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	<title>Arquivos Siderurgia - Portal Aquecimento Industrial</title>
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	<description>Tudo sobre Tecnologias Térmicas</description>
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	<title>Arquivos Siderurgia - Portal Aquecimento Industrial</title>
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		<title>Usiminas retoma Laminações em Cubatão</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2020 13:54:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Siderurgia]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um período marcado por uma queda acentuada da atividade industrial no país (-9,2% em março e -18,8% em abril, segundo o IBGE), a Usiminas apresentou na última quinta-feira, dia 30 de julho, os resultados do segundo trimestre de 2020. A companhia anunciou, ainda, medidas de retomada de algumas atividades que estavam parcialmente paralisadas em</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um período marcado por uma queda acentuada da atividade industrial no país (-9,2% em março e -18,8% em abril, segundo o IBGE), a Usiminas apresentou na última quinta-feira, dia 30 de julho, os resultados do segundo trimestre de 2020. A companhia anunciou, ainda, medidas de retomada de algumas atividades que estavam parcialmente paralisadas em função da abrupta retração do mercado.</p>
<p>Conforme o balanço do segundo trimestre, o Ebitda Ajustado consolidado ficou em R$ 192 milhões no período, com recuo de 66,3% em relação ao 1T20 (R$ 569 milhões) e a margem Ebitda Ajustado foi de 7,9%, contra 14,9% no primeiro trimestre do ano. No mesmo comparativo com os três primeiros meses de 2020, o lucro bruto foi de R$ 279 milhões, uma redução de 46%. A companhia registrou prejuízo líquido de R$ 395 milhões, contra os R$ 424 milhões negativos do trimestre anterior.</p>
<p>Mesmo com os esperados reflexos dos impactos econômicos da pandemia da Covid-19 nos resultados, a companhia manteve uma posição sólida de caixa, de R$ 2,5 bilhões em 30 de junho, anunciando uma elevação no seu plano de investimentos para o ano, de R$ 600 milhões para R$ 800 milhões.</p>
<p>Os principais aportes devem acontecer em iniciativas de meio ambiente e na implantação do projeto de empilhamento a seco (dry stacking) da Mineração Usiminas. Segundo o presidente da empresa, Sergio Leite, desde o início da pandemia, a Usiminas tomou medidas importantes para se adequar ao cenário, de maneira ágil e estratégica, e garantir a sustentabilidade do negócio no longo prazo. Para o executivo, a companhia está preparada para uma resposta rápida a uma esperada retomada do mercado.</p>
<p>“Adotamos uma série de ajustes que nos permitiram passar pelos momentos mais críticos da crise sem, contudo, comprometer o nosso caixa e nossa capacidade de atender de maneira rápida à expectativa de melhoria da demanda para os próximos meses. E é isso que estamos fazendo agora ao anunciarmos a retomada gradual das operações do Alto-Forno 1 e da Aciaria 1 da Usina de Ipatinga e das laminações em Cubatão, na Baixada Santista”, afirma Leite.</p>
<p>As expectativas para o segundo semestre, conforme entidades do setor, devem ser de recuperação gradual da atividade industrial no país. Leite lembra que, conforme dados divulgados nesta semana pelo Instituto Aço Brasil, a indústria siderúrgica no país enfrentou seu pior momento em abril, com indicadores que voltaram ao patamar de 15 anos atrás. No primeiro semestre de 2020, a produção de aço bruto no país teve uma queda de 17,9% e o consumo aparente retraiu 10,5%. “Como toda a indústria do setor, sobretudo para o segmento de aços planos, nós na Usiminas estamos confiantes que o pior já passou e que a trajetória agora é de retomada, apesar dos enormes desafios que temos pela frente”, afirma.</p>
<p>Por área de negócios, o principal destaque no segundo trimestre do ano foram os resultados da Mineração Usiminas (Musa). O Ebitda Ajustado da Musa, de R$ 380 milhões no segundo trimestre do ano, atingiu sua máxima histórica, com um aumento de 77,8% em relação ao 1T20. A margem Ebitda Ajustado da empresa ficou em 51% (36,8% no trimestre anterior).</p>
<p>A unidade produziu 2 milhões de toneladas de minério de ferro (queda de 6,7% na comparação com o 1T20) e registrou vendas de 1,9 milhão de toneladas (redução de 14% em relação ao 1T20). Já a receita líquida alcançou R$ 746 milhões, com alta de 28,3% quando comparada ao trimestre anterior (1T20). A elevação ocorreu principalmente em função da desvalorização do real frente ao dólar, do aumento do preço do minério e da redução no preço do frete.</p>
<p>No que diz respeito aos investimentos, a Musa registrou aportes de R$ 50 milhões no segundo trimestre. A empresa já iniciou a implantação do seu projeto de empilhamento a seco (dry stacking), licenciado no mês de junho pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente. O novo sistema de disposição de rejeitos vai permitir a substituição das barragens convencionais e garantir importantes ganhos ambientais e de segurança.</p>
