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	<title>Arquivos Revistas - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Arquivos Revistas - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<item>
		<title>Confiabilidade de Peças produzidas por Manufatura Aditiva: Por que a Articulação em Rede é uma boa opção para o Brasil?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 16:35:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Revistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>*por Gustavo Daniel Donatelli, Diretor Executivo do Centro de Metrologia e Instrumentação da Fundação CERTI; e Pedro Yoshito Noritomi, Chefe da Divisão de Tecnologias para Produção e Saúde do CTI Renato Archer. &#160; A Manufatura Aditiva (MA), também chamada de impressão 3D, deixou de ser apenas uma promessa futurista para se tornar parte do mainstream</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>*por Gustavo Daniel Donatelli, Diretor Executivo do Centro de Metrologia e Instrumentação da Fundação CERTI; e Pedro Yoshito Noritomi, Chefe da Divisão de Tecnologias para Produção e Saúde do CTI Renato Archer.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Manufatura Aditiva (MA), também chamada de impressão 3D, deixou de ser apenas uma promessa futurista para se tornar parte do mainstream da indústria global. Nos últimos anos, a tecnologia ganhou enorme visibilidade, alimentada pelo potencial em transformar cadeias produtivas, acelerar a inovação e democratizar a fabricação de produtos. Hoje, mais do que uma tendência emergente, a MA é reconhecida como uma ferramenta estratégica para setores de alta complexidade.</p>
<p>Relatórios internacionais indicam que o mercado global de Manufatura Aditiva (MA) segue em forte expansão. O Wohlers Report 2025, publicado pela ASTM, estima que o setor movimentou cerca de US$ 21,9 bilhões em 2024, com projeção de atingir US$ 115 bilhões até 2034, impulsionado pela crescente adoção industrial em setores como aeroespacial, energia e saúde [1] .</p>
<p>No contexto brasileiro, o mercado de MA também apresenta crescimento expressivo, tendo gerado aproximadamente US$ 1,19 bilhão em 2023, com expectativa de alcançar US$ 4,44 bilhões até 2030 — o que representa uma taxa média anual de expansão de 20,8 % no período de 2024 a 2030 [2][3] .</p>
<p>As vantagens são claras: a MA permite a fabricação de peças com geometrias complexas, possibilitando a aplicação de novas técnicas de engenharia para redução peso e otimização de uso de materiais, além de contribuir para a personalização em massa e viabilizar a produção de peças sobressalentes sob demanda, reduzindo estoques e custos logísticos. Isso explica por que a tecnologia vem ocupando cada vez mais espaço nas estratégias de empresas ligadas aos setores aeroespacial, defesa, saúde e energia.</p>
<p>No entanto, por trás dessa promessa de inovação, existe um paradoxo que limita sua adoção em larga escala: a confiança na tecnologia ainda é uma barreira significativa. É nesse ponto que surge o desafio da qualificação.</p>
<p><strong>O Desafio da Confiabilidade: Por que a qualificação essencial  </strong></p>
<p>Garantir que uma peça fabricada aditivamente seja confiável vai muito além de “imprimir bem”. A literatura reporta a existência de quase 130 parâmetros de processo que influenciam a qualidade final em tecnologias de deposição metálica, especialmente nos processos PBF (Powder Bed Fusion) e DED (Directed Energy Deposition). Esses parâmetros abrangem desde o design e a matéria-prima até o equipamento, software, operadores e etapas de pós-processamento. Fatores como calibração das máquinas, refinamento de parâmetros de processamento, controle de qualidade dos pós-metálicos e tratamentos térmicos são fontes de variabilidade que tornam a repetibilidade e a confiabilidade grandes desafios da tecnologia [4] .</p>
<p>No entanto, é importante destacar que a MA engloba um universo muito mais amplo do que os processos metálicos. Existem mais de 40 técnicas distintas, agrupadas em sete categorias principais segundo a ISO/ASTM 52900:2021: fusão em leito de pó, extrusão de material, fotopolimerização, jateamento de aglutinante, laminação, jateamento de material e deposição direcionada de energia [5] . Cada técnica possui diferentes princípios físicos, requisitos de controle e campos de aplicação.</p>
<p>Além disso, a MA permite o processamento de diversas classes de materiais — incluindo metais, polímeros, cerâmicas, compósitos e até biomateriais, com potencial para incorporação de fármacos e células vivas. Essa diversidade amplia as possibilidades de aplicação industrial, mas também aumenta a complexidade técnica associada à seleção da tecnologia mais adequada.</p>
<p>Para reduzir essas incertezas, os processos de qualificação exigem a aplicação de ensaios rigorosos nas peças finais, incluindo tanto ensaios destrutivos (como tração, fadiga, tenacidade à fratura e análise metalográfica) quanto ensaios não destrutivos (END) (como tomografia computadorizada de raios X, ultrassom phased array, inspeção por partículas magnéticas, líquidos penetrantes e análise dimensional de alta precisão). Esses ensaios são fundamentais para identificar defeitos como porosidade, trincas térmicas e falta de fusão, que podem comprometer seriamente a integridade de componentes em uso [6][7] .</p>
<p>No entanto, organismos internacionais como a DNV e a IACS destacam que os requisitos de qualificação e ensaios variam conforme a criticidade da peça.</p>
<p>Enquanto componentes de baixa criticidade podem ser aprovados com pacotes mínimos de testes, peças classificadas como críticas, aplicadas em setores como offshore, aeroespacial ou sistemas de segurança, demandam protocolos extensivos de caracterização mecânica, metalográfica e END, muitas vezes sob supervisão direta de sociedades classificadoras [8][9] .</p>
<p>Essa abordagem baseada em risco busca equilibrar confiabilidade e viabilidade econômica, garantindo que os esforços de qualificação sejam proporcionais ao impacto potencial de uma falha. Mas, no Brasil, esse desafio técnico é agravado por outro fator: a fragmentação do ecossistema de competências.</p>
<p><strong>Fragmentação de competências: O gargalo do ecossistema nacional </strong></p>
<p>A complexidade da qualificação em MA é intensificada pela realidade brasileira. Embora o país possua uma infraestrutura consolidada de qualidade em setores tradicionais, ainda há uma carência específica para a manufatura aditiva. Faltam laboratórios para ensaios não destrutivos, profissionais certificados para análise de resultados e protocolos normativos adaptados.</p>
<p>Além disso, as competências necessárias — como ciência dos materiais, DfAM (Design for Additive Manufacturing), engenharia de processos, metrologia avançada e certificação — estão dispersas entre diferentes atores: universidades, institutos de pesquisa, fornecedores de tecnologia e consultores especializados. Para uma empresa usuária, navegar nessa rede fragmentada é custoso, lento e arriscado.</p>
<p>A experiência internacional mostra que esse desafio não é exclusivo do Brasil e que a solução passa pela articulação em rede. E essa lógica já foi adotada com sucesso em diferentes países.</p>
<p><strong>O poder das redes: como modelos colaborativos aceleram a inovação </strong></p>
<p>Para superar a complexidade técnica e a fragmentação do ecossistema, a articulação em rede emerge como uma estratégia inteligente e necessária. A teoria das redes sociais fornece uma base conceitual sólida para compreender esse modelo.</p>
<p>Uma análise de literatura sobre inovação e colaboração tecnológica indica que redes bem estruturadas, com conexões amplas entre diferentes atores, favorecem o acesso a novas oportunidades, a circulação de conhecimento e o surgimento de soluções inovadoras [10][11] .</p>
<p>Aplicado à realidade da MA, esse modelo de rede organizada significa conectar a demanda da indústria — que busca soluções confiáveis, certificáveis e</p>
<p>economicamente viáveis — com a oferta de competências técnicas e científicas existente em universidades, ICTs, laboratórios e empresas de tecnologia. O hub orquestrador atua como agente neutro, capaz de:</p>
<p>* Reduzir custos de transação e tempo de integração, facilitando a formação de consórcios temporários de qualificação.</p>
<p>* Mitigar riscos tecnológicos e de confiabilidade, promovendo a rastreabilidade de evidências e resultados.</p>
<p>* Acelerar a difusão de padrões, normas e conhecimento técnico, fomentando interoperabilidade e maturidade coletiva.</p>
<p>* Estabelecer governança e métricas comuns, permitindo que o ecossistema evolua de forma coordenada e transparente.</p>
<p>Essa abordagem transforma o desafio da fragmentação em uma oportunidade de cooperação estruturada, em que cada participante — seja da indústria, academia, governo ou setor de serviços — contribui com sua especialização e se beneficia de um sistema que gera valor coletivo e confiança tecnológica. Assim, o modelo de rede não apenas otimiza recursos e competências, mas também cria as condições institucionais para o avanço sustentável da manufatura aditiva no Brasil.</p>
<p><strong><em>Lições Globais: Benchmarks de Iniciativas de Referência</em></strong></p>
<p>E o que outros países estão fazendo? Ao dar uma olhada no que está acontecendo em outros locais, o mundo já avançou com modelos semelhantes:</p>
