<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Siderúrgica - Portal Aquecimento Industrial</title>
	<atom:link href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/tag/siderurgica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/tag/siderurgica/</link>
	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
	<lastBuildDate>Wed, 05 Aug 2020 13:54:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2019/06/cropped-Icone-Aquecimento-Global.fw_-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Siderúrgica - Portal Aquecimento Industrial</title>
	<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/tag/siderurgica/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Usiminas retoma Laminações em Cubatão</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/usiminas-retoma-laminacoes-em-cubatao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=usiminas-retoma-laminacoes-em-cubatao</link>
					<comments>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/usiminas-retoma-laminacoes-em-cubatao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2020 13:54:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Siderurgia]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Siderúrgica]]></category>
		<category><![CDATA[Usiminas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.aquecimentoindustrial.com.br/?p=20244</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em um período marcado por uma queda acentuada da atividade industrial no país (-9,2% em março e -18,8% em abril, segundo o IBGE), a Usiminas apresentou na última quinta-feira, dia 30 de julho, os resultados do segundo trimestre de 2020. A companhia anunciou, ainda, medidas de retomada de algumas atividades que estavam parcialmente paralisadas em</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/usiminas-retoma-laminacoes-em-cubatao/">Usiminas retoma Laminações em Cubatão</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um período marcado por uma queda acentuada da atividade industrial no país (-9,2% em março e -18,8% em abril, segundo o IBGE), a Usiminas apresentou na última quinta-feira, dia 30 de julho, os resultados do segundo trimestre de 2020. A companhia anunciou, ainda, medidas de retomada de algumas atividades que estavam parcialmente paralisadas em função da abrupta retração do mercado.</p>
<p>Conforme o balanço do segundo trimestre, o Ebitda Ajustado consolidado ficou em R$ 192 milhões no período, com recuo de 66,3% em relação ao 1T20 (R$ 569 milhões) e a margem Ebitda Ajustado foi de 7,9%, contra 14,9% no primeiro trimestre do ano. No mesmo comparativo com os três primeiros meses de 2020, o lucro bruto foi de R$ 279 milhões, uma redução de 46%. A companhia registrou prejuízo líquido de R$ 395 milhões, contra os R$ 424 milhões negativos do trimestre anterior.</p>
<p>Mesmo com os esperados reflexos dos impactos econômicos da pandemia da Covid-19 nos resultados, a companhia manteve uma posição sólida de caixa, de R$ 2,5 bilhões em 30 de junho, anunciando uma elevação no seu plano de investimentos para o ano, de R$ 600 milhões para R$ 800 milhões.</p>
<p>Os principais aportes devem acontecer em iniciativas de meio ambiente e na implantação do projeto de empilhamento a seco (dry stacking) da Mineração Usiminas. Segundo o presidente da empresa, Sergio Leite, desde o início da pandemia, a Usiminas tomou medidas importantes para se adequar ao cenário, de maneira ágil e estratégica, e garantir a sustentabilidade do negócio no longo prazo. Para o executivo, a companhia está preparada para uma resposta rápida a uma esperada retomada do mercado.</p>
<p>“Adotamos uma série de ajustes que nos permitiram passar pelos momentos mais críticos da crise sem, contudo, comprometer o nosso caixa e nossa capacidade de atender de maneira rápida à expectativa de melhoria da demanda para os próximos meses. E é isso que estamos fazendo agora ao anunciarmos a retomada gradual das operações do Alto-Forno 1 e da Aciaria 1 da Usina de Ipatinga e das laminações em Cubatão, na Baixada Santista”, afirma Leite.</p>
