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	<title>Arquivos siderurgia - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Arquivos siderurgia - Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>Siderurgia: Tarifas: A Chave para a Renascença da Siderurgia Americana?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2019 16:41:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Siderurgia]]></category>
		<category><![CDATA[siderurgia]]></category>
		<category><![CDATA[siderúrgicas]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>á cerca de um ano os Estados Unidos impuseram tarifas à importação de aço sob o pretexto de se tratar de um material estratégico para o país. Não deixa de ser verdade, uma vez que a siderurgia americana não tem mais condições de fabricar alguns produtos</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/siderurgia-tarifas-a-chave-para-a-renascenca-da-siderurgia-americana/">Siderurgia: Tarifas: A Chave para a Renascença da Siderurgia Americana?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>A Siderurgia Americana:</h4>
<p>Há cerca de um ano os Estados Unidos impuseram tarifas à importação de aço sob o pretexto de se tratar de um material estratégico para o país. Não deixa de ser verdade, uma vez que a siderurgia americana não tem mais condições de fabricar alguns produtos siderúrgicos mais sofisticados como, por exemplo, os modernos aços API para tubos de grande diâmetro usados na condução de hidrocarbonetos com alto teor de ácido sulfídrico. Apesar de ser aplicável a qualquer país, essas salvaguardas se enquadram dentro da guerra comercial dos Estados Unidos com a China, país cujo protagonismo internacional vem aumentando par a par com seu desenvolvimento econômico e, portanto, está ameaçando se tornar um rival geopolítico formidável num futuro próximo.</p>
<p>É bem verdade que não há inocentes nessa história. Recentemente a China investiu muito em modernas usinas siderúrgicas e há quem tema que ela terá competitividade insuperável nesse setor assim que absorver e aplicar adequadamente a tecnologia embarcada nessas plantas. Mas o fato é que o preço muito baixo de seu aço também se deve a subsídios e apoios governamentais.</p>
<p>É difícil algum país questionar essa situação nos fóruns internacionais, dado que isso levaria a retaliações nas importações que a China faz dele – e ela se tornou um formidável parceiro comercial. Mas Trump precisa agradar seu eleitorado, a classe média atemorizada pela perda de poder aquisitivo decorrente da globalização e, em especial, a população do Rust Belt, ou seja, das regiões onde se concentram os trabalhadores em setores industriais decadentes da América. E está dando certo: várias usinas paradas há vários anos retomaram suas operações e o próprio presidente da Nucor, uma das principais siderúrgicas americanas, declarou recentemente que “Nunca houve melhor época para fabricar aço nos Estados Unidos”.</p>
<p>Essa atitude protecionista por parte dos antigos campeões do liberalismo econômico é muito curiosa, pois há décadas a siderurgia americana não se moderniza como deve. Foi exatamente por esse motivo que, no passado, os processadores locais de aço passaram a preferir o aço importado, mais barato e com melhor qualidade. A repentina inviabilização das importações provocou protestos desse setor, que agora vê sua competitividade ameaçada: um estudo feito no final do ano passado indicou que os clientes americanos estavam pagando 17,2% a mais pelo aço do que seus competidores estrangeiros.</p>
<p>Mas isso começa a ser resolvido através de soluções criativas: ao invés de se importar aço, o setor passou a importar conjuntos e peças de aço já prontos, logicamente a preços mais favoráveis do que a alternativa doméstica. Preservou-se assim a competitividade das empresas, mas não os empregos especializados do setor. O setor manufatureiro alega que emprega 46 vezes mais do que o siderúrgico e acena com a possibilidade de extinção de 460.000 empregos por conta do aço mais caro. Resta saber os efeitos disso na próxima eleição.</p>
<p>A questão agora é ver se as siderúrgicas americanas ficarão deitadas eternamente em berço esplêndido, acomodadas na proteção concedida por Trump, ou se aproveitarão a vantagem para se tornarem competitivas mesmo sem salvaguardas, garantindo sua sustentabilidade a longo prazo. Várias siderúrgicas já estão anunciando novos projetos e modernizações, o que parece indicar uma reação do setor. Uma delas é a Nucor, empresa que, por sinal, revolucionou a siderurgia em 1989, quando implantou industrialmente, numa de suas plantas americanas, o então inédito conceito de lingotamento de placas finas acoplado diretamente a um laminador de tiras a quente &#8211; e que a partir de então se espalharia pelo mundo.</p>