<ul>
<li>America Makes (EUA) – primeiro instituto nacional de inovação em MA, reúne governo, indústria e academia para acelerar padrões e certificações [12]</li>
<li>Fraunhofer IAPT (Alemanha) – referência em qualificação de peças metálicas, articulando fornecedores de pó, fabricantes de máquinas e OEMs [13] .</li>
<li>Singapore Centre for 3D Printing (SC3DP) – hub de P&amp;amp;D voltado a aplicações industriais, com ênfase em qualificação de processos [14] .</li>
<li>National Centre for Additive Manufacturing (Reino Unido) – integrado à</li>
</ul>
<p>Manufacturing Technology Centre, foca em setores aeroespacial e defesa [15] .</p>
<ul>
<li>DNV (Noruega) – desenvolveu a norma DNV-ST-B203, hoje referência para qualificação de peças críticas em óleo &amp;amp; gás [9] .</li>
</ul>
<p>Essas experiências mostram que, mais do que tecnologias, o que garante a confiabilidade é a existência de ecossistemas articulados com governança sólida. E é justamente essa a proposta do Brasil.</p>
<p><strong>Construindo o Futuro da Manufatura Aditiva Confiável no Brasil</strong></p>
<p>A Manufatura Aditiva representa uma das mais promissoras oportunidades da nova indústria brasileira. No entanto, seu pleno potencial — especialmente em aplicações críticas — depende de um passo fundamental: construir confiança. E confiança se constrói com metrologia, evidências e colaboração estruturada.</p>
<p>A qualificação de peças fabricadas aditivamente é um desafio que transcende a técnica. É também um desafio organizacional e sistêmico, exigindo integração entre ciência dos materiais, engenharia, normalização e gestão da qualidade. No Brasil, onde as competências ainda estão dispersas, a articulação em rede é a chave para transformar ilhas de excelência em um ecossistema integrado e confiável.</p>
<p>Inspirado em modelos internacionais de sucesso, o Centro Temático de Qualificação de Peças Críticas Fabricadas por Manufatura Aditiva (CTMA) — uma iniciativa da Fundação CERTI, em cooperação com o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), e com apoio do MCTI e da FINEP — nasce como o hub orquestrador dessa transformação.</p>
<p>A Fundação CERTI aporta ao CTMA sua experiência consolidada em metrologia, aliada à capacidade de articulação com a indústria e à gestão de projetos complexos de P&amp;amp;D&amp;amp;I. O CTI Renato Archer, por sua vez, contribui com sua liderança científica e tecnológica em manufatura aditiva, sua infraestrutura laboratorial de ponta e um histórico consistente de desenvolvimento de soluções nacionais para o setor. Essa combinação une capacidade técnica e capilaridade institucional, permitindo que o CTMA atue como um ponto de convergência entre ciência, tecnologia e aplicação industrial.</p>
<p>Embora tenha nascido a partir da cooperação entre a Fundação CERTI e o CTI Renato Archer, o CTMA é concebido como uma rede aberta e colaborativa, que acolhe novos parceiros dispostos a contribuir para o avanço da infraestrutura nacional de qualificação em manufatura aditiva. Laboratórios, ICTs, empresas, associações e órgãos reguladores são convidados a integrar essa rede e co-construir o ecossistema brasileiro de confiança em MA, fortalecendo a base tecnológica que sustentará a indústria avançada e a neoindustrialização no país.</p>
<p>O modelo do CTMA propõe um ecossistema colaborativo que gera benefícios claros para cada grupo de participantes. Citam-se como exemplos:</p>
<p>* Indústria usuária: acesso a metodologias validadas de qualificação, redução de risco tecnológico e suporte técnico-metrológico para adoção segura da manufatura aditiva em aplicações críticas.</p>
<p>* Prestadores de serviço e fornecedores de tecnologia: oportunidade de homologação de processos, integração a uma rede reconhecida e ampliação da credibilidade junto ao mercado.</p>
<p>* ICTs e universidades: inserção em projetos colaborativos com foco em resultados aplicados, acesso a infraestrutura compartilhada e estímulo à transferência de conhecimento e tecnologia.</p>
<p>* Órgãos reguladores e entidades normativas: suporte técnico-científico para a formulação de requisitos, guias e padrões nacionais de qualificação, fortalecendo a infraestrutura de qualidade brasileira e oferecendo mais segurança à indústria e aos usuários finais.</p>
<p>Ao conectar esses atores sob um modelo de governança neutra, o CTMA cria as condições para que a confiança na manufatura aditiva seja construída de forma colaborativa, rastreável e baseada em evidências, transformando o potencial tecnológico em vantagem competitiva e soberania industrial para o país.</p>
<p><strong>Um convite à colaboração</strong></p>
<p>A construção desse ecossistema não se faz de forma isolada. Ela requer a contribuição de laboratórios, fabricantes, universidades, reguladores e empresas usuárias comprometidas em elevar o patamar da indústria nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre os Autores:</strong></p>
<p>&#8211; Gustavo Daniel Donatelli é Diretor Executivo do Centro de Metrologia e Instrumentação da Fundação CERTI, com ampla experiência em metrologia tridimensional avançada, incluindo técnicas de medição por cooordenadas e tomografia computadorizada de raios X.</p>
<p>&#8211; Pedro Yoshito Noritomi é Chefe da Divisão de Tecnologias para Produção e Saúde do CTI Renato Archer, com ampla experiência em pesquisa, desenvolvimento e aplicação industrial de tecnologias de manufatura aditiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>HEF Durferrit &#8211; Vaga de Analista Comercial e de Desenvolvimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 17:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>HEF Durferrit &#8211; Descrição da Vaga: Missão do Cargo Responsável por prospectar e desenvolver novos negócios, atuando em todas as etapas dos projetos técnico-comerciais, desde o primeiro contato com o cliente até a implementação da solução, atuando junto a clientes, representantes e equipes internas. Responsabilidades: Prospectar novos negócios por meio de visitas técnicas, participação em</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 id="_t60caY2PK8Ln1sQPpKSUgAc_34" class="LC20lb MBeuO DKV0Md"><span style="color: #000000;">HEF Durferrit &#8211; Descrição da Vaga:</span></h1>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Missão do Cargo</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Responsável por prospectar e desenvolver novos negócios, atuando em todas as etapas dos projetos técnico-comerciais, desde o primeiro contato com o cliente até a implementação da solução, atuando junto a clientes, representantes e equipes internas.</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Responsabilidades:</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Prospectar novos negócios por meio de visitas técnicas, participação em feiras, eventos e associações industriais.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Desenvolver projetos de engenharia de superfície, desde a análise técnica e econômica até a fase de testes e início do tratamento.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Elaborar relatórios técnico-comerciais e relatórios de testes de protótipos.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Criar propostas comerciais, apresentações para clientes e apresentações internas de resultados.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Realizar análises de mercado com dados estratégicos para suporte à tomada de decisão.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Atualizar ferramentas de gestão de projetos e prospecções.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Prestar suporte técnico e comercial a clientes novos e existentes.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Utilizar ferramentas de análise de dados (como Power BI) para geração de relatórios comerciais.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Redigir textos técnico-comerciais para apoio ao marketing.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Ministrar palestras e apresentações técnicas sobre as tecnologias do grupo HEF.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Manter comunicação contínua com o time global de desenvolvimento para reporte de atualizações. </span></li>