<p>Na unidade de Siderurgia, os resultados refletiram diretamente a retração registrada nas vendas internas e externas de aço, a partir de março e mais acentuadamente em abril. A produção de aço bruto na usina de Ipatinga ficou em 533 mil toneladas no 2T20, inferior em 30,9% em relação ao 1T20, e a de laminados (Ipatinga e Cubatão) totalizou 0,7 milhão de toneladas no 2T20, com redução de 38,5% no comparativo com 1T20. Já as vendas totais somaram 608 mil toneladas (redução de 42% em relação ao 1T20), com 83% direcionadas ao mercado interno e 17% às exportações. Com isso, o Ebitda Ajustado da unidade de Siderurgia atingiu R$ 102 milhões negativos no 2T20 (R$ 370 milhões positivos no 1T20) e a margem Ebitda Ajustado ficou negativa em 5,4% (positiva em 11,4% no 1T20).</p>
<p>Na Soluções Usiminas, a receita líquida do segundo trimestre do ano totalizou R$ 498 milhões, com redução de 44,7% em relação ao 1T20. O Ebitda Ajustado da unidade no período ficou em R$ 11 milhões negativos (R$ 25 milhões positivos no 1T20) e a margem Ebitda Ajustado foi de 2,2% negativos (2,7% positivos no 1T20).</p>
<p>Na Usiminas Mecânica, empresa de bens de capital sob encomenda, houve diminuição de 62,6% na receita líquida do segundo trimestre (R$ 43 milhões) quando comparada com a registrada no primeiro trimestre do ano (R$ 115 milhões). A unidade apresentou prejuízo bruto de R$ 37 milhões no 2T20 (R$ 4 milhões de prejuízo bruto no 1T20) e Ebitda Ajustado negativo em R$ 67 milhões (R$ 10 milhões negativos no 1T20).</p>
<p>No final de junho, a Usiminas Mecânica (UMSA) teve sua reestruturação aprovada pelo Conselho de Administração da Companhia. A empresa manteve apenas as atividades relacionadas à prestação de serviços para a Usiminas e suas controladas, ressalvando a conclusão dos projetos externos já em andamento. As atividades da UMSA não constituem o core business da Usiminas e a empresa vinha apresentando significativa redução na geração de caixa nos últimos cinco anos, com resultados decrescentes nos segmentos de montagem industrial e manufatura.</p>
<p>Para o presidente Sergio Leite, a Usiminas está agora reestruturada para o novo momento. “Desde o início da pandemia, a companhia vem concentrando esforços em três principais frentes: o cuidado com a saúde e segurança das pessoas, a manutenção do caixa e a geração de resultados. Mesmo num cenário tão complexo, no qual medidas necessárias tiveram que ser adotadas, estamos fortalecidos para assegurar a perenidade da companhia”, conclui o executivo.</p>
<p>No que diz respeito à participação da empresa no esforço coletivo de enfrentamento da pandemia da Covid-19, a Usiminas já investiu cerca de R$ 27 milhões em iniciativas diversas. Foram dezenas de investimentos por meio da Fundação São Francisco Xavier, braço social da companhia nas áreas de Educação e Saúde e responsável pela gestão de quatro unidades hospitalares instaladas em cidades de Minas Gerais e em Cubatão. São hospitais referência para 35 municípios do Leste de Minas e para a Baixada Santista, com parte expressiva dos atendimentos dedicada a pacientes do SUS.</p>
<p>Desde o início da pandemia, entre outras iniciativas, foram adquiridos novos respiradores mecânicos, instalados em um andar inteiro dedicado a pacientes do Coronavírus no Hospital Márcio Cunha, de Ipatinga, adquiridos novos leitos de UTI e equipamentos diversos. Foram direcionados recursos também para ações como a doação de 40 toneladas de alimentos para comunidades socialmente vulneráveis, de 150 mil máscaras de proteção para colaboradores, familiares e comunidades e para a higienização de espaços públicos com grande circulação de pessoas em Ipatinga e Cubatão. A empresa vem participando, ainda, de outras ações em parceria com entidades como o Senai, que vem liderando um programa de recuperação de respiradores mecânicos.</p>
<p><strong>Sobre a Usiminas</strong></p>
<p>A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos e um dos maiores complexos siderúrgicos da América Latina. A companhia conta com unidades industriais e logísticas localizadas em seis estados do país e está presente em toda a cadeia siderúrgica – da extração do minério, passando pela produção de aço até sua transformação em produtos e bens de capital customizados para o mercado. O avanço registrado pela siderúrgica nos últimos anos garante inovação, tecnologia e qualidade em todas as linhas de produção, e permite à empresa oferecer ao mercado um portfólio diversificado, com destaque para produtos e serviços de alto valor agregado. Por sua gestão ambiental, a Usiminas foi a segunda siderúrgica do mundo certificada com a ISO14001, gerando maior produtividade com menor consumo. A companhia contribui ainda para o desenvolvimento das comunidades onde atua, por meio do Instituto Usiminas e da Fundação São Francisco Xavier, oferecendo projetos nas áreas de saúde, educação, cultura, esporte e desenvolvimento social. As ações da Usiminas são negociadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque (ADR nível I) e Madri.</p>