<p>Ela acabou de anunciar a construção de um moderno laminador de chapas grossas no meio-oeste americano, com capacidade para produzir 1,2 milhões de toneladas por ano, e que deverá estar pronto em 2022. De acordo com a empresa, ela deverá suprir até 97% dos tipos de chapas grossas demandados nos E.U.A. A Steel Dynamics, por sua vez, anunciou a construção de uma nova planta para produção de laminados planos a quente e a frio no sudoeste americano, especialmente voltada para a fabricação dos modernos aços AHSS para a indústria automotiva, que deverá entrar em funcionamento em 2021. Aqui a novidade será o uso de forno elétrico para refino do aço líquido – uma alternativa mais ecológica, pois a geração de gás carbônico é bem menor do que a que ocorre na siderurgia integrada.</p>
<p>Contudo, a empresa reconhece que deverá aperfeiçoar o processo de refino no forno elétrico para que os aços elaborados tenham o mesmo grau de pureza conseguido pelas aciarias a oxigênio. Por sua vez, a ArcelorMittal e U.S. Steel anunciaram um pacote de investimentos da ordem de seis bilhões de dólares para a modernização de plantas já existentes, de forma a garantir a fabricação de produtos com alta qualidade e baixo custo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<h5>Nome do autor: Antonio Augusto Gorni</h5>
<p><em> Engenheiro de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos (1981); Mestre em Engenharia Metalúrgica pela Escola Politécnica da USP (1990); Doutor em Engenharia Mecânica pela Universidade Estadual de Campinas (2001); Especialista em Laminação a Quente. Autor de mais de 200 trabalhos técnicos nas áreas de laminação a quente, desenvolvimento de produtos planos de aço, simulação matemática, tratamento térmico e aciaria.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conheça nosso site de eventos: <a href="http://www.grupoaprenda.com.br/">http://www.grupoaprenda.com.br/</a></p>
<p><a href="http://sfeditora.webcontent-dev.com.br/gases-combustiveis-siderurgicos/">Leia mais aqui:</a></p>
<p><a href="http://sfeditora.webcontent-dev.com.br/gases-combustiveis-siderurgicos/">http://sfeditora.webcontent-dev.com.br/gases-combustiveis-siderurgicos/</a></p>
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		<title>ArcelorMittal Brasil se posiciona sobre aquisição da Votorantim Siderurgia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2018 13:59:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#ArcelorMittal]]></category>
		<category><![CDATA[Cade]]></category>
		<category><![CDATA[econômia]]></category>
		<category><![CDATA[siderurgia]]></category>
		<category><![CDATA[Votorantim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ArcelorMittal divulgou um comunicado nesta semana no qual se posiciona a respeito da aquisição da Votorantim Siderurgia.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A <strong>ArcelorMittal</strong> divulgou um comunicado nesta semana no qual se posiciona a respeito da aquisição da Votorantim Siderurgia.</em><span id="more-18010"></span></p>
<p>A <strong>ArcelorMittal</strong> divulgou um comunicado nesta semana no qual se posiciona a respeito da aquisição da Votorantim Siderurgia, operação que ainda está em fase de conclusão.</p>
<p>Abaixo, o comunicado emitido:</p>
<p><em>A ArcelorMittal informa que a decisão proferida hoje (07/02) pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), aprovando a aquisição da Votorantim Siderurgia, trará significativas oportunidades operacionais, industriais e logísticas, que poderão melhorar sua posição competitiva.   </em></p>
<p><em>A aquisição dos ativos da Votorantim Siderurgia demonstra a confiança da ArcelorMittal no país e na recuperação da economia brasileira, trazendo ganhos de escala, maior eficiência para o negócio e um portfólio ainda mais completo para os clientes. Esta operação é estratégica para a ArcelorMittal, reforçando o papel do Brasil como importante vetor de crescimento do grupo na América Latina.</em></p>
<p><em>Importante ressaltar que a aquisição não foi totalmente concluída e as empresas operam de forma independente até o fechamento da operação.</em></p>
<p><strong><span style="color: #993300;">Sugestão de leitura:</span></strong></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/anglo-american-vai-iniciar-obras-e-preve-elevar-em-56-producao-de-minerio-no-brasil/">-&gt; Anglo American vai iniciar obras e prevê elevar em 56% produção de minério no Brasil</a></p>