<p>As expectativas para o segundo semestre, conforme entidades do setor, devem ser de recuperação gradual da atividade industrial no país. Leite lembra que, conforme dados divulgados nesta semana pelo Instituto Aço Brasil, a indústria siderúrgica no país enfrentou seu pior momento em abril, com indicadores que voltaram ao patamar de 15 anos atrás. No primeiro semestre de 2020, a produção de aço bruto no país teve uma queda de 17,9% e o consumo aparente retraiu 10,5%. “Como toda a indústria do setor, sobretudo para o segmento de aços planos, nós na Usiminas estamos confiantes que o pior já passou e que a trajetória agora é de retomada, apesar dos enormes desafios que temos pela frente”, afirma.</p>
<p>Por área de negócios, o principal destaque no segundo trimestre do ano foram os resultados da Mineração Usiminas (Musa). O Ebitda Ajustado da Musa, de R$ 380 milhões no segundo trimestre do ano, atingiu sua máxima histórica, com um aumento de 77,8% em relação ao 1T20. A margem Ebitda Ajustado da empresa ficou em 51% (36,8% no trimestre anterior).</p>
<p>A unidade produziu 2 milhões de toneladas de minério de ferro (queda de 6,7% na comparação com o 1T20) e registrou vendas de 1,9 milhão de toneladas (redução de 14% em relação ao 1T20). Já a receita líquida alcançou R$ 746 milhões, com alta de 28,3% quando comparada ao trimestre anterior (1T20). A elevação ocorreu principalmente em função da desvalorização do real frente ao dólar, do aumento do preço do minério e da redução no preço do frete.</p>
<p>No que diz respeito aos investimentos, a Musa registrou aportes de R$ 50 milhões no segundo trimestre. A empresa já iniciou a implantação do seu projeto de empilhamento a seco (dry stacking), licenciado no mês de junho pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente. O novo sistema de disposição de rejeitos vai permitir a substituição das barragens convencionais e garantir importantes ganhos ambientais e de segurança.</p>
<p>Na unidade de Siderurgia, os resultados refletiram diretamente a retração registrada nas vendas internas e externas de aço, a partir de março e mais acentuadamente em abril. A produção de aço bruto na usina de Ipatinga ficou em 533 mil toneladas no 2T20, inferior em 30,9% em relação ao 1T20, e a de laminados (Ipatinga e Cubatão) totalizou 0,7 milhão de toneladas no 2T20, com redução de 38,5% no comparativo com 1T20. Já as vendas totais somaram 608 mil toneladas (redução de 42% em relação ao 1T20), com 83% direcionadas ao mercado interno e 17% às exportações. Com isso, o Ebitda Ajustado da unidade de Siderurgia atingiu R$ 102 milhões negativos no 2T20 (R$ 370 milhões positivos no 1T20) e a margem Ebitda Ajustado ficou negativa em 5,4% (positiva em 11,4% no 1T20).</p>
<p>Na Soluções Usiminas, a receita líquida do segundo trimestre do ano totalizou R$ 498 milhões, com redução de 44,7% em relação ao 1T20. O Ebitda Ajustado da unidade no período ficou em R$ 11 milhões negativos (R$ 25 milhões positivos no 1T20) e a margem Ebitda Ajustado foi de 2,2% negativos (2,7% positivos no 1T20).</p>
<p>Na Usiminas Mecânica, empresa de bens de capital sob encomenda, houve diminuição de 62,6% na receita líquida do segundo trimestre (R$ 43 milhões) quando comparada com a registrada no primeiro trimestre do ano (R$ 115 milhões). A unidade apresentou prejuízo bruto de R$ 37 milhões no 2T20 (R$ 4 milhões de prejuízo bruto no 1T20) e Ebitda Ajustado negativo em R$ 67 milhões (R$ 10 milhões negativos no 1T20).</p>
<p>No final de junho, a Usiminas Mecânica (UMSA) teve sua reestruturação aprovada pelo Conselho de Administração da Companhia. A empresa manteve apenas as atividades relacionadas à prestação de serviços para a Usiminas e suas controladas, ressalvando a conclusão dos projetos externos já em andamento. As atividades da UMSA não constituem o core business da Usiminas e a empresa vinha apresentando significativa redução na geração de caixa nos últimos cinco anos, com resultados decrescentes nos segmentos de montagem industrial e manufatura.</p>
<p>Para o presidente Sergio Leite, a Usiminas está agora reestruturada para o novo momento. “Desde o início da pandemia, a companhia vem concentrando esforços em três principais frentes: o cuidado com a saúde e segurança das pessoas, a manutenção do caixa e a geração de resultados. Mesmo num cenário tão complexo, no qual medidas necessárias tiveram que ser adotadas, estamos fortalecidos para assegurar a perenidade da companhia”, conclui o executivo.</p>