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		<title>Vale, Kobe Steel e Mitsui pesquisam baixa emissão de CO2 na produção de aço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 13:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Siderurgia]]></category>
		<category><![CDATA[#CO2]]></category>
		<category><![CDATA[indústria siderúrgica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Vale, a maior produtora de minério de ferro do mundo, a Kobe Steel, juntamente com sua subsidiária americana, Midrex Technologies, e a Mitsui, uma empresa global de comércio e investimentos com um portfólio diversificado de negócios, anunciaram um acordo não vinculativo para colaborar no fornecimento de soluções metálicas e siderúrgicas de baixo CO2 para</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Vale, a maior produtora de minério de ferro do mundo, a Kobe Steel, juntamente com sua subsidiária americana, Midrex Technologies, e a Mitsui, uma empresa global de comércio e investimentos com um portfólio diversificado de negócios, anunciaram um acordo não vinculativo para colaborar no fornecimento de soluções metálicas e siderúrgicas de baixo CO2 para a indústria siderúrgica mundial.</p>
<p>O aço é conhecido por suas vantagens competitivas em termos de disponibilidade de recursos, custos de fabricação e flexibilidade funcional. No entanto, como as emissões de CO2 decorrentes do processo de fabricação do aço também são um problema do ponto de vista das mudanças climáticas, existe uma necessidade crescente em todo o mundo de reduzir as emissões de CO2 na indústria siderúrgica.</p>
<p>O acordo estabelece os termos e condições preliminares para a criação de uma nova empresa (“NewVen”) com o objetivo de fornecer metálicos de baixo CO2 ao mercado global, fornecendo novas soluções tecnológicas aos clientes. Um período de avaliação já foi iniciado para aprofundar a colaboração e estimar a demanda do mercado pelas várias soluções existentes e novas para a produção de aço antes de um acordo final para a criação da NewVen. A NewVen utilizará tecnologias de produção de ferro de baixo CO2 existentes e novas, como a Tecnologia Tecnored e o Processo Midrex.<img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-20189 alignright" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/07/aco.jpg" alt="" width="288" height="327" /></p>
<p><strong>Sobre a Tecnored</strong></p>
<p>A Tecnored é uma subsidiária 100% da Vale focada no desenvolvimento de um processo de ferro-gusa de baixo carbono por meio do uso de fontes de energia, como biomassa, gás de síntese e hidrogênio, que emitem menos CO2 que os processos tradicionais de fabricação de ferro gusa, como o carvão e o coque. Através do uso da biomassa, o caminho para a neutralidade econômica de carbono pode ser alcançado a médio prazo.</p>
<p><strong>Sobre o Processo MIDREX</strong></p>
<p>A Midrex Technologies, Inc., subsidiária 100% da Kobe Steel, é a líder mundial em tecnologia de redução direta de produção de ferro (DRI). A cada ano, as plantas MIDREX produzem mais de 60% da produção global de DRI e mais de 80% do DRI produzido em tecnologias de shaft furnace. Como usa gás natural e hidrogênio como redutor no processo, seu nível de emissão de CO2 é muito inferior comparado a um alto-forno.</p>
<p><strong>Parceiros </strong></p>
<p>Vale, Kobe Steel e Mitsui são empresas globais com uma vasta experiência no setor de metais e mineração. A Vale contribuirá com sua experiência com a Tecnologia Tecnored®, seu portfólio de minério de ferro e sua capacidade logística. A Kobe Steel contribuirá com sua experiência na produção de aço, engenharia de plantas siderúrgicas, Processo MIDREX® e outras tecnologias. A Mitsui &amp; Co. contribuirá com sua experiência na comercialização de metais e sucatas e com suas capacidades de investimento.</p>
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		<title>Drone Transporta Amostras Siderúrgicas ao Laboratório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Aquecimento Industrial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 14:36:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias - Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Siderurgia]]></category>
		<category><![CDATA[#alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[delivAIRy]]></category>
		<category><![CDATA[Drone]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto conjunto delivAIRy da Doksinnovation e Thyssenkrupp Steel Europe AG ganhou o Prêmio Reallabore de Inovação do Ministério Federal de Assuntos Econômicos da Alemanha na categoria &#8216;Insights&#8217;. O prêmio foi entregue por um júri especializado do Ministério Federal de Economia e Energia em uma cerimônia online. Na Thyssenkrupp, ele é carinhosamente chamado de &#8220;a</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto conjunto delivAIRy da Doksinnovation e Thyssenkrupp Steel Europe AG ganhou o Prêmio Reallabore de Inovação do Ministério Federal de Assuntos Econômicos da Alemanha na categoria &#8216;Insights&#8217;. O prêmio foi entregue por um júri especializado do Ministério Federal de Economia e Energia em uma cerimônia online.</p>