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		<title>Futuros do aço voltam a subir na China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2018 16:29:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#aço]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Minério de ferro]]></category>
		<category><![CDATA[siderurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O contrato mais ativo do vergalhão do aço na Bolsa de Xangai fechou em alta de 0,1 por cento, a 3.838 iuanes (589,81 dólares) por tonelada</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/futuros-do-aco-voltam-a-subir-na-china/">Futuros do aço voltam a subir na China</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os futuros do aço na China subiram pelo terceiro dia consecutivo nesta quinta-feira, após Pequim elevar os esforços para restringir a produção, de modo a combater um excesso de capacidade na indústria e ajudar a reduzir a poluição do ar, mas preocupações com a demanda atenuaram os ganhos.</p>
<p>O contrato mais ativo do vergalhão do aço na Bolsa de Xangai fechou em alta de 0,1 por cento, a 3.838 iuanes (589,81 dólares) por tonelada.</p>
<p><strong><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/china-estabelece-regras-mais-rigorosas-para-novas-capacidades-de-producao-de-aco/">A China anunciou regras mais rígidas para a construção de novas capacidades de produção de aço</a></strong> em substituição a instalações obsoletas, um movimento que ajudou a impulsionar os preços do aço nesta semana.</p>
<p>“Essas últimas regras do governo&#8230; continuaram a restaurar o sentimento do mercado, e há sinais de estabilidade &#8211;ao menos para os preços do aço semi-acabado&#8211; nesta semana, após uma grande queda na semana anterior”, disse o analista da CRU em Pequim, Kevin Bai.</p>
<p>Mas uma demanda mais fraca no inverno deve continuar a pesar sobre os preços antes dos feriados de Ano Novo Lunar na China no próximo mês, acrescentou ele.</p>
<p>Os futuros do minério de ferro fecharam em queda de 0,4 por cento na Bolsa de Dalian, a 556 iuanes por tonelada.</p>
<p><strong>Fonte: Reuters.</strong></p>
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		<item>
		<title>China estabelece regras mais rigorosas para novas capacidades de produção de aço</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/china-estabelece-regras-mais-rigorosas-para-novas-capacidades-de-producao-de-aco/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=china-estabelece-regras-mais-rigorosas-para-novas-capacidades-de-producao-de-aco</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2018 17:54:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#aço]]></category>
		<category><![CDATA[#produção]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Regras]]></category>
		<category><![CDATA[siderurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maior produtor de aço do mundo, o país asiático permitirá neste ano que uma tonelada de nova capacidade seja construída para um mínimo de 1,25 tonelada de capacidade antiga fechada em regiões ambientalmente sensíveis</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/china-estabelece-regras-mais-rigorosas-para-novas-capacidades-de-producao-de-aco/">China estabelece regras mais rigorosas para novas capacidades de produção de aço</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China estabeleceu regras mais rigorosas sobre a construção de novas capacidades de produção de aço para substituir instalações obsoletas, informou na segunda-feira o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação.</p>
<p>O movimento enfatiza a determinação da China de proibir o crescimento em seu grande setor siderúrgico e fez com que os preços do aço saíssem do terreno negativo para o positivo, com investidores acreditando que a capacidade de aço da China vai continuar caindo este ano.</p>
<p>Maior produtor de aço do mundo, o país asiático permitirá neste ano que uma tonelada de nova capacidade seja construída para um mínimo de 1,25 tonelada de capacidade antiga fechada em regiões ambientalmente sensíveis, informou o ministério em comunicado.</p>
<p>A declaração, há muito aguardada pelos agentes do mercado, apresentou detalhes mais claros sobre o fechamento da capacidade instalada para construção de novas plantas, com base no tamanho do alto forno, conversores e outras instalações a serem desligadas.</p>
<p>O padrão estrito sobre a troca de capacidade produtiva aliviou preocupações do mercado de que a China não afrouxará suas restrições na construção de novos projetos, disse um gerente de uma empresa comercial em Hangzhou, recusando ser identificado porque não está autorizado a falar com a mídia.</p>