<p>No que diz respeito à participação da empresa no esforço coletivo de enfrentamento da pandemia da Covid-19, a Usiminas já investiu cerca de R$ 27 milhões em iniciativas diversas. Foram dezenas de investimentos por meio da Fundação São Francisco Xavier, braço social da companhia nas áreas de Educação e Saúde e responsável pela gestão de quatro unidades hospitalares instaladas em cidades de Minas Gerais e em Cubatão. São hospitais referência para 35 municípios do Leste de Minas e para a Baixada Santista, com parte expressiva dos atendimentos dedicada a pacientes do SUS.</p>
<p>Desde o início da pandemia, entre outras iniciativas, foram adquiridos novos respiradores mecânicos, instalados em um andar inteiro dedicado a pacientes do Coronavírus no Hospital Márcio Cunha, de Ipatinga, adquiridos novos leitos de UTI e equipamentos diversos. Foram direcionados recursos também para ações como a doação de 40 toneladas de alimentos para comunidades socialmente vulneráveis, de 150 mil máscaras de proteção para colaboradores, familiares e comunidades e para a higienização de espaços públicos com grande circulação de pessoas em Ipatinga e Cubatão. A empresa vem participando, ainda, de outras ações em parceria com entidades como o Senai, que vem liderando um programa de recuperação de respiradores mecânicos.</p>
<p><strong>Sobre a Usiminas</strong></p>
<p>A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos e um dos maiores complexos siderúrgicos da América Latina. A companhia conta com unidades industriais e logísticas localizadas em seis estados do país e está presente em toda a cadeia siderúrgica – da extração do minério, passando pela produção de aço até sua transformação em produtos e bens de capital customizados para o mercado. O avanço registrado pela siderúrgica nos últimos anos garante inovação, tecnologia e qualidade em todas as linhas de produção, e permite à empresa oferecer ao mercado um portfólio diversificado, com destaque para produtos e serviços de alto valor agregado. Por sua gestão ambiental, a Usiminas foi a segunda siderúrgica do mundo certificada com a ISO14001, gerando maior produtividade com menor consumo. A companhia contribui ainda para o desenvolvimento das comunidades onde atua, por meio do Instituto Usiminas e da Fundação São Francisco Xavier, oferecendo projetos nas áreas de saúde, educação, cultura, esporte e desenvolvimento social. As ações da Usiminas são negociadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque (ADR nível I) e Madri.</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/usiminas-retoma-laminacoes-em-cubatao/">Usiminas retoma Laminações em Cubatão</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/usiminas-retoma-laminacoes-em-cubatao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Drone Transporta Amostras Siderúrgicas ao Laboratório</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/drone-transporta-amostras-siderurgicas-ao-laboratorio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=drone-transporta-amostras-siderurgicas-ao-laboratorio</link>
					<comments>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/drone-transporta-amostras-siderurgicas-ao-laboratorio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 14:36:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Siderurgia]]></category>
		<category><![CDATA[#alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[delivAIRy]]></category>
		<category><![CDATA[Drone]]></category>
		<category><![CDATA[Siderúrgica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.aquecimentoindustrial.com.br/?p=20042</guid>

					<description><![CDATA[<p>O projeto conjunto delivAIRy da Doksinnovation e Thyssenkrupp Steel Europe AG ganhou o Prêmio Reallabore de Inovação do Ministério Federal de Assuntos Econômicos da Alemanha na categoria &#8216;Insights&#8217;. O prêmio foi entregue por um júri especializado do Ministério Federal de Economia e Energia em uma cerimônia online. Na Thyssenkrupp, ele é carinhosamente chamado de &#8220;a</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/drone-transporta-amostras-siderurgicas-ao-laboratorio/">Drone Transporta Amostras Siderúrgicas ao Laboratório</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto conjunto delivAIRy da Doksinnovation e Thyssenkrupp Steel Europe AG ganhou o Prêmio Reallabore de Inovação do Ministério Federal de Assuntos Econômicos da Alemanha na categoria &#8216;Insights&#8217;. O prêmio foi entregue por um júri especializado do Ministério Federal de Economia e Energia em uma cerimônia online.</p>