<li><span style="color: #000000;">Realizar viagens técnicas e comerciais, incluindo participação em reuniões globais anuais.</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Requisitos:</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Ensino superior completo em Engenharia Mecânica, Materiais, Metalurgia ou correlatas</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Experiência no ramo de tratamentos térmicos, especificamente nitretação</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Inglês avançado</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Conhecimento Desejável:</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Power BI básico a intermediário</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Pacote Office avançado (Excel, PowerPoint, Word).</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Competências desejáveis:</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Boa capacidade de comunicação e perfil comercial</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Proatividade</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Visão sistêmica</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Capacidade analítica e de síntese</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Benefícios:</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">Seguro Saúde: Cuide da sua saúde e de sua família</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Seguro Odontológico: Sorriso saudável e cuidado</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Seguro de Vida: Proteção e segurança para você e sua família.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">TotalPass: Melhorar sua qualidade de vida.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Vale Alimentação: R$ 240,00 para suas compras do mês.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Auxílio farmácia: parceria com farmácia local com desconto da compra em folha.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Refeição no Local: Alimentação de qualidade dentro da empresa.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Vale Transporte: Facilite seu deslocamento diário.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Participação nos Lucros e Resultados (PLR): Participe do sucesso da empresa.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Formato Híbrido com possibilidade de home office 1 vez por semana conforme política e alinhamento com o gestor – mais flexibilidade para você.</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Regime e horário de trabalho:</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;">44 semanais – horário flexível (sujeito a alteração em caso de compensação de pontes de feriados)</span></li>
<li><span style="color: #000000;">CLT</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Salário a combinar<br />
</span></li>
</ul>
<h3><span style="color: #000000;">Enviar Currículo para: gagarelli@hef.group, aos Cuidados de Giovanna Agarelli</span></h3>
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			</item>
		<item>
		<title>Grupo BAW Brasil inaugura nova planta em Valinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 18:40:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O Grupo BAW Brasil, com sede no Rio Grande do Sul, realizou a inauguração de seu novo Centro de Demonstração, Distribuição e Treinamento (CDT) em Valinhos, São Paulo, consolidando sua presença no mercado paulista e reafirmando sua trajetória de crescimento. O evento contou com a presença de parceiros, clientes e autoridades locais, que celebraram</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_21224" aria-describedby="caption-attachment-21224" style="width: 437px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-21224" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Grupo-BAW-Brasil.jpg" alt="" width="437" height="240" /><figcaption id="caption-attachment-21224" class="wp-caption-text">Da esquerda para direita: O Presidente Sócio-Fundador do GRUPO BAW Brasil, Darci Haas; Sérgio Ferrero, diretor comercial e de marketing; Bianca Haas, diretora de operações e o Sócio-Fundador do GRUPO BAW, Juan Carlos Ferrero (Crédito da foto: Luan Hoffmann)</figcaption></figure>
<p>O Grupo BAW Brasil, com sede no Rio Grande do Sul, realizou a inauguração de seu novo Centro de Demonstração, Distribuição e Treinamento (CDT) em Valinhos, São Paulo, consolidando sua presença no mercado paulista e reafirmando sua trajetória de crescimento.</p>
<p>O evento contou com a presença de parceiros, clientes e autoridades locais, que celebraram esse marco significativo para a empresa, especializada em soluções de corte e solda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O evento foi um sucesso. Tivemos a presença de muitos parceiros, clientes e autoridades que são fundamentais para consolidar nossa presença em São Paulo.</p>
<p>Com esse passo, estaremos mais próximos de nossos clientes, aumentando o faturamento e nossa participação de mercado.</p>
<p>A estrutura local, em Valinhos, permitirá que os clientes conheçam nosso portfólio completo de soluções”, afirmou a diretora de operações da empresa, Bianca Haas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O novo espaço não só facilita o atendimento, mas também oferece um setor de manutenção dedicado, garantindo que os clientes possam resolver eventuais reparos de maneira rápida, evitando interrupções na produção. “Foi um alto investimento em pessoas, infraestrutura e equipamentos.</p>
<p>O setor de manutenção estará ainda mais próximo do cliente, permitindo que sua produção não pare”, acrescentou a executiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Presença Nacional</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A inauguração do CDT solidifica a estratégia do Grupo BAW Brasil de expandir sua atuação nacionalmente.</p>
<p>O Centro de Valinhos faz parte de um plano estratégico que visa aumentar em 52% o faturamento nos próximos três anos e dobrar a capacidade de atendimento.</p>
<p>O investimento de R$ 8 milhões, sendo R$ 7,9 milhões em equipamentos de demonstração, permitirá que o Grupo BAW Brasil fortaleça sua competitividade no mercado de corte e solda, consolidando sua posição entre os três maiores players do Brasil no segmento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Site: https://www.baw.com.br/</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>AUTOMÓVEIS SUSTENTÁVEIS:</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 14:01:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A busca contínua por soluções “verdes” Sustentabilidade tem sido a grande tendência do mundo e apostar em temas desta área será ter sucesso garantido, seja em novas tecnologias de produtos, processos e novos negócios. A evolução e aceleração para tornarem as metas ambientais tangíveis estão ocorrendo de forma progressiva e intensa, praticamente presencia-se ações em</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">A busca contínua por soluções “verdes”</h1>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-21155 alignleft" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2024/01/foto-colosio.png" alt="" width="227" height="563" />Sustentabilidade tem sido a grande tendência do mundo e apostar em temas desta área será ter sucesso garantido, seja em novas tecnologias de produtos, processos e novos negócios. A evolução e aceleração para tornarem as metas ambientais tangíveis estão ocorrendo de forma progressiva e intensa, praticamente presencia-se ações em todos os lugares; impossível ficar apático ao assunto.</p>
<p>Pensando em agrupar pontos básicos de importância ao meio, sigo contextualizando o assunto em vários pontos de vista, principalmente no campo automotivo em referência ao emprego de materiais e componentes.</p>
<p>No sentido de seguir com este debate, levanto o principal dilema em pauta, ou seja, a principal resposta da pergunta que deve acelerar o caminho irreversível para aplicação de materiais sustentáveis seria se “alguma empresa” aceitaria pagar mais para ter um produto sustentável. Até pouco tempo atrás, acreditava-se que tornar um produto sustentável deveria ser uma obrigação das empresas e absorver estes custos seria inevitável, porém diante do grau de dificuldade para acelerar o processo, muitas discussões estão orbitando neste conceito e a questão custo e investimento já faz parte das contrapartidas financeiras aceitáveis, mas até quanto é o “threshold” que vai limitar a aceleração destas metas.</p>
<p>Focando em materiais, sabe-se que as rotas de fabricação de ferrosos são repletas de oportunidades e produzir materiais com caráter verde requer muito “know how” e investimento, e consequentemente, adicionar um custo sobre seu processo e produto será inevitável. Por exemplo: fala-se muito em aço verde e, diga-se de passagem, já existe esta designação e produto, porém a sua viabilização é tão complexa tecnologicamente e apostar neste caminho é uma loteria e um risco, sem contar o investimento.</p>
<p>Diante de um cenário totalmente novo em nosso meio e ainda com um caráter ideológico, relato que estamos quase prontos para aceitar estes custos em um primeiro momento, mas certamente, em uma pequena proporção. Inevitavelmente, como diz o provérbio, “no pain, no gain” parece ser a única opção mais favorável.</p>
<p>Mirando diretamente nas usinas de aço, o uso do carvão mineral (coque) é o grande vilão na emissão de CO2, e usar hidrogênio, gás natural e aumentar o índice de reciclados no processo têm se tornado uma grande equação para as usinas. A situação é tão desafiadora; que, imagina-se um único Alto Forno, o qual produz milhões de toneladas de ferro gusa por ano, ter sua rota de produção alterada.  A produção de um alto forno é tão importante ao país que poderíamos dizer que ela impacta o produto interno bruto em termos de participação.<br />
Certamente, a transição no emprego destes produtos (H2, gás, sucata) no processo de obtenção do ferro-gusa será gradativa e lenta até chegar na aciaria para a geração do aço final.</p>
<p>Pois bem, as usinas conhecem bem a sua missão e passam a considerar esta questão como parte da estratégia; porém, como e quando são os grandes desafios. Temos a certeza que todos em futuro “muito longe” atingirão a eficiência que queremos; mas, a questão é urgente e precisa-se de tração, este é o grande desafio de todos: “como e quando? ”.</p>
