias dependentes de energia, como as nossas, caso deixemos o truque mental Jedi nos influenciar? Um artigo de Janeiro (nos EUA), em resposta ao anúncio da Tata Steel de que estava cortando 1.000 empregos no Reino Unido, indicou que altos custos de energia e importações baratas de aço (especialmente da China) eram as responsáveis. Os custos com energia da Tata Steel são muito maiores por causa de uma variedade de taxas ambientais que são cobradas dos grandes usuários de energia. Caso seja permitido que as regulamentações continuem a atuar nos Estados, nós teremos o mesmo destino. E empresas como a U.S. Steel, que perdeu $ 1,5 bilhão no ano passado, vão acabar em uma situação como a da Tata Steel.</p>
<p style="text-align: left;">Felizmente, enquanto eu escrevo, ouvi que a Corte Suprema dos EUA bloqueou regulamentações federais para frear emissões de CO2 das plantas de energia. Um total de 27 Estados e várias empresas e grupos de negócios (como a Associação Americana dos Fabricantes de Manufaturados (National Association of Manufacturers &#8211; NAM)) fizeram uma requisição para que a Corte bloqueasse o Plano de Energia Limpa do Obama. São boas notícias para a nossa indústria e más notícias para o Obama.</p>
<p style="text-align: left;">Como nosso artigo está chegando ao fim, vou usar o mesmo parágrafo de fechamento que escrevi em 2007.</p>
<p style="text-align: left;">“Com tão pouca evidência científica de que o aquecimento global é provocado por humanos, poderes políticos e a mídia fizeram disso uma questão moral. Em virtude dessa nova ‘religião’, meu editorial pode ser considerado imoral. No entanto, é cientificamente exato. Antes de permitirmos que legislações/regulamentações limitem a nossa liberdade de conduzir os negócios do modo como estamos acostumados, deveríamos ter certeza de que a ciência apoia as posições ‘morais’ adotadas pelas entidades políticas”.</p>
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		<title>A tomada de poder da tecnologia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2016 11:34:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A “revolução robótica” pode ser considerada como a quarta revolução industrial, após o vapor (descaroçador de algodão, Cotton Gin), a produção em massa (Henry Ford) e os produtos eletrônicos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano novo se inicia com expectativas sobre novas tecnologias e nós nos perguntamos como nossas vidas serão impactadas e influenciadas por elas &#8211; se para melhor ou pior. Para ser específico, robôs criados para manufatura estão chegando; na verdade, alguns já estão presentes em indústrias. Permitam-me compartilhar algumas ideias, baseadas em diversas fontes especializadas no assunto, para formar uma perspectiva do que está por vir.</p>
<p>A “revolução robótica” pode ser considerada como a quarta revolução industrial, após o vapor (descaroçador de algodão, Cotton Gin), a produção em massa (Henry Ford) e os produtos eletrônicos. Assim como em épocas passadas, muitos de nós se questionam se estes novos robôs irão roubar nossos trabalhos. Se analisarmos as três revoluções anteriores, podemos dizer com segurança que isto realmente aconteceu em alguns casos limitados, porém, também trouxe novos trabalhos e novas oportunidades.</p>
<p>A revista Fortune caracterizou este momento que estamos vivendo como “o quarto ponto de mudança”, classificação similar à de “quarta revolução industrial”. O primeiro ponto de mudança ocorreu durante o século XIX: substituiu a produção em oficinas artesanais pelas indústrias, maiores e mais eficientes, e diminuiu o valor das habilidades dos artesãos. Na verdade, foi a partir deste primeiro ponto que o mercado de trabalho começou a exigir que os seres humanos atuassem como máquinas. Nas últimas 10 gerações, aprendemos a fazer o trabalho das máquinas melhor do que elas mesmas.</p>
<p>Esta maneira de pensar &#8211; a de trabalhar como máquinas &#8211; continuou presente no mercado durante o segundo ponto de mudança, exigindo que os trabalhadores fossem ainda mais habilidosos e tivessem melhor formação educacional, de modo a acompanhar os avanços tecnológicos surgidos no século XX. No terceiro ponto de mudança, trabalhadores medianos começaram a perder seus empregos, conforme suas atividades passavam a ser substituídas de maneira mais simples e fácil por computadores. Essencialmente, estes trabalhadores não foram capazes de executar suas atividades melhor do que os computadores que os substituíram.</p>
<blockquote><p>“Para se ter sucesso, o que precisamos fazer no futuro é parar de tentar ser melhores do que as máquinas e começarmos a agir mais como humanos.”</p></blockquote>