<p>Na Thyssenkrupp, ele é carinhosamente chamado de &#8220;a abelha de aço&#8221;: o drone de entrega delivAIRy. Ele decola regularmente e entrega amostras da planta siderúrgica de Duisburg, Alemanha, para processamento adicional no laboratório. O mensageiro voador faz parte do projeto conjunto da start-up de Kassel, Doks Innovation GmbH e a Thyssenkrupp Steel, a maior produtora de aço da Alemanha, para testar processos de entrega baseados em drones nas instalações da planta.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-20045 alignright" style="display: block;" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/06/delivAIRy-Junho-Imagem-1.jpg" alt="" width="361" height="240" srcset="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/06/delivAIRy-Junho-Imagem-1.jpg 4819w, https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/06/delivAIRy-Junho-Imagem-1-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 361px) 100vw, 361px" /></p>
<p>Os dois parceiros foram premiados com o Prêmio Inovação Reallabore do Ministério Federal de Assuntos Econômicos da Alemanha por este projeto. &#8220;A thyssenkrupp oferece um aplicativo que já pode ser implementado hoje&#8221;, diz Benjamin Federmann, fundador e diretor da doks. innovation GmbH. &#8220;Graças à boa cooperação com a thyssenkrupp e as autoridades locais, já podemos testar e estabelecer tecnologias futuras sob condições reais hoje.&#8221;</p>
<p>“O drone de transporte que voa de forma confiável e automática sobre nosso local de trabalho é um exemplo concreto e visível de digitalização na vida industrial cotidiana. Esse projeto torna o transporte não apenas moderno e digital, mas também sustentável, mais eficiente e mais seguro”, afirma Bernhard Osburg, CEO da thyssenkrupp Steel Europe AG.</p>
<p>“Os vencedores do Prêmio Regulatório de Inovação Reallabore conseguiram de maneira exemplar trazer tecnologias digitais como inteligência artificial e blockchain para aplicação concreta em laboratórios da vida real, criando valor agregado localmente. Ao mesmo tempo, incentivam outras empresas, administrações e instituições de pesquisa a implementar seus próprios projetos de inovação. Mas os governos também são chamados: muitas contribuições mostram claramente onde são necessários novos espaços de inovação para tornar possíveis os projetos de teste”, afirma o Ministro Altmaier, de Assuntos Econômicos.</p>
<p>O gerente de projeto Dr. Thomas Lostak, líder da equipe de inovação da Thyssenkrupp Steel, está otimista quanto ao futuro: “Se o robô voador automatizado agora for bem-sucedido no transporte de amostras de laboratório, ele também poderá ser usado em outras áreas da logística interna no futuro. O drone pode ser chamado individualmente por meio de um aplicativo. Agora, as entregas críticas em nossa fábrica em Duisburg podem ser totalmente automatizadas e digitalizadas.” Segundo Lostak, o projeto também foi muito bem recebido pelos funcionários. O uso do drone dá forma concreta ao conceito abstrato de digitalização e fornece novo impulso para outros projetos de digitalização.</p>
<p>A doks. innovation e a Thyssenkrupp estão testando o que geralmente é considerado o caminho a seguir: o drone automatizado (sem necessidade de piloto) entrega amostras em toda a planta, cruzando estradas e linhas ferroviárias em seu sobrevoo. Assim que a caixa de transporte com carga máxima de 4,5 kg é conectada ao drone por um dispositivo patenteado, ela pode ser enviada ao seu destino com o pressionar de um botão.</p>
<p>O drone segue seu curso automaticamente, não precisando ser controlado manualmente. Ao contrário dos carros normalmente usados para isso, o drone chega ao seu destino em apenas 10 minutos, economizando tempo e beneficiando o meio ambiente. O drone também incorpora os mais altos padrões de segurança e pode descer em um ponto de pouso de emergência, se necessário.</p>
<p>Foto &#8211; Crédito: Thyssenkrupp Steel Europe AG<br />
Fonte: <a href="https://www.doks-innovation.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.doks-innovation.com/</a></p>
<hr />