<p>Na Thyssenkrupp, ele é carinhosamente chamado de &#8220;a abelha de aço&#8221;: o drone de entrega delivAIRy. Ele decola regularmente e entrega amostras da planta siderúrgica de Duisburg, Alemanha, para processamento adicional no laboratório. O mensageiro voador faz parte do projeto conjunto da start-up de Kassel, Doks Innovation GmbH e a Thyssenkrupp Steel, a maior produtora de aço da Alemanha, para testar processos de entrega baseados em drones nas instalações da planta.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-20045 alignright" style="display: block;" src="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/06/delivAIRy-Junho-Imagem-1.jpg" alt="" width="361" height="240" srcset="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/06/delivAIRy-Junho-Imagem-1.jpg 4819w, https://www.aquecimentoindustrial.com.br/wp-content/uploads/2020/06/delivAIRy-Junho-Imagem-1-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 361px) 100vw, 361px" /></p>
<p>Os dois parceiros foram premiados com o Prêmio Inovação Reallabore do Ministério Federal de Assuntos Econômicos da Alemanha por este projeto. &#8220;A thyssenkrupp oferece um aplicativo que já pode ser implementado hoje&#8221;, diz Benjamin Federmann, fundador e diretor da doks. innovation GmbH. &#8220;Graças à boa cooperação com a thyssenkrupp e as autoridades locais, já podemos testar e estabelecer tecnologias futuras sob condições reais hoje.&#8221;</p>
<p>“O drone de transporte que voa de forma confiável e automática sobre nosso local de trabalho é um exemplo concreto e visível de digitalização na vida industrial cotidiana. Esse projeto torna o transporte não apenas moderno e digital, mas também sustentável, mais eficiente e mais seguro”, afirma Bernhard Osburg, CEO da thyssenkrupp Steel Europe AG.</p>
<p>“Os vencedores do Prêmio Regulatório de Inovação Reallabore conseguiram de maneira exemplar trazer tecnologias digitais como inteligência artificial e blockchain para aplicação concreta em laboratórios da vida real, criando valor agregado localmente. Ao mesmo tempo, incentivam outras empresas, administrações e instituições de pesquisa a implementar seus próprios projetos de inovação. Mas os governos também são chamados: muitas contribuições mostram claramente onde são necessários novos espaços de inovação para tornar possíveis os projetos de teste”, afirma o Ministro Altmaier, de Assuntos Econômicos.</p>
<p>O gerente de projeto Dr. Thomas Lostak, líder da equipe de inovação da Thyssenkrupp Steel, está otimista quanto ao futuro: “Se o robô voador automatizado agora for bem-sucedido no transporte de amostras de laboratório, ele também poderá ser usado em outras áreas da logística interna no futuro. O drone pode ser chamado individualmente por meio de um aplicativo. Agora, as entregas críticas em nossa fábrica em Duisburg podem ser totalmente automatizadas e digitalizadas.” Segundo Lostak, o projeto também foi muito bem recebido pelos funcionários. O uso do drone dá forma concreta ao conceito abstrato de digitalização e fornece novo impulso para outros projetos de digitalização.</p>
<p>A doks. innovation e a Thyssenkrupp estão testando o que geralmente é considerado o caminho a seguir: o drone automatizado (sem necessidade de piloto) entrega amostras em toda a planta, cruzando estradas e linhas ferroviárias em seu sobrevoo. Assim que a caixa de transporte com carga máxima de 4,5 kg é conectada ao drone por um dispositivo patenteado, ela pode ser enviada ao seu destino com o pressionar de um botão.</p>
<p>O drone segue seu curso automaticamente, não precisando ser controlado manualmente. Ao contrário dos carros normalmente usados para isso, o drone chega ao seu destino em apenas 10 minutos, economizando tempo e beneficiando o meio ambiente. O drone também incorpora os mais altos padrões de segurança e pode descer em um ponto de pouso de emergência, se necessário.</p>
<p>Foto &#8211; Crédito: Thyssenkrupp Steel Europe AG<br />
Fonte: <a href="https://www.doks-innovation.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.doks-innovation.com/</a></p>
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		<title>Saiba mais sobre a coluna: O Futuro e a Nuvem de Tróia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Igor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2019 17:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Siderurgia]]></category>
		<category><![CDATA[Gasômetro]]></category>
		<category><![CDATA[Nuvem de Tróia]]></category>