<p>As novas regras são um sinal que a China continuará a aprofundar seus esforços para impulsionar a reforma do lado da oferta e reduzir o excesso de capacidade no setor. A China pretende reduzir a capacidade de aço em 100 milhões de toneladas, para 150 milhões de toneladas, no período de 2016-2020, disse o Conselho de Estado do país no início de 2016, como parte de um plano quinquenal.</p>
<p><strong>Liderança mundial de produção</strong></p>
<p>Em outubro de 2017, a produção mundial de aço bruto foi de  145,3 milhões de toneladas. Somente a China produziu 72,4 Mt, um aumento de 6,1% em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo a organização Worldsteel.</p>
<p>Os EUA produziram 7 Mt e a produção no Brasil foi de 3 Mt. No Brasil, houve um aumento de 3,9 % em relação ao mesmo período em 2016.</p>
<p>A União Europeia teve produção de 5 Mt, e a Turquia 3,3 Mt. Os números de produção atestam a força chinesa no segmento.</p>
<p><strong>Fontes: Reuters; Worldsteel.</strong></p>
<p><strong><span style="color: #993300;">Sugestão de leitura:</span></strong></p>
<p><a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/principal-provincia-produtora-de-aco-da-china-emite-2o-maior-alerta-de-poluicao/">-&gt; Principal província produtora de aço da China emite 2º maior alerta de poluição.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Gerdau vende unidades nos EUA para reduzir dívida</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/gerdau-vende-unidades-nos-eua-para-reduzir-divida/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=gerdau-vende-unidades-nos-eua-para-reduzir-divida</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2018 11:23:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#Gerdau]]></category>
		<category><![CDATA[CMC]]></category>
		<category><![CDATA[siderurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A companhia gaúcha tem débitos de R$ 18,7 bilhões e se desfez de quatro usinas e 33 unidades de beneficiamento de aço para americana CMC</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/gerdau-vende-unidades-nos-eua-para-reduzir-divida/">Gerdau vende unidades nos EUA para reduzir dívida</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A siderúrgica gaúcha Gerdau anunciou ontem a venda de parte de seus negócios nos Estados Unidos para o grupo americano Commercial Metals Company (CMC). O valor da transação, de US$ 600 milhões, inclui quatro usinas produtoras de barra de metal (vergalhão) e 33 unidades de beneficiamento. Boa parte dos recursos será usada para reduzir o endividamento da empresa, que chegou a R$ 18,7 bilhões no terceiro trimestre do ano passado.</p>
<p>O hemisfério Norte responde por 40% da receita líquida global da companhia. No terceiro trimestre, o faturamento do grupo foi de R$ 9,5 bilhões. A Gerdau tem 110 unidades nos EUA e Canadá, entre usinas produtoras e centrais de beneficiamento de aço. A meta da empresa é se manter em negócios que gerem maior rentabilidade.</p>
<p>O acordo inclui as usinas de Jacksonville (Florida), Knoxville (Tennessee), Rancho Cucamonga (California) e Sayreville (New Jersey), com uma capacidade de produção combinada de 2,5 milhões de toneladas curtas por ano, além de unidades de beneficiamento de vergalhões e distribuição nos Estados Unidos.</p>
<p>A operação deverá ser concluída até o fim do ano e depende de autorização dos órgãos regulatórios locais.</p>
<p>“A decisão de vender unidades nos EUA é parte do nosso processo de transformação global, buscando nos tornar mais rentáveis no mercado americano”, disse o vice-presidente executivo do conselho de administração, André Gerdau Johannpeter.</p>
<p><strong>Fontes: Gerdau; Estadão.</strong></p>
<p><span style="color: #993300;"><strong>Sugestão de leitura:</strong></span></p>
<p>-&gt; <a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/motivada-gerdau-reativa-usina-de-mogi-das-cruzes/">Gerdau reativa usina de Mogi das Cruzes, em SP.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/gerdau-vende-unidades-nos-eua-para-reduzir-divida/">Gerdau vende unidades nos EUA para reduzir dívida</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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		<item>
		<title>Principal província produtora de aço da China emite 2º maior alerta de poluição</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/principal-provincia-produtora-de-aco-da-china-emite-2o-maior-alerta-de-poluicao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=principal-provincia-produtora-de-aco-da-china-emite-2o-maior-alerta-de-poluicao</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Gobi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 12:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#aço]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