<p>Avançado mais na raiz do problema, sabe-se que materiais e produtos sustentáveis é apenas uma parte da discussão da temática ambiental, muito existe e conhecer como quantificar a situação é parte importante da questão.  Dentre as formas de quantificação, existe a avaliação pelo sistema Eco-audit, ferramenta que avalia a emissão de CO2 e o consumo de energia no ciclo do produto e de uma forma ampla integra a cadeia do seu ciclo de vida.<img decoding="async" class="wp-image-21154 aligncenter" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2024/01/eco-Audit-Tool.png" alt="" width="654" height="320" srcset="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2024/01/eco-Audit-Tool.png 891w, https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2024/01/eco-Audit-Tool-768x376.png 768w" sizes="(max-width: 654px) 100vw, 654px" /></p>
<p style="text-align: center;">(<a href="https://www.ansys.com/products/materials/granta-edupack">https://www.ansys.com/products/materials/granta-edupack</a>)</p>
<p>A avaliação completa do impacto ambiental para um determinado produto é composta pelas seguintes variáveis: o fator do material no componente, a manufaturabilidade, o uso em campo, as variáveis logísticas “supplier chain”, e ao final, o equacionamento e retorno por reciclabilidade no final de vida (End of life-EoL) ou o indesejado “disposal”.<br />
Cada etapa tem um peso no resultado final do impacto ambiental e conhecer os itens de maiores criticidades é fundamental para uma ação imediata.</p>
<p>Avançando no equacionamento da questão, entende-se que especificar um material com menor dano ambiental já é uma tarefa difícil; porém, pretende-se selecionar o fornecedor com melhor desempenho ambiental. A manufaturabilidade da peça e do veículo final está sob controle das áreas de processo e escolher caminhos mais limpos é uma tarefa a ser prosseguida, sejam eles nas operações <em>in-house</em>, sistema de montagem, pintura e despachos.</p>
<p>O cálculo da etapa operação logística é simples, conhecer o tipo de veículo de transporte, tipo combustível ou propulsão e as variáveis de trajetos e localidades são facilmente equacionados. Neste sentido, ter fornecedores próximos, evitar viagens longas e complexas são fatores fundamentais.</p>
<p>A variável uso do veículo tem um peso e importância fundamental, e é neste campo que as alternativas eletrificadas (VEH) ganham de longe aos de combustão (internal combustion engine-ICE). Motorização alimentadas apenas com baterias e se possível, ainda ter uma recarga de energia por meios “limpos” são as melhores situações.</p>
<p>Até este momento, apenas avaliamos a geração de CO2 e consumo de energia na auditoria ambiental; a última etapa do Eco-audit é um contraponto ao estudo, isto é, o ciclo final de vida (EoL), composto pelo descomissionamento e reciclabilidade do produto, entra como crédito na equação e melhora o resultado final do dano ao meio ambiente. Nesta parte, conhecer materiais com melhores potenciais de retorno e facilidade no descomissionamento são pontos de maiores interesses. Na maioria das vezes, esta etapa não é contabilizada e nem existente e o final de vida por “disposal” gera a emissão de CO2 e consumo de energia, ou seja, trata-se como rejeito, destruição, queima e outras etapas “sujas” ao meio.</p>
<p>Nota-se até aqui, que a integração das cinco variáveis anteriores demonstra o impacto ambiental de cada produto e por isto, abordar diretamente o(s) item(s) com maior potencial e participação na geração de CO2 ou consumo de energia é fundamental para obter melhores resultados, sejam eles contidos no material, na manufatura, logística, no uso e “disposal” e na geração de créditos no ciclo final de vida do componente / produto.</p>
<p>Por outro lado, pensando em créditos ambientais, fica mais fácil lidar com esta questão de geração de CO2 e consumo de energia, porque a princípio, não precisa-se necessariamente usar um processo mais verde diretamente na etapa de fabricação do aço dentro do forno (por exemplo); isto é, se a operação da usina torna-se mais verde desde um simples processo logístico até o consumo de itens preferencialmente mais sustentável, ela gerará créditos ambientais e transferir este créditos para o produto final aço é uma forma inteligente de atacar o problema indiretamente. E neste caso, resumo com um “negócio ambiental” e não um “produto ambiental”; porém, para a compra deste aço mais “verde” será acrescida um custo proveniente dos créditos ambientais gerados na operação da usina; trata-se de transferência de créditos para o produto final.</p>
<p>O desenvolvimento de um novo veículo e as etapas de sua comercialização detém a maior parte das variáveis desta situação ambiental; os melhores caminhos de aplicar materiais e processos sustentáveis a partir da escolha da especificação e melhor rota de produção estão na mão do engenheiro de materiais, juntamente com o engenheiro de produto. Para exemplificar um caso comum de componente veicular, cito o braço de controle da suspensão (alumínio, aço ou ferro fundido), que pode ser feito pelos processos de forjamento, fundição ou estampado-soldado. Todos anteriores já com aplicação em veículos; mas a questão remete no dilema:  “em qual rota escolher? ”. Certamente, a decisão muitas vezes busca experiências anteriores em produtos conhecidos, tecnologias já estabelecidas e influências de fornecedores estratégicos na visão da empresa; porém, sendo pragmáticos e evoluirmos nesta discussão, pensa-se em projetos novos onde a engenheiro decidiria pela melhor rota ambiental para o produto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A construção de uma peça fundida segue uma série de etapas, desde a compra das matérias primas, insumos, processos e equipamentos de fundição, tratamentos térmicos e usinagens; a decisão pelo maior uso de materiais reciclados ao processo está na mão dos sistemistas (Tiers), em vista dos limites especificados nas normas de desenho produto.</p>
<p>Interessante, mas os provenientes de forjamento também têm etapas similares; porém, ainda depende da compra do aço de uma usina de produtos longos, o qual, neste caso, remete aos processos da aciaria da matéria-prima, onde a decisão do uso de reciclados está dentro da própria usina.</p>
<p>Já na linha de estampados-soldados, as etapas são bem diferenciadas pelo caráter de uso de chapas de aço provenientes de uma rota de fabricação da usina de produtos planos, as relacionadas a metalurgia básica do Alto-Forno com emprego do carvão mineral; os processos de estampagens, tipo e equipamentos de soldagem, materiais de adição e usinagem também são etapas de interesse na avaliação ambiental.</p>
<p>Diante de tantas variáveis, a maioria dos engenheiros de materiais não consegue avaliar comparativamente a rota de processo mais “verde”. Certamente, esta situação não é o que a maioria dos leitores gostariam de ouvir, e relato por experiência que é a realidade do setor. O tema “materiais sustentáveis” é tão novo que estamos apenas iniciando um conceito pouco explorado até recentemente, que deve ser um dos “drives” de conhecimento do engenheiro do futuro. Quantificar emissão de CO2 e consumo de energia para cada componente e integrá-los em uma matriz no produto serão atividades necessárias.</p>
<p>Para cada peça, existem opções de processos no campo de veículos e porque não escolher os mais limpos e exigir propostas de fornecedores focando as rotas mais verdes; sejam elas, na compra de matérias primas, equipamentos que consomem menos energia, tratamentos térmicos mais limpos ou até sua eliminação e ou troca por alternativas mais viáveis.</p>
<p>Como ação de curto-médio prazo, precisaremos exigir dos produtores e sistemistas o relatório ambiental nos Escopos 1, 2 e 3 (GHG, Protocol, Greenhouse Gas Control) na contratação de um novo produto; exemplo das auditorias de empresas na área, como a “Ecovadis” (<a href="https://ecovadis.com/">https://ecovadis.com/</a>), que classifica a sustentabilidade empresarial e assim, decidirmos nas melhores opções para o veículo. Não será uma etapa fácil; mas, necessária para evoluirmos em busca das melhorias ambientais em veículos sustentáveis, mesmo que muitos fornecedores tratarem o tema como confidencial, por acreditarem que estes dados são fundamentais para sigilo do negócio.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-21156 aligncenter" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Sustainability.png" alt="" width="651" height="282" srcset="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Sustainability.png 1217w, https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Sustainability-768x333.png 768w" sizes="auto, (max-width: 651px) 100vw, 651px" /></p>
<p>Nestes últimos anos, estamos assistindo uma avalanche de ideias e estratégias intensificando este campo em progressão logarítmica,muitas delas no campo de eventos públicos e outros estratégicos de governo, como o recente ocorrido entre o governo Americano (World Economic Forum)e o Brasileiro com as grandes empresas do setores de aço e alumínio, onde o foco principal foi alavancar as propostas pela injeção de recursos não reembolsável (First Movers Coalition, 9-11 October 2023, São Paulo, Brazil).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-21153 aligncenter" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2024/01/colosio.png" alt="" width="490" height="290" srcset="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2024/01/colosio-768x456.png 768w, https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2024/01/colosio-440x260.png 440w, https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2024/01/colosio-390x231.png 390w, https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2024/01/colosio-220x130.png 220w" sizes="auto, (max-width: 490px) 100vw, 490px" /></p>