<p>No atual quarto ponto de mudança, a demanda por habilidades cognitivas parece estar diminuindo, enquanto a busca por habilidades interpessoais está aumentando. O paradigma de realizar o trabalho das máquinas melhor do que elas mesmas está chegando ao fim, uma vez que as máquinas executam algumas atividades melhor do que jamais poderemos fazer. Vamos ver o que isso significa para os trabalhadores da quarta revolução industrial.</p>
<p>Para se ter sucesso, o que precisamos fazer no futuro é parar de tentar ser melhores do que as máquinas e começarmos a agir mais como humanos. Segundo a FORTUNE, continuaremos a ser valiosos ao fazer trabalhos que as pessoas irão insistir para que sejam feitos por humanos.</p>
<p>&#8211; Os humanos vão permanecer no controle.<br />
&#8211; Humanos precisam trabalhar juntos para alcançar objetivos em comum.<br />
&#8211; Somente humanos podem satisfazer necessidades interpessoais profundas.<br />
&#8211; De acordo com Meg Bear, vice-presidente do grupo Oracle, “empatia é a habilidade crítica do século XXI”.</p>
<p>Você irá notar que eu tenho usado o termo “atividades” em vez de “empregos” porque um relatório recente da McKinsey indicou que poucas ocupações serão inteiramente automatizadas. Mais precisamente, certas atividades tendem a ser automatizadas, fazendo com que seja necessária uma transformação no mundo de processos e negócios. O relatório discutiu os quatro fundamentos da automação dos locais de trabalho:</p>
<p>&#8211; A automação de atividades: é estimado que 45% das atividades de trabalho possam ser automatizadas, junto de um risco de 13%, conforme o desenvolvimento da automação.<br />
&#8211; A redefinição de empregos e processos de negócios: o relatório indicou que menos de 5% das ocupações poderiam ser completamente automatizadas, mas 60% das ocupações poderiam ter mais de 30% de suas atividades automatizadas.<br />
&#8211; O impacto das ocupações de altos salários: o relatório mostra que mesmo profissionais muito bem pagos (como CEOs, médicos) correrão o risco de ter parte de suas atividades automatizadas.<br />
&#8211; O futuro da criatividade e do significado: conforme a automatização substituir as tarefas mais mundanas, as pessoas terão mais tempo para ajudar umas às outras.</p>
<p>Em 2016, a Industrial Heating estará enfatizando as interações humanas relevantes por meio da criação de um comitê executivo. Nós sempre enxergamos nosso papel como o de promover relações, conectando necessidades com aqueles que desejam encontrá-las e ajudando indivíduos a obter mais sucesso. Em uma base quadrimestral, o comitê executivo irá discutir condições de mercado, novidades da indústria, eventos e tópicos que acompanharão a indústria. Isto permitirá o encontro regular da Industrial Heating com executivos-chave para estabelecer relacionamentos que irão melhorar a experiência de trabalho de todos.</p>
<p>Nós não vemos o comitê executivo como uma resposta à automação, no entanto, o modo como a indústria irá responder ao quarto ponto de mudança poderá ser um assunto a ser discutido. Os relacionamentos que iremos estabelecer vão nos ajudar a obter êxito durante o século XXI.</p>
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		<title>Aço cíclico e influências externas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2015 13:41:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os ciclos de baixa parecem ser de cerca de dois anos e ocorrem aproximadamente a cada cinco anos, sendo esse intervalo afetado por influências externas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo trabalhado na indústria de aço nos EUA por mais de 25 anos &#8211; como fabricante e usuário de aço -, é claro para mim que esta indústria experimenta ciclos. Sem pesquisar peritos e os dados, os ciclos de baixa parecem ser de cerca de dois anos e ocorrem aproximadamente a cada cinco anos. Esse intervalo é afetado por influências externas, tais como a força das indústrias automobilísticas, aeroespaciais ou óleo e gás. A saúde de empresas está atualmente sendo afetada pela crise no setor de petróleo e gás.</p>
<p>Quando a indústria entra em um destes ciclos de declínio, os pedidos por proteção ficam mais altos. Provavelmente, isto ocorra porque durante os períodos de baixa demanda, quando o aço está mais abundante (ao redor do mundo), é mais provável que se importe aço para os EUA e para outros países que utilizam o aço com custos mais baixos, o que afeta os fabricantes internos de aço. No início de 2015, a importação de aço dos EUA foi de 32% do mercado, um índice historicamente alto. Como reação a este último ciclo, foram promulgadas novas leis de comércio, as quais pretendem salvar empregos nesta área.</p>
<p>Em Junho, o American Iron and Steel Institute (AISI) aplaudiu a aprovação do projeto de lei (240-190) das contas alfandegárias pela Câmara dos Deputados. O AISI diz que, com este projeto de lei, espera-se melhorar as leis do comércio oferecendo mecanismos mais efetivos para limitar as importações de produtos de baixa qualidade e subsidiados pelo mercado americano. O Senado também aprovou este projeto de lei.</p>