		<category><![CDATA[Siderúrgica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Futuro e a Nuvem de Tróia : No ano de 1982, a turma de recém-contratados pela Cosipa, incluindo eu, visitou gasômetros da empresa dentro do programa de integração engenheiros. O clímax do evento foi a subida ao topo do maior deles, o que continha gás de alto-forno. Os veteranos se divertiam com o ar</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5><strong><span style="color: #993300;">O Futuro e a Nuvem de Tróia :</span></strong></h5>
<p>No ano de 1982, a turma de recém-contratados pela Cosipa, incluindo eu, visitou gasômetros da empresa dentro do programa de integração engenheiros. O clímax do evento foi a subida ao topo do maior deles, o que continha gás de alto-forno. Os veteranos se divertiam com o ar pouco confortável dos calouros. Até que um dos novatos perguntou: “Isto aqui não pode explodir não?”. Resposta: “Nunca houve explosão de gasômetro em siderúrgica, mesmo quando alguns deles foram metralhados na II Guerra”.</p>
<p>Eu poderia ter retrucado que, exatamente quinze anos antes, a poucos quilômetros de onde estávamos, o gasômetro de Santos havia explodido, causando enorme destruição material – ainda que, felizmente, sem feridos graves, nem mortes. Mas deixei pra lá – eu era novo de empresa e não ia iniciar minha carreira siderúrgica criando polêmica com veteranos&#8230;</p>
<p>Certo dia, mais de 36 anos depois, quase caí da cadeira quando vi a mensagem urgente da Folha de SP no celular informando sobre a explosão do gasômetro de uma grande siderúrgica mineira. Afinal, a quantidade de energia encerrada num gasômetro é imensa, constituindo um enorme potencial de destruição em caso de descontrole. Felizmente, mais uma vez, não houve feridos graves, e os danos materiais foram bem menores do que os verificados em Santos, apesar da quantidade de gás envolvida ser bem maior.</p>
<p>Ao que parece, a exemplo do que ocorre com paióis de explosivos, gasômetros siderúrgicos são concebidos de forma a possuir um teto mais fraco do que o resto de sua estrutura, direcionando a força de uma eventual explosão para o céu vazio e poupando seus arredores – como, aliás, ocorreu no Rio de Janeiro quando paióis da Marinha explodiram em julho de 1995.</p>
<p>De toda forma, foi uma ocorrência potencialmente séria, ainda que muito rara, o que criou uma grande expectativa sobre a apuração de suas causas. Os primeiros comunicados dão conta de que ela foi causada por uma falha num controlador lógico programável, que acabou permitindo a introdução de uma grande quantidade de ar atmosférico no gasômetro, onde se misturou com o monóxido de carbono normalmente presente em seu interior, criando uma mistura explosiva que acabou sendo detonada por uma faísca ao passar pelo limpador eletrostático de gás.</p>
<p>Uma vez que a falha foi identificada num dispositivo digital, ficou cristalinamente óbvio que somente o uso desse moderno recurso não é condição suficiente para garantir uma operação segura. E, na verdade, as coisas podem ficar ainda piores no futuro. Em abril de 2015 discutimos neste espaço a ocorrência de um inédito ataque digital via internet a uma siderúrgica alemã, o qual teria afetado a operação de um alto-forno, impedindo que ele fosse corretamente desligado.<br />
E justamente agora se discute a implantação da assim chamada Indústria 4.0 à siderurgia – aliás, tema da edição de janeiro de 2018 desta coluna. Ela propõe o aumento da eficiência operacional de uma planta através da análise massiva contínua de todos os seus dados, visando descentralizar, agilizar e orientar a tomada de decisões para maximizar sua eficiência e minimizar seus custos.</p>
<h5><strong><span style="color: #993300;">Analise:</span></strong></h5>
<p>Essa análise geralmente requer que uma grande massa de dados sejam armazenada na chamada “nuvem”, cujas instalações físicas são externas à usina. A nuvem permite que esses dados sejam diretamente acessados por todas as partes, como filiais, clientes, fornecedores e empresas de assessoria técnica, eventualmente dispersas pelo planeta todo. Uma consequência dessa abordagem é a exposição do fluxo de informações da empresa ao meio externo o que, em tese, facilita invasões digitais por parte de indivíduos mal-intencionados, caso não forem adotadas medidas eficazes de ciberproteção.</p>
<p>Para quem acha ataque a gasômetros algo mirabolante demais, basta lembrar o caso Para-Sar, ocorrido aqui mesmo no Brasil há meio século atrás, quando militares da direita radical chegaram a planejar um atentado ao gasômetro situado em pleno centro do Rio de Janeiro, na hora do rush, com a intenção explícita de causar o maior número de vítimas. O objetivo erar atribuir o ataque aos comunistas e usar o choque na opinião pública para justificar o assassinato de inúmeros líderes políticos.</p>
<p>Felizmente, alguns corajosos integrantes do Para &#8211; Sar &#8211; na verdade, um esquadrão criado para missões humanitárias e de resgate, e que ironicamente havia sido convocado para executar o plano – impediu esse desastre, denunciando-o a seus superiores hierárquicos. No futuro, não será mais necessário empregar um comando militar para sabotar um gasômetro ou qualquer outra instalação industrial ou de infraestrutura.</p>