<h3>Confira Últimas Notícias no Portal</h3>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="c659WccqxE"><p><a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/grupo-zf-conclui-aquisicao-do-fornecedor-de-tecnologia-wabco/">ZF conclui aquisição da Wabco</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;ZF conclui aquisição da Wabco&#8221; &#8212; Portal Aquecimento Industrial" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/grupo-zf-conclui-aquisicao-do-fornecedor-de-tecnologia-wabco/embed/#?secret=tvSUZbxZQs#?secret=c659WccqxE" data-secret="c659WccqxE" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/drone-transporta-amostras-siderurgicas-ao-laboratorio/">Drone Transporta Amostras Siderúrgicas ao Laboratório</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/drone-transporta-amostras-siderurgicas-ao-laboratorio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Siderúrgica sueca é a primeira no mundo aquecer aço usando hidrogênio</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/siderurgica-sueca-e-a-primeira-no-mundo-aquecer-aco-usando-hidrogenio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=siderurgica-sueca-e-a-primeira-no-mundo-aquecer-aco-usando-hidrogenio</link>
					<comments>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/siderurgica-sueca-e-a-primeira-no-mundo-aquecer-aco-usando-hidrogenio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 19:24:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento Térmico]]></category>
		<category><![CDATA[#tratamentotérmico]]></category>
		<category><![CDATA[hidrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[Siderúrgica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.aquecimentoindustrial.com.br/?p=19892</guid>

					<description><![CDATA[<p>Juntamente com a Linde Gas AB, a siderúrgica sueca Ovako conduziu um teste em larga escala usando hidrogênio para aquecer aço antes da laminação. O teste foi realizado com bons resultados em um dos fornos poço da empresa na usina de laminação de Hofors na Suécia. Esse desenvolvimento histórico para a indústria siderúrgica prova que</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/siderurgica-sueca-e-a-primeira-no-mundo-aquecer-aco-usando-hidrogenio/">Siderúrgica sueca é a primeira no mundo aquecer aço usando hidrogênio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Juntamente com a Linde Gas AB, a siderúrgica sueca Ovako conduziu um teste em larga escala usando hidrogênio para aquecer aço antes da laminação. O teste foi realizado com bons resultados em um dos fornos poço da empresa na usina de laminação de Hofors na Suécia.</p>
<p>Esse desenvolvimento histórico para a indústria siderúrgica prova que as emissões de dióxido de carbono da laminação podem ser eliminadas, desde que estejam disponíveis suporte financeiro e a infraestrutura adequada.</p>
<p>Como parte de seus esforços de sustentabilidade, a Ovako trabalha há muito tempo para modernizar e melhorar a eficiência de seus fornos. Graças a essa priorização e aos investimentos feitos nos últimos anos, incluindo sistemas de controle e automação atualizados, a Ovako está pronta para dar o próximo passo. O uso de hidrogênio na combustão teria um grande efeito positivo no meio ambiente, uma vez que a única emissão gerada é o vapor de água.</p>
<p>Em colaboração com sua parceira Linde Gas AB, a Ovako conduziu um teste no qual o aço foi aquecido usando hidrogênio em vez de GLP (gás de petróleo liquefeito) antes de rolar na fábrica de Hofors. O teste foi bem-sucedido e os testes do aço produzido mostraram que o aquecimento com hidrogênio não afeta a qualidade. Dadas as condições corretas, a Ovako poderia, portanto, introduzir aquecimento de hidrogênio para os fornos em todas as suas usinas de laminação e, assim, reduzir drasticamente a sua pegada de baixo carbono, já líder mundial, do berço ao portão.</p>
<blockquote><p>“Este é um grande desenvolvimento para a indústria siderúrgica. É a primeira vez que o hidrogênio é usado para aquecer aço em um ambiente de produção existente. Graças ao teste, sabemos que o hidrogênio pode ser usado de forma simples e flexível, sem afetar a qualidade do aço, o que significaria uma redução muito grande na pegada de carbono. Trabalhamos em estreita colaboração com a Linde há muitos anos e estamos orgulhosos de fazer isso juntos”, afirma Göran Nyström, EVP Group Marketing &amp; Technology.</p>
<p>“Trabalhamos na modernização de fornos há muito tempo, para tornar nossos fornos o mais produtivos e eficientes em energia possível. É muito emocionante termos agora provas de que é possível usar hidrogênio no aquecimento sem afetar a qualidade do aço. Se pudermos fazer esse investimento, ele teria um grande impacto positivo no meio ambiente. Nossa estimativa é de que um investimento inicial economizaria 20.000 toneladas de dióxido de carbono a cada ano, e isso é apenas o começo. Realizamos esse teste de forma que ele possa ser reproduzido em grande escala em Hofors e em nossas outras usinas de laminação ”, diz Anders Lugnet, especialista técnico em tecnologia de energia e forno da Ovako.</p></blockquote>