		<category><![CDATA[siderurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo do polo siderúrgico de Tangshan afirmou em comunicado que ordenou às siderúrgicas que restrinjam produção como parte das medidas emergenciais contra poluição</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/principal-provincia-produtora-de-aco-da-china-emite-2o-maior-alerta-de-poluicao/">Principal província produtora de aço da China emite 2º maior alerta de poluição</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A principal província produtora de aço da China, Hebei, emitiu um alerta laranja de poluição nesta terça-feira, envolvendo 10 cidades industriais incluindo Shijiazhuang, Baoding, Tangshan e Handan, afirmou a agência oficial de notícias Hebei News.</p>
<p>O alerta é o segundo maior na escala do sistema de emergência de quatro níveis.</p>
<p>As dez cidades vão adotar medidas emergenciais contra poluição durante quatro dias a partir de 12 de dezembro, publicou o Hebei News.</p>
<p>O governo do polo siderúrgico de Tangshan afirmou em comunicado que ordenou às siderúrgicas que restrinjam produção como parte das medidas emergenciais contra poluição.</p>
<p>Tangshan também mandou os produtores de carvão ampliarem o período de preparação do coque, ou o tempo que leva para resfriar o carvão durante a produção do insumo, para pelo menos 48 horas.</p>
<p>A província de Tangshan também interrompeu a produção de uma série de insumos para construção como cimento e cerâmica durante o período, bem como de todas as caldeiras de fábricas que usam carvão.</p>
<p><strong>Fonte: Reuters, por Meng Meng e Josephine Mason</p>
<p><span style="color: #993300;">Sugestão de leitura:<br />
</span></strong></p>
<p>-&gt; <a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/vale-conclui-venda-de-2-navios-para-chinesa-bocomm/">Talvez você se interesse por esta notícia sobre o fornecimento de dois navios da Vale para a China.</a></p>
<p>-&gt; <a href="http://aquecimentoindustrial.com.br/motivada-gerdau-reativa-usina-de-mogi-das-cruzes/">Leia sobre a reativação da usina da Gerdau em Mogi das Cruzes. </a></p>
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		<title>Microsoft e Tenova se juntam para promover transformação digital na siderurgia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jul 2017 13:06:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#digital]]></category>
		<category><![CDATA[#Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[#Tenova]]></category>
		<category><![CDATA[siderurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parceria busca tornar siderúrgicas mais eficientes e inovadoras, atendendo às normas de segurança e sustentabilidade</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Microsoft</strong> e a <strong>Tenova</strong>, empresa sediada na Itália, anunciaram uma colaboração e apresentaram as principais características de uma solução da Tenova baseada em três elementos-chave: sensores/atuadores, inteligência descentralizada e interação fornecedor-cliente, com o objetivo de melhorar a produtividade na indústria siderúrgica.</p>
<p>Este sistema, que conta com múltiplos sensores e atuadores integrados, permitirá que as máquinas da fábrica gerenciem um processo produtivo específico e forneçam aos seus operadores, ou algoritmos baseados em inteligência artificial, informações específicas &#8211; detectadas de forma autônoma &#8211; através de medições e relatórios referentes a processos específicos.</p>
<p>Avaliando a informação fornecida pelos sensores, a inteligência descentralizada elaborará os possíveis cenários comportamentais em tempo real, fornecendo funções de monitoramento e manutenção preditiva. O sistema também oferecerá a oportunidade de redefinir configurações específicas automaticamente ou até modificar parâmetros de funcionamento para alcançar a configuração ideal da fábrica.</p>
<p>O sistema busca aumentar o índice geral de eficácia do equipamento, reduzir o consumo de energia, garantir flexibilidade na gestão de pedidos (de acordo com os planos de negócios dos clientes e as condições do equipamento) e controlar a produção de forma mais efetiva através de uma abrangente visão de componentes. Além disso, os usuários poderão receber assistência remota da equipe de especialistas da Tenova, reduzindo os custos de manutenção e o tempo de inatividade.</p>