<p>Foto: First Movers Coalition, 9-11 October 2023, São Paulo, Brazil</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Concluindo, diferentemente do ano anterior; hoje, eu já aposto que muita coisa será possível atingir em um curto espaço de tempo. Incrível, mas já está acontecendo!</p>
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		<item>
		<title>UCS realiza a 2ª Feira Brasileira do Grafeno dias 13 e 14 de novembro</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/ucs-realiza-a-2a-feira-brasileira-do-grafeno-dias-13-e-14-de-novembro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ucs-realiza-a-2a-feira-brasileira-do-grafeno-dias-13-e-14-de-novembro</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 12:50:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Revistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em paralelo ao evento, também ocorrem o 1º Simpósio de Materiais Avançados e a 2ª Mostra de Ciência, Tecnologia e Inovação &#160; A Universidade de Caxias do Sul, UCSGRAPHENE e ZEXTEC Nano realizam nos dias 13 e 14 de novembro a 2ª Feira Brasileira do Grafeno, o 1º Simpósio de Materiais Avançados e a 2ª</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify;"><i><span style="font-size: 14.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">Em paralelo ao evento, também ocorrem o 1º Simpósio de Materiais Avançados e a 2ª Mostra de Ciência, Tecnologia e Inovação</span></i></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Universidade de Caxias do Sul, UCSGRAPHENE e ZEXTEC Nano realizam nos dias 13 e 14 de novembro a 2ª Feira Brasileira do Grafeno, o 1º Simpósio de Materiais Avançados e a 2ª Mostra de Ciência, Tecnologia e Inovação. Os eventos ocorrem no Ginásio 1 da Vila Poliesportiva, no Campus-Sede da UCS, em Caxias do Sul. As inscrições são gratuitas e já podem ser feitas por meio deste <a href="https://www.sympla.com.br/evento/2-feira-brasileira-do-grafeno/2149874">link</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A segunda edição da Feira Brasileira do Grafeno consolida a <a href="https://www.ucsgraphene.com.br/">UCSGRAPHENE</a> no ecossistema de desenvolvimento de nanomateriais. Com sua origem advinda de quase duas décadas de pesquisas avançadas na área de nanomateriais na UCS, hoje destaca-se na América Latina como um dos principais ecossistemas de inovação voltado à produção, caracterização e aplicação de grafeno. Atuando de forma colaborativa com os diferentes setores do mercado, desenvolve e produz grafeno, material capaz de aprimorar as propriedades de termoplásticos, borrachas, resinas, óleos lubrificantes, entre outros, e conferir maior resistência mecânica, térmica, tribológica, química e bacteriostática a produtos com aplicações em alta tecnologia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim como na primeira edição Feira, realizada em julho de 2021, o evento tem como objetivo conectar profissionais e negócios e revolucionar a indústria mundial por meio do grafeno. Para tanto, terá a participação de mais de 60 expositores, mais de 20 palestrantes renomados e apresentação de cases por meio do 1º Simpósio de Materiais Avançados, uma das novidades dessa edição. Os expositores trazem soluções e produtos contendo grafeno, resultantes da pesquisa e do desenvolvimento em parceria com a UCSGRAPHENE. O público-alvo é formado por empresários, empreendedores, engenheiros, profissionais da indústria, pesquisadores, especialistas em inovação, startups, estudantes, agências reguladoras e comunidade. São esperados mais de 12 mil visitantes, que terão a oportunidade de conhecer as inúmeras possibilidades de aplicação do grafeno e seus derivados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Somos protagonistas do maior ecossistema de produção, caracterização e aplicação de grafeno da América Latina. A Feira é uma oportunidade de atuar de forma colaborativa no desenvolvimento de produtos e soluções inovadoras em diversos setores e mercados, bem como na prestação de serviços tecnológicos inovadores”, destaca o reitor da UCS, professor Gelson Leonardo Rech.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A 2ª Feira Brasileira do Grafeno é uma realização da Universidade de Caxias do Sul, UCSGRAPHENE e ZEXTEC Nano, com patrocínio da SBC e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O evento conta com apoio da Prefeitura de Caxias do Sul, InovaRS, EMBRAPII, Finep, SIMECS, Simplás, SEBRAE, Sicredi, Instituto Hercílio Randon, UCSfm, FAPERGS, SINDUSCON-RS, CRA-RS, CIC Caxias, MoBicaxias e XPlay.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço</strong>:</p>
<p><strong>O quê:</strong> 2ª Feira Brasileira do Grafeno, 1º Simpósio de Materiais Avançados e 2ª Mostra de Ciência, Tecnologia e Inovação</p>
<p><strong>Quando:</strong> dias 13 e 14 de novembro, das 9h30min às 20h</p>
<p><strong>Onde:</strong> Ginásio 1 da Vila Poliesportiva, no Campus-Sede da UCS, em Caxias do Sul</p>
<p><strong>Quanto:</strong> gratuito &#8211; inscrições no <a href="https://www.sympla.com.br/evento/2-feira-brasileira-do-grafeno/2149874">Sympla</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>ZEISS lança versão aprimorada de software de metrologia</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/zeiss-lanca-versao-aprimorada-de-software-de-metrologia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=zeiss-lanca-versao-aprimorada-de-software-de-metrologia</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 12:06:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Revistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com foco em geometrias padrão, o novo software ZEISS CALYPSO conta com a análise de falhas aprimorada e fluxos de trabalho otimizados para CMMs ópticas &#160; A alemã ZEISS, referência mundial em tecnologia e soluções em medições de alta precisão, lança no Brasil a nova versão do software de medição ZEISS CALYPSO. Referência em geometrias padrão,</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong><em>Com foco em geometrias padrão, o novo software ZEISS CALYPSO conta com a análise de falhas aprimorada e fluxos de trabalho otimizados para CMMs ópticas</em></strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>A alemã <strong>ZEISS</strong>, referência mundial em tecnologia e soluções em medições de alta precisão, lança no Brasil a nova versão do software de medição <strong>ZEISS <a href="https://www.zeiss.com.br/metrologia/produtos/software/calypso-overview/calypso.html">CALYPSO</a></strong>. Referência em geometrias padrão, o programa foi atualizado com novas funções para permitir medições táteis e ópticas realizadas com as máquinas de medição por coordenadas (CMM, <em>coordinate measuring machine</em>) da marca, além da verificação e análise dos dados 3D resultantes deste processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;A nova versão foca em funcionalidades relacionadas ao desempenho”, explica <strong>Alan Assiz</strong>, diretor da divisão da metrologia industrial da ZEISS Brasil. &#8220;A usabilidade é muito importante para nós, motivo pelo qual a solução foi desenvolvida com base nos desafios que nossos clientes enfrentam no dia a dia. O resultado é um software de processamento eficiente, seguro e rápido&#8221;, completa o executivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abaixo, alguns dos principais destaques da nova versão do software <strong>ZEISS <a href="https://www.zeiss.com.br/metrologia/produtos/software/calypso-overview/calypso.html">CALYPSO</a></strong>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Nova matemática para GD&amp;T (<em>Geometric dimensioning and tolerancing</em>)</strong></h3>
<p>Para otimizar ainda mais as avaliações de GD&amp;T, o software agora oferece algoritmos aprimorados para avaliação de acordo com vários padrões, como ISO-GPS e ASME. Assim, os usuários podem trabalhar com o dimensionamento e tolerâncias geométricas de forma ainda mais eficiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Análise de falhas aprimorada</strong></h3>
<p>Embora as máquinas de medição por coordenadas ópticas estejam cada vez mais rápidas, a avaliação convencional dos resultados de medição ainda é um processo demorado, muitas vezes manual, que requer um certo conhecimento. O conceito <strong>ZEISS <a href="https://www.zeiss.com.br/metrologia/produtos/software/calypso-overview/calypso.html">CALYPSO</a></strong> de análise automatizada de falhas garante a automação de todo o processo de avaliação, economizando um tempo valioso para o usuário. Na nova versão, o software reconhece dinamicamente erros no recurso de teste e exibe automaticamente todas as informações correspondentes em detalhes posteriormente. Com a novidade, não é preciso perder tempo criando relatórios do processo, pois o software produz uma análise automatizada que mostra todas as falhas em um relatório interativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Fluxo de trabalho otimizado com CMMs ópticas</strong></h3>