<p>Ovako é uma subsidiária da Sanyo Special Steel e membro do grupo Nippon Steel Corporation.</p>
<hr />
<h3>Confira as Últimas Notícias no Portal</h3>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Ir8GQsCyFw"><p><a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/reduzindo-presenca-de-magnesio-em-sucata-nao-ferrosa-zorba/">Reduzindo presença de magnésio em sucata não ferrosa Zorba</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Reduzindo presença de magnésio em sucata não ferrosa Zorba&#8221; &#8212; Portal Aquecimento Industrial" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/reduzindo-presenca-de-magnesio-em-sucata-nao-ferrosa-zorba/embed/#?secret=9z4bpqezjm#?secret=Ir8GQsCyFw" data-secret="Ir8GQsCyFw" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/siderurgica-sueca-e-a-primeira-no-mundo-aquecer-aco-usando-hidrogenio/">Siderúrgica sueca é a primeira no mundo aquecer aço usando hidrogênio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/siderurgica-sueca-e-a-primeira-no-mundo-aquecer-aco-usando-hidrogenio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saiba mais sobre a coluna: O Futuro e a Nuvem de Tróia</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/saiba-mais-sobre-a-coluna-o-futuro-e-a-nuvem-de-troia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=saiba-mais-sobre-a-coluna-o-futuro-e-a-nuvem-de-troia</link>
					<comments>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/saiba-mais-sobre-a-coluna-o-futuro-e-a-nuvem-de-troia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2019 17:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Siderurgia]]></category>
		<category><![CDATA[Gasômetro]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem de Tróia]]></category>
		<category><![CDATA[Siderúrgica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://sfeditora.webcontent-dev.com.br/?p=445</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Futuro e a Nuvem de Tróia : No ano de 1982, a turma de recém-contratados pela Cosipa, incluindo eu, visitou gasômetros da empresa dentro do programa de integração engenheiros. O clímax do evento foi a subida ao topo do maior deles, o que continha gás de alto-forno. Os veteranos se divertiam com o ar</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/saiba-mais-sobre-a-coluna-o-futuro-e-a-nuvem-de-troia/">Saiba mais sobre a coluna: O Futuro e a Nuvem de Tróia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5><strong><span style="color: #993300;">O Futuro e a Nuvem de Tróia :</span></strong></h5>
<p>No ano de 1982, a turma de recém-contratados pela Cosipa, incluindo eu, visitou gasômetros da empresa dentro do programa de integração engenheiros. O clímax do evento foi a subida ao topo do maior deles, o que continha gás de alto-forno. Os veteranos se divertiam com o ar pouco confortável dos calouros. Até que um dos novatos perguntou: “Isto aqui não pode explodir não?”. Resposta: “Nunca houve explosão de gasômetro em siderúrgica, mesmo quando alguns deles foram metralhados na II Guerra”.</p>
<p>Eu poderia ter retrucado que, exatamente quinze anos antes, a poucos quilômetros de onde estávamos, o gasômetro de Santos havia explodido, causando enorme destruição material – ainda que, felizmente, sem feridos graves, nem mortes. Mas deixei pra lá – eu era novo de empresa e não ia iniciar minha carreira siderúrgica criando polêmica com veteranos&#8230;</p>
<p>Certo dia, mais de 36 anos depois, quase caí da cadeira quando vi a mensagem urgente da Folha de SP no celular informando sobre a explosão do gasômetro de uma grande siderúrgica mineira. Afinal, a quantidade de energia encerrada num gasômetro é imensa, constituindo um enorme potencial de destruição em caso de descontrole. Felizmente, mais uma vez, não houve feridos graves, e os danos materiais foram bem menores do que os verificados em Santos, apesar da quantidade de gás envolvida ser bem maior.</p>