<p>Através desta parceria com a Microsoft, a Tenova pretende que as instalações de seus clientes tenham produções ainda mais eficientes e inovadoras, em conformidade com as normas de segurança e sustentabilidade ambiental.</p>
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		<title>A siderurgia e a economia do hidrogênio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antoniogorni]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2016 11:12:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[siderurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A urgência em se dispor de energia barata - e, agora, também ecologicamente sustentável - vem motivando o desenvolvimento de novas maneiras de se obtê-la. Sendo proposto o uso do hidrogênio como portador de energia</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A disponibilidade de energia barata constituiu o principal fundamento da Revolução Industrial e, ainda hoje, é uma necessidade vital para nossa civilização. Dois séculos depois, os combustíveis fósseis ainda são a nossa principal fonte de energia. O problema é que nosso consumo aumentou a ponto de ameaçar a sobrevivência do planeta, já que o acúmulo de gás carbônico decorrente da queima desses combustíveis vem promovendo o aumento da temperatura ambiente.</p>
<p>A urgência em se dispor de energia barata &#8211; e, agora, também ecologicamente sustentável &#8211; vem motivando o desenvolvimento de novas maneiras de se obtê-la, aproveitando-se a luz e calor do sol, como também a força dos ventos e das marés. Também está sendo proposto o uso do hidrogênio como portador dessa energia, para uso em motores de combustão interna ou na geração direta de eletricidade em células de combustível. Mas o guizo do gato está na obtenção econômica e ecologicamente sustentável desse gás.</p>
<p>A matéria-prima mais barata e óbvia, a água, é constituída por uma molécula estável e, da mesma forma como o dióxido de carbono, requer grandes quantidades de energia para ser dissociada. Mas esse problema pode ser resolvido, ao menos em parte, usando-se a energia eólica gerada fora dos horários de pico, que não poderia ser aproveitada de outra forma. E os desenvolvimentos nessa área continuam seguindo.</p>
<p>A viabilização de uma economia baseada no hidrogênio como fonte de energia implica em muitos desafios, sendo um dos principais o desenvolvimento de materiais adequados para os equipamentos usados na síntese desse gás, bem como para seu transporte e armazenamento. Mas já há muito tempo a siderurgia vem lidando com os problemas causados pelo hidrogênio, já que os aços usados nos dutos e tanques de hidrocarbonetos líquidos e gasosos são sujeitos ao ataque por esse gás. O ácido sulfídrico úmido, presente em quantidade crescente à medida que uma jazida petrolífera vai sendo explorada, dissocia o hidrogênio molecular em atômico sobre a superfície interna dos tubos de aço.</p>
<p>Uma vez que o átomo de hidrogênio é extremamente pequeno em relação ao do ferro, ele acaba por entrar na parede do tubo e se difunde em seu interior, fragilizando o aço. Além disso, o hidrogênio eventualmente pode ser capturado em heterogeneidades da microestrutura, tais como vazios de solidificação, inclusões não-metálicas, precipitados, interfaces entre ferrita e cementita, etc.</p>
<p>Conforme a eficiência dessas armadilhas, pode ocorrer a recombinação do hidrogênio atômico (H+) em molecular (H2), bloqueando definitivamente sua difusão pelos átomos de ferro. Isso leva facilmente ao acúmulo de quantidade suficiente de hidrogênio para gerar pressão superior ao limite de resistência do aço, nuclear uma trinca e, se o material usado no tubo não for suficientemente tenaz, ela poderá se propagar e eventualmente danificar significativamente o tubo.</p>
<p>Por esse motivo, os dutos que devem trabalhar sob tais condições &#8211; ou seja, sob o chamado sour service &#8211; precisam apresentar microestrutura a mais homogênea possível, baixos teores de elementos residuais como fósforo e enxofre, minimização da presença de inclusões não-metálicas e globulização das que permanecerem no metal. Tudo isso exige processos de refino, solidificação e laminação extremamente sofisticados, mas cujo custo precisa ser minimizado dentro da situação de competição ultradarwiniana que caracteriza os tempos atuais da siderurgia mundial. Poucas usinas no mundo conseguem produzir esse material com lucro, mas o Brasil acaba de instalar uma linha bastante moderna para refino de aço e laminação de chapas grossas que tem todas as condições para vencer esse desafio.</p>