<p>Outro destaque são as novas funcionalidades de avaliação para máquinas de medição por coordenadas, como o <strong>ZEISS O-DETECT</strong>. Com a solução, o usuário pode, por exemplo, utilizar a câmera panorâmica para navegação ou buscar automaticamente elementos geométricos na imagem adquirida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/zeiss-lanca-versao-aprimorada-de-software-de-metrologia/">ZEISS lança versão aprimorada de software de metrologia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>NORMAS &#038; ESPECIFICAÇÕES:  Um Remédio Amargo!</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/normas-especificacoes-um-remedio-amargo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=normas-especificacoes-um-remedio-amargo</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jul 2023 13:05:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As normas (standards) fazem parte da criação da humanidade e são instrumentos de vital importância para o crescimento e convivência da sociedade. A partir de referências em lecionar esta disciplina na universidade, atuação na área de especificações e membro de um dos comitês da ABNT (CB-28) , debaterei as normas técnicas de materiais, expondo suas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-21095 alignleft" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2023/07/foto-colosio-2.png" alt="" width="213" height="528" />As normas (<em>standards</em>) fazem parte da criação da humanidade e são instrumentos de vital importância para o crescimento e convivência da sociedade.</p>
<p>A partir de referências em lecionar esta disciplina na universidade, atuação na área de especificações e membro de um dos comitês da <a href="https://acobrasil.org.br/site/cb-28/">ABNT (CB-28) </a>, debaterei as normas técnicas de materiais, expondo suas peculiaridades no setor automotivo em diferentes pontos de vista da montadora: engenharia, manufatura e comercial, e no ponto de vista geral da usina produtora de matéria prima.</p>
<p>O tema é de importância global e a OMC (<a href="http://mdic.gov.br/index.php/comercio-exterior/negociacoes-internacionais/805-omc-organizacao-mundial-do-comercio">Organização Mundial do Comércio</a>) recomenda que seus membros participem ativamente do processo de normalização internacional e uma resolução do CONMETRO<a href="https://www.gov.br/inmetro/"> (Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) </a> em 1992 reconheceu a ABNT com fórum nacional de normalização &#8211; ÚNICO &#8211; e representante nacional nos organismos regionais e internacionais de normalização e esta associação tem como meta os interesses locais para uma normalização dos critérios praticados em nosso País, que são mandatórias para questões legais.</p>
<p>Para este debate, é necessário munir-se inicialmente das diferenças conceituais entre normas internacionais, regionais, locais e privativas (empresas) e neste contexto, entende-se como o centro principal desta discussão, ou seja, quanto mais exclusiva é a norma, mais exigente e restrita serão suas especificações. <img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-21087 alignleft" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2023/07/imagen1.png" alt="" width="410" height="251" /></p>
<p>Tornando a situação mais clara, para cada item de uma norma, existe uma faixa de valores especificados, partindo do valor mínimo até o máximo e é dessa forma para qualquer propriedade e quesitos. Considera-se a norma mais restrita, quando estas faixas são estreitas ou mais apertadas.</p>
<p>Nesta situação, ainda têm casos de especificações mais abrangentes, onde quantifica-se apenas o valor máximo ou mínimo para um determinado quesito e outros casos ainda mais “peculiares”, onde certos quesitos das normas são apenas informativos e não mandatórios, isto é, as informações estão descritas apenas para auxiliar o engenheiro, mas o controle do produto/material é feito por outros itens especificados na própria norma em questão.</p>
<p>O desenvolvimento do produto é totalmente dependente das normas técnicas e projeta cada componente e/ou sistemas seguindo fielmente as especificações dos itens das normas; as simulações virtuais baseiam-se em dados de propriedades dos materiais; mas, se a cada item da norma tem uma faixa de valores, mínima e máxima pergunta-se: qual é o dado que deve ser usado no modelo de simulação: mínimo, máximo ou nominal? Talvez esta questão seja a mais sensível para execução de um projeto e não deve ter uma resposta única, porque baseia-se em uma série de fatores; focarei em alguns deles, mas sem dúvidas, existem muitos outros.</p>
<p>A faixa de valores dentro de um item da norma existe para atender a variação do processo produtivo do material e sabe-se que é legalmente aceitável fornecer um material ou produto no mínimo ou no máximo de uma determinada especificação. A engenharia automotiva busca incessantemente a redução de massa, eficiência energética e a exatidão do desempenho do produto em campo e ter valores nominais é o interesse principal do projeto.</p>
<p>Certamente, este contexto é conflitante com outros interesses, como os comerciais e de usinas fornecedoras. Diante deste impasse, as montadoras têm desenvolvido suas próprias especificações, mais completas e precisas e com faixas de especificações mais restritas e amplas no sentido de detalhamento do comportamento do produto; certamente foi uma manobra inteligente para trazer seus interesses no produto através de suas próprias normas e também melhorar o grau de confiabilidade do projeto ao considerar um pequena faixa de variação de dados especificados e neste caso, a simulação virtual pode usar a pior condição sem grandes preocupações na representatividade da condição real do produto.</p>
<p>A questão se complica, quando se sabe que além das próprias normas técnicas contidas no desenho do produto, a engenharia tem criado bancos de dados com informações adicionais para auxílio no desenvolvimento e validação.</p>
<p>Uma pergunta que surge aqui é: por que existe banco de dados em adicional às normas técnicas, se ambos fazem parte do produto? Tentarei sucintamente diferenciar ambos, ou seja, normas contidas no desenho do produto são critérios legais de produto e devem ser seguidas fielmente até o final da vida do mesmo, garantindo a qualidade de projeto; por outro lado, informações de banco de dados de materiais são usados apenas para desenvolvimento virtual e validação do produto e também para credenciar um material para uma determinada fonte de fornecimento.</p>
<p>Diante do contexto anterior, está claro que não há interesses da engenharia em usar uma norma abrangente ou “aberta” e sim buscar suas próprias normas e critérios para aumentar a confiabilidade do projeto durante a virtualização e uma maior representatividade de desempenho do produto em uso no campo; porém esta visão nem sempre é compartilhada por outras áreas, que buscam equacionar seus impactos no negócio.</p>
<p>Partindo para a visão da área comercial da montadora, fica claro que o custo do produto/material está totalmente atrelado com o grau de dificuldade para produzi-los, ou seja, ter faixas de especificações amplas em normas generosas, com uma vasta abertura nos controles de itens e situações abrangentes para uma ampla diversidade de produtos e materiais são condições ideias para negociação e prováveis “<em>saves</em>” com melhores estratégias comerciais.</p>
<p>O comprador não tem a obrigação de responder tecnicamente pelo produto, apenas seguir as orientações técnicas e buscar suas estratégias locais ou globais para atender na plenitude um menor custo e abastecimento das plantas.</p>
<p>O aumento da demanda de produto/material seguida por um compartilhamento amplo em diferentes empresas do segmento traz a melhor relação custo versus benefício para o comprador e deve ser explorado a cada caso, mas a decisão final fica por conta da engenharia; que inevitavelmente, sempre estará entre a “cruz e a espada”, ou seja, decidir se pode aumentar o faturamento de sua empresa e arriscar o desempenho do produto ou reduzir as opções de fornecimento e apostar na força da “marca”. O objetivo da visão comercial converge ao interesse para buscas de normas internacionais e regionais.</p>
<p>A opinião da manufatura é divergente, depende do seu tipo de negócio, isto é, ser a favor ou não do uso de normas restritivas está relacionado diretamente na produção internalizada do produto, como exemplos: casos de processos de fundição e soldagem, onde o processamento da manufatura gera a especificação final do componente construído, o qual deve ser confrontado com valores de uma norma.</p>
<p>Neste caso, entende-se que, a maior liberdade de variação de quesitos, propriedades e composições químicas das normas de materiais deixam menos vulneráveis os responsáveis pelo processo e evitam altos níveis de refugos e constrangimento internos nos “<em>metrics</em>” da empresa; nestas situações, a manufatura é a principal voz contrária a opinião da engenharia dentro da empresa para o uso de normas restritivas.</p>
<p>Para outros casos, existem um interesse oposto, ou seja, a importância de utilizar especificações mais restritas, com os exemplos da estampagem de metais, trefilação e na injeção de polímeros; nestes casos, o sucesso do processo de manufatura da empresa e um baixo índice de refugo são os fatores principais do departamento e, portanto, a engenharia terá um parceiro forte para contrapor ao departamento comercial durante a discussão da compra da matéria prima.</p>