<p>O ataque pode ser feito à distância, caso a facilidade esteja interligada em rede digital e não conte com proteção eficiente. É um sério alerta tendo em vista toda a hype deflagrada pela moda da Indústria 4.0.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><strong>Nome do autor: Antonio Augusto Gorni</strong></p>
<p>Engenheiro de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos (1981); Mestre em Engenharia Metalúrgica pela Escola Politécnica da USP (1990); Doutor em Engenharia Mecânica pela Universidade Estadual de Campinas (2001); Especialista em Laminação a Quente.</p>
<ul>
<li>Autor de mais de 200 trabalhos técnicos nas áreas de laminação a quente</li>
<li>Desenvolvimento de produtos planos de aço</li>
<li>Simulação matemática</li>
<li>Tratamento térmico e aciaria.</li>
</ul>
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		<title>Siderurgia: Tarifas: A Chave para a Renascença da Siderurgia Americana?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2019 16:41:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Siderurgia]]></category>
		<category><![CDATA[siderurgia]]></category>
		<category><![CDATA[siderúrgicas]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>á cerca de um ano os Estados Unidos impuseram tarifas à importação de aço sob o pretexto de se tratar de um material estratégico para o país. Não deixa de ser verdade, uma vez que a siderurgia americana não tem mais condições de fabricar alguns produtos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>A Siderurgia Americana:</h4>
<p>Há cerca de um ano os Estados Unidos impuseram tarifas à importação de aço sob o pretexto de se tratar de um material estratégico para o país. Não deixa de ser verdade, uma vez que a siderurgia americana não tem mais condições de fabricar alguns produtos siderúrgicos mais sofisticados como, por exemplo, os modernos aços API para tubos de grande diâmetro usados na condução de hidrocarbonetos com alto teor de ácido sulfídrico. Apesar de ser aplicável a qualquer país, essas salvaguardas se enquadram dentro da guerra comercial dos Estados Unidos com a China, país cujo protagonismo internacional vem aumentando par a par com seu desenvolvimento econômico e, portanto, está ameaçando se tornar um rival geopolítico formidável num futuro próximo.</p>
<p>É bem verdade que não há inocentes nessa história. Recentemente a China investiu muito em modernas usinas siderúrgicas e há quem tema que ela terá competitividade insuperável nesse setor assim que absorver e aplicar adequadamente a tecnologia embarcada nessas plantas. Mas o fato é que o preço muito baixo de seu aço também se deve a subsídios e apoios governamentais.</p>
<p>É difícil algum país questionar essa situação nos fóruns internacionais, dado que isso levaria a retaliações nas importações que a China faz dele – e ela se tornou um formidável parceiro comercial. Mas Trump precisa agradar seu eleitorado, a classe média atemorizada pela perda de poder aquisitivo decorrente da globalização e, em especial, a população do Rust Belt, ou seja, das regiões onde se concentram os trabalhadores em setores industriais decadentes da América. E está dando certo: várias usinas paradas há vários anos retomaram suas operações e o próprio presidente da Nucor, uma das principais siderúrgicas americanas, declarou recentemente que “Nunca houve melhor época para fabricar aço nos Estados Unidos”.</p>
<p>Essa atitude protecionista por parte dos antigos campeões do liberalismo econômico é muito curiosa, pois há décadas a siderurgia americana não se moderniza como deve. Foi exatamente por esse motivo que, no passado, os processadores locais de aço passaram a preferir o aço importado, mais barato e com melhor qualidade. A repentina inviabilização das importações provocou protestos desse setor, que agora vê sua competitividade ameaçada: um estudo feito no final do ano passado indicou que os clientes americanos estavam pagando 17,2% a mais pelo aço do que seus competidores estrangeiros.</p>
<p>Mas isso começa a ser resolvido através de soluções criativas: ao invés de se importar aço, o setor passou a importar conjuntos e peças de aço já prontos, logicamente a preços mais favoráveis do que a alternativa doméstica. Preservou-se assim a competitividade das empresas, mas não os empregos especializados do setor. O setor manufatureiro alega que emprega 46 vezes mais do que o siderúrgico e acena com a possibilidade de extinção de 460.000 empregos por conta do aço mais caro. Resta saber os efeitos disso na próxima eleição.</p>
<p>A questão agora é ver se as siderúrgicas americanas ficarão deitadas eternamente em berço esplêndido, acomodadas na proteção concedida por Trump, ou se aproveitarão a vantagem para se tornarem competitivas mesmo sem salvaguardas, garantindo sua sustentabilidade a longo prazo. Várias siderúrgicas já estão anunciando novos projetos e modernizações, o que parece indicar uma reação do setor. Uma delas é a Nucor, empresa que, por sinal, revolucionou a siderurgia em 1989, quando implantou industrialmente, numa de suas plantas americanas, o então inédito conceito de lingotamento de placas finas acoplado diretamente a um laminador de tiras a quente &#8211; e que a partir de então se espalharia pelo mundo.</p>