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		<title>Novo front da siderurgia: Ligas com alta entropia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antoniogorni]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2016 16:00:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[siderurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A busca por materiais cada vez mais eficientes, particularmente para as aplicações automotivas, continua derrubando velhos paradigmas metalúrgicos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>A busca por materiais cada vez mais eficientes, particularmente para as aplicações automotivas, continua derrubando velhos paradigmas metalúrgicos</h3>
<p>A busca por materiais cada vez mais eficientes, particularmente para as aplicações automotivas, continua derrubando velhos paradigmas metalúrgicos. Até o momento, a grande maioria das ligas metálicas para uso comercial é constituída por um elemento principal &#8211; que, no caso dos aços, é o ferro &#8211; e por outros elementos coadjuvantes. Este procedimento permite obter ligas com propriedades tecnológicas adequadas, tanto do ponto de vista da resistência mecânica como da ductilidade.</p>
<p>Essa abordagem, apesar de bastante eficaz, geralmente impõe um balanceamento entre resistência mecânica e ductilidade. Ou seja, ao se modificar a liga para se melhorar uma dessas propriedades, fatalmente a outra será prejudicada. A busca por um balanceamento mais flexível entre essas duas propriedades conflitantes vem promovendo um intenso trabalho de desenvolvimento que, no caso dos aços, levou à concepção de produtos cada vez mais sofisticados, como os aços avançados com alta resistência mecânica (AHSS, Advanced High Strength Steels).</p>
<p>Mas mesmo esses notáveis progressos conseguidos nas últimas décadas não têm sido suficientes para bloquear o avanço de materiais alternativos, como alumínio, magnésio e polímeros, nas aplicações tradicionais do aço. Essas novas opções vêm se impondo de forma lenta mas inexorável, especialmente na área automotiva. A metalurgia dos aços precisa continuar avançando para defender sua posição.</p>
<p>No presente round a abordagem adotada foi radical: desenvolver ligas onde não há um elemento principal, mas sim cinco ou mais diferentes metais com participações similares. Os átomos de todos esses elementos estão espalhados pelos reticulados cristalinos encontrados nesses materiais de forma aleatória, gerando maior grau de desordem &#8211; e, por esse motivo, eles são formalmente designados como sendo ligas com alta entropia. Uma vez que essa desordem impede que defeitos cristalinos, como discordâncias, migrem com facilidade pelo reticulado, esses novos materiais apresentam alta resistência mecânica &#8211; e infelizmente, pelo mesmo motivo, são muito frágeis, o que impede que eles possam ser usados, por exemplo, na fabricação de chapas para estampagem.</p>
<p>Mas, recentemente, pesquisadores do Max-Planck-Institut für Eisenforschung (Instituto Max Planck para Pesquisa Siderúrgica), na Alemanha, encontraram uma forma de conciliar alta resistência mecânica e boa ductilidade nas ligas com alta entropia. O segredo é fazer com que ocorra alteração de uma estrutura cristalina para outra quando essas ligas forem deformadas plasticamente, da mesma forma que ocorre nos aços AHSS.  Dessa maneira, parte da energia mecânica associada à deformação é absorvida de forma relativamente inofensiva, em vez de contribuir para desagregar o material. Tal característica foi conseguida pela primeira vez numa liga com alta entropia contendo 50% de ferro, 30% de manganês, 10% de cobalto e 10% de cromo, onde coexistem duas estruturas cristalinas, sendo que uma pode se transformar na outra quando o material sofre deformação, contribuindo para elevar a ductilidade do material.</p>
<p>Os estudos também indicaram que algumas das ligas de alta entropia apresentam razões entre resistência mecânica e peso consideravelmente melhores do que as verificadas nos materiais tradicionais, bem como melhor tenacidade e resistência à corrosão e oxidação. Ainda há muito a ser estudado sobre esses novos materiais, bem como desenvolver processos econômicos e eficazes para sua fabricação &#8211; mas, sem dúvida, trata-se de um desenvolvimento disruptivo que poderá revolucionar a Metalurgia tal como a conhecemos.</p>