<p>A ArcelorMittal, a U.S. Steel e outras siderúrgicas domésticas recentemente abriram um processo comercial contra a China, Índia, Coreia do Sul e Taiwan. A apresentação destes tipos de casos de “antidumping” talvez tenha se tornado mais fácil devido à mudança na legislação encorajando a indústria a apresentar mais casos de comércio desleal. No passado, as siderúrgicas eram mais relutantes em apresentar tais casos temendo que não cumprissem os requisitos de prejuízo.</p>
<p>A nova legislação diz: “&#8230; o ITC (United States International Trade Commission &#8211; USITC ou também I.T.C., Comissão de Comércio Internacional dos EUA) não pode determinar que não há prejuízo material ou ameaça de prejuízo material para uma indústria nos Estados Unidos meramente porque aquela indústria é rentável ou porque o desempenho daquela empresa aumentou recentemente.” O CEO da U.S. Steel, Mario Longhi, chamou a mudança de “um primeiro passo importante” para nivelar o campo de jogo contra as importações desleais.</p>
<p>O Trans-Pacific Partnership (TPP) é outra proposta de acordo comercial que talvez afete a indústria norte-americana e a segurança dos empregos dos trabalhadores dos EUA. Nós não conhecemos as especificidades do TPP, mas a The Alliance for American Manufacturing (em português, Aliança pela Manufatura Americana) quer que nós peçamos ao congresso norte-americano para garantir que o TPP pare com esta moeda fraudulenta. Eles sugerem que durante, somente, 2013, cerca de 900.000 postos de trabalho americanos foram perdidos devido ao déficit comercial com o Japão e que a sua moeda fraudulenta ajudou no crescimento deste déficit. Eu não posso falar pessoalmente sobre o TPP, mas parece-me estranho que o Presidente Obama e os Republicanos estejam trabalhando juntos nesta legislação. Você decide se levanta alguma bandeira vermelha.</p>
<h4>Legislação Ambiental</h4>
<p>Ao mesmo tempo em que algumas legislações podem ter um impacto positivo sobre a indústria dos EUA e os seus trabalhadores, as legislações ambientais claramente não estão ajudando. Um exemplo é a regulação do ozônio proposta pela EPA (Environmental Protection Agency, Agência de Proteção Ambiental dos EUA). Um representante da NAM (National Association of Manufacturers, em português Associação Nacional de Manufatura) testemunhou, em uma audiência intitulada “Regra do Ozônio Proposta pela EPA: Impactos Potenciais na Manufatura”, dizendo que “mais de 66% dos fabricantes estão preocupados em como os novos padrões para o ozônio impactarão nos seus negócios”. A NAM está encorajando a EPA e a Casa Branca a manter os padrões atuais para o ozônio.</p>
<p>Olhando de uma forma generalista para os impactos da administração Obama na agenda climática, um estudo do início deste ano indicou que as regulações da EPA poderiam eliminar 586.000 postos de trabalho até 2023.<br />
Um estudo anterior feito pela Heritage Foundation esboçou as seguintes projeções em relação aos impactos das regulações até 2030:</p>
<p>• Perda de 500.000 postos de trabalho na indústria norte-americana;<br />
• Perda de 45% dos postos de trabalho nas minas de carvão;<br />
• Perda de US$ 2,5 trilhões no PIB dos EUA;<br />
• US$ 7.000 (ajustado pela inflação) de perda de renda por pessoa.</p>
<p>Como nós incitamos nos leitores no passado, prestar atenção nestes problemas é algo que você deve a si mesmo, aos seus funcionários e à sua indústria. Ser um defensor quando você deveria defender políticas específicas e a indústria dos EUA e se opor a políticas que prometem afetar negativamente a indústria do processamento térmico em altas temperaturas.</p>
<p>Se não for você, quem será?</p>
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		<item>
		<title>Os ciclos do aço e as influências externas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reed Miller]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 15:52:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os ciclos de queda parecem durar cerca de dois anos e ocorrem, aproximadamente, a cada cinco anos, e este intervalo é afetado por influências externas </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo trabalhado na indústria do aço por mais de 25 anos &#8211; tanto como fabricante quanto como usuário de aço &#8211; para mim, é algo bastante claro que esta indústria passa por ciclos. Sem pesquisar especialistas ou dados, os ciclos de queda parecem durar cerca de dois anos e ocorrem, aproximadamente, a cada cinco anos. Este intervalo é afetado por influências externas como a força das indústrias automotivas, aeroespaciais e de óleo e gás. A “saúde” de empresas como a TimkenSteel, destacada na matéria de capa da edição americana do mês de Agosto, no momento atual está sendo afetada pelo declínio nas atividades do setor de óleo e gás.</p>