<p>O debate anterior é vasto e polarizado para os interesses departamentais, mas o consenso entre as áreas deve ser perseguido e aplicado para o produto e esta é a missão constante do dia-a-dia da montadora; trazendo os departamentos para uma mesma mesa, dividindo os resultados dessa decisão, sejam elas boas ou ruins para cada parte e assim ter um consenso de equipe.</p>
<p>Continuando a discussão para fora da montadora, foca-se na usina de matéria prima que tem um papel fundamental nessa cadeia de produto e também, nas empresas menores e consumidoras de materiais, as quais são amplamente pulverizadas no país. Estas pequenas e médias empresas não têm o poder de negociação das montadoras, isto é, precisam utilizar das normas mais comuns dos mercados, convergindo para as locais (NBR) e é desta forma que o mercado se movimenta.</p>
<p>As usinas conhecem a demanda das montadoras, da linha branca, construção civil e outras áreas e passam a fornecer seus produtos diante de um cenário muito bem articulado comercialmente. Atender um produto especificado por uma norma privativa significa garantir os apertados quesitos dentro das faixas especificadas e para isto, cobra-se um “<em>plus</em>” no custo da matéria prima, ou seja, o material comum descrito por uma norma privativa tem vantagens econômicas para a usina.</p>
<p>O aumento da demanda nacional por um certo tipo de material poderia ser uma vantagem para todas a montadoras, mas a dificuldade de informação por parte de todas montadoras é uma barreira nessa tratativa; por outro lado, a própria usina não compartilha essas informações, tornando o cenário muito desfavorável, às vezes, equivocadamente o engenheiro de materiais opta por um material muito incomum nas prateleiras e seu custo será bem além da normalidade do mercado, raramente ele será avisado desta situação.</p>
<p>Este capítulo “usinas fornecedoras” é amplo e fechado, e para não inferir em respostas das usinas, lanço as perguntas e situações para que cada um possa interpretar seu ponto de vista, como seguem:</p>
<p>&#8211; A usina produz a mesma matéria prima que pode seguir uma norma privativa ou uma norma local, mas, quais as diferenças de processos, existem mesmo?</p>
<p>&#8211; O processo de manufatura ou controle de qualidade da usina são diferentes para atender o mesmo material, especificados por uma norma privativa e outra local?</p>
<p>&#8211; As montadoras compram matéria prima com base em normas privativas, porém os pequenos e médios sistemistas que atendem a própria montadora só compram pelas normas locais por não ter demanda. Parece existir uma inconsistência nesta situação, já que os materiais são os mesmos descritos no desenho do produto, trata-se apenas de nomenclaturas;</p>
<p>&#8211; As usinas e centros de distribuição podem reclassificar os materiais e definir a norma que melhor lhes interessam, baseados na demanda de mercado; mesmo esta prática ser questionável, difícil constatar qualquer irregularidade neste processo.</p>
<p>&#8211; As usinas raramente vão refugar uma corrida de matéria-prima por questões de variação de faixas especificadas em comparação a diferenças entre duas normas restrita ou abrangente, ou seja, normalmente a classificação do material é feito após o conhecimento da qualidade do lote produzido. Por outro lado, o mercado brasileiro absorve qualquer lote disponível, “nada se perde, nada se cria”. O resultado financeiro sempre deve ser positivo para a usina;</p>
<p>&#8211; A vantagem de usar uma norma privativa é comprovadamente real para a virtualização no desenvolvimento do projeto, mas pergunta-se se será também na prática de fabricação do produto?Coeficiente de segurança, variação de lotes, variáveis de manufatura e severidade de aplicação do produto são pontos que se misturam no equacionamento da real necessidade em ter valores restritos em um produto;</p>
<p>&#8211; Os comitês da ABNT são constituídos fortemente por representantes das usinas, mas poucos de montadoras; nos parece existir um forte interesse neste contexto de normas versus produtos.</p>
<p>Finalizando este tema, os avanços tecnológicos requerem mais normas privativas e nesta mesma razão, aumentam as preocupações do impacto nos custos sobre o produto final, por isto, o bom senso e o conhecimento técnico devem decidir na otimização das melhores práticas e competitividade das empresas. A qualidade técnica do engenheiro vai ser tornar mais importante na solução deste contexto.</p>
<p>[1] <a href="https://acobrasil.org.br/site/cb-28/">https://acobrasil.org.br/site/cb-28/</a></p>
<p>[2] <a href="https://www.gov.br/inmetro/">https://www.gov.br/inmetro/</a></p>
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		<title>CCB e ABCERAM lançam Curso EAD de Introdução à Instalação de Materiais Refratários</title>
		<link>https://www.aquecimentoindustrial.com.br/ccb-e-abceram-lancam-curso-ead-de-introducao-a-instalacao-de-materiais-refratarios/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ccb-e-abceram-lancam-curso-ead-de-introducao-a-instalacao-de-materiais-refratarios</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 19:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O curso abordará de forma didática e prática a instalação do revestimento, destacando as principais técnicas para aplicação de diversos tipos de refratários &#160; Por meio da plataforma EAD, encontra-se disponível o curso de “Introdução à Instalação de Materiais Refratários”, promovido através da parceria entre o Centro Cerâmico do Brasil (CCB) e a Associação Brasileira</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O curso abordará de forma didática e prática a instalação do revestimento, destacando as principais técnicas para aplicação de diversos tipos de refratários</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por meio da plataforma EAD, encontra-se disponível o curso de <strong>“Introdução à Instalação de Materiais Refratários”</strong>, promovido através da parceria entre o <strong>Centro Cerâmico do Brasil (CCB) </strong>e a <strong>Associação Brasileira de Cerâmica (ABCERAM).</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Proferido pelo presidente da ABCERAM, Dr. Ulisses Soares do Prado, o curso tem como público-alvo acadêmicos, fabricantes e usuários de materiais refratários e afins, técnicos e engenheiros de montadoras e empresas de engenharia, e traz a seguinte programação:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 &#8211; Fundamentos sobre refratários</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2 &#8211; Preparação e Planejamento</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3 &#8211; Instalação de Refratários Formados</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>4 &#8211; Instalação de Refratários Não Formados</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>5 &#8211; Retomada de Operação</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com Prado, o desempenho do revestimento refratário em um equipamento é uma variável multifatorial, que não depende somente da especificação e qualidade do produto. “Outras variáveis são tão ou mais importantes que o próprio material, como a instalação do revestimento; e daí a importância do curso, que abordará de forma didática e prática a instalação do revestimento, destacando as principais técnicas para aplicação de diversos tipos de refratários”, destaca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ABCERAM é uma entidade sem fins lucrativos com quase 70 anos que congrega os vários setores da cerâmica, que, segundo o presidente, são muitos. “Por atuarem em segmentos similares, embora com focos um pouco diferentes a sinergia entre ABCERAM e o CCB pode potencializar a vocação de ambas as entidades na divulgação da cerâmica e na disseminação do conhecimento”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Prado reforça que, basicamente, a maioria dos cursos de refratários discorre sobre produtos e propriedades, sendo a instalação destes materiais pouco abordada. “O objetivo deste curso é preencher esta lacuna e tratar da aplicação dos materiais refratários, as técnicas e os cuidados para sua instalação de forma correta e segura”, finaliza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EAD-CCB</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com Prado, o EAD é uma alternativa aos cursos tradicionais com custos mais atraentes, maior capilaridade e versatilidade.   “É uma nova modalidade de curso que tem se popularizado”, sintetiza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sendo assim, o CCB, com o amplo conhecimento técnico do setor e que já realizava treinamentos presenciais e in company, ministrados pelos seus consultores com suas expertises, e de acordo com a necessidade de seus clientes, agora, amplia a sua atuação com os cursos EAD, objetivando expandir, a qualificação na indústria cerâmica. Desta forma, contribui, ainda mais, com o desenvolvimento nacional e internacional do setor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O interessado deverá adquirir o curso através do link:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://ead-ccb.myedools.com/categories/abceram"><strong>https://ead-ccb.myedools.com/categories/abceram</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre o ministrante do curso</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ulisses Soares do Prado é Engenheiro e Mestre pela UFSCAR e doutor em Ciências pela USP, com quase 40 anos de experiência no desenvolvimento de produtos e na aplicação de refratários. Experiência no acompanhamento de montagens e na coordenação de vários projetos de grande porte.</p>