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		<title>A era do gelo chegou à siderurgia global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antoniogorni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2016 13:09:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[siderurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os problemas externos se somaram a uma depressão econômica causada por um governo desgovernado</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: left;">No Brasil, a Era do Gelo transformou-se na Tempestade Perfeita. Os problemas externos se somaram a uma depressão econômica causada por um governo desgovernado</h3>
<p style="text-align: left;">A siderúrgica chinesa Angang, ao publicar seu balanço final de 2015, em que foi verificado um prejuízo de 4,59 bilhões de yuans (algo em torno de US$ 700 milhões), registrou em seu relatório que “em 2015, a China desacelerou seu crescimento econômico e mostrou excesso em sua capacidade de produção de aço, lançando a siderurgia doméstica e mundial numa Era do Gelo”.</p>
<p style="text-align: left;">Esta tragédia já era anunciada. O boom verificado no consumo chinês de aço no início do milênio pegou o setor siderúrgico mundial completamente de surpresa, já que o mesmo se encontrava virtualmente estagnado há décadas. Mas, ao mesmo tempo em que importava aço numa escala nunca vista, o país também construía siderúrgicas numa escala igualmente inédita. Bastava um pouco de atenção para constatar que a bonança tinha seus dias contados. O que não se imaginava é que a ressaca seria tão intensa: o crack de 2008 e o esgotamento do crescimento chinês fizeram a crise atingir o paroxismo.</p>
<p style="text-align: left;">A inundação de aço chinês a preços aviltados no mercado internacional levou de roldão as siderúrgicas dos países que não protegeram adequadamente seu setor siderúrgico. O Reino Unido é o caso mais dramático, tendo a usina de Teeside fechado em Outubro passado e o restante das usinas de aços planos posto à venda pela Tata Steel, que as tinha adquirido há menos de nove anos, em meio à euforia chinesa.</p>
<p style="text-align: left;">No Brasil, a Era do Gelo transformou-se na Tempestade Perfeita. Os problemas externos se somaram a uma depressão econômica causada por um governo desgovernado, incapaz de qualquer reação frente às consequências funestas dos longos anos de sua grosseira incúria econômica. Em Janeiro deste ano foi desativado todo o setor de metalurgia primária da Companhia Siderúrgica Paulista &#8211; COSIPA, encerrando meio século de produção de aço bruto na Baixada Santista. O fechamento de usinas siderúrgicas não é algo inédito no Brasil &#8211; relembre-se, por exemplo, o caso da COSIM e da Aliperti &#8211; mas isso nunca ocorreu numa escala tão grande, numa usina integrada dotada de coquerias, cuja eventual recuperação requererá enorme investimento financeiro, algo virtualmente inviável a médio prazo. Quase simultaneamente foi anunciado o fechamento de altos-fornos nas usinas da Companhia Siderúrgica Nacional &#8211; CSN e da Vallourec &#8211; que, ao menos, poderão ser reativados com relativa facilidade quando a demanda assim o exigir. Mas todas essas desativações implicaram na demissão de milhares de empregados, boa parte deles especializados, além de graves consequências econômicas nas regiões onde atuam, uma vez que todas as atividades de apoio requeridas pelas usinas não mais são necessárias.</p>
<p style="text-align: left;">E, se já não fosse suficientemente grave, esta situação confirmou o inferno astral da siderurgia brasileira, iniciado em Novembro passado com o rompimento da barragem de rejeitos de minério da Samarco, em Mariana (MG). A magnitude do desastre é imensa e, meses depois de ocorrido, os rejeitos continuam fluindo e poluindo centenas de quilômetros de rios e até mesmo o oceano, na foz do rio Doce. Ele já está sendo considerado como sendo o pior desastre ecológico de toda a história brasileira e, sem dúvida, está entre os maiores de todo o mundo. É decididamente impossível até tentar entender ou justificar sua extensão épica quando se lembra que tanto a Samarco como a Vale, sua controladora, são mineradoras de classe mundial e com longas décadas de experiência no ramo. Como deixaram que uma situação tão crítica assim pudesse existir? Afinal, como já disse Douglas Adams, em seu livro O Mochileiro das Galáxias: “A maior diferença entre uma coisa que pode pifar e uma coisa que não pode pifar de jeito nenhum é que, quando uma coisa que não pode pifar de jeito nenhum pifa, normalmente é impossível consertá-la”. Foi exatamente isso o que aconteceu.</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/a-era-do-gelo-chegou-a-siderurgia-global/">A era do gelo chegou à siderurgia global</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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