<p>Ao que parece, a exemplo do que ocorre com paióis de explosivos, gasômetros siderúrgicos são concebidos de forma a possuir um teto mais fraco do que o resto de sua estrutura, direcionando a força de uma eventual explosão para o céu vazio e poupando seus arredores – como, aliás, ocorreu no Rio de Janeiro quando paióis da Marinha explodiram em julho de 1995.</p>
<p>De toda forma, foi uma ocorrência potencialmente séria, ainda que muito rara, o que criou uma grande expectativa sobre a apuração de suas causas. Os primeiros comunicados dão conta de que ela foi causada por uma falha num controlador lógico programável, que acabou permitindo a introdução de uma grande quantidade de ar atmosférico no gasômetro, onde se misturou com o monóxido de carbono normalmente presente em seu interior, criando uma mistura explosiva que acabou sendo detonada por uma faísca ao passar pelo limpador eletrostático de gás.</p>
<p>Uma vez que a falha foi identificada num dispositivo digital, ficou cristalinamente óbvio que somente o uso desse moderno recurso não é condição suficiente para garantir uma operação segura. E, na verdade, as coisas podem ficar ainda piores no futuro. Em abril de 2015 discutimos neste espaço a ocorrência de um inédito ataque digital via internet a uma siderúrgica alemã, o qual teria afetado a operação de um alto-forno, impedindo que ele fosse corretamente desligado.<br />
E justamente agora se discute a implantação da assim chamada Indústria 4.0 à siderurgia – aliás, tema da edição de janeiro de 2018 desta coluna. Ela propõe o aumento da eficiência operacional de uma planta através da análise massiva contínua de todos os seus dados, visando descentralizar, agilizar e orientar a tomada de decisões para maximizar sua eficiência e minimizar seus custos.</p>
<h5><strong><span style="color: #993300;">Analise:</span></strong></h5>
<p>Essa análise geralmente requer que uma grande massa de dados sejam armazenada na chamada “nuvem”, cujas instalações físicas são externas à usina. A nuvem permite que esses dados sejam diretamente acessados por todas as partes, como filiais, clientes, fornecedores e empresas de assessoria técnica, eventualmente dispersas pelo planeta todo. Uma consequência dessa abordagem é a exposição do fluxo de informações da empresa ao meio externo o que, em tese, facilita invasões digitais por parte de indivíduos mal-intencionados, caso não forem adotadas medidas eficazes de ciberproteção.</p>
<p>Para quem acha ataque a gasômetros algo mirabolante demais, basta lembrar o caso Para-Sar, ocorrido aqui mesmo no Brasil há meio século atrás, quando militares da direita radical chegaram a planejar um atentado ao gasômetro situado em pleno centro do Rio de Janeiro, na hora do rush, com a intenção explícita de causar o maior número de vítimas. O objetivo erar atribuir o ataque aos comunistas e usar o choque na opinião pública para justificar o assassinato de inúmeros líderes políticos.</p>
<p>Felizmente, alguns corajosos integrantes do Para &#8211; Sar &#8211; na verdade, um esquadrão criado para missões humanitárias e de resgate, e que ironicamente havia sido convocado para executar o plano – impediu esse desastre, denunciando-o a seus superiores hierárquicos. No futuro, não será mais necessário empregar um comando militar para sabotar um gasômetro ou qualquer outra instalação industrial ou de infraestrutura.</p>
<p>O ataque pode ser feito à distância, caso a facilidade esteja interligada em rede digital e não conte com proteção eficiente. É um sério alerta tendo em vista toda a hype deflagrada pela moda da Indústria 4.0.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><strong>Nome do autor: Antonio Augusto Gorni</strong></p>
<p>Engenheiro de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos (1981); Mestre em Engenharia Metalúrgica pela Escola Politécnica da USP (1990); Doutor em Engenharia Mecânica pela Universidade Estadual de Campinas (2001); Especialista em Laminação a Quente.</p>
<ul>
<li>Autor de mais de 200 trabalhos técnicos nas áreas de laminação a quente</li>
<li>Desenvolvimento de produtos planos de aço</li>
<li>Simulação matemática</li>
<li>Tratamento térmico e aciaria.</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/saiba-mais-sobre-a-coluna-o-futuro-e-a-nuvem-de-troia/">Saiba mais sobre a coluna: O Futuro e a Nuvem de Tróia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/saiba-mais-sobre-a-coluna-o-futuro-e-a-nuvem-de-troia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