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		<item>
		<title>Scanner 3D flexível para medição rápida e precisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 21:20:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estampagem]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[#inspeção]]></category>
		<category><![CDATA[Atos]]></category>
		<category><![CDATA[Metrologia]]></category>
		<category><![CDATA[Scanner 3D]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo Atos Q da Gom é um poderoso scanner 3D para tarefas complexas de inspeção. O sistema leve e flexível é equipado com lentes intercambiáveis adequadas para peças de pequeno a médio porte e vem com o mais recente software Gom. Quando se trata de garantia da qualidade do produto e otimização de processos,</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Atos Q da Gom é um poderoso scanner 3D para tarefas complexas de inspeção. O sistema leve e flexível é equipado com lentes intercambiáveis adequadas para peças de pequeno a médio porte e vem com o mais recente software Gom.</p>
<p>Quando se trata de garantia da qualidade do produto e otimização de processos, muitas empresas dependem dos sistemas ópticos de medição 3D da Gom. Os campos de aplicação da metrologia 3D vão desde as indústrias automotiva, estamparia, de plásticos e fundição até a indústria aeroespacial. Combinando eletrônica e óptica de alta tecnologia com design robusto e software poderoso, os sistemas Aatos estão na vanguarda quando se trata de resultados de medição de alta precisão.</p>
<p><strong>Confiabilidade e velocidade comprovadas</strong></p>
<p>Para seu mais recente desenvolvimento, o Gom está novamente confiando nas funções comprovadas dos sistemas de medição Atos. O design do scanner vem com óptica e eletrônica protegidas, tornando o sensor resistente para medir tarefas em ambientes industriais severos.</p>
<p>O novo produto incorpora recursos comprovados de tecnologia Atos, como o Princípio Triple Scan, o Equalizador de Luz Azul, a calibração precisa assim como um sistema de automonitoramento com gerenciamento ativo de temperatura. Seu alto desempenho faz do novo scanner compacto superior aos outros: a projeção de franja necessária para medições precisas é realizada em alta velocidade e os cabos integrados de fibra óptica permitem a transmissão rápida e alta taxa de processamento de dados. Como todos os outros scanners Atod 3D, o sistema compacto atende a altos requisitos metrológicos e é fornecido com o mais recente software de inspeção Gom Inspect Suite.</p>
<p><strong>Compacto e de uso flexível</strong></p>
<p>Com suas dimensões compactas de 340 mm x 2400 mm x 83 mm e um peso inferior a 4 kg, o scanner Atos Q é móvel e de uso flexível. O operador pode usar o scanner 3D exatamente onde a tarefa de medição deve ser realizada – na sala de medição ou<br />
diretamente no ambiente de produção. Pode ser operado manualmente em um tripé, semi-automatizado ou até mesmo totalmente automatizado em combinação com o Atos ScanBox 4105, onde atinge sua máxima eficiência. As vantagens desta<br />
solução automatizada são óbvias: as medições de série podem ser realizadas de forma fácil e rápida, os resultados de medição são reprodutíveis e as influências através da intervenção do usuário são reduzidas.</p>
<p><strong>Uso versátil graças a lentes intercambiáveis e diferentes resoluções</strong></p>
<p>O Atos Q abrange uma ampla gama de componentes em vários setores. Desde pequenas peças moldadas por injeção, moldes e ferramentas até componentes complexos de fabricação aditiva, ele digitaliza toda a superfície de objetos de medição de pequeno a<br />
médio porte em 3D. Com cinco lentes diferentes e intercambiáveis, o sistema alcança áreas de medição de 100 x 70 mm2 a 500 x 370 mm2.</p>
<p>Mudar do menor para o maior volume de medição é fácil graças à posição fixa da câmera. Para atender aos diferentes requisitos de medição, o aparelho está disponível em duas versões com diferentes resoluções de câmera: 12 M e 8 M, o que significa que o primeiro<br />
sensor captura até 2 × 12 milhões e o segundo 2 x 8 milhões de pontos de coordenadas durante a varredura. A precisão, a resolução e a área de medição podem ser definidas livremente.</p>
<p><strong>A tecnologia em detalhes</strong></p>
<p>O Princípio Triple Scan integrado nos sistemas de medição Atos facilita a medição de superfícies e objetos reflexivos com contra saídas. A Tecnologia de Luz Azul projeta padrões precisos de franjas na superfície do objeto, que são então gravados em uma configuração de câmera estéreo por duas câmeras. A tecnologia de projeção funciona com luz azul de banda estreita, o que significa que a luz ambiente interferindo pode ser filtrada durante a aquisição de imagens. O Equalizador de Luz Azul aumenta o brilho da fonte de luz e gera luz uniforme e livre de manchas. Isso permite que tempos de medição curtos sejam alcançados mesmo em superfícies não cooperativas.</p>
<p><strong>Vtech Consulting Ltda</strong></p>
<p>A Vtech Consulting Ltda. é uma empresa estabelecida desde 1998 prestando serviços na área de engenharia e consultoria. Convidada para ser a representante exclusiva da conceituada empresa Alemã Gom, reconhecida mundialmente na fabricação de equipamentos de metrologia óptica, em todo o território brasileiro e argentino, desde novembro de 2015.</p>
<p>Com clientes e parceiros mundiais, líderes nos setores automobilístico, aeroespacial, fundição, bens de consumo, entre outros, em nossa carteira e já se utilizando de nossa tecnologia e serviços, contamos com uma base de mais de 350 equipamentos instalados no território nacional.</p>
<p><strong>Gom GmbH</strong></p>
<p>A Gom, empresa do Grupo Zeiss, é especializada em tecnologia industrial de medição de coordenadas 3D, tomografia computadorizada 3D e teste 3D. Desde o desenvolvimento de produtos até a produção e distribuição mundial, a empresa oferece máquinas e sistemas para digitalização 3D manual e automatizada, software de avaliação, treinamento e suporte profissional de uma única fonte. Em indústrias como automotiva, aeroespacial, energia e bens de consumo, mais de 17.000 instalações de sistemas Gom estão em uso internacionalmente. Em mais de 60 locais e com mais de 1.200 especialistas em metrologia, a Gom garante assessoria profunda e serviço de primeira classe.</p>
<hr />
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>AutoForm promove gratuitamente Webinars: Confira calendário e temas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:07:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estampagem]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[AUTOFORM]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A AutoForm está promovendo treinamentos online sobre tópicos que abrangem toda a cadeia de processamento de chapas metálicas. Está prevista a realização de Webinars entre os dias 17 e 24 de abril, a participação é gratuita e os interessados devem enviar e-mail informando o tema de interesse para evento@autoform.com.br. Nesses cursos são oferecidas informações mais detalhadas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A AutoForm está promovendo treinamentos online sobre tópicos que abrangem toda a cadeia de processamento de chapas metálicas. Está prevista a realização de Webinars entre os dias 17 e 24 de abril, a participação é gratuita e os interessados devem enviar e-mail informando o tema de interesse para <a id="LPlnk627817" href="mailto:evento@autoform.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">evento@autoform.com.br</a>.</p>
<p>Nesses cursos são oferecidas informações mais detalhadas sobre seus software, permitindo aos usuários tomarem as decisões corretas durante as simulações de conformação de chapas metálicas.</p>
<p><strong>Confira o calendário e os temas disponíveis</strong></p>
<p><em>17/04 </em><br />
10h00 às 11h00 (Brazil Time) / 15h00 às 16h00 (Central Europe Time) – “Webinar AutoForm Sigma Robustness” – Importância da utilização do Autoform Sigma para Robustez, definição das variáveis de processo, configuração das variáveis para identificação dos problemas e análise dos resultados</p>
<p><em>22/04</em><br />
10h00 às 11h00 (Brazil Time) / 15h00 PM às 16h00 (Central Europe Time) &#8211; “Webinar AutoForm Guideline” – Aplicações e preparação do Guideline (Check list para simulação)</p>
<p><em>23/04</em><br />
10h00 às 11h00 (Brazil Time) / 15h00 PM às 16h00 (Central Europe Time) – “Webinar AutoForm Stamping Adviser” – Análise prévia de viabilidade do produto para o processo de estampagem, otimização do formato do blank e design da tira progressiva – (Transmissão em Espanhol)</p>
<p><em>24/04</em><br />
10h00 às 11h00 (Brazil Time) / 15h00 PM às 16h00 (Central Europe Time) – “Webinar AutoForm Tryout Assistant” – Fazendo a ponte entre Engenharia e Tryout</p>
<h3>Serviço:</h3>
<p>Curso Webinars<br />
Mais informações e inscrição: pelo e-mail <a id="LPlnk627817" href="mailto:evento@autoform.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">evento@autoform.com.br</a>.</p>
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