<p>Quando a indústria entra em um destes ciclos de declínio, os pedidos por proteção ficam mais altos. Provavelmente, isto ocorra porque durante os períodos de baixa demanda, quando o aço está mais abundante (ao redor do mundo), é mais provável que se importe aço para os EUA, e para outros países que utilizam o aço, com custos mais baixos, o que afeta os fabricantes internos de aço. No início de 2015, a importação de aço dos EUA foi de 32% do mercado, um índice historicamente alto. Como reação a este último ciclo, foram promulgadas novas leis de comércio, as quais pretendem salvar empregos nesta área.</p>
<p>Em Junho, o American Iron and Steel Institute (AISI) aplaudiu a aprovação do projeto de lei (240-190) das contas alfandegárias pela Câmara dos Deputados. O AISI diz que com este projeto de lei espera-se melhorar as leis do comércio oferecendo mecanismos mais efetivos para limitar as importações de produtos de baixa qualidade e subsidiados pelo mercado americano. O Senado também aprovou este projeto de lei.</p>
<p>A ArcelorMittal, a U.S. Steel e outras siderúrgicas domésticas recentemente abriram um processo comercial contra a China, Índia, Coreia do Sul e Taiwan. A apresentação destes tipos de casos de “antidumping” talvez tenha se tornado mais fácil devido à mudança na legislação encorajando a indústria a apresentar mais casos de comércio desleal. No passado, as siderúrgicas eram mais relutantes em apresentar tais casos temendo que não cumprissem os requisitos de prejuízo.</p>
<p>A nova legislação diz: “&#8230; o ITC (United States International Trade Commission &#8211; USITC ou também I.T.C., Comissão de Comércio Internacional dos EUA) não pode determinar que não há prejuízo material ou ameaça de prejuízo material para uma indústria nos Estados Unidos meramente porque aquela indústria é rentável ou porque o desempenho daquela empresa aumentou recentemente.” O CEO da U.S. Steel, Mario Longhi, chamou a mudança de “um primeiro passo importante” para nivelar o campo de jogo contra as importações desleais.</p>
<p>O Trans-Pacific Partnership (TPP) é outra proposta de acordo comercial que talvez afete a indústria norte-americana e a segurança dos empregos dos trabalhadores do EUA. Nós não conhecemos as especificidades do TPP, mas a The Alliance for American Manufacturing quer que nós peçamos ao congresso norte-americano para garantir que o TPP pare com esta moeda fraudulenta. Eles sugerem que durante, somente, 2013, cerca de 900.000 postos de trabalho americanos foram perdidos devido ao déficit comercial com o Japão e que a sua moeda fraudulenta ajudou no crescimento deste déficit. Eu não posso falar pessoalmente sobre o TPP, mas parece-me estranho que o Presidente Obama e os Republicanos estejam trabalhando juntos nesta legislação. Você decide se levanta alguma bandeira vermelha.</p>
<h4>Legislação Ambiental</h4>
<p>Ao mesmo tempo em que algumas legislações podem ter um impacto positivo sobre a indústria dos EUA e os seus trabalhadores, as legislações ambientais claramente não estão ajudando. Um exemplo é a regulação do ozônio proposta pela EPA (Environmental Protection Agency, Agência de Proteção Ambiental dos EUA). Um representante da NAM (National Association of Manufacturers &#8211; Associação Nacional de Manufatura) testemunhou, em uma audiência intitulada “Regra do Ozônio Proposta pela EPA: Impactos Potenciais na Manufatura”, dizendo que “mais de 66% dos fabricantes estão preocupados em como os novos padrões para o ozônio impactarão nos seus negócios”. A NAM está encorajando a EPA e a Casa Branca a manter os padrões atuais para o ozônio.</p>
<p>Olhando de uma forma generalista para os impactos da administração Obama na agenda climática, um estudo do início deste ano indicou que as regulações da EPA poderiam eliminar 586.000 postos de trabalho até 2023.<br />
Um estudo anterior feito pela Heritage Foundation esboçou as seguintes projeções em relação aos impactos das regulações até 2030:</p>
<p>• Perda de 500.000 postos de trabalho na indústria norte-americana;<br />
• Perda de 45% dos postos de trabalho nas minas de carvão;<br />
• Perda de US$ 2,5 trilhões no PIB dos EUA;<br />
• US$ 7.000 (ajustado pela inflação) de perda de renda por pessoa.</p>
<p>Como nós incitamos nos leitores no passado, prestar atenção nestes problemas é algo que você deve a si mesmo, aos seus funcionários e à sua indústria. Ser um defensor quando você deveria defender políticas específicas e a indústria dos EUA e se opor a políticas que prometem afetar negativamente a indústria do processamento térmico em altas temperaturas. Se não for você, quem será?</p>
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