<p>Ela acabou de anunciar a construção de um moderno laminador de chapas grossas no meio-oeste americano, com capacidade para produzir 1,2 milhões de toneladas por ano, e que deverá estar pronto em 2022. De acordo com a empresa, ela deverá suprir até 97% dos tipos de chapas grossas demandados nos E.U.A. A Steel Dynamics, por sua vez, anunciou a construção de uma nova planta para produção de laminados planos a quente e a frio no sudoeste americano, especialmente voltada para a fabricação dos modernos aços AHSS para a indústria automotiva, que deverá entrar em funcionamento em 2021. Aqui a novidade será o uso de forno elétrico para refino do aço líquido – uma alternativa mais ecológica, pois a geração de gás carbônico é bem menor do que a que ocorre na siderurgia integrada.</p>
<p>Contudo, a empresa reconhece que deverá aperfeiçoar o processo de refino no forno elétrico para que os aços elaborados tenham o mesmo grau de pureza conseguido pelas aciarias a oxigênio. Por sua vez, a ArcelorMittal e U.S. Steel anunciaram um pacote de investimentos da ordem de seis bilhões de dólares para a modernização de plantas já existentes, de forma a garantir a fabricação de produtos com alta qualidade e baixo custo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<h5>Nome do autor: Antonio Augusto Gorni</h5>
<p><em> Engenheiro de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos (1981); Mestre em Engenharia Metalúrgica pela Escola Politécnica da USP (1990); Doutor em Engenharia Mecânica pela Universidade Estadual de Campinas (2001); Especialista em Laminação a Quente. Autor de mais de 200 trabalhos técnicos nas áreas de laminação a quente, desenvolvimento de produtos planos de aço, simulação matemática, tratamento térmico e aciaria.</em></p>
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		<title>Automóvel: Quo vadis, domine?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[antoniogorni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2017 13:49:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Siderurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde o seu advento a indústria automotiva achava que sua principal ameaça seria o esgotamento das reservas de petróleo. Mas a evolução contínua da tecnologia de extração dessa matéria prima foi espantando esse fantasma ao longo do tempo</p>
<p>O post <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br/automovel-quo-vadis-domine/">Automóvel: Quo vadis, domine?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.aquecimentoindustrial.com.br">Portal Aquecimento Industrial</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se o lendário Mercury 1948 de meu avô, o primeiro carro da família, milagrosamente saísse do Oblivion e voltasse a circular pelas ruas, não encontraria um ambiente tão diferente assim dos tempos em que saiu da linha de montagem. Afinal, era um carro com motor a explosão, movido a gasolina, dotado de pistões, cárter e caixa de transmissão &#8211; ou seja, em sua essência, muito pouco diferente dos carros que rodam atualmente. Isso mostra como é duradoura a tecnologia automotiva desenvolvida no final do século XIX. Obviamente houveram inúmeros aperfeiçoamentos, muitos mecânicos, mas principalmente eletrônicos, que contribuíram para seu aperfeiçoamento e longevidade.</p>
<p>Desde o seu advento a indústria automotiva achava que sua principal ameaça seria o esgotamento das reservas de petróleo. Mas a evolução contínua da tecnologia de extração dessa matéria prima foi espantando esse fantasma ao longo do tempo. Cada pico na cotação no petróleo motivou a exploração de reservas mais distantes e também a evolução da tecnologia de sua extração. O último deles viabilizou a extração de gás natural por fratura hidráulica das rochas de xisto, reconduzindo os EUA. ao clube das potências petrolíferas de primeira grandeza. Portanto, assim como a Idade da Pedra não acabou por falta de pedra, tudo indica que a Era do Petróleo não vai acabar por falta de óleo.</p>
<p>De fato: o fantasma da escassez foi substituído pelo espectro das mudanças climáticas disparadas pela elevação do teor de gás carbônico na atmosfera, situação criada principalmente pelos gases resultantes da queima de combustíveis fósseis. A reação tecnológica foi imediata, com a retomada do uso de biocombustíveis e o início da busca por processos de conversão do gás carbônico em matéria prima para a fabricação de hidrocarbonetos. A criação de um círculo fechado entre geração e consumo do gás carbônico seria a solução ideal, mas a termodinâmica teima em dificultar a versão sintética desse Santo Graal, já que esse gás é uma das substâncias mais estáveis do ponto de vista químico. A Mãe Natureza quebra esse galho através da fotossíntese, mas sempre há um porém: nem sempre o uso dos biocombustíveis é viável economicamente e sempre resta a questão ética de se usar terras para produzir combustíveis ao invés de alimentos para um mundo faminto.</p>
<p>No momento, a alternativa mais popular para esse problema vem sendo o carro elétrico. Ele não chega a ser novidade: na aurora dos automóveis esse tipo de propulsão rivalizou seriamente com os motores à explosão, até por ser mecanicamente mais simples. Carros elétricos eram os preferidos das senhoras de então, pois, ao contrário do motor à explosão, não havia a necessidade de se dar partida à manivela, algo complicado e que demandava bom esforço físico. Mas o carro elétrico foi derrotado pela baixa capacidade de suas baterias, que não eram capazes de armazenar a mesma quantidade de energia que era proporcionada por um tanque de gasolina de igual volume.</p>
<p>Recentemente têm sido anunciados avanços notáveis, como o modelo 3 da Tesla, que teria autonomia para rodar 500 km com uma carga de bateria. Notícias desse tipo vêm animando vários países &#8211; e mesmo fabricantes de automóveis &#8211; a propor datas para o término da fabricação de veículos movidos a motores a explosão. Os prazos propostos são ambiciosos, mas a imensa estrutura industrial e comercial baseada nos motores a explosão é um formidável contraponto a essas profecias. Além disso, de onde virá a eletricidade necessária para movimentar milhões de automóveis? Seria inútil usar carros elétricos se sua energia vier de usinas termelétricas &#8211; a geração de gás carbônico só mudaria de lugar. E todas as demais formas de geração de energia elétrica possuem ressalvas do ponto de vista ambiental, em maior ou menor nível de gravidade.</p>
<p>De toda forma, o aumento do grau da eletrificação da mobilidade parece inevitável. Essa mudança radical precisa ser considerada seriamente pela siderurgia, pois o mercado automotivo é um dos seus clientes mais importantes &#8211; e, no mundo, há usinas que dependem exclusivamente dele. Afinal, trata-se da produção em grandes volumes de aços sofisticados, de alta qualidade e valor agregado &#8211; ou seja, garantia de bons lucros numa situação de superprodução que não parece que se resolverá a curto prazo.</p>
<p>No caso da siderurgia de produtos planos, não há muita novidade, exceto a exacerbação da necessidade de redução de peso das carrocerias e componentes estruturais dos carros elétricos, já que a autonomia de suas baterias constitui seu principal ponto fraco. Já para os produtores de aços de engenharia e seu principal cliente, o setor metalmecânico, a situação não é promissora: a mecânica de carros elétricos é bem mais simples, pois seus motores simplesmente já se encontram incorporados a um eixo, que pode ser o da própria roda do carro. Por sua vez, um motor a explosão é uma traquitana autodestrutiva, cuja energia vem de pulsos causados por detonações de combustível, a qual tem de ser convertida em propulsão através da movimentação de bielas, virabrequins, caixas de transmissão, eixos e diferenciais; além disso, ele precisa do apoio de sistemas de lubrificação, refrigeração e exaustão. De repente, com o carro elétrico, tudo isso passa a ser desnecessário &#8211; e o impacto no setor metalomecânico seria profundo, pois a gigantesca demanda por inúmeros componentes mecânicos simplesmente despencaria.</p>
<p>Mas o panorama pode ser ainda mais preocupante, pois mudanças ainda mais radicais na mobilidade estão apontando no horizonte. O carro está deixando de ser um símbolo de status da classe média, particularmente nos países desenvolvidos. Afinal, o custo para se manter um automóvel &#8211; entre depreciação, utilização, manutenção e impostos &#8211; representa uma fração significativa no orçamento familiar e das empresas. Cada vez mais a independência e liberdade que ele proporciona transformam-se em stress quando se trafega nas grandes cidades ou nas rodovias em fins de semana e feriados. Por que não, então, pensar na mobilidade de forma mais pragmática e racional, como um serviço ao invés de um bem? As novas tecnologias digitais, que criaram caronas de baixo custo com serviço melhorado, constituem um exemplo dessa nova tendência. Outra é o aluguel de carros a longo prazo a preços mais favoráveis do que os decorrentes de sua posse. Isso podem ser indícios do começo de um processo de desintoxicação automotiva que poderá afetar profundamente o setor, ainda mais se os carros com direção autônoma conseguirem se impor no mercado. Assim como já não mais precisamos ter CDs e DVDs em casa, alugaremos um carro autônomo quando precisarmos nos deslocar e deixaremos as vicissitudes do trajeto por conta dele. Isso certamente irá provocar mudanças profundas na quantidade e tipo de carros que serão vendidos no futuro. E Gaia agradeceria bastante pela menor carga ecológica imposta ao planeta.</p